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Judô

O Caminho Suave

Histórico, Fundamentos e Técnicas


Organização: Marcelo Galdino de Melo
Monitor de Judô
Escola Técnica Federal de Goiás
Orientador: Leofei Shiozawa
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Goiânia - Julho - 1993

Jigoro Kano:
JUDÔ
Professor, fundador do Judô moderno e do Kodokan. Nasceu em 28/10/1860 em Mikage,
perto de Kobe. Terceiro filho de uma família de 3 meninos e 2 meninas. Com 17 anos iniciou o
treinamento de Jiu-Jitsu. Em 1882 fundou o próprio dojô no templo Eisho-Ji o ano de 1884 viu
nascer o judô, resultante da conjunção de vários sistemas de jiu-jitsu e da introdução de seu
fundamento filosófico.
Em 1891 ele casou com a filha mais velha do embaixador coreano Seisei Takezoe; o nome
dela era Sumako. Eles tiveram 9 filhos (6 meninas e 3 meninos). O professor Jigoro Kano tinha sido
inicialmente estudante de Ciências Políticas, também estudava História da Literatura, Filosofia,
Ética e Educação Física, chegou a ser docente numa universidade japonesa; em 1893 ele foi
convocado para o Ministério da Educação japonês, em 1909 presidente do Comitê Olímpico
Internacional no Japão e em 1911 presidiu a Associação Atlética Japonesa.
Já como jovem estudante, Jigoro Kano tinha adquirido alguns conhecimentos do jiu-jitsu,
que naqueles tempos não eram muito divulgados, mas reservados mais aos velhos, célebres mestres
da arte. Foi Fukudo Hachinosuke, Mestre de Lutas do Instituto Imperial para as Artes Marciais,
quem iniciou Jigoro Kano no sistema Ten-Shin-Shinyo, onde prevaleciam pancadas e golpes com
as mãos e pés, como a aplicação de alavancagem e torção dos membros do oponente. Mais tarde,
sob orientação do célebre mestre Jikubo Kohei, o aluno Kano conheceu o Kito-Jiu-Jitsu, cuja
característica especial era uma técnica sofisticada de arremessos.
O Dr. Baez, que lecionou, como professor de medicina alemã, 1876 ate 1892, na
Universidade de Tóquio, apoiou Jigoro Kano no seu interesse no jiu-jitsu que, como meio excelente
de educação física foi finalmente incorporado no currículo da Universidade de Tóquio.
O impulso final para isso tinha sido uma competição, organizada por intermédio do Dr.
Baez, entre oficiais da polícia da cidade de Tschiba e alguns estudantes da universidade, realizada
nesta. Totsuka, velho instrutor de jiu-jitsu dos policiais de Tschiba, teve a satisfação de ver seus
lutadores de judô, por ele bem treinados, ganhar folgadamente dos jovens estudantes de jiu-jitsu em
Tóquio.
Jigoro Kano faleceu com 78 anos em 4/5/1938 com uma pneumonia a bordo de um navio
chamado Hikawa-Maru, na volta de um congresso sobre esportes na Europa.
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Histórico...
Criado em fevereiro de 1882, o Judô é uma forma de combate do século XVI, no decorrer do
pleno feudalismo nipônico, onde as artes guerreiras de lutas eram desenvolvidas de modo que o
confronto corpo a corpo eram geralmente derivada do Jiu Jitsu, arte de ataque e defesa sem o uso de
nenhuma arma ou instrumento a não ser o próprio corpo.
Jigoro Kano, fundador do Judô, decidiu praticar a arte do Jiu Jitsu, e teve como mestre
Jikubo Kohei e Machinosoke Fukuda, herdando seus conhecimentos de grande importância para o
aperfeiçoamento do Judô, eliminando os golpes mais lesivos (socos e pontapés), pois a finalidade
era a de formar cidadãos pacíficos.
Em 1882, aos 22 anos Jigoro Kano funda o seu próprio Dojô, nas instalações do templo
budista Eishosi, em Toquio, foi denominado de Kodokan (Escola para o Estudo da Vida). Ele
começou com apenas nove alunos em um dojô de doze tatames. Em poucos anos, o Judô do
Kodokan foi reconhecido como sendo excelente uma vez que seus alunos superaram os atletas do
Jiu-Jitsu no Campeonato Policial Tschiba. Este foi de fato o primeiro degrau para um rápido
progresso futuro.
Avançando com a organização do Kodokan e formulando as normas do Judô, ele tornou-se o
primeiro membro Asiático do Comitê Olímpico Internacional em1909 e trabalhou para a difusão do
Judô por todo o mundo. O Judô tornou-se uma modalidade oficial nos Jogos Olímpicos de 1964,
apoiado pelos adeptos do Judô e promotores esportivos de todo o mundo. No Brasil tem-se notícia
que o Judô foi introduzido no Pará através da imigração do Conde Koma e a partir daí difundiu-se
até os dias de hoje.

A Filosofia...
O termo Judô é composto por dois idiogramas, o JU que significa agilidade, não
resistência, suavidade e o DÔ que significa via, caminho meio ou modo, como filosofia de vida. O
ensinamento máximo deixado pelo mestre estão gravados em duas frases: "Seiryoku Zenyo" (O
melhor uso da energia, isto é, a máxima eficiência com o mínimo esforço) e "Jita Kyoei"
(Prosperidade e benefício mútuo). Assim podemos verificar que existe algo mais profundo que a
simples arte de “ataque e defesa” envolvendo o treinamento de Judô. Maneira pela qual,
penetramos na verdadeira razão de ser do Judô, na essência, que são os ensinamentos filosóficos. O
Judô como um todo e em cada uma de suas partes, é filosofia! E transmitir isto, àqueles que
desejam trilhar o seu caminho, é dever dos mais experientes e especialmente daqueles que assumem
a missão de educadores desta arte.
Diante destes fatos, não é correto pensar no Judô como uma simples arma de auto defesa ou
puramente como um esporte e ganhar competições, mas também e principalmente como uma
FORMA DE VIVER. É natural que ao pararmos para meditar, acabamos comparando cada ato
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dentro do dojô, no treinamento de Judô, como um procedimento de nossa vida. O praticante de Judô
não deve, portanto, ser apenas atleta competidor, o bom esportista, mas necessita absorver o
conteúdo filosófico do Judô e utilizá-lo na prática para atingir a condição de um verdadeiro judoka!
Deve entender que seguir “o caminho suave” é aprender a aceitar com naturalidade os fatores que
facilitam e dificultam nossas vidas, assim como são as bases do Judô: ceder para vencer. É
aprender a respeitar seus semelhantes com o mesmo respeito e sinceridade com que faz a saudação
Rei. É aprender a ser humilde , com a mesma humildade com que executa ukemi, caindo para se
levantar. É aprender a ser perseverante, com a mesma perseverança com que faz utikomi para
aperfeiçoar sua técnica. É aprender a ser justo em seu pensamento, como a precisão necessária que
deve Ter seu corpo para aproveitar o momento exato de kuzushi do oponente. É aprender a ser
firme, como a firmeza de sua técnica, para assumir a responsabilidade que lhe couberem. É
aprender a ser leal e honesto, com a mesma lealdade e honestidade encontrada quando iniciou seus
passos ao aprendizado do Judô, pelos ensinamentos dos educadores (sen-sei) e dos companheiros
(dó-hai)!
Todo judoka, com os completos ensinamentos do Judô compreendido no seu intimo, tem a
sua forma de viver diferenciada, seja na autoconfiança que transpira em sua alma, seja pelo respeito
que dispensa às pessoas, seja pela certeza de estar num mundo melhor. Este aprendizado do judoka,
que não é apenas físico e técnico, mas que transcende as palavras e atos materiais, fazem com que
ele (como amante desta arte) lute pelo seu intento, e também seja capaz de aceitar com
naturalidade, que a vitória e a derrota são unicamente consequência de suas reais
condições.
Esta base filosófica faz com que o Judô se caracterize como um verdadeiro esporte, muito
disciplinado e admirado, no qual o confronto corpo a corpo conduz ao melhor entendimento entre
as pessoas, atingindo assim os seus objetivos de sociabilização, de educação e de cultura física, para
o bem estar do ser humano!!!

O Espírito do Judô:
"Conhecer-se é dominar-se, dominar-se é triunfar".
"Quem teme perder já esta vencido".
"Para alcançar-mos a perfeição nessecitamos uma dose de treinamentos, duas doses de sabedoria e
quatro doses de humildade". "Quando verificares, com tristeza , que não sabes nada, terás feito teu
primeiro progresso no aprendizado".
"Nunca se orgulhe de vencer um adversário, ao que venceste hoje, poderá derrotar-te
amanhã".
"O judoca não se aperfeiçoa para lutar mas luta para se aperfeiçoar". "O treinamento de Judô não
requer apenas o aprimoramento de técnicas eficazes em combates. Envolve também a formação
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espiritual do judoca, nunca podendo deixar que a parte técnica ultrapasse a força do espírito".
"Nas águas do mar da vida chega mais longe quem nada como deve, quando deve e até onde
deve".
"Melhor do que nunca cair é levantar após cada queda."
"O judô não está na faixa, o judô não está em ganhar, o judô está no coração"
"O judô não é uma arte marcial, e sim uma filosofia de vida"
"Ruim não é quem não soube cair, mas sim quem caiu e não soube levantar"
"Somente se aproxima da perfeição, quem a procura com constância, sabedoria e sobretudo com
humildade"
"Quando verificares, com tristeza, que não sabes nada, terá feito seu primeiro progresso no
aprendizado"
"A vitória que perdura é a que se conquista sobre a própria ignorância" "O judoca não se aperfeiçoa
para lutar, luta para se aperfeiçoar"
"Saber cada dia um pouco mais e usá-los todos os dias para o bem, esse é o caminho dos
verdadeiros judocas".
"Praticar Judô é ensinar a inteligência a pensar com velocidade e exatidão, bem como a obedecer
com justeza".
"O corpo é uma arma cuja eficiência depende da precisão com que se usa a
inteligência".

Significado de algumas palavras usadas no Judô - Pequeno Vocabulário:


Shihan Mestre
Sen-sei Educardor de Judô
Dó-hai Colega
Seito Aprendiz de Judô
Nintai Perseverança
Doryoku Esforço, empenho
Sempai Aprendiz de Judô mais antigo
Kôhai Aprendiz de Judô mais novo
Oaki Axila
Te Mão
Hiza Joelho
Ashi Pés e pernas
Kansetsu Articulação
Koshi Quadril
Dô Tronco
Tai corpo
Kubi Pescoço
Hiji Cotovelo
Hara Ventre
Ude Braço
Morotê Duas mãos
Ashi-Garami Pernas trançadas
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Tate Vertical em pé
Tandem Centro de gravidade do Judoca
Soto Externo
Uchi Interno
Ushiro Atrás
Yoko Lado
Migui Direita
Hidari Esquerda
Juji Cruzado
Kami Superior
Okuri Deslizar
Gari /Harai Varrida
Tomoe Circular
Maki Enrolar
O Grande
Ko Pequeno
Kiai Grito
Tatami Acolchoado
Dojô Local da pratica de Judô
Shiai-jo Area de competição
Judo-gui / Kimono Vestimenta para a pratica do Judô
Obi Faixa
Zubom Calça
Wagui Paleto ou parte superior do kimono
Sodê Manga
Eri Cola
Zori Chinelo
Tsuri Movimento de puxar e levar
Tsugui-Ashi Passos sucessivos e sem cruzamento
Kuzushi Desiquilibrio
Tsukuri Preparação
Kake Execução
Tokui Técnica favorita
Kuzure Variação
Jime Estrangulamento
Sutemi Sacrifício
Keiko / Renshú Treinamento
Utikomi Entrada de golpes
Kata (Kihon-renshú) Treinamento de base
Landori (Jiyu-renshú) Treinamento livre
Kan-gueiko Treinamento de inverno
Shotyu-gueiko Treinamento de verão
Yakuscku-gueiko Treinamento combinado
Shiai-gueiko Treinamento de disputas
Nague-ai Treinamento de técnicas com movimentação e projeção
Renraku-henka-waza Técnicas em sequencia
Kaeshi-waza Contra ataque
Shiai Competição
Shinpan Árbitro
Batsugun Decisão do juiz
Gaechi Contrário
Gyaku Oposto
Katchi Vencedor
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Jogai Fora da área


Jonai Dentro da área
Hantei Julgamento
Fusen-Gashi Vitória por ausência de adversário
Yusei-Gachi Vitória por superioridade Técnica
Kiken-Gashi Vitória por abandono
Hajime Iniciar
Soromade Terminar
Matê Parar
Ohauo-gozaimasu Bom Dia!
Kon-niti-wa Boa tarde!
Kon-ban-wa Boa noite!
Sayonara Até logo
Suminasen Perdão
Onenai-shimasu Por favor
Arigato-gozaimasu Obrigado
# Contagem em japonês:
1 = ichi 70 = shichi-ju
2 = ni 80 = hachi-ju
3 = san 90 = ku-ju
4 = shi 100 = hyaku
5 = go 300 = sambyaku
6 = roku 700 = nana-kyaku (sichi-kyaku)
7 = shichi 900 = kyukyaku
8 = hachi 1000 = sen (issen)
9 = ku 4000 = yon-sen
10 = ju 8000 = hassen
20 = ni-ju 10000 = ichi-man
30 = san-ju 40000 = yom-man
40 = shi-ju 90000 = kyu-man
50 = go-ju 100000 = ju-man
60 = roku-ju 1000000 = hyaku-man

Fundamentos:
REI-HÔ (saudações):
TATI-REI (RITSU-REI) Em pé
ZA-REI ajoelhado (em sei-za)
SEILETSU (alinhamento para saudações)
KIOTSUKE (atenção)
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MOKUSO (meditação. concentração)


REI (saudação)
SHINTAI (deslocameto sobre o tatami):
AYUMI-ASHI (passo normal)
SURI-ASHI (passo normal arrastado)
TSUGI-ASHI (passo sobrepasso - emendado)
SHIZEI (posturas):
ZA-I (posição sentado)
SEI-ZA (posição ajoelhado)
KYOSHI (apenas uma perna ajoelhada)
TYOKURITSU (posição sentido)
RITSU-I (posição em pé)
SHIZENTAI (postura natural)
SHIZEI-HON-TAI (postura natural fundamental)
MIGUI-SHIZEI-HON-TAI (postura natural à direita)
HIDARI-SHIZEI-HON-TAI (postura natural à esquerda)
JIGO-TAI (postura defensiva)
JIGO-HON-TAI (postura defensiva fundamental)
MIGUI-JIGO-TAI (postura defensiva à direita)
HIDARI-JIGO-TAI (postura defensiva à esquerda)
KUMIKATA (pegadas):
MIGUI-NO-KUMIKATA (pegada direita – mão direita na gola, esquerda na manga)
HIDARI-NO-KUMIKATA (pegada esquerda - mão esquerda na gola, direita na manga )
KUZUSHI (desequilíbrios):
MAE-KUZUSHI (desequilíbrio para frente)
USHIRO-KUZUSHI (desequilíbrio para trás)
YOKO-MIGUI-KUZUSHI (desequilíbrio para o lado direito)
YOKO-HIDARI-KUZUSHI (desequilíbrio para o lado esquerdo)
MAE-SUMI-MIGUI-KUZUSHI (desequilíbrio para a diagonal dianteira direita)
MAE-SUMI-HIDARI-KUZUSHI (desequilíbrio para a diagonal dianteira esquerda)
USHIRO-SUMI-MIGUI-KUZUSHI (desequilíbrio para a diagonal traseira direita)
USHIRO-SUMI-HIDARI-KUZUSHI (desequilíbrio para a diagonal traseira esquerda)
TAI-SABAKI (movimento p/ giro do corpo):
MAE-SABAKI-MIGUI (andar para frente girando pela direita)
MAE-SABAKI-HIDARI (andar para frente girando pela esquerda)
USHIRO-SABAKI-MIGUI (andar para trás girando pela direita)
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USHIRO-SABAKI-HIDARI (andar para trás girando pela esquerda)


MAE-MAWARE-SABAKI-MIGUI (andar para frente girando 180º pela direita)
MAE-MAWARE-SABAKI-HIDARI (andar para frente girando 180º pela esquerda)
USHIRO-MAWARE-SABAKI-MIGUI (andar para trás girando 180º pela direita)
USHIRO-MAWARE-SABAKI-HIDARI (andar para trás girando 180º pela esquerda)
UKEMI (amortecimento de quedas):
USHIRO-UKEMI (queda p/ atras)
YOKO-MIGUI-UKEMI (queda lateral p/ direita)
YOKO-HIDARI-UKEMI (queda lateral p/ esquerda)
MAE-UKEMI (queda p/ frente)
MIGUI-ZEMPÔ-KAITÊ-UKEMI (rolamento p/ frente pelo ombro direito)
HIDARI-ZEMPÔ-KAITÊ-UKEMI (rolamento p/ frente pelo ombro esquerdo)
KOHO-KAITEM (rolamento p/ atras)

Área de Competição:
Área:
» A área de competição terá no mínimo 14m x 14m e no máximo 16m x 16m e será coberta por
tatami ou material similar, geralmente de cor verde.
*Obs.: Em Jogos Olímpicos, Campeonatos do Mundo, eventos continentais ou da FIJ, a área
de competição geralmente deverá a dimensão máxima.
» A área de competição será dividida em duas zonas. A demarcação entre estas duas zonas será
denominada zona perigosa e estará indicada por uma área vermelha, aproximadamente com a
largura de 1m, formando parte ou estando anexada à área de competição, paralela aos 4 lados da
mesma.
» A área interna e incluindo a zona perigosa é chamada a área de combate e terá sempre no mínimo
8m x 8m e no máximo 10m x 10m. A área exterior à zona perigosa será chamada área de segurança
e terá 3 metros de largura.
» Uma fita adesiva azul e uma branca, aproximadamente com 10cm de largura e 50cm de
comprimento serão fixadas no centro da área de competição à distância de 4m uma da outra, para
indicar as posições nas quais os competidores deverão começar e terminar o combate. A fita azul
estará à direita do árbitro e a branca à sua esquerda.
» A área de competição deverá ser fixada a uma superfície resistente ou plataforma.
» Quando duas ou mais áreas de competição contíguas estiverem a ser utilizadas, a área de
segurança comum mínima permitida será de 4m.
» Uma zona livre, no mínimo de 50cm deverá ser mantida à volta da área de competição.
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*Nota: Quando as regras se referem a um judo-gui azul, fita azul, bandeiras azuis, marcador azul, etc., é lícito
aos organizadores da competição que especifiquem que ambos os competidores usarão um judôgi branco; o primeiro
competidor a ser chamado usará um cinto vermelho conjuntamente com o cinto da graduação, o segundo usará um cinto
branco conjuntamente com o cinto da graduação e o equipamento (bandeiras, fita, marcador, etc.) será vermelho em vez
de azul.

Os Tatamis:
» Geralmente medem 1m x 2m, feitos de palha prensada ou mais freqüentemente, de espuma
prensada.
» Devem ser firmes debaixo dos pés e ter a capacidade de absorver o choque durante o ukemi e não
deverão ser escorregadios nem muito ásperos.
» Os elementos que constituem a superfície para a competição deverão estar alinhados sem espaços
entre eles, formando uma superfície lisa e fixados de forma a não se moverem.
# Plataformas:
» A plataforma é opcional e deve ser feita de madeira maciça, embora com uma certa flexibilidade e
deve medir aproximadamente 18m de lado sem nunca exceder os 50cm de altura.

Arbitragem:
Durante um combate, os árbitros usam gestos para indicar certa ação que ocorre durante a
luta. Desta forma segue os gestos que constam na regra do FIJ (Federação Internacional de Judô).
# Gestos: Ação:
Ippon Levantará um braço com a palma da mão virada para a frente, bem acima da cabeça.
Waza-ari Levantará um braço com a palma da mão virada para baixo lateralmente, à altura dos
ombros
Waza-ari-awasete-ippon Primeiro o gesto de Waza-ari e depois o de Ippon
Yuko Levantará um dos braços, com a palma da mão virada para baixo, a 45º ao lado do corpo.
Koka Levantará um dos braços dobrado com o polegar virado para o ombro e cotovelo ao lado do
corpo.
Osaekomi Apontará com seu braço estendido, palma da mão virada para baixo, de frente para os
competidores e inclinando o corpo para a frente na direção deles.
Osaekomi-Toketa Levantará um dos braços à frente e movê-lo-á da direita para a esquerda, com o
polegar para cima rapidamente, duas ou três vezes, enquanto se inclina para os competidores.
Hiki-wake Levantará um dos braços bem alto, baixando-o depois à frente do corpo (com o polegar
para cima), mantendo-se nessa posição durante algum tempo.
Mate Levantará uma das mãos à altura do ombro, com o braço aproximadamente paralelo ao tatami,
deverá mostrar a palma da mão (dedos voltados para cima) ao cronometrista.
Sonomamá Deverá inclinar-se para a frente e tocar nos dois competidores com a palma das mãos.
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Yoshi Tocará com firmeza nos dois competidores com as palmas das mãos, exercendo pressão
sobre eles.
» Para indicar o cancelamento de uma opinião Deverá repetir com uma mão o mesmo gesto
enquanto levanta a outra acima da cabeça, à frente e acena da direita para a esquerda duas ou três
vezes.
Hantei Na preparação do anúncio de Hantei, o árbitro deverá levantar as mãos em frente a 45º com
a bandeira correta em cada mão, então no anúncio de Hantei, levantará a bandeira acima da cabeça
para indicar a sua opinião.
Kaichi Levantará uma mão, palma para dentro acima da altura do ombro, em direção ao vencedor.
» Indicar ao(s) competidor(es) para reajustar o judôgi Cruzar com a mão esquerda sobre a direita,
palmas das mãos voltadas para dentro à altura do cinto.
» Para indicar o registro de um exame médico efetuado pelo médico (Tempo médico) Assinala com
a mão aberta o competidor e com a outra levanta o indicador em direção à mesa de provas, no caso
de se tratar do 1º exame e o indicador e o dedo médio.
* Exame simples (Nariz a sangrar, etc.) Faz um sinal com a mão aberta, palma para cima em
direção do competidor
* Exame Livre Assinala com ambas as mãos abertas, palmas para cima em direção do competidor.
» Para atribuir uma penalização Aponta em direção do competidor com o indicador estendido e a
mão fechada.
» Não-combatividade Rodar com um movimento para a frente e os antebraços à altura do peito e
apontar depois com o indicador na direção do competidor.

Faltas (penalizações):
No judô existem 4 tipo de faltas. São eles:
Shidô - Faltas leves, punido com um Koka
Chuí - Faltas Moderadas, punido com um Yuko
Keikoku - Faltas Graves, punido com um Vasari
Hansoku-Maki - Faltas Gravíssimas, punido com um Ippon
Faltas Leves (Shidô)
Evitar deliberadamente contato com o adversário a fim de obstruir a ação no combate e
adotar uma postura excessivamente defensiva.
Segurar continuamente, na posição em pé, com as duas mãos, a gola, a lapela ou a manga de
um mesmo lado do judo-gui do adversário, ou a faixa ou a parte inferior do casaco do adversário
com uma ou duas mãos.
Introduzir um ou vários dedos na manga ou na "boca das calças" do adversário ou, ainda,
torcer a manga do adversário fazendo um torniquete.
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Entrelaçar continuamente os dedos de uma ou ambas as mãos com os dedos do adversário, a


fim de impedir ação no combate.
Desarrumar intencionalmente o próprio judo-gui ou amarrar ou desamarrar a faixa ou a calça
sem autorização do árbitro central.
Agarrar a perna ou pé do adversário a fim de passar ao Ne-waza (luta no solo), a não ser que
haja excepcional habilidade.
Enrolar com a ponta da faixa ou a parte inferior do casaco qualquer parte do adversário.
Prender o judo-gui do adversário com a boca ou colocar diretamente sobre o rosto do
adversário a mão. o braço, o pé ou a perna.
Estando um competidor deitado, tentar segurar o adversário pelo pescoço ou axilas com as
pernas, quando o adversário lograr uma posição de joelhos ou quase em condições de levantar o
competidor deitado.
Faltas Moderadas (Chui)
Aplicar Do-jime (tesoura de pernas) no tronco, pescoço ou cabeça do adversário.
Bater com o joelho ou com o pé na mão ou no braço do adversário para forçá-lo a soltar a
pegada.
Colocar o pé ou a perna na faixa, lapelas ou gola do casaco do adversário ou ainda torcer um
ou mais dedos do contrário para fazê-lo soltar a pegada.
Puxar o adversário para baixo a fim de levá-lo ao Ne-waza.
Na posição em pé, sair da área de combate ao aplicar uma técnica iniciada nessa área, exceto
como resultado de uma ação ou técnica do adversário.
Faltas Graves (Keikoku)
Forçar intencionalmente o adversário a sair da área de combate por qualquer motivo que não
seja pela aplicação de uma técnica iniciada na área de combate, exceto como resultado de uma
técnica ou ação do adversário.
Tentar projetar o adversário com Kawazu-gake (técnica não originária do Judô, executada
quando se entrelaça uma perna em torno de uma das pernas do adversário e caindo para trás sobre
ele).
Aplicar kansetsu-waza (chaves de articulação) em qualquer parte do corpo que não seja a
articulação do cotovelo.
Realizar qualquer ação que possa ofender o pescoço ou a coluna vertebral do adversário.
Estando o adversário deitado de costas no solo, levantá-lo com o objetivo de lançá-lo ao
solo.
Golpear por entre as pernas a perna de apoio do adversário quando ele estiver aplicando uma
técnica tipo Harai-goshi (varrida de quadril)
Tentar aplicar qualquer técnica fora da área de combate.
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Desrespeitar as instruções do árbitro central.


Fazer interpelações, observações ou gestos inúteis ou descorteses ao adversário.
Praticar qualquer ação que possa ferir o adversário ou oferecer perigo a ele, ou ainda que
possa ser contrário ao espírito do judô.
Faltas Muito Graves (Hansoku-make)
Jogar-se diretamente ao solo ao executar ou tentar executar técnicas do tipo waki-
gatame.
Lançar-se diretamente ao solo com a finalidade de apoiar a cabeça, flexionando o
tronco para a frente e para baixo ao executar ou tentar executar técnicas do tipo Utimata, Hane-
goshi ou Harai-goshi.
Estando agarrado pelas costas, jogar-se para trás propositadamente, quando um dos
competidores estiver controlando os movimentos do outro

Graduação:
A graduação é separada em duas categorias: principiantes ate faixa marrom(kyu) e mestres a
partir da faixa preta (dan). A cor da faixa indica o grau de aprendizado em que se encontra o
judoca.
# Faixas:
Branca 2º Ni-Dan - Preta
Cinza 3º San-Dan - Preta
Azul 4º Io Dan - Preta
Amarela 5º Go Dan - Preta
Laranja 6º Roku-Dan - Vermelha e Branca
Verde 7º Shichi-Dan Vermelha e Branca
Roxa 8º Hachi-Dan - Vermelha e Branca
Marrom 9º Ku-Dan - Vermelha
1º Sho-Dan - Preta 10º Ju-Dan - Vermelha

Categorias:
As categorias no judô são distribuídas de acordo com os peso e idade dos atletas
(Masculino e Feminino):
As categorias de peso são: super ligeiro, ligeiro, meio-leve, leve, meio-médio, médio, meio-
pesado, pesado, super-pesado. (As medidas dos pesos variam de cada categoria)
As categorias de idade são: Pré Infantil: 7 e 8 anos, Infantil: 9 e 10 anos, Infanto Juvenil: 11
e 12 anos, Pré Juvenil 13 e 14 anos, Juvenil 15, 16 e 17 anos, Júnior: 18 e 19 anos e Sênior. No
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masculino ainda existem as categorias Master (acima de 35 anos até 45 anos) e Super Master
(apartir de 46 anos)

* Nota: Em relação a categoria de idade, considera-se o ano em que o atleta nasceu!

Feminino:
Pesos/Cat. Pré-Infantil Infantil Infanto Pré-Juvenil Juvenil Júnior Sênior
Super Ligeiro
Ligeiro
Meio Leve
Leve
Meio Médio
Médio
Meio Pesado
Pesado
Super Pesado

Masculino:
Pesos/Cat. Pré-Infantil Infantil Infanto Pré-Juvenil Juvenil Júnior Sênior
Super Ligeiro
Ligeiro
Meio Leve
Leve
Meio Médio
Médio
Meio Pesado
Pesado
Super Pesado

Divisão das Técnicas do Judô:

JUDÔ
1. Nague Waza
1.1 Tati-Waza 1.2 Sutemi-Waza
1.1.1 Te-Waza 1.2.1 Masutemi-Waza
1.1.2 Koshi-Waza 1.2.2 Yoko-Sutemi-Waza
1.1.3 Ashi-Waza

2. Katame Waza
2.1 Ossae-Waza 2.2 Shime-Waza 2.3 Kansetsu-Waza
Divisão das Técnicas do Judô (Golpes):
# Nage Waza - Técnicas de projeção:
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• Tati-Waza Técnicas em pé
* Te-Waza Técnicas de mãos ou de Braço
- Ipon-Seoi-Nague - Tai-Otoshi
- Morote-Seoi-Nague - Sumi-Otoshi
- Eri-Seoi-Nague - Morote-Gari
- Seoi-Otoshi - Te-Guruma
- Kata-Guruma - Sukui-Nague
- Uki-Otoshi - Ktiki-Taoshi
* Koshi-Waza Técnicas de quadril
- Koshi-Guruma - Otsuri-Goshi
- Uki-Goshi - Kotsuri-Goshi
- Tsuri-Komi-Goshi - Harai-Goshi
- Sode-Tsurikomi-Goshi - Hane-Goshi
- O-Goshi - Utisuri-Goshi
* Ashi-Waza Técnicas de pé ou de perna
- Ossoto-Gari - O-Guruma
- Ossoto-Otoshi - Hiza-Guruma
- Ossoto-Guruma - Ashi-Guruma
- Sassae-Tsurikomi-Ashi - Outi-Gari
- Harai-Tsurikomi-Ashi - Kosoto-Gari
- Okuri-Ashi-Barai - Kosoto-Gake
- Deashi-Barai - Kouti-Gari
- Tsubame-Gaeshi - Kouti-Gake
- Uti-Mata - Kouti-Makikomi

• Sutemi-Waza Técnicas de sacrificio


* Masutemi-Waza Técnicas de sacrificio frontal
- Tomoe-Nague - Tawara-Gaeshi
- Sumi-Gaeshi - Ura-Nague
* Yoko-Sutemi-Waza Técnicas de sacrificio ao lado
- Uki-Waza - Soto-Makikomi
- Yoko-Gake - Hikomi-Gaeshi
- Yoko-Wakere - Uti-Makikomi
- Yoko-Otoshi - Harai-Makikomi
- Yoko-Guruma - Hane-Makikomi
- Tani-Otoshi - Kouti-Makikomi
16

# Katame Waza - Técnicas de domínio no solo


• Ossae-Waza Técnicas de imobilização
- Hon-Kessa-Gatame - Yoko-Shio-Gatame
- Kami-Shio-Gatame - Kata-Gatame
- Tate-Shio-Gatame - Ushiro-Kessa-Gatame
- Kuzure-Kessa-Gatame - Kuzure-Yoko-Shio-Gatame
- Kuzure-Kami-Shio-Gatame - Makura-Kessa-Gatame
- Kuzure-Tate-Shio-Gatame
• Shime-Waza Técnicas de estrangulamento
- Nami-Juji-Jime - Jigoku-Jime
- Kata-Juji-Jime - Kakae-Jime
- Gyaku-Juji-Jime - Ryote-Jime
- Tsukomi-Jime - Sankaku-Jime
- Katate-Jime - Sode-Guruma-Jime
- Hadaka-Jime - Okuri-Eri-Jime
- Kataha-Jime - Kshi-Jime
• Kansetsu-Waza Técnicas de golpes nas articulações (chave)
- Ude-Hishigui-Juji-Gatame - Ude-Hishigui-ude-gatame
- Ude-Hishigui-Waki-Gatame - Ude-Hishigui-Hiza-Gatame
- Ude-Hishigui-Ude-Gatame - Ude-Hishigui-Ashi-Gatame
- Ude-Hishigui-Ude-Gatame

# Kaeshi-Waza Contra ataques


- Sassae-Tsurikomi-Ashi - Ktiki-Taoshi
- Sassae-Tsurikomi-Ashi - Ossoto-Gari
- Sassae-Tsurikomi-Ashi - Outi-Gari
- Kata-Guruma - Tawara-Gaeshi
- Morote-Gari - Tawara-Gaeshi
- Koshi-Guruma - Ushiro-Goshi
- Koshi-Guruma - Yoko-Guruma
- Koshi-Guruma - Utsuri-Goshi
- Tsuri-Komi-Goshi - Ushiro-Goshi
- Uti-Mata - Uti-Mata-Sukashi
- Uti-Mata - Tai-Otoshi
- Ossoto-Gari - Te-Guruma
17

- Ossoto-Gari - Ossoto-Gaeshi
- Outi-Gari - Outi-Gaeshi
- Outi-Gari - Uki-Waza
- Outi-Gari - Tomoe-Nague
- Deashi-Barai - Tsubame-Gaeshi
- Kosoto-Gake - Uti-Mata
- Kouti-Gari - Hiza-Guruma

# Renraku-Henka-Waza - Ataques combinados ou técnicas em sequencia


- Ipon-Seoi-Nague - Kouti-Makikomi
- Ipon-Seoi-Nague - Uti-Makikomi
- Kata-Guruma - Kouti-Makikomi
- Tsuri-Komi-Goshi - Outi-Gari
- Koshi-Guruma - Soto-Makikomi
- Harai-Goshi - Harai-Makikomi
- Hane-Goshi - Hane-Makikomi
- Uti-Mata - Kouti-Gari
- Ossoto-Gari - Ossoto-Otoshi
- Outi-Gari - Tai-Otoshi
- Outi-Gari - Sassae-Tsurikomi-Ashi
- Outi-Gari - Kouti-Gari
- Hiza-Guruma - Deashi-Barai
- Deashi-Barai - Tai-Otoshi
- Kouti-Gari - Kutiki-Daoshi
- Kouti-Gari - Tai-Otoshi
- Kouti-Gari - Tsuri-Komi-Goshi
- Kouti-Gari - Outi-Gari
- Sassae-Tsurikomi-Ashi - Tai-Otoshi
- Uti-Mata - Outi-Gari

Bibliografia:
18

- APOSTILA DE JUDÔ - Leofei Shiozawa (7º dan) - 1990


- MANUAL DE JUDÔ - Vila Sônia - Shimohara - Massão - 1980
- COMO APRENDER JUDÔ - Matsushiba Tatsujiro (7º dan) - 1978
- LIVRO DIDATICO DE JUDÔ - Yamakawa Iwanosuke (5º dan) e Kudo Nubuo (3º dan) –
Novembro de 1975
- JUDÔ KODOKAN - Instituto Kodokan - 1966
- DUCAN, Oswaldo. Judô – Katas. Edições de Ouro, 1ª edição, Rio de Janeiro – RJ. 1979.
185 p.
- ADNET, Júlio. Judô : Luta dos Fortes. Printer Gráfica Formulários Contínuos, 1ª edição,
Brasília – DF. 1993. 293 p.
- LASSERRE, Robert. Judô – Manual Prático. Trad. Luiz Daros. Editora Mestre Jou, 1ª edição,
São Paulo – SP. 1969. 292 p.
- CALLEJA, Carlos Catalano. Caderno Técnico – Didático de Judô. MEC/Sec. De Educação
Física e Desporto, 1ª Edição, Brasília – DF. 1982. 99 p.

O Dr Jigoro Kano morreu no dia 4 de maio de 1938, com 77 anos de idade quando voltava da Assembléia Geral do Comitê Internacional
dos Jogos Olímpicos, postumamente foi-lhe outorgado o Segundo Grau na Escala Imperial Japonesa. Foi o único a obter 12. Dan. O Dr. Jigoro Kano
é conhecido mundialmente como um grande educador.
(Fonte: Revista Judô Santa Catarina)