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Perspectivas

para a Inflação

Carlos Hamilton Araújo

Setembro de 2013

Índice

I. Introdução

II. Ambiente Internacional III. Condições Financeiras

IV. Atividade

V. Evolução da Inflação

Índice I. Introdução II. Ambiente Internacional III. Condições Financeiras IV. Atividade V. Evolução da Inflação 22

22

I. Introdução

I. Introdução 3

3

Missão do Banco Central

Assegurar a estabilidade do poder de compra da moeda e um sistema financeiro sólido e eficiente.

Missão do Banco Central • Assegurar a estabilidade do poder de compra da moeda e um

4

Importância dessa Missão

A experiência internacional e a teoria econômica apontam inflação baixa e estável como pré-

condição para o crescimento sustentável.

Inflação elevada:

Maior prêmio de risco, baixa confiança, horizonte de planejamento curto e menor investimento; Menos emprego, menos renda e menos consumo; e Mais concentração de renda, menos crescimento e redução do bem-estar.

Importância dessa Missão • A experiência internacional e a teoria econômica apontam inflação baixa e estável

5

A Experiência Brasileira Ratifica essa Visão

Período

Média Anual (%)

Var. Real PIB

Inflação

1980-1985

2,6

147,1

1986-1994

2,3

842,5

1995-2003

2,2

9,1

2004-2012

3,9

5,5

Fonte: IBGE

A Experiência Brasileira Ratifica essa Visão Período Média Anual (%) Var. Real PIB Inflação 1980-1985 2,6

6

Retrospectiva - Exterior

Desde a divulgação do último Relatório:

Riscos para a estabilidade financeira global permaneceram elevados;

Forte inclinação da curva de juros em importantes economias maduras;

Atividade global em ritmo moderado;

Certa acomodação dos preços das commodities nos mercados internacionais e tendência de apreciação do dólar dos Estados Unidos; e

De modo geral, política monetária acomodatícia, nas economias emergentes e maduras.

Retrospectiva - Exterior Desde a divulgação do último Relatório: • Riscos para a estabilidade financeira global

7

Retrospectiva - Brasil

Desde a divulgação do último Relatório:

Crescimento de 1,5% da economia no segundo trimestre;

No mercado de fatores: UCI relativamente estável e estreita margem de ociosidade no mercado de trabalho;

No mercado atacadista, pressões de preços nos segmentos industrial e agrícola;

Inflação ao consumidor elevada e mostrando resistência; e Continuidade do ciclo de ajuste das condições monetárias.

Retrospectiva - Brasil Desde a divulgação do último Relatório: • Crescimento de 1,5% da economia no

8

Perspectivas Exterior - 2013-2014-2015

Riscos para a estabilidade financeira global ainda elevados, baixa probabilidade de ocorrência de eventos extremos;

No horizonte relevante para a política monetária, a volatilidade dos mercados financeiros tende a reagir ao início do processo de normalização das condições monetárias nos Estados Unidos;

Perspectivas de intensificação do ritmo de atividade global; e

No horizonte relevante, perspectivas de aumento da inflação global.

Perspectivas – Exterior - 2013-2014-2015 • Riscos para a estabilidade financeira global ainda elevados, baixa probabilidade

9

Perspectivas Brasil - 2013-2014-2015

Ritmo de atividade mais intenso neste e no próximo ano, com mudança na composição da demanda agregada;

Déficit nas transações correntes financiado essencialmente com investimentos estrangeiros diretos; Expansão moderada do crédito (consumo em especial); Moderação de ganhos salariais; e

Projeções indicam inflação em doze meses elevada no horizonte relevante, mas com tendência de recuo.

Perspectivas – Brasil - 2013-2014-2015 • Ritmo de atividade mais intenso neste e no próximo ano,

10

Fiscal: Retrospectiva e Perspectivas

Relatório de Março: boxe apresentou metodologia de cálculo do superávit estrutural;

Relatório de Junho: boxe informou que modelos de projeção levariam em conta o superávit estrutural;

Ata de Julho: Ratificou informação de que, nas projeções, o indicador fiscal considerado seria o superávit primário

estrutural (retrospectivamente: política fiscal expansionista); e

Ata de Agosto: Repetiu informação de que o indicador fiscal considerado nas projeções era o superávit primário estrutural (prospectivamente: política fiscal pode se deslocar para a neutralidade).

Fiscal: Retrospectiva e Perspectivas • Relatório de Março: boxe apresentou metodologia de cálculo do superávit estrutural;

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Fiscal: Retrospectiva e Perspectivas

Boxe “Revisão dos Modelos de Projeção de Pequeno Porte 2013

...a

variação do resultado estrutural entre dois períodos é a

medida do impulso fiscal, que pode ser expansionista, contracionista ou neutro...

(2)

h

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 0
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5 m t m

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,

Obs.: Seguindo procedimento universalmente aceito e utilizado (por exemplo, no WEO, do FMI).

Fiscal: Retrospectiva e Perspectivas Boxe “Revisão dos Modelos de Projeção de Pequeno Porte – 2013 ”

12

Fiscal: Retrospectiva e Perspectivas

A geração de superávit primários em patamares semelhantes aos que vêm sendo obtidos recentemente é compatível com uma trajetória de razão dívida/PIB estável nos próximos anos;

O custo de financiamento do setor público aumentou; e Uma trajetória sustentável para o balanço do setor público contribui para o fortalecimento da confiança de firmas e

famílias.

Fiscal: Retrospectiva e Perspectivas • A geração de superávit primários em patamares semelhantes aos que vêm

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Perspectivas Projeções 2013-2014-2015

Projeção para o PIB:

A taxa estimada para o crescimento do PIB em 2013 foi revisada para 2,5%, ante 2,7% constante no Relatório de março; e

A taxa estimada alcança 2,5% no acumulado em quatro trimestres até o segundo trimestre de 2014.

Projeções para a inflação:

Cenário de referência: 5,8% para 2013; 5,7% para 2014; e 5,5% para o terceiro trimestre de 2015; e

Cenário de mercado: 5,8% para 2013; 5,7% para 2014; e 5,4% para o terceiro trimestre de 2015.

Perspectivas – Projeções – 2013-2014-2015 Projeção para o PIB : • A taxa estimada para o

14

Cenário Prospectivo Política Monetária

O Copom destaca que, em momentos como o atual, a política monetária deve se manter especialmente vigilante, de modo a minimizar riscos de que níveis

elevados de inflação como o observado nos últimos doze

meses persistam no horizonte relevante para a política monetária.

Cenário Prospectivo – Política Monetária • O Copom destaca que, em momentos como o atual, a

15

II. Ambiente Internacional

II. Ambiente Internacional 16

16

% de crescimento real

EUA

América Latina

Mundo

Área do Euro

BRICS

Atividade Expectativas

PIB 8 2013 2014 2015 5,7 5,7 5,9 6 3,6 4 3,2 3,2 2,9 3,0 2,7
PIB
8
2013
2014
2015
5,7
5,7
5,9
6
3,6
4
3,2
3,2
2,9
3,0
2,7
2,5
2,0
1,6
1,4
2
1,0
0
-0,4
-2

PIB 2013 (%)

PIB 2014 (%)

 

2012

2013

2012

2013

 

mar

jun

set

dez

mar

jun

set

EUA

2,0

1,9

1,9

1,6

EUA

2,8

2,7

2,7

2,7

Área do Euro

-0,1

-0,2

-0,6

-0,4

Área do Euro

1,2

1,1

1,0

1,0

Japão

0,7

1,2

1,8

1,9

Japão

1,0

1,3

1,5

1,6

Reino Unido

1,1

0,9

0,9

1,3

Reino Unido

1,6

1,6

1,6

2,0

China

8,1

8,1

7,7

7,6

China

8,0

8,0

7,7

7,4

Índia

5,6

5,2

5,1

5,7

Índia

6,5

6,2

6,0

5,2

Brasil

3,4

3,0

2,4

2,4

Brasil

3,8

3,5

3,0

2,2

Fontes: Bloomberg e Focus no último dia disponível de cada mês

% de crescimento real EUA América Latina Mundo Área do Euro BRICS Atividade – Expectativas PIB

17

%

EUA

América Latina

Área do Euro

Mundo

BRICS

Preços Expectativas

Inflação 8 7,2 6,8 2013 2014 2015 6,3 6 4,6 4,2 3,9 4 2,8 2,8 2,3
Inflação
8
7,2
6,8
2013
2014
2015
6,3
6
4,6
4,2
3,9
4
2,8
2,8
2,3
2,2
1,9
1,6
1,5
1,5
1,6
2
0

Inflação 2013 (%)

Inflação 2014 (%)

 

2012

2013

2012

2013

dez

mar

jun

set

dez

mar

jun

set

EUA

1,9

1,9

1,5

1,6

EUA

2,1

2,1

1,9

1,9

Área do Euro

1,9

1,7

1,5

1,5

Área do Euro

1,8

1,7

1,6

1,5

Japão

0,0

0,1

0,1

0,2

Japão

1,7

1,8

2,0

2,3

Reino Unido

2,5

2,6

2,7

2,7

Reino Unido

2,0

2,3

2,4

2,3

China

3,1

3,1

2,8

2,6

China

3,5

3,5

3,2

3,2

Índia

8,6

8,6

9,3

6,1

Índia

7,6

7,9

8,3

8,7

Brasil

5,5

5,7

5,9

5,8

Brasil

5,5

5,6

5,9

6,0

Fontes: Bloomberg e Focus no último dia disponível de cada mês

% EUA América Latina Área do Euro Mundo BRICS Preços – Expectativas Inflação 8 7,2 6,8

18

Commodities, Volatilidade e Aversão ao Risco CRB CDS 380 1.600 Espanha 360 1.400 Portugal 340 1.200
Commodities, Volatilidade e Aversão ao Risco
CRB
CDS
380
1.600
Espanha
360
1.400
Portugal
340
1.200
Itália
1.000
320
800
300
600
280
400
260
200
240
0
VIX
CDS
50
350
Brasil
300
40
Turquia
Rússia
250
África do Sul
30
200
150
20
100
10
50
pontos
mar 10
mar 10
jun 10
jun 10
set 10
set 10
nov 10
nov 10
fev 11
fev 11
mai 11
mai 11
ago 11
ago 11
out 11
out 11
jan 12
jan 12
abr 12
abr 12
jul 12
jul 12
out 12
out 12
dez 12
dez 12
mar 13
mar 13
jun 13
jun 13
set 13
set 13
pontos básicos
pontos básicos
mar 10
mar 10
jun 10
jun 10
set 10
set 10
nov 10
nov 10
fev 11
fev 11
mai 11
mai 11
ago 11
ago 11
out 11
out 11
jan 12
jan 12
abr 12
abr 12
jul 12
jul 12
out 12
out 12
dez 12
dez 12
mar 13
mar 13
jun 13
jun 13
set 13
set 13

Fontes: BCB e Bloomberg

dados até 27/9

Commodities, Volatilidade e Aversão ao Risco CRB CDS 380 1.600 Espanha 360 1.400 Portugal 340 1.200

19

III. Condições Financeiras

III. Condições Financeiras 20

20

Operações de Mercado de Capitais Domésticas

Emissões Primárias

250 200 150 100 50 0 ações debêntures outros R$ bilhões em 12 meses 2000 2001
250
200
150
100
50
0
ações
debêntures
outros
R$ bilhões em 12 meses
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013*

Fonte: CVM

*12 meses até jul/13

Operações de Mercado de Capitais Domésticas Emissões Primárias 250 200 150 100 50 0 ações debêntures

21

Crédito: Custo, Inadimplência e Atrasos

Taxa de Juros Pessoa Jurídica 4,0 inadimplência atrasos de 15 a 90 dias 45 pessoa física
Taxa de Juros
Pessoa Jurídica
4,0
inadimplência
atrasos de 15 a 90 dias
45
pessoa física
3,4
3,5
42,3
pessoa jurídica
3,0
40
36,5
2,5
2,3
35
2,0
30
Pessoa Física
25,2
8,5
25
8,0
20,6
7,5
7,1
20
7,0
6,5
inadimplência
atrasos de 15 a 90 dias
6,3
15
6,0
% a.a.
ago 11
out 11
dez 11
fev 12
abr 12
jun 12
ago 12
out 12
dez 12
fev 13
abr 13
jun 13
ago 13
%
%
ago 11
ago 11
out 11
out 11
dez 11
dez 11
fev 12
fev 12
abr 12
abr 12
jun 12
jun 12
ago 12
ago 12
out 12
out 12
dez 12
dez 12
fev 13
fev 13
abr 13
abr 13
jun 13
jun 13
ago 13
ago 13

Fonte: BCB

Crédito: Custo, Inadimplência e Atrasos Taxa de Juros Pessoa Jurídica 4,0 inadimplência atrasos de 15 a

22

%

%

Endividamento das Famílias e Provisões do Sistema

50

45

40

35

30

25

20

15

45,1 21,5
45,1
21,5
Endividamento Comprometimento da Renda, com ajuste sazonal 24 23 21,5 22 21 21,2 20 19 18
Endividamento
Comprometimento da Renda, com ajuste sazonal
24
23
21,5
22
21
21,2
20
19
18
CR
CR 3m
mar 10
mar
10
jul 10
jul
10
nov 10
nov
10
mar 11
mar
11
jul 11
jul
11
nov 11
nov
11
mar 12
mar
12
jul 12
jul
12
nov 12
nov
12
mar 13
mar
13
jul 13
jul
13

Fonte: BCB

32 30,4 28 24 19,7 20 16 mar 10 jul 10 nov 10 mar 11 jul
32
30,4
28
24
19,7
20
16
mar 10
jul 10
nov 10
mar 11
jul 11
nov 11
mar 12
jul 12
nov 12
mar 13
jul 13
  • Endividamento sem habitacional

  • CR sem habitacional, com ajuste sazonal

8 7 6,0 6 5 3,8 4 3 2 mar 10 jul 10 nov 10 mar
8
7
6,0
6
5
3,8
4
3
2
mar
10
jul
10
nov
10
mar
11
jul
11
nov
11
mar
12
jul
12
nov
12
mar
13
jul
13
  • Provisões constituídas há 12m

  • Créditos baixados para prejuízo até 12m

% % Endividamento das Famílias e Provisões do Sistema 50 45 40 35 30 25 20

23

IV. Atividade

IV. Atividade 24

24

Demanda

Consumo das Famílias 4 3 3 2 2 1 1 0,3 0 -1 % t/t-1, dessaz.
Consumo das Famílias
4
3
3
2
2
1
1
0,3
0
-1
% t/t-1, dessaz.
2T 09
4T 09
2T 10
4T 10
2T 11
4T 11
2T 12
4T 12
2T 13
FBCF 10 8 6 4 2 3,6 0 -2 -4 2T 09 4T 09 2T 10
FBCF
10
8
6
4
2
3,6
0
-2
-4
2T 09
4T 09
2T 10
4T 10
2T 11
4T 11
2T 12
4T 12
2T 13

Superávit Primário

4 3 1,9 2 1 0 % do PIB, acum. 12m mar 10 jul 10 nov
4
3
1,9
2
1
0
% do PIB, acum. 12m
mar 10
jul 10
nov 10
mar 11
jul 11
nov 11
mar 12
jul 12
nov 12
mar 13
jul 13
% (12m/12m ant)

Quantum de Exportações

12 9 6 3 0,7 0 -3 -6 -9 abr 10 ago 10 dez 10 abr
12
9
6
3
0,7
0
-3
-6
-9
abr 10
ago 10
dez 10
abr 11
ago 11
dez 11
abr 12
ago 12
dez 12
abr 13
ago 13

Fontes: IBGE, BCB e Funcex

Demanda Consumo das Famílias 4 3 3 2 2 1 1 0,3 0 -1 % t/t-1,

25

Oferta

Produção Industrial ICS 14 15 12 10 10 8 6 5 4 2 0,6 0 0
Produção Industrial
ICS
14
15
12
10
10
8
6
5
4
2
0,6
0
0
-2,1
-5
-2
-4
-10
% (12m/12m ant)
mar 10
jul 10
nov 10
mar 11
jul 11
nov 11
mar 12
jul 12
nov 12
mar 13
jul 13
% t/t-1
3T 09
4T 09
1T 10
2T 10
3T 10
4T 10
1T 11
2T 11
3T 11
4T 11
1T 12
2T 12
3T 12
4T 12
1T 13
2T 13

Safra Agrícola

Quantum de Importações

30 40 25 30 20 15,7 15 20 10 10 5,6 5 0 0 -5 -10
30
40
25
30
20
15,7
15
20
10
10
5,6
5
0
0
-5
-10
-10
% a/a-1
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
% (12m/12m ant)
abr 10
ago 10
dez 10
abr 11
ago 11
dez 11
abr 12
ago 12
dez 12
abr 13
ago 13

2013: estimativas IBGE em ago/13

Fontes: FGV, IBGE e Funcex

Oferta Produção Industrial ICS 14 15 12 10 10 8 6 5 4 2 0,6 0

26

100=neutro, dessaz.

Confiança e Expectativas de Firmas e Famílias

Confiança

130

120

110

100=neutro, dessaz. Confiança e Expectativas de Firmas e Famílias Confiança 130 120 110 100 Consumidor 140

100

Consumidor
Consumidor
140 130 120 Serviços 110 100 Indústria 90 80
140
130
120
Serviços
110
100
Indústria
90
80
90 70 Expectativas 120 160 150 Consumidor 115 140 Serviços 110 130 120 105 110 100
90
70
Expectativas
120
160
150
Consumidor
115
140
Serviços
110
130
120
105
110
100
100
Indústria
90
95
80
90
70
jan 07
jan 07
mai 07
mai 07
set 07
set 07
jan 08
jan 08
mai 08
mai 08
set 08
set 08
jan 09
jan 09
mai 09
mai 09
set 09
set 09
jan 10
jan 10
mai 10
mai 10
set 10
set 10
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set 11
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set 13
set 13
jan 07
jan 07
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set 09
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jan 10
mai 10
mai 10
set 10
set 10
jan 11
jan 11
mai 11
mai 11
set 11
set 11
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set 13
set 13

Obs.: ICC: Proporção de respostas favoráveis proporção de respostas desfavoráveis + 100 (100=neutro)

Fonte: FGV

100=neutro, dessaz. Confiança e Expectativas de Firmas e Famílias Confiança 130 120 110 100 Consumidor 140

27

Boxe: Projeções para o PIB

Crescimento de 2,5% para 2013 (demanda interna: 3,5 p.p. e exportações líquidas -1,0 p.p.)

Oferta

Agropecuária: 10,5% (-2,3% em 2012); Indústria: 1,1% (-0,8% em 2012); e Serviços: 2,3% (1,7% em 2012). Demanda

Investimentos: 6,5% (-4% em 2012); Consumo das Famílias: 1,9% (3,1% em 2012); Consumo do Governo: 1,8% (3,2% em 2012);

Para

o

acumulado em quatro trimestres até o 2º

crescimento de 2,5%.

Fonte: BCB

tri de 2014:
tri
de
2014:

28

Projeção de PIB

Cenário de Referência*

 

8

6

4

%

 

2

0

-2

2T 12 3T 12 4T 12 1T 13 2T 13 3T 13 4T 13 1T 14
2T 12
3T 12
4T 12
1T 13
2T 13
3T 13
4T 13
1T 14
2T 14

* juros constantes de 9,0% a.a.

Fonte: BCB

Projeção de PIB Cenário de Referência* 8 6 4 % 2 0 -2 2T 12 3T

29

Boxes

Pesquisa Mensal de Serviços

Pesquisa mensal conjuntural do setor de serviços que passou a ser divulgada pelo IBGE a partir de julho, com dados desde janeiro 2012;

Resultados indicam moderação do crescimento do setor.

Indicadores Alternativos do Mercado de Trabalho

Trata da evolução recente do mercado de trabalho a partir de uma avaliação segmentada do conjunto de desempregados;

As evidências indicam o subconjunto de recém desempregados como mais sensíveis a choques desfavoráveis na demanda por mão de obra;

e Sugere acomodação no mercado de trabalho.

Fonte: BCB

Boxes Pesquisa Mensal de Serviços • Pesquisa mensal conjuntural do setor de serviços que passou a

30

Boxes:

Projeção para Balanço de Pagamentos 2013

Déficit em CC mantido em US$75 bilhões, 3,3% do PIB (superávit BC passa de US$7 bilhões para US$2 bilhões; e remessas de lucros, de US$30 bilhões para US$24 bilhões); Taxa de rolagem de títulos e empréstimos de longo prazo ajustada de 139% para

100%;

Ingresso líquido em títulos de renda fixa no país ampliados de US$12 bilhões para US$30 bilhões; e IED reduzido para US$60 bilhões, de US$65 bilhões.

Taxa de Câmbio e a Balança Comercial Brasileira

Efeitos da variação cambial sobre a balança comercial (e o produto) derivam, em um primeiro momento, de mudanças nas importações; e Exportações são sensibilizadas, sobretudo, pela demanda global (a taxa de câmbio afeta principalmente a exportação de produtos manufaturados).

Fonte: BCB

Boxes: Projeção para Balanço de Pagamentos 2013 • Déficit em CC mantido em US$75 bilhões, 3,3%

31

V. Evolução da Inflação

V. Evolução da Inflação 32

32

Evolução da Inflação

Índices de Preços

   

Variação em 12 meses (%)

 

ago/12

ago/13

IPCA

5,24

6,09

INPC

5,39

6,07

IPC-Fipe

4,10

4,88

IPC-C1

6,57

5,36

IGP-DI

8,04

3,98

IPA-DI

9,00

2,81

Agrícola

17,92

-2,41

Industrial

5,83

4,93

IPC-DI

5,69

5,54

INCC-DI

7,41

7,86

Fontes: IBGE, Fipe e FGV

Evolução da Inflação Índices de Preços Variação em 12 meses (%) ago/12 ago/13 IPCA 5,24 6,09

33

Preços

Inflação (IPCA)

10 8,4 8 6 6,8 4 não-comercializáveis 2 1,3 comercializáveis monitorados 0 % em 12 meses
10
8,4
8
6
6,8
4
não-comercializáveis
2
1,3
comercializáveis
monitorados
0
% em 12 meses

Preços ao Produtor e IGP

12 IPP IPA 9 5,97 IGP IPP ago 2013 3,98% 6 IGP-DI ago 2013 3 2,81%
12
IPP
IPA
9
5,97
IGP
IPP ago 2013
3,98%
6
IGP-DI
ago 2013
3
2,81%
IPA-DI ago 2013
0
% em 12 meses
IC-Br (R$) 160 Preços de Alimentos In Natura 50 140 40 120 30 100 20 agropecuárias
IC-Br (R$)
160
Preços de Alimentos In Natura
50
140
40
120
30
100
20
agropecuárias
80
metálicas
10
energéticas
3,8
9,3
60
0
-1,7
-10
dez/05 = 100
ago 11
ago 10
dez 10
dez 11
abr 11
abr 12
ago 11
dez 11
ago 12
abr 12
dez 12
ago 12
dez 12
abr 13
abr 13
ago 13
ago 13
% em 12 meses
set 11
ago 08
fev 09
dez 11
ago 09
mar 12
fev 10
jun 12
ago 10
set 12
fev 11
dez 12
ago 11
fev 12
mar 13
ago 12
jun 13
fev 13
set 13
ago 13

Fontes: BCB, IBGE e FGV

Preços 10 8,4 8 6 6,8 4 não-comercializáveis 2 1,3 comercializáveis monitorados 0 % em 12

34

Salários

Salário Real

Salário Nominal

4,5 14 4,1 4,0 4,0 13 3,8 3,4 12 3,5 3,2 3,2 11 3,0 2,7 2,5
4,5
14
4,1
4,0
4,0
13
3,8
3,4
12
3,5
3,2
3,2
11
3,0
2,7
2,5
10
2,5
9
2,0
8
1,5
7
1,0
7,1
6
0,5
5
0,0
4
aumento anual médio %
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
*ago 13
% em 12 meses
ago 08
fev 09
ago 09
fev 10
ago 10
fev 11
ago 11
fev 12
ago 12
fev 13
ago 13

Fonte: IBGE

* 12m

Salários Salário Real Salário Nominal 4,5 14 4,1 4,0 4,0 13 3,8 3,4 12 3,5 3,2

35

Projeções do Banco Central para a Inflação

Cenário de Referência* e Cenário de Mercado

Período

Referência

Mercado

  • 2013 5,9

3

  • 2013 5,8

4

  • 2014 5,8

1

  • 2014 5,6

2

  • 2014 5,8

3

  • 2014 5,7

4

  • 2015 5,6

1

  • 2015 5,6

2

  • 2015 5,5

3

5,9

5,8

5,8

5,6

5,8

5,7

5,6

5,5

5,4

Obs.: inflação acumulada em 12 meses (% a.a.)

Fonte: BCB

* juros constantes de 9,0% a.a.

Projeções do Banco Central para a Inflação Cenário de Referência* e Cenário de Mercado Período Referência

36

Projeções do Banco Central para a Inflação

Cenário de Referência (juros constantes de 9,0% a.a.)

10 8 6 4 2 0 -2 % em 12 meses 3T 12 4T 12 1T
10
8
6
4
2
0
-2
% em 12 meses
3T 12
4T 12
1T 13
2T 13
3T 13
4T 13
1T 14
2T 14
3T 14
4T 14
1T 15
2T 15
3T 15

Fonte: BCB

Cenário de Mercado

10 8 6 4 2 0 -2 3T 12 4T 12 1T 13 2T 13 3T
10
8
6
4
2
0
-2
3T 12
4T 12
1T 13
2T 13
3T 13
4T 13
1T 14
2T 14
3T 14
4T 14
1T 15
2T 15
3T 15
Projeções do Banco Central para a Inflação Cenário de Referência (juros constantes de 9,0% a.a.) 10

37

Boxes:

Repasse de Choques de Preços no Atacado para o Varejo

Repasse de choques sobre os preços no atacado para os preços ao consumidor ocorre em intervalos de tempo relativamente curtos; Bens comercializáveis são mais sensíveis a choques no atacado do que os bens não comercializáveis; e Choques sobre preços industriais têm impacto maior sobre os preços ao consumidor do que choques sobre preços agrícolas.

Fonte: BCB

Boxes: Repasse de Choques de Preços no Atacado para o Varejo • Repasse de choques sobre

38

Visão do Mercado Quadro Resumo

 

30/6/13

2013

26/9/13

30/6/13

2014

26/9/13

30/6/13

2015

26/9/13

IPCA

5,87

5,82

5,88

5,96

5,50

=

5,50

Preços Administrados

2,50

1,80

4,35

4,20

4,50

4,70

IGP-M

4,84

5,24

5,26

5,90

5,00

5,05

IPA-DI

3,41

4,35

5,25

5,84

5,00

=

5,00

Selic (fim)

9,25

9,75

9,25

9,75

9,50

10,00

Câmbio (fim)

2,15

2,32

2,20

2,40

2,25

2,40

PIB

2,40

=

2,40

3,00

2,21

3,00

2,50

Produção Industrial

2,49

2,07

3,20

2,40

3,53

3,25

Balança Comercial

6,00

2,00

7,35

10,00

10,50

12,10

Investimento Estrangeiro Direto

60,00

=

60,00

60,00

=

60,00

60,00

56,50

Resultado Primário

1,80

1,70

1,58

1,50

2,00

=

2,00

Fonte: BCB

Visão do Mercado – Quadro Resumo 30/6/13 2013 26/9/13 30/6/13 2014 26/9/13 30/6/13 2015 26/9/13 IPCA

39

Perspectivas

para a Inflação

Carlos Hamilton Araújo

Setembro de 2013