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Cap.

15 - A
Economia e
sociedade
colonial
A economia aucareira
A opo pelo acar como produto chave para
o desenvolvimento da Colnia, a trs
aspectos:
O acar alcanava altos preos na Europa;
O solo e o clima do litoral nordestino eram
favorveis ao cultivo de cana;
Os portugueses j haviam produzido acar
nas ilhas da Madeira, Aores e Cabo Verde.
Dinheiro aplicado nos primeiros
engenhos foi emprestado por
banqueiros holandeses e italianos.
Durante os primeiros anos utilizou-se a
mo de obra indgena.
Substituio da mo de obras indgena
pela mo de obra africana:
- Diminuio do nmero de indgenas
(guerras e fugas);
- Alta lucratividade do trfico atlntico.
O engenho
Nos tempos coloniais o acar era produzido
nos engenhos. Inicialmente, engenho era o
nome que se dava ao equipamento usado na
fabricao do acar. Depois, passou a
designar um conjunto de edificaes que
inclua as matas, o canavial, a casa de
engenho, a roa, a casa-grande, a senzala, a
capela e a moradia dos trabalhadores livres.
(Ler p. 251).
Agropecuria e mercado
interno
No Brasil colonial alm do acar se
produzia: fumo, algodo, carne,
aguardente, cacau e anil. (Ler p. 252)
Para o mercado interno (populao dos
engenhos ou para as cidades
brasileiras) pequenos lavradores
dedicavam-se ao cultivo de mandioca,
milho e feijo.
Pacto colonial
As relaes entre colnia e metrpole
eram reguladas pelo pacto colonial. O
Brasil s podia vender para sua
metrpole e s podia comprar dela
aquilo que necessitava.