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AGÊNCIA PORTUGUESA PARA O INVESTIMENTO

DOIS ANOS DE ACTIVIDADE

Porto, 17 de Dezembro de 2004


A API – BREVE APRESENTAÇÃO

TRAMITAÇÃO E CUSTOS DE CONTEXTO

ACÇÃO COMERCIAL DESENVOLVIDA

EMPRESAS PARTICIPADAS

SITE

A EFICÁCIA DAS AGÊNCIAS DE INVESTIMENTO A NÍVEL MUNDIAL


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2 ANOS DE ACTIVIDADE…

“CC” “CC” 1º “Grau 1ª Auditoria


Site
Boletim Nota Satisfação externa
API
nº1 bene nº1 Clientes” processos

2002 2003 2004


Out. Jan. Mar. Jul. Set. Jan. Mai. Jul. Nov. Dez.
DL 225/2002 DL 203/2003

I Fórum II Fórum III IV Fórum FIQ


Sines “TVD” Fórum “Alentejo” FIEP
+
ACIDE FIQ
Grandes Fusão API
Projectos Parques
PRESTAÇÃO DE “CONTAS” À TUTELA, AOS CLIENTES E À ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA*

“CC” “CC” “CC” Nb2 Nb4 Nb6 Nb8/9 Nb11


Boletim Boletim Nota
nº2/3 bene Nb3 Nb5 Nb7 Nb10 Nb12
nº1
nº1
“CC” Boletim nº4/5

2002 2003 2004

Dez. Mar. Jun. Set. Dez. Jan. Mar. Mai. Set. Dez.
Dez.

Relatório
Relatório Relatório Relatório Relatório 2º sem.
Anual 1º sem. 2º sem. Anual 2004
2002 2003 2003 2003
Res. Líquido
Relatório previsional 2004
1º sem. + 330 mil euros
2004

* Todos os documentos estão disponíveis para consulta em www.investinportugal.pt


A API

ƒ Criada em Novembro 2002


Programa para a Produtividade e Crescimento da Economia
Dimensão do Investimento
Milhões

ƒ Para promover o investimento de “Grandes” dimensões


Do projecto ou do investidor

ƒ Qualquer origem
Nacional ou Estrangeira

ƒ Qualquer sector

ƒ Qualquer pessoa jurídica


Empresa ou não
Milhões
ƒ Entidade exclusiva de acolhimento de investimento estrangeiro
MÉRITO PARA A ECONOMIA PORTUGUESA

ƒ “Bens e serviços internacionalmente transaccionáveis...”

ƒ “Melhoria sustentada da produtividade e competitividade...”

ƒ “Elos mais elevados da cadeia de valor...”

ƒ “Projectos geradores de elevado valor acrescentado...”

ƒ “Inovação, diferenciação, qualidade...I&D...”

ƒ “Serviços associados aos produtos...”

ƒ “Aproveitamento de recursos endógenos...”


Preâmbulo do DL 225/2002
Estatutos da API
O QUE É E O QUE NÃO É INVESTIMENTO API

Investimento em sentido amplo

Investimentos
“privados” produtivos Investimentos Investimentos
Origem do Investimentos Investimentos
puramente públicos em rodovias,
investimento Grandes imobiliários em stocks
Outros financeiros ferrovias, etc.
projectos

Nacional 9 X X X X X

IDE 9 X X X X X

As estatísticas de IDE

Grupo onde se integra o investimento “âmbito API”


INTERLOCUTOR ÚNICO

ƒ Atitude Proactiva (*)


A função comercial é o
ponto essencial da Agência

ƒ One-to-one
Cada projecto de
investimento tem um gestor
de cliente

ƒ Mais e melhores meios


API gere parques
empresariais e tem a
coordenação de capital de
risco

* Gráfico apresentado na sessão pública de lançamento da API, em Novembro de 2002


ORGANIZAÇÃO INTERNA

Conselho de
Administração
Fórum de
Embaixadores
Comissão
Executiva

Secretário Geral

Núcleo de Área Tramitação Área Verificação Área Tramitação e


Área Comercial
Apoio Técnico de Incentivos de Incentivos Custos de Contexto

Fiscalização e
Desenvolvimento Angariação Controlo de Incentivos

Equipa 1 Equipa 2 Equipa 1 Equipa 2

ƒ Pessoal: 57 elementos (dos quais 13 contratados a termo certo).


COMO A API DESENVOLVE A SUA ACTIVIDADE COMERCIAL

Projectos do
investidor

Novos
investidores
API
Abordagem
comercial
Investidores
existentes

Dossiers de
oportunidades de
investimento
REGIME CONTRATUAL DE INVESTIMENTO

Decreto-Lei nº 203/2003, 10 de Setembro

Contrato de
INVESTIDOR API
Investimento

ƒ Regime especial de contratação de apoios e incentivos, exclusivo da API


ƒ Mérito definido pela API
ƒ Contrapartidas adequadas (qualitativa e quantitativamente) ao mérito
SERVIÇOS API PRÉ-INVESTIMENTO
ƒ Fornecer informação
ƒ Facilitar contactos
ƒ Identificar localizações de implementação
ƒ Oferta de recursos humanos

CONTRATO DE INVESTIMENTO
ƒ Personalizar e adequar ao mérito
ƒ Assistir nas tramitações do processo de incentivos
SERVIÇOS
ACOMPANHAMENTO NA IMPLEMENTAÇÃO
ƒ Dispor informação que ajude a implementação
ƒ Facilitar contactos e ajudar os procedimentos
formais empresariais

ACOMPANHAMENTO CORRENTE DO PROJECTO


(AFTER-CARE)
ƒ Relacionamento constante com o investidor
ƒ Verificação do cumprimento do contrato
AMBIENTE AMIGO DO INVESTIDOR

ƒ “Tempo”
ƒ Burocracia
ƒ Excessos de regulamentação
ƒ Excessos de zelo
ƒ “Complicador...”
Reduzir os ƒ Rigidez dos mercados
“custos de contexto” ƒ Impreparação / inaptidão profissional
ƒ Taxas, comissões, impostos
ƒ Distância a fontes do saber e inovação
ƒ Escassez de especialidades
ƒ Administração da Justiça
ƒ (…)
AMBIENTE AMIGO DO INVESTIDOR

ƒ A API tem o dever de identificar e


apresentar medidas para a redução de
CC’s
Reduzir os
ƒ A API tem poderes-deveres de solicitação
“custos de contexto”
e diligência junto da Administração
- Deveres estatutários
Pública

ƒ A API tem o dever de divulgar diligências


encetadas
FÓRUM DE EMBAIXADORES

ƒ Órgão estatutário da API, com funções consultivas

ƒ Composto pelos embaixadores acreditados nos países mais relevantes na


origem de fluxos de IDE

ƒ Corporiza o conceito de DIPLOMACIA ECONÓMICA, através da estreita


articulação da rede diplomática com a API

ƒ Vai realizar a 5ª reunião em Janeiro, em Lisboa (anteriores em Sines,


Pinhão/Douro, Coimbra e Alentejo)

ƒ Emite recomendações muito concretas, ao Governo e restantes entidades


públicas, sobre matérias com impacto directo na capacidade de atracção de
investimento para Portugal
FÓRUM DE EMBAIXADORES

Presidente da API

Embaixadores de
Portugal em
Alemanha
Bélgica
Espanha
Finlândia
França Atribuições permanentes de cada
Atribuições do do
Atribuições Colégio
Colégio Holanda Membro
Itália
ƒ Aconselhar estratégia API para IDE ƒ Apoiar contactos API
Reino Unido
ƒ Apreciar plano anual API Suécia ƒ Observar e contactar empresas e
ƒ Formular propostas, pareceres, outras entidades de forte propensão a
Suíça
recomendações IDE
Brasil
ƒ Aconselhar melhores práticas API ƒ Alertar API para oportunidades de IDE
Canadá
(benchmarking) Estados Unidos
ƒ Recolher informação de benchmarking
Japão
EXEMPLO DE UM PROTOCOLO

UNIVERSIDADE
PROTOCOLO API
DE COIMBRA

AC IDE …

Cursos de Verão
Prémio FDI
IDE
Conferência Reconhecimento
Internacional Público
ALTO CONSELHO PARA O INVESTIMENTO DIRECTO ESTRANGEIRO

ƒ Órgão criado no âmbito de protocolo com a Universidade de Coimbra, composto por


personalidades, nacionais ou estrangeiras que se tenham distinguido pela experiência,
pelo saber, pela obra ou pela opinião sobre IDE em Portugal e no Mundo, e sobre o
investimento em geral e o desenvolvimento empresarial, científico ou tecnológico

ƒ Objectivos do ACIDE:
ƒ Constituir-se como fonte de saber e experiências de IDE em Portugal
ƒ Contribuir para que Portugal seja visto como destino de investimento de
excelência e se torne, de facto, uma das localizações mais competitivas a nível
mundial
ƒ Alertar para eventuais carências, omissões e dificuldades, ou “custos de
contexto” na acepção consagrada pelos Estatutos da API, que impeçam ou façam
perigar a captação e manutenção de investimento em Portugal
ƒ Estabelecer pontes entre a ciência aplicada e o investimento
ƒ Presidente da API e Reitor da Universidade de Coimbra (por inerência)
ƒ Pedro CATARINO - Embaixador em Washington e primeiro Presidente do ACIDE
ƒ Patrick Monteiro de BARROS – Empresário (EUA)
ƒ Hermann BIRG - Administrador da Robert Bosch e Vulcano, em Portugal
ƒ Frank CARLUCCI – Empresário (EUA) e ex-Embaixador dos EUA em Portugal
ƒ António COUTINHO - Professor Universitário, Cientista e Investigador
ƒ António DAMÁSIO - Professor Universitário, Cientista e Investigador
ƒ Alex DYCE – Executivo do Grupo Barclays
COMPOSIÇÃO DO ƒ Enrique FREIRE – Empresário (Espanha)
ƒ José Mariano GAGO - Professor Universitário, Cientista e Investigador
ALTO CONSELHO PARA O
ƒ Frank HEEZEN - Administrador Delegado da DHV, em Portugal
INVESTIMENTO DIRECTO ƒ Gerd HEUSS – Consultor especial da VW e ex-Director Geral da Autoeuropa, em Portugal
ESTRANGEIRO (ACIDE) ƒ André JORDAN – Empresário (Portugal)
ƒ Philippe LECHEVALLIER - Administrador Delegado da Renault CACIA, em Portugal
(Membros fundadores) ƒ Volker MULLER – Administrador do Grupo Siemens, em Portugal
ƒ Alexandre QUINTANILHA - Professor Universitário, Cientista e Investigador
ƒ Shinjiro SHIMIZU - Ex-Chief Executive Officer do Grupo Mitsui, no Japão
ƒ Benjamin STEINBRUCH – Empresário (Brasil)
ƒ Paul SYMINGTON - Empresário (Reino Unido – Portugal)
ƒ Masayuki TAKASHIMA -Presidente da Mitsubishi International Corporation, no Japão
ƒ José CUNHA-VAZ - Professor Universitário, Cientista e Investigador
ƒ Stephen YOUNG - Professor Universitário, Consultor de IDE e Investigador
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CASOS COMUNICADOS À API DIGNOS DE ESPECIAL REGISTO (2003-2004)*

Por grau de importância Por entidade**

Grau z z z 70 (47%) MAOT (CCDR; ICN; IA) 46%


Grau z z 35 (23%) Câmaras Municipais 34%
Grau z 45 (30%) MAET 29%
Total 150 M.Finanças 22%
M.Turismo 9%
MOPTC 8%

* Até 30-11-2004
** Há casos com intervenção de várias entidades.
ESTATÍSTICAS DE CASOS PENDENTES*

Por grau de importância Por entidade**

Grau z z z 30 (56%) MAOT (CCDR; ICN; IA) 48%


Grau z z 11 (20%) Câmaras Municipais 39%
Grau z 13 (24%) MAET 30%
Total 54 M.Finanças 15%
M.Turismo 12%
MOPTC 10%
96 casos …
resolvidos
* Stock em 30-11-2004
** Há casos com intervenção de várias entidades.
ALGUNS EXEMPLOS DE PROPOSTAS APRESENTADAS

ƒ Regime contratual de investimento (DL 203/2003) 999


ƒ Sinalização de grandes estabelecimentos industriais nas auto-estradas 999
ƒ Portagens para monovolumes na Classe I 999
ƒ Simplificação e desmaterialização de Actos e Registos Empresariais (NSIE)* 99
ƒ ALE – Recentragem do conceito e poderes especiais para Sociedades Gestoras 99
ƒ PDTVD - Plano de Desenvolvimento Turístico do Vale do Douro 99
ƒ Energia eléctrica (preço) – solução intercalar até ao MIBEL 9
ƒ Tributação especial para “talentos expatriados” z
999 acolhida e executada
99 em ultimação
9 em curso
z aguarda-se resposta

* Em parceria com o Fórum para a Competitividade


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PORTUGAL – INVESTIMENTO EM EQUIPAMENTOS*

250

2006
200

150

100

50

0
1980

1982

1984

1986

1988

1990

1992

1994

1996

1998

2000

2002

2004

2006
* Índices base fixa 1980=100; em volume; Fonte: Banco de Portugal até 2003; 2004/2006 (p)
CONTRATOS ASSINADOS 2003-2004

Número de contratos*

125 113

100

ƒ 1.926 € Milhões
75
ƒ 4.262 postos de
trabalho criados
50

ƒ 40.317 postos de
25 trabalho mantidos

0
Mar-03 Jun-03 Set-03 Dez-03 Mar-04 Jun-04 Set-04 Dez-04

*Valores no final de cada trimestre; no último estimativa a 31.12.2004


CONTRATOS ASSINADOS E METAS COMERCIAIS
Realizado**
150 Metas
comerciais
2003-2004*
50+70 109%
100

Número de contratos
homogeneizados

50

0
Objectivos Mar-03 Jun-03 Set-03 Dez-03 Mar-04 Jun-04 Set-04 Dez-04
2003-
2004*
•Objectivos comerciais para o biénio 2003-2004, definidos pela API nos Planos de Actividades para 2003 e 2004; Valores definidos em termos de
contratos homogeneizados (<25 €M=1; >25€M=5) em 2003 e (<100 €M=0,5+0,045 €M; >100€M=5) em 2004; ** Estimativa a 31.12.2004
CONTRATOS ASSINADOS POR PAÍS DE ORIGEM (2003-2004)*

Número Valor (€M)

113 1.926 €M
68% IDE
68% IDE
10 49
19

612
7
Alemanha Alemanha
6 Espanha 964 Bélgica
Estados Unidos Espanha
49 França Estados Unidos
13 Holanda França
45 Japão
Japão
104 Portugal
5 Portugal 59 56
4 37 Outros
Outros

* Estimativa a 31.12.2004
CONTRATOS ASSINADOS POR SECTOR DE ACTIVIDADE (2003-2004)*

Número Valor (€M)

Alimentar e bebidas 14 Alimentar e bebidas 174


Automóvel 7 Automóvel 664
Cerâmica e vidro 12 Cerâmica e vidro 151
Equipamentos e aparelhos de rádio 6 Construção 99
Informática 4 Equipamentos e aparelhos de rádio 96
Máquinas e aparelhos eléctricos 5 Máquinas e aparelhos eléctricos 279
Máquinas e equipamentos 4 Material de transporte 59
Produtos metálicos 8 Pasta, papel e cartão 58
Químico 7 Produtos metálicos 62
Serviços prestados às empresas 9 Químico 54
Têxtil 10 Têxtil 78
Outros 27 Outros 152

0 5 10 15 20 25 30 0 250 500 750

* Estimativa a 31.12.2004
CONTRATOS ASSINADOS POR TIPO DE OPERAÇÃO (2003-2004)*

Em número Em valor

113 1.926 €M

10% 4%

Expansão
Greenfield

90% 96%

A importância dos KAM’s e do


acompanhamento do cliente
* Estimativa a 31.12.2004
PROJECTOS EM ANÁLISE POR PAÍS DE ORIGEM*

Em número Em valor

161 3.304 €M

19 178 119 91 120


29
1 105
50
13

6
3
Alemanha
Canadá
Espanha
França
Itália
Portugal
90 2.641
Outros

* Situação em 30.11.2004
PROJECTOS EM ANÁLISE POR SECTOR DE ACTIVIDADE*

Número Valor (€M)

161 3.304 €M

201
19
345
1.009
21
207

80 160
6 Alimentar e bebidas
Automóvel
Cerâmica e vidro 120
14
Construção
Pasta e papel
13 Turismo
8 1.262
Outros

* Situação em 30.11.2004
INTENÇÕES DE INVESTIMENTO POR PAÍS DE ORIGEM*

Número Valor (€M)

30
84 6.373 €M
4.000 3.784
27
3.500
25

3.000

20
2.500

15
15 2.000

10 1.500
10 9
8 8
1.000
701
5 4 450
3 500 404 412
273 250
99
0 0
Alemanha Brasil Espanha EUA França Portugal Reino Outros Alemanha Brasil Espanha EUA França Portugal Reino Outros
Unido Unido

* Situação em 30.11.2004
INTENÇÕES DE INVESTIMENTO POR SECTOR*

Número Valor (€M)

84 6.373 €M
35 5.000

4.500 4.353
30 29
4.000

25
3.500
22
3.000
20

2.500
15
2.000
10 10
10 1.500
8
1.000
5
655
3 395 501
2 500
184 193 92
0 0
Alimentar e Automóvel Cerâmica e Energia Siderurgia Turismo Outros Alimentar e Automóvel Cerâmica e Energia Siderurgia Turismo Outros
bebidas vidro bebidas vidro

* Situação em 30.11.2004
CONTRATOS EM ACOMPANHAMENTO POR PAÍS DE ORIGEM*

Número Valor (€M)

190 4.344 €M

357
30
37

16 2.051
1.517

Alemanha
10
Espanha
Estados Unidos
76
21 França
Portugal 137 157 125
Outros

* Situação em 30.11.2004
CONTRATOS EM ACOMPANHAMENTO POR SECTOR*

Número Valor (€M)

190 4.344 €M

20 288
817

33
81
1.371
377
Alimentar e bebidas
Automóvel
Cerâmica e vidro
16
Construção
Cortiça 878
13 199
3 Electrónica
11 13 203 211
Pasta e papel
Outros

* Situação em 30.11.2004
VISITAS COMERCIAIS REALIZADAS 2003-2004*

800
784

600

Investidores em Portugal
Investidores no Estrangeiro
400
Visitas a outras entidades
Total

200

0
Jun-03 Set-03 Dez-03 Mar-04 Jun-04 Set-04 Nov-04

* Valores acumulados no final do trimestre; no último, até 30 Novembro


DOSSIERS COMERCIAIS
1 TVD – Turismo no Vale do Douro
2 Campus Tecnológico
3 Clínica de Excelência
4 Investimento Florestal
Instrumento para a
promoção pró-activa de Turismo no Alentejo
5
oportunidades de 6 Investir em Sines
investimento em
7 Agro-indústrias no Alentejo
Portugal
8 Escola de Turismo de Excelência

9 Turismo de Saúde e Bem-estar


10 Meios e Serviços de Pagamento
11 Centros de Serviços Partilhados
EXEMPLO DE DOSSIER COMERCIAL: O TURISMO NO VALE DO DOURO

ƒ Projecto lançado em Maio de 2003

ƒ Destinado a atrair investimento turístico


estruturante, de qualidade e de natureza
sustentável, para a Região do Vale do Douro

ƒ Destinado aos principais “players” mundiais e


nacionais nos sectores do lazer e turismo

ƒ Já se realizaram 118 reuniões com investidores


(87 internacionais e 31 nacionais), bem como
com autoridades portuguesas e espanholas
GRAU DE SATISFAÇÃO DE CLIENTES

ƒ A satisfação dos clientes é o objectivo primordial da API

ƒ Foi adjudicado a entidade externa independente a realização do 1º inquérito à


satisfação de clientes da API: Abril 2004

ƒ A acção irá ser repetida anualmente, com base no mesmo conjunto de


indicadores, tendo em vista monitorizar de forma permanente a Qualidade
Apercebida e Satisfação do Cliente da API
GRAU DE SATISFAÇÃO DE CLIENTES – DIMENSÕES AVALIADAS

Clientes efectivos Clientes potenciais

ƒ Imagem ƒ Percepção global


ƒ Expectativas do cliente ƒ Contactos iniciais
ƒ Pré-investimento ƒ Recomendação
ƒ Contrato de investimento ƒ Pedidos de informação
ƒ Acompanhamento na implementação e ƒ Comparação com outras entidades
acompanhamento corrente do projecto ƒ Intenção de investir
ƒ Atendimento ƒ Apreciação global
ƒ Confiança
ƒ Custos de contexto (Portugal)
ƒ Custos de contexto (API)
ƒ Reclamações
ƒ Satisfação
ƒ Recomendação
GRAU DE SATISFAÇÃO DE CLIENTES EFECTIVOS

Alguns resultados/indicadores fundamentais (escala: 1 a 10)*

Organização de
confiança 8,2
ƒ Boa imagem institucional
(confiança, utilidade, vontade de
Utilidade dos
serviços 8,3 melhorar)

Preocupação
ƒ “Qualidade global” apercebida
c/clientes 7,8
elevada (7,1)

Capacidade de
ƒ 83,5% avalia positivamente
resposta rápida
6,8
ƒ 51,2% avalia acima de 8
Qualidade Global
Apercebida 7,1 ƒ A capacidade de resposta rápida é
o pior indicador neste critério
0 5 10
GRAU DE SATISFAÇÃO DE CLIENTES EFECTIVOS

Alguns resultados/indicadores fundamentais (escala: 1 a 10)*

ƒ Custos de contexto muito


significativos em Portugal
Custos de
contexto em
Portugal
3,9 ƒ Expectativas muito elevadas
quanto ao poder da API para
intervir
Probabilidade de
recomendar a API 8,2 ƒ Elevada probabilidade de
recomendar a API
0 5 10
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ACTIVOS API CAPITAL E SOB SUA GESTÃO (MILHÕES DE €)

Capital Investimentos Disponibilidades


Fundo Compromissos
realizado* concretizados líquidas

API Capital 25,0 27,1 0,0 7,2

FIQ Capital 1 12,5 4,4 3,0 7,3

FIQ Capital 2 5,0 3,7 0,6 1,4

FIQ Capital 3 3,1 0,9 0,0 2,3

FIQ Grandes Projectos** 27,0 4,0 11,4 11,6

FIQ FIEP (em constituição) 60 52,0 8 --

Total 132,6 92,1 23 29,8

* Até 31.12.2004. ** Acrescem 13 €M que irão ser realizados até final do 1º trimestre de 2005.
Nota: a soma de valores em linha pode diferir do capital realizado por facto de avaliação patrimonial dos investimentos realizados.
API PARQUES

ƒ A API Parques concluiu, em 22 de Novembro, o processo de fusão por incorporação


nesta sociedade da PGS, SA e da SODIA2, SA, tendo em vista a criação de uma
estrutura mais coesa, o reforço da situação financeira e patrimonial, o aproveitamento
de sinergias e a redução de custos.

Zona ou Parque Área (ha) Localização

Zona Industrial e Logística de Sines (ZILS) 2.200 Sines

ACTIVOS SOB
Parque empresarial - SodiaPark 56 Setúbal
GESTÃO DIRECTA
OU INDIRECTA DA Parque empresarial – AlbaPark 3 Albarraque-Sintra
API PARQUES
Parque empresarial de Estarreja 54 Estarreja

Eco Parque empresarial de Estarreja* 150 Estarreja

*A constituir em Janeiro de 2005


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SITE API

Breve visita guiada


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A EFICÁCIA DAS AGÊNCIAS DE INVESTIMENTO A NÍVEL MUNDIAL


A EFICÁCIA DAS AGÊNCIAS DE INVESTIMENTO A NÍVEL MUNDIAL*

Principais resultados

1 A eficácia de uma IPA (Investment Promotion Agency) depende


fortemente do contexto de investimento e do nível de desenvolvimento
dos respectivos países
2 O nível de despesa em actividades de promoção de investimento tem
influência significativa sobre os fluxos de IDE atraídos (em média +10%
no orçamento da IPA induz +2,5% inflow de IDE)

3 A eficácia da IPA aumenta quando esta tem participação do sector


privado e quando reporta ao mais alto nível do poder político

4 A despesa em promoção do investimento é mais eficaz quando aplicada à


função “custos de contexto”

* Conclusões do estudo “The effectiveness of Promotion Agencies at Attracting Foreign Direct Investment”, da autoria de
Jacques Morriset e Kelly Andrews-Johnson, editado em 2004 pela FIAS – Foreign Investment Advisory Service
A EFICÁCIA DAS AGÊNCIAS DE INVESTIMENTO A NÍVEL MUNDIAL*

5 O financiamento público constitui a parcela mais importante do


orçamento da generalidade das IPA’s a nível mundial (i.e., a opção de não
onerar o investidor)

ORIGEM DE FUNDOS DAS IPA’s


(média de 58 Agências)

(1) Governo 78%


(2) Sector privado (incluíndo comissões) 8%
(3) Ajuda externa 13%
(4) Outros 3%
(5) Fundos públicos ou equiparáveis 1)+3) 89%

* Conclusões do estudo “The effectiveness of Promotion Agencies at Attracting Foreign Direct Investment”, da autoria de
Jacques Morriset e Kelly Andrews-Johnson, editado em 2004 pela FIAS – Foreign Investment Advisory Service
http://www.investinportugal.pt

Edifício Península
Praça do Bom Sucesso, 127/131 S.702
4150-146 Porto
Portugal
Tel. +351 226 055 300
Fax. +351 226 055 399
api@apinvest.pt