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Atividades com notícias de jornal ( pegar o Jornal da Cidade que

vem para a escola)

1. Em grupos, os alunos deverão escolher uma notícia de jornal.


2. Um aluno deverá ler para toda turma a notícia escolhida por seu grupo.
3. Exposição dos textos escolhidos
1. Os alunos (em grupo) deverão identificar na notícia escolhida os
seguintes elementos: personagem, fato, local (onde, quando, como)
2. Eles deverão selecioná-los (sublinhando/ recortando) e guardá-los para o
próximo módulo
1. Montar uma nova notícia a partir dos recortes da oficina anterior
2. Exposição das notícias criadas.

Aula 2, com notícias de jornal

1. Dividir a classe em grupos.


2. Distribuir uma cópia das fábulas para cada grupo.
3. Pedir para que eles as leiam e produzam notícias notícias
relacionadas à morte da personagem Cigarra e à boa ação da
Formiga Boa.

A cigarra e as formigas
No inverno, as formigas estavam fazendo secar o grão molhado, quando uma cigarra
faminta lhes pediu algo para comer. As formigas lhe disseram: “Por que, no verão, não
reservaste também o teu alimento?” A cigarra respondeu: “Não tinha tempo, pois
cantava melodiosamente”. E as formigas, rindo, disseram: “Pois bem, se cantavas no
verão, dança agora no inverno.”
(Esopo)

A Formiga Boa
[...]
- E que fez durante o bom tempo, que não construiu sua casa?
A pobre cigarra, toda tremendo, respondeu depois de um acesso de tosse.
- Eu cantava, bem sabe...
- Ah!... – exclamou a formiga recordando-se.
- Era você então quem cantava nessa árvore enquanto nós labutávamos para encher as
tulhas?
- Isso mesmo, era eu...
- Pois entre, amiguinha! Nunca poderemos esquecer as boas horas que sua cantoria nos
proporcionou. Aquele chiado nos distraía e aliviava o trabalho. Dizíamos sempre: “Que
felicidade ter como vizinha tão gentil cantora!” Entre, amiga, que aqui terá cama e
mesa durante todo o mau tempo.
A cigarra entrou, sarou da tosse e voltou a ser a alegre cantora dos dias de sol.
(Monteiro Lobato)
A Formiga Má
[...]
A formiga era uma usuária sem entranhas. Além disso, invejosa. Como não soubesse
cantar, tinha ódio à cigarra por vê-la querida de todos os seres.
- Que fazia você durante o bem tempo?
- Eu.. eu cantava!...
- Cantava? Pois dance agora, vagabunda! E fechou-lhe a porta no nariz: a cigarra ali
morreu entanguidinha; e quando voltou a primavera o mundo apresentava um aspecto
mais triste. É que faltava na música do mundo o som estridente daquela cigarra morta
por causa da avareza da formiga. Mas se a usuária morresse, quem daria falta dela?
Os artistas, poetas, pintores e músicos são as cigarras da humanidade.
(Monteiro Lobato)

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