You are on page 1of 3

Pós - Graduação Lato Sensu

IDENTIFICAÇÃO DO TRABALHO E DA AUTORIA

 

AUTOR: Júnia Maria Antônio

 

CURSO: Mídia Eletrônica- Rádio e TV

 

TÍTULO: QUEM NÃO POSTA NÃO GANHA: Uma análise de como a internet tem ajudado consumidores a resolver problemas com produtos e marcas.

 

ÁREA DA PESQUISA: Consumidor 3.0 e interatividade nas redes sociais

 

DADOS SOBRE A PESQUISA

 
  • 1. TEMA: Ativismo na internet e interação como consumidor

 
   
  • 2. DELIMITAÇÃO: Como a internet tem ajudado consumidores a resolver problemas com produtos e marcas

 
   
  • 3. JUSTIFICATIVA:

 

Se antes o consumidor procurava o SAC de uma empresa por telefone, e-mail, cartas ou esperava dias e até meses por uma resposta, agora ele recorre à internet, sua nova e mais fiel aliada para ajudar na solução de problemas. Com base em três casos recentes de grande repercussão na própria internet e embasamento teórico, este artigo pretende mostrar como as redes sociais estão ajudando os consumidores a expor a insatisfação e a resolver problemas com marcas e produtos. O objetivo é mostrar, através de exemplos reais, será construído o argumento de que a internet deu voz ao consumidor e desencadeia no processo de ativismo solitário, que mesmo sendo feito por um, é visto por outras pessoas e se espalha na rede. O trabalho será construído através de pesquisa bibliográfica sobre ativismo na internet, redes sociais e a relação consumidor versus marcas, além do e estudo de três casos de clientes que obtiveram resposta das marcas somente após divulgarem vídeos relatando o problema e atraindo os olhares de outras centenas de consumidores no site Youtube. O consumidor moderno,também chamado de consumidor 3.0, não se contenta com a ausência de resposta e recorre à internet para se fazer ouvido não apenas pela empresa que lhe causou insatisfação, mas por centenas e milhares de internautas.

Em “Marketing digital 3.0, Philip Kotler afirma que as mídias sociais, os sites de relacionamento, são

o futuro da comunicação entre empresa e cliente. Para ele, esse fator se dá devido ao baixo custo

desses sites e o fato de essas mídias serem “pouco tendenciosas”. (KOTLER, Philip 2010, pg 9)

De todas as mídias citadas no livro, Kotler cita uma especial em que qualquer internauta munido de conexão e uma câmera pode criar e divulgar seu próprio vídeo na rede e impactar outros

internautas, independentemente do tema ou objetivo da gravação. “As pessoas também estão

criando videoclipes de curta duração e colocando-os no YouTube para que o mundo os veja”, afirma. O Youtube foi criado em 2005 por Steve Chen e Chard Hurley, dois amigos que trabalhavam juntos em um site de comércio eletrônico. A ideia dos dois era fazer um site com navegabilidade simples para armazenar diversos tipos de conteúdo audiovisual, seja de grandes produtoras, empresas e grupos ou de amadores, jovens profissionais ou de vídeos pessoais, o vídeo blog.

Sete anos depois a estratégia deu tão certo que o site é, atualmente, um dos mais populares do planeta. Em janeiro de 2012 o site anunciou que o número de vídeos assistidos no site em um único dia chegava a atingir 4 bilhões de visualizações. Isso quer dizer que todos os dias, 4 bilhões de pessoas em todo o mundo podem ter acesso ao vídeo postado por quem quer que seja, de qualquer canto do mundo.

 

4. OBJETIVOS:

GERAL:

Analisar três casos de pessoas que tiveram problemas com marcas e produtos e escolheram o site YouTube para contar ao mundo seus problemas e exigir um retorno da empresa. ESPECÍFICOS:

Analisar como o YouTube tem dado visibilidade à consumidores “anônimos” e os ajudando a

serem ouvidos pelas empresas. Verificar a situação atual dos autores de três cases que ficaram conhecidos na internet após

reclamarem de marcas e obterem bons resultados. Analisar, a partir do embasamento teórico, como a atuação do consumidor está mudando graças à internet e como as empresas estão reagindo para interagir com eles.

  • 5. METODOLOGIA

A pesquisa será feita com base nos estudos teóricos e coleta de dados no site Youtube e em outros sites de referência, além de uso de conceitos e referencial teórico de outros autores a fim de se procurar responder as questões apresentadas pela pesquisa.

  • 6. REFERÊNCIAS:

(Faça a lista das 5 (cinco) principais referências bibliográficas que você utilizará em seu trabalho).

CASTELLS, Manuel. A galáxia da Internet: reflexões sobre a internet, os negócios e a sociedade. Rio de Janeiro: Geográfica, 2003.

DOWNING, John D. H

.. Editora SENAC São Paulo, 2002.

Mídia radical: Rebeldia nas comunicações e movimentos sociais. São Paulo:

KOTLER, Philip, KARTAJAY, Hermawan, SETIAWAN Iwan, et al. Marketing 3.0. 4ª edição. Rio de Janeiro: Editora Elsevier, 2010.

MARQUES, Márcia Siqueira Costa. Os Blogs podem ser a imprensa livre de uma nova era. Trabalho apresentado no GP de Cibercultura, IX Encontro dos Grupos/Núcleos de Pesquisas em Comunicação, evento componente do XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação. Curitiba, PR, 2009.

QUERIDO, Paulo; ENE, Luís. Blogs: Sociedade da informação. São Paulo: Centro Atlântico, 2003.