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AVALIAÇÃO CINÉTICO FUNCIONAL DA COLUNA VERTEBRAL

Renato Ramos Coelho

INTRODUÇÃO A coluna vertebral (Figura 1b) é formada por 33 vértebras, dispostas em cinco segmentos: Coluna
INTRODUÇÃO A coluna vertebral (Figura 1b) é formada por 33 vértebras, dispostas em cinco segmentos: Coluna
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INTRODUÇÃO A coluna vertebral (Figura 1b) é formada por 33 vértebras, dispostas em cinco segmentos: Coluna

INTRODUÇÃO

A coluna vertebral (Figura 1b) é formada por 33 vértebras, dispostas em cinco segmentos: Coluna cervical, formada por sete vértebras; Coluna torácica formada por 12 vértebras; Coluna lombar, formada por cinco vértebras; Sacro, formada por cinco vértebras fundidas em uma peça única; Cóccix, formado por quatro vértebras fundidas em uma peça única. A vértebra típica (Figura 1a) possui um corpo, dois pedículos, duas lâminas, dois processos transversos, quatro facetas articulares (duas superiores e duas inferiores) e um processo espinhoso (PE). Esta anatomia é comum a todas as vértebras de C3 até a quinta e última vértebra lombar, L5 (DÂNGELO; FATTINI, 2007).

INTRODUÇÃO A coluna vertebral (Figura 1b) é formada por 33 vértebras, dispostas em cinco segmentos: Coluna

Conteúdo:

INTRODUÇÃO A coluna vertebral (Figura 1b) é formada por 33 vértebras, dispostas em cinco segmentos: Coluna

Organização:

INTRODUÇÃO A coluna vertebral (Figura 1b) é formada por 33 vértebras, dispostas em cinco segmentos: Coluna

Apoio:

INTRODUÇÃO Além desta divisão, ressalta-se a importância das curvaturas vertebrais, responsáveis por distribuir o peso do
INTRODUÇÃO Além desta divisão, ressalta-se a importância das curvaturas vertebrais, responsáveis por distribuir o peso do
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INTRODUÇÃO

Além desta divisão, ressalta-se a importância das curvaturas vertebrais, responsáveis por distribuir o peso do corpo, por manter o centro de gravidade ao nível da segunda vértebra sacral (S2) quando o Ser humano se encontra na posição anatômica e por definir a mobilidade da coluna vertebral de acordo com o segmento. Estas curvaturas são divididas em primárias e secundárias, de acordo com o período que surgem ao longo do desenvolvimento corporal. Assim, as primárias correspondem à cifose, primeira curvatura a ser formada, ainda na vida intrauterina. No adulto, permanecem as cifoses torácica e sacral, que apresentam menor amplitude de movimento (ADM). As curvaturas secundárias, formadas ao longo do processo de crescimento, correspondem à lordose cervical e lombar, que apresentam a maior possibilidade motora ao longo da coluna vertebral (NORKIN; LEVANGIE, 2001).

A mobilidade da coluna vertebral varia de acordo com o segmento, sendo maior na cervical e lombar, restrito no tórax e ausente no sacro e cóccix. As articulações zigoapofisárias conectam as vértebras de C2 até a primeira vértebra sacral (S1) e permitem movimentos nos três eixos. Entre as vértebras que possuem esta articulação, encontra-se o disco intervertebral (em preto na Figura 1b), responsável, principalmente, por amortecer o estresse axial sobre a coluna e aumentar sua ADM (NERURKAR et al, 2010).

Conteúdo:

INTRODUÇÃO Além desta divisão, ressalta-se a importância das curvaturas vertebrais, responsáveis por distribuir o peso do

Organização:

INTRODUÇÃO Além desta divisão, ressalta-se a importância das curvaturas vertebrais, responsáveis por distribuir o peso do

Apoio:

Coluna Cervical A coluna cervical possui duas vértebras atípicas e cinco típicas. As atípicas correspondem a
Coluna Cervical A coluna cervical possui duas vértebras atípicas e cinco típicas. As atípicas correspondem a
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Coluna Cervical

A coluna cervical possui duas vértebras atípicas e cinco típicas. As atípicas correspondem a C1 e C2, também chamadas de atlas e axis, respectivamente, e possuem esta caracterização por seu formato singular em relação às demais vértebras (DÂNGELO; FATTINI, 2007), conforme se observa na Figura 2. Entre elas, não há disco intervertebral e há uma articulação sinovial entre o dente do áxis e a face anterior do arco do atlas, o que as torna as principais responsáveis pelos movimentos de rotação da coluna

cervical, as demais vértebras cervicais, por sua vez, são as principais responsáveis pelos movimentos de flexão/extensão e flexão lateral. Além destes, a cervical também realiza protrusão e retração. O primeiro corresponde a flexão da cervical baixa (da sétima a quarta vértebra cervical – C7 a C4) e extensão da cervical alta (da terceira a primeira vértebra cervical – C3 a C1), e o segundo equivale a extensão da cervical baixa e flexão da alta (PRUSHANSKY; DVIR, 2008).

Coluna Cervical A coluna cervical possui duas vértebras atípicas e cinco típicas. As atípicas correspondem a

Figura 10: a) Atlas (visão superior); b) Axis (visão frontal)

Conteúdo:

Coluna Cervical A coluna cervical possui duas vértebras atípicas e cinco típicas. As atípicas correspondem a

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Coluna Cervical A coluna cervical possui duas vértebras atípicas e cinco típicas. As atípicas correspondem a
Coluna Cervical O tórax (Figura 3) é limitado posteriormente pela coluna torácica (formada por 12 vértebras),
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Coluna Cervical

O tórax (Figura 3) é limitado posteriormente pela coluna torácica (formada por 12 vértebras), lateralmente pelas costelas (sete pares de costelas verdadeiras, três pares de costelas falsas e dois pares de costelas flutuantes) e anteriormente pelo esterno. Devido a esta conformação, a

coluna torácica possui uma mobilidade restrita para os movimentos de flexão/ extensão, rotação e flexão lateral. Desta forma, o principal movimento nesta região é o de pequena ADM realizado pelas costelas, fundamentais para a mecânica respiratória (GRAEBER; NAZIM, 2007).

Coluna Cervical O tórax (Figura 3) é limitado posteriormente pela coluna torácica (formada por 12 vértebras),

Figura 3: Tórax (adaptado de GRAEBER; NAZIM, 2007)

Conteúdo:

Coluna Cervical O tórax (Figura 3) é limitado posteriormente pela coluna torácica (formada por 12 vértebras),

Organização:

Coluna Cervical O tórax (Figura 3) é limitado posteriormente pela coluna torácica (formada por 12 vértebras),

Coluna Lombar

Coluna Lombar A coluna lombar possui cinco vértebras e realiza os movimentos de flexão/extensão, rotação e
Coluna Lombar A coluna lombar possui cinco vértebras e realiza os movimentos de flexão/extensão, rotação e
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A coluna lombar possui cinco vértebras e realiza os movimentos de flexão/extensão, rotação e flexão lateral. O sacro e o cóccix, por serem peças fundidas, não possuem uma ADM considerável (XIA et al, 2010). Devido a este arranjo anatômico e biomecânico, as cargas mais lesivas sobre os discos intervertebrais lombares envolvem o excesso de flexão, rotação e absorção de vibrações (McKENZIE, 1997)

Conteúdo:

Coluna Lombar A coluna lombar possui cinco vértebras e realiza os movimentos de flexão/extensão, rotação e

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Coluna Lombar A coluna lombar possui cinco vértebras e realiza os movimentos de flexão/extensão, rotação e
Fáscia Toracolombar A fáscia toracolombar auxilia na estabilização da coluna vertebral, manutenção da postura, distribuição de
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Fáscia Toracolombar

A fáscia toracolombar auxilia na estabilização da coluna vertebral, manutenção da postura, distribuição de cargas dinâmicas e estáticas e no processo de respiração (BARWICK et al, 2012). Ela é formada por tecido conectivo (fibras colágeno com direcionamento irregular) e aponeuroses (com direcionamento regular do colágeno), que, no conjunto de suas camadas, separam os músculos paravertebrais dos músculos da parede abdominal posterior – quadrado lombar e iliopsoas (DÂNGELO; FATTINI, 2007).

Sua atuação dinâmica transfere forças da coluna, pelve e membros inferiores (MMII), permitindo a estabilização da coluna lombar, da articulação sacroilíaca e da pelve, em especial durante a rotação de tronco. Este mecanismo complexo envolve o glúteo máximo e o longuíssimo do dorso, que conduzem forças contralaterais através da camada posterior da fáscia toracolombar durante rotações. Esta transferência de força, na sequência,

envolve transverso abdominal e oblíquos aumentando a pressão intra- abdominal e a rigidez da coluna lombar, causando maior força no fechamento da sacroilíaca e estabilizando a pelve. Por outro lado, durante a flexão, o aumento da tensão desta fáscia diminui sua dimensão lateral, aumentando o momento extensor da coluna lombar (WILLARD et al, 2012).

No entanto, esta atuação fica falha quando há falta fraqueza de multífidos, tido como o principal estabilizadores das articulações zigoapofisárias lombares (NORKIN; LEVANGIE, 2001).

Fáscia Toracolombar A fáscia toracolombar auxilia na estabilização da coluna vertebral, manutenção da postura, distribuição de

Conteúdo:

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Organização:

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Acometimentos da Coluna Vertebral Os acometimentos envolvendo a coluna vertebral são muito comuns. Espera-se que mais
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Acometimentos da Coluna Vertebral

Os acometimentos envolvendo a coluna vertebral são muito comuns. Espera-se que mais de 60% da população economicamente ativa experimente um episódio de lombalgia ao menos uma vez na vida. Normalmente tais episódios apresentam melhora espontânea em período inferior a 8 semanas. No entanto, não havendo o tratamento adequado, a recidiva atinge a maioria dos acometidos e, com o tempo e a falta de tratamento, os episódios ficam cada vez mais próximos, dando a ideia de que a dor não cessa (McKENZIE, 1997).

Conteúdo:

Acometimentos da Coluna Vertebral Os acometimentos envolvendo a coluna vertebral são muito comuns. Espera-se que mais

Organização:

Acometimentos da Coluna Vertebral Os acometimentos envolvendo a coluna vertebral são muito comuns. Espera-se que mais

Radiculopatia

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Radiculopatia A radiculopatia, que é a dor que irradia na distribuição de uma dada raiz nervosa,
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A radiculopatia, que é a dor que irradia na distribuição de uma dada raiz nervosa, seguindo seu dermátomo (Quadro 1) e causando fraqueza em seu miótomo (Quadro 2), é a complicação mais comum. Seu início é insidioso, e sua causa está relacionada à compressão intermitente da raiz nervosa. Na coluna cervical esta compressão está relacionada ao estreitamento do forâmen intervertebral causado pela presença de osteófitos. Na coluna lombar, a causa mais comum é a herniação do disco intervertebral. Outras possibilidades envolvem infecções vertebrais, neoplasmas, lesões traumáticas e neuropatias periféricas (SALTER, 2001). A sintomatologia começa com alterações de sensibilidade, normalmente dor, parestesia, dormência e formigamento, posteriormente podem surgir sintomas motores, que são equivalentes à compressão de motoneurônios inferiores. Entre os fatores que causam exacerbação dos sintomas, tem-se movimentos que causam aumento da compressão da raiz nervosa ou da tensão neural. Na coluna cervical e torácica estes movimentos são flexão e rotação contralateral à lesão. Na coluna lombar são flexão e flexão lateral ipsilateral à lesão. A tosse ou o espirro, por aumentar a pressão intra-abdominal, também pode causar piora da dor.

Conteúdo:

Radiculopatia A radiculopatia, que é a dor que irradia na distribuição de uma dada raiz nervosa,

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Exames de Movimento

Quadro 1: Dermátomos por raiz nervosa

Exames de Movimento Quadro 1: Dermátomos por raiz nervosa • C1 Abóbada craniana • C2 Abóbada
Exames de Movimento Quadro 1: Dermátomos por raiz nervosa • C1 Abóbada craniana • C2 Abóbada
Exames de Movimento Quadro 1: Dermátomos por raiz nervosa • C1 Abóbada craniana • C2 Abóbada
Exames de Movimento Quadro 1: Dermátomos por raiz nervosa • C1 Abóbada craniana • C2 Abóbada
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Exames de Movimento Quadro 1: Dermátomos por raiz nervosa • C1 Abóbada craniana • C2 Abóbada
Exames de Movimento Quadro 1: Dermátomos por raiz nervosa • C1 Abóbada craniana • C2 Abóbada
Exames de Movimento Quadro 1: Dermátomos por raiz nervosa • C1 Abóbada craniana • C2 Abóbada
Exames de Movimento Quadro 1: Dermátomos por raiz nervosa • C1 Abóbada craniana • C2 Abóbada
Exames de Movimento Quadro 1: Dermátomos por raiz nervosa • C1 Abóbada craniana • C2 Abóbada

• C1 Abóbada craniana • C2 Abóbada craniana e face • C3 Lateral de pescoço • C4 Lateral dos ombros • C5 Lateral de ombro, braço e antebraço até eminência tênar • C6 Lateral de ombro, braço, antebraço e, na mão, envolve os dois primeiros dedos • C7 Posterior de ombro, braço, antebraço e dos três primeiros dedos • C8 Anteromedial de mão e dois últimos dedos • T1 Medial de antebraço • T2 a L2 Alternam dermátomos no tronco e abdome, as raízes pares à esquerda, as ímpares à direita • L3 Anterolateral de coxa até o joelho • L4 Posteromedial de coxa, perna e pé, até o I dedo • L5 Anterolateral de perna e 4 últimos dedos • S1 Lateral de perna e pé e sola do pé • S2 Sola do calcanhar

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Exames de Movimento Quadro 1: Dermátomos por raiz nervosa • C1 Abóbada craniana • C2 Abóbada

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Exames de Movimento

Quadro 2: Miótomos por raiz nervosa

Exames de Movimento Quadro 2: Miótomos por raiz nervosa • C1-C2 Flexão de pescoço • C3
Exames de Movimento Quadro 2: Miótomos por raiz nervosa • C1-C2 Flexão de pescoço • C3
Exames de Movimento Quadro 2: Miótomos por raiz nervosa • C1-C2 Flexão de pescoço • C3
Exames de Movimento Quadro 2: Miótomos por raiz nervosa • C1-C2 Flexão de pescoço • C3
Exames de Movimento Quadro 2: Miótomos por raiz nervosa • C1-C2 Flexão de pescoço • C3
Exames de Movimento Quadro 2: Miótomos por raiz nervosa • C1-C2 Flexão de pescoço • C3
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• C1-C2 Flexão de pescoço • C3 Flexão lateral de pescoço • C4 Elevação de ombros • C5 Abdução de ombros • C6 Flexão de cotovelo e extensão de punho • C7 Extensão de cotovelo e flexão de punho • C8 Extensão do polegar e desvio ulnar • T1 Abdução de dedos • T2 a T12 Músculos torácicos e abdominais, exceto o diafragma • L1 – L2 Flexão de quadril • L3 Extensão de joelho • L4 Dorsiflexão • L5 Extensão do polegar • S1 Flexão plantar • S2 – S3 Flexão de joelho

Por outro lado, McKenzie descreve movimentos que podem descomprimir a raiz nervosa. Na coluna cervical são os movimentos de retração associada ou não à extensão. Na coluna torácica é a extensão (McKENZIE, 1998). Na coluna lombar os movimentos são extensão e desvio lateral da pelve contralateral ao sintoma (McKENZIE, 1997).

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Exames de Movimento Quadro 2: Miótomos por raiz nervosa • C1-C2 Flexão de pescoço • C3

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Exames de Movimento Quadro 2: Miótomos por raiz nervosa • C1-C2 Flexão de pescoço • C3

Síndromes facetarias

Síndromes facetarias As síndromes facetarias são a inflamação ou edema das estruturas das articulações zigoapofisárias, em
Síndromes facetarias As síndromes facetarias são a inflamação ou edema das estruturas das articulações zigoapofisárias, em
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Síndromes facetarias As síndromes facetarias são a inflamação ou edema das estruturas das articulações zigoapofisárias, em
Síndromes facetarias As síndromes facetarias são a inflamação ou edema das estruturas das articulações zigoapofisárias, em

As síndromes facetarias são a inflamação ou edema das estruturas das articulações zigoapofisárias, em qualquer um dos segmentos da coluna vertebral. Seu tratamento envolve correção da postura para reduzir o estresse na região lombar e na cervical, modificação da atividade, Fisioterapia e medicamentos. A cirurgia de bloqueio facetário é efetiva, mas possui até 50% de recidiva (SILVA et al, 2011).

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Síndromes facetarias As síndromes facetarias são a inflamação ou edema das estruturas das articulações zigoapofisárias, em

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Síndromes facetarias As síndromes facetarias são a inflamação ou edema das estruturas das articulações zigoapofisárias, em
Cervicalgia Cervicalgia é a dor local na coluna cervical, podendo ir até o ângulo inferior da
Cervicalgia Cervicalgia é a dor local na coluna cervical, podendo ir até o ângulo inferior da
Cervicalgia Cervicalgia é a dor local na coluna cervical, podendo ir até o ângulo inferior da
Cervicalgia Cervicalgia é a dor local na coluna cervical, podendo ir até o ângulo inferior da
Cervicalgia Cervicalgia é a dor local na coluna cervical, podendo ir até o ângulo inferior da
Cervicalgia Cervicalgia é a dor local na coluna cervical, podendo ir até o ângulo inferior da
Cervicalgia Cervicalgia é a dor local na coluna cervical, podendo ir até o ângulo inferior da
Cervicalgia Cervicalgia é a dor local na coluna cervical, podendo ir até o ângulo inferior da
Cervicalgia Cervicalgia é a dor local na coluna cervical, podendo ir até o ângulo inferior da
Cervicalgia Cervicalgia é a dor local na coluna cervical, podendo ir até o ângulo inferior da
Cervicalgia Cervicalgia é a dor local na coluna cervical, podendo ir até o ângulo inferior da
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Cervicalgia Cervicalgia é a dor local na coluna cervical, podendo ir até o ângulo inferior da
Cervicalgia Cervicalgia é a dor local na coluna cervical, podendo ir até o ângulo inferior da
Cervicalgia Cervicalgia é a dor local na coluna cervical, podendo ir até o ângulo inferior da
Cervicalgia Cervicalgia é a dor local na coluna cervical, podendo ir até o ângulo inferior da
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Cervicalgia Cervicalgia é a dor local na coluna cervical, podendo ir até o ângulo inferior da
Cervicalgia Cervicalgia é a dor local na coluna cervical, podendo ir até o ângulo inferior da

Cervicalgia

Cervicalgia é a dor local na coluna cervical, podendo ir até o ângulo inferior da escápula. A cervicobraquialgia é a dor na coluna cervical que irradia para o membro superior (MS), atingindo regiões distais, abaixo do cotovelo (McKENZIE, 1998).

Na ausência de traumas, má formações, infecções e episódios agudos de travamento articular, tais acometimentos podem surgir em qualquer momento do processo de degeneração articular da coluna cervical, principalmente nos níveis C5/6 e C6/7. Durante este processo, ocorrem, nesta ordem, os seguintes eventos (SALTER, 2001): 1. Degeneração inicial do núcleo pulposo; 2. Instabilidade segmentar; 3. Estreitamento segmentar; 4. Doença degenerativa articular nas articulações facetárias posteriores; 5. Espondilose (degeneração do disco ou da coluna vertebral); 6. Espondilólise (fratura do pedículo vertebral); 7. Espondilolistese (fratura do pedículo vertebral com deslocamento).

Mas, não apenas condições articulares e do disco intervertebral são geradoras de dor, lesões de partes moles, como distensões e tendinoses podem ser causadoras de cervicalgias. Da mesma forma, condições psicossociais podem influenciar em sua intensidade (MAGEE, 2010).

A partir do momento em que ocorre a instabilidade da articulação o corpo reage com a formação de oteófitos, que podem ou não estar associados à dor, embora nunca sejam a fonte desta (SALTER, 2001).

Além da dor, os sintomas podem envolver limitação de movimento, principalmente rotação e flexão lateral, crepitações e possibilidade de comprometimento neurológico de MS. No entanto, é importante que se exclua as possibilidades de lesões de vias aéreas superiores e esôfago, angina, infarto do miocárdio, oclusão da artéria carótida, neoplasias e compressão do nervo ulnar no cotovelo e do mediano no punho (MAGEE, 2010).

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Cervicalgia Cervicalgia é a dor local na coluna cervical, podendo ir até o ângulo inferior da

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Cervicalgia Cervicalgia é a dor local na coluna cervical, podendo ir até o ângulo inferior da
Cervicalgia A partir do momento em que ocorre a instabilidade da articulação o corpo reage com
Cervicalgia A partir do momento em que ocorre a instabilidade da articulação o corpo reage com
Cervicalgia A partir do momento em que ocorre a instabilidade da articulação o corpo reage com
Cervicalgia A partir do momento em que ocorre a instabilidade da articulação o corpo reage com
Cervicalgia A partir do momento em que ocorre a instabilidade da articulação o corpo reage com
Cervicalgia A partir do momento em que ocorre a instabilidade da articulação o corpo reage com
Cervicalgia A partir do momento em que ocorre a instabilidade da articulação o corpo reage com
Cervicalgia A partir do momento em que ocorre a instabilidade da articulação o corpo reage com
Cervicalgia A partir do momento em que ocorre a instabilidade da articulação o corpo reage com
Cervicalgia A partir do momento em que ocorre a instabilidade da articulação o corpo reage com
Cervicalgia A partir do momento em que ocorre a instabilidade da articulação o corpo reage com
Cervicalgia A partir do momento em que ocorre a instabilidade da articulação o corpo reage com
Cervicalgia A partir do momento em que ocorre a instabilidade da articulação o corpo reage com
Cervicalgia A partir do momento em que ocorre a instabilidade da articulação o corpo reage com
Cervicalgia A partir do momento em que ocorre a instabilidade da articulação o corpo reage com
Cervicalgia A partir do momento em que ocorre a instabilidade da articulação o corpo reage com
Cervicalgia A partir do momento em que ocorre a instabilidade da articulação o corpo reage com
Cervicalgia A partir do momento em que ocorre a instabilidade da articulação o corpo reage com
Cervicalgia A partir do momento em que ocorre a instabilidade da articulação o corpo reage com
Cervicalgia A partir do momento em que ocorre a instabilidade da articulação o corpo reage com

Cervicalgia

A partir do momento em que ocorre a instabilidade da articulação o corpo reage com a formação de oteófitos, que podem ou não estar associados à dor, embora nunca sejam a fonte desta (SALTER, 2001).

Além da dor, os sintomas podem envolver limitação de movimento, principalmente rotação e flexão lateral, crepitações e possibilidade de comprometimento neurológico de MS. No entanto, é importante que se exclua as possibilidades de lesões de vias aéreas superiores e esôfago, angina, infarto do miocárdio, oclusão da artéria carótida, neoplasias e compressão do nervo ulnar no cotovelo e do mediano no punho (MAGEE, 2010).

Para Magee (2010), durante a avaliação alguns pontos de seu histórico são relevantes, em especial o mecanismo associado ao surgimento da dor, sua severidade, as atividades laborais e recreativas que ele pratica, movimentos que aumentam ou diminuem os sintomas, se há dor na

cabeça, dificuldade para dormir, respirar ou deglutir. Na observação, deve se atentar para a postura assentada e em pé, de forma a identificar assimetrias.

Acompanhar o trajeto da dor e os locais em que ela tem maior intensidade pode ajudar a identificar uma radiculopatia. Neste caso, a dor será abaixo do cotovelo, com maior intensidade distal, e, muito provavelmente, seguindo os dermátomos das raízes C5 a C7. A dor de cabeça cervicogênica também é mais intensa na cabeça que na cervical, e envolve as raízes C1 a C4.

O exame clínico deve abranger os movimentos ativos de rotação, flexão e extensão, seguidos de retração. Caso não haja mudança de sintomas com a execução repetida de movimentos de retração, deve-se tentar o movimento de protrusão. Caso o trainee esteja apresentando episódio de torcicolo agudo, a posição deitada em prono com hiperextensão da cervical pode ser benéfica (McKEZIE, 1998).

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Cervicalgia A partir do momento em que ocorre a instabilidade da articulação o corpo reage com

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Cervicalgia A partir do momento em que ocorre a instabilidade da articulação o corpo reage com
Cervicalgia Não havendo nenhum tipo de alívio nestes movimentos, o trainee deve ser encaminhado para avaliação
Cervicalgia Não havendo nenhum tipo de alívio nestes movimentos, o trainee deve ser encaminhado para avaliação
Cervicalgia Não havendo nenhum tipo de alívio nestes movimentos, o trainee deve ser encaminhado para avaliação
Cervicalgia Não havendo nenhum tipo de alívio nestes movimentos, o trainee deve ser encaminhado para avaliação
Cervicalgia Não havendo nenhum tipo de alívio nestes movimentos, o trainee deve ser encaminhado para avaliação
Cervicalgia Não havendo nenhum tipo de alívio nestes movimentos, o trainee deve ser encaminhado para avaliação
Cervicalgia Não havendo nenhum tipo de alívio nestes movimentos, o trainee deve ser encaminhado para avaliação
Cervicalgia Não havendo nenhum tipo de alívio nestes movimentos, o trainee deve ser encaminhado para avaliação
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Cervicalgia Não havendo nenhum tipo de alívio nestes movimentos, o trainee deve ser encaminhado para avaliação
Cervicalgia Não havendo nenhum tipo de alívio nestes movimentos, o trainee deve ser encaminhado para avaliação
Cervicalgia Não havendo nenhum tipo de alívio nestes movimentos, o trainee deve ser encaminhado para avaliação
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Cervicalgia Não havendo nenhum tipo de alívio nestes movimentos, o trainee deve ser encaminhado para avaliação
Cervicalgia Não havendo nenhum tipo de alívio nestes movimentos, o trainee deve ser encaminhado para avaliação

Cervicalgia

Não havendo nenhum tipo de alívio nestes movimentos, o trainee deve ser encaminhado para avaliação de um Fisioterapeuta e/ou Ortopedista. Sob nenhuma circunstância a manipulação da coluna cervical, ou seja, sua movimentação forçada e rápida em pequena amplitude (MAITLAND et al, 2007), deve ser executada por uma pessoa que não tenha o treinamento necessário. Esta manobra, sem os devidos testes especiais preliminares pode, inclusive, desencadear sangramento ou hipóxia intracraniana (MAKOFSKY; TARANTO, 2006). Por fim, o Profissional de Educação

Física tem plenas condições de verificar se a origem da dor é realmente a Coluna Cervical! Para isto, ele tem de verificar a possibilidade de acometimento da articulação temporomandibular (ATM), que se evidencia quando há abertura assimétrica da boca; do ombro, que se evidencia com alterações do ritmo escapuloumeral. Sintomas distais, envolvendo cotovelo e complexo punho mão, são excluídos de causadores de sintomas quando o movimento do pescoço altera o padrão e intensidade da dor (MAGEE, 2010).

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Cervicalgia Não havendo nenhum tipo de alívio nestes movimentos, o trainee deve ser encaminhado para avaliação

Organização:

Cervicalgia Não havendo nenhum tipo de alívio nestes movimentos, o trainee deve ser encaminhado para avaliação
Síndrome cruzada de ombros Desequilíbrio causado pela hiperativação de trapézio superior, peitorais, elevador de escápula e
Síndrome cruzada de ombros Desequilíbrio causado pela hiperativação de trapézio superior, peitorais, elevador de escápula e
Síndrome cruzada de ombros Desequilíbrio causado pela hiperativação de trapézio superior, peitorais, elevador de escápula e
Síndrome cruzada de ombros Desequilíbrio causado pela hiperativação de trapézio superior, peitorais, elevador de escápula e
Síndrome cruzada de ombros Desequilíbrio causado pela hiperativação de trapézio superior, peitorais, elevador de escápula e
Síndrome cruzada de ombros Desequilíbrio causado pela hiperativação de trapézio superior, peitorais, elevador de escápula e
Síndrome cruzada de ombros Desequilíbrio causado pela hiperativação de trapézio superior, peitorais, elevador de escápula e
Síndrome cruzada de ombros Desequilíbrio causado pela hiperativação de trapézio superior, peitorais, elevador de escápula e
Síndrome cruzada de ombros Desequilíbrio causado pela hiperativação de trapézio superior, peitorais, elevador de escápula e
Síndrome cruzada de ombros Desequilíbrio causado pela hiperativação de trapézio superior, peitorais, elevador de escápula e
Síndrome cruzada de ombros Desequilíbrio causado pela hiperativação de trapézio superior, peitorais, elevador de escápula e
Síndrome cruzada de ombros Desequilíbrio causado pela hiperativação de trapézio superior, peitorais, elevador de escápula e
Síndrome cruzada de ombros Desequilíbrio causado pela hiperativação de trapézio superior, peitorais, elevador de escápula e
Síndrome cruzada de ombros Desequilíbrio causado pela hiperativação de trapézio superior, peitorais, elevador de escápula e
Síndrome cruzada de ombros Desequilíbrio causado pela hiperativação de trapézio superior, peitorais, elevador de escápula e
Síndrome cruzada de ombros Desequilíbrio causado pela hiperativação de trapézio superior, peitorais, elevador de escápula e
Síndrome cruzada de ombros Desequilíbrio causado pela hiperativação de trapézio superior, peitorais, elevador de escápula e
Síndrome cruzada de ombros Desequilíbrio causado pela hiperativação de trapézio superior, peitorais, elevador de escápula e
Síndrome cruzada de ombros Desequilíbrio causado pela hiperativação de trapézio superior, peitorais, elevador de escápula e
Síndrome cruzada de ombros Desequilíbrio causado pela hiperativação de trapézio superior, peitorais, elevador de escápula e

Síndrome cruzada de ombros

Desequilíbrio causado pela hiperativação de trapézio superior, peitorais, elevador de escápula e esternocleidomastoideo. Na observação o trainee pode apresentar protrusão de ombros e cabeça e rotação medial de ombros (NORKIN; LEVANGIE, 2001). Pode gerar dor na cervical com foco em trapézio superior, principalmente por causa das alterações do ritmo escapuloumeral.

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Síndrome cruzada de ombros Desequilíbrio causado pela hiperativação de trapézio superior, peitorais, elevador de escápula e

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Síndrome cruzada de ombros Desequilíbrio causado pela hiperativação de trapézio superior, peitorais, elevador de escápula e
Lombalgia Lombalgia é a dor local na coluna lombar, podendo ir até o ângulo inferior da
Lombalgia Lombalgia é a dor local na coluna lombar, podendo ir até o ângulo inferior da
Lombalgia Lombalgia é a dor local na coluna lombar, podendo ir até o ângulo inferior da
Lombalgia Lombalgia é a dor local na coluna lombar, podendo ir até o ângulo inferior da
Lombalgia Lombalgia é a dor local na coluna lombar, podendo ir até o ângulo inferior da
Lombalgia Lombalgia é a dor local na coluna lombar, podendo ir até o ângulo inferior da
Lombalgia Lombalgia é a dor local na coluna lombar, podendo ir até o ângulo inferior da
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Lombalgia Lombalgia é a dor local na coluna lombar, podendo ir até o ângulo inferior da

Lombalgia

Lombalgia é a dor local na coluna lombar, podendo ir até o ângulo inferior da escápula. A lombociatalgia é a dor na coluna lombar que irradia para o membro inferior (MI), atingindo regiões distais, abaixo do joelho (McKENZIE, 1997). O principal mecanismo é a espondilose, degeneração da articulação zigoapofisária e disfunções musculares (MAGEE, 2010).

No caso da espondilose, seu auge é a hérnia de disco, em seus diferentes níveis: 1. Protrusão, deslocamento do núcleo pulposo para dentro do anel fibroso; 2. Prolapso, deslocamento do núcleo pulposo para o canal medular sem a ruptura do anel fibroso; 3. Extrusão, deslocamento do núcleo pulposo para o canal medular com ruptura do anel fibroso; 4. Sequestro, cicatrização de fragmento do disco intervertebral dentro do canal medular (SALTER, 2001). Por muito tempo acreditou-se que a redução do deslocamento do núcleo pulposo era a chave do tratamento para as hérnias (McKENZIE, 1997), no entanto, hoje

sabe-se que o mecanismo está mais relacionado a alterações de pontos de maior sensibilidade dolorosa e a melhora da estabilização lombopélvica e do core (STANDAERT; HERRING,

2007).

Além da dor, a lombalgia pode estar associada à limitação de movimento, principalmente flexão e flexão lateral, crepitações e possibilidade de comprometimento neurológico de MI (MAGEE, 2010).

Tal qual a avaliação da cervicalgia, Magee (2010) sugere pontos de maior relevância no histórico, em especial o mecanismo associado ao surgimento da dor, sua severidade, as atividades laborais e recreativas que ele pratica, movimentos que aumentam ou diminuem os sintomas, se há dor bilateral, dificuldade para dormir, evacuar ou urinar. Na observação, deve se atentar para o biótipo, marcha, postura assentada e em pé e presença de assimetrias.

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Lombalgia Lombalgia é a dor local na coluna lombar, podendo ir até o ângulo inferior da

Organização:

Lombalgia Lombalgia é a dor local na coluna lombar, podendo ir até o ângulo inferior da

Lombalgia

Lombalgia Caso o trainee, na observação, apresente algum desvio lateral de coluna lombar e/ ou torácica,
Lombalgia Caso o trainee, na observação, apresente algum desvio lateral de coluna lombar e/ ou torácica,
Lombalgia Caso o trainee, na observação, apresente algum desvio lateral de coluna lombar e/ ou torácica,
Lombalgia Caso o trainee, na observação, apresente algum desvio lateral de coluna lombar e/ ou torácica,
Lombalgia Caso o trainee, na observação, apresente algum desvio lateral de coluna lombar e/ ou torácica,
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Caso o trainee, na observação, apresente algum desvio lateral de coluna lombar e/ ou torácica, torna-se necessário que se observe se tal escoliose é estrutural ou funcional. Tal avaliação, feita através da verificação da gibosidade, indica se a escoliose é passível de tratamento, ou seja, funcional, ou não, ou seja, estrutural (NORKIN; LEVANGIE, 2001) O exame clínico deve abranger os movimentos ativos de flexão e extensão. Caso não haja mudança de sintomas com a execução repetida de movimentos de extensão, deve-se tentar o movimento de deslocamento lateral da pelve na direção contralateral à dor (McKEZIE, 1997). O Profissional de Educação Física tem plenas condições de verificar se a origem da dor é realmente a Coluna Lombar! Para isto, ele tem de verificar a possibilidade de acometimento da articulação sacroilíca, que se evidencia quando há instabilidade no ritmo lombopélvico; do quadril, joelho ou tornozelo-pé que se evidenciam com a perda de ADM (MAGEE, 2010).

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Lombalgia Caso o trainee, na observação, apresente algum desvio lateral de coluna lombar e/ ou torácica,

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Síndrome pélvica cruzada Causada pela hiperatividade de flexores de quadril e extensores lombares associado à inibição
Síndrome pélvica cruzada Causada pela hiperatividade de flexores de quadril e extensores lombares associado à inibição
Síndrome pélvica cruzada Causada pela hiperatividade de flexores de quadril e extensores lombares associado à inibição
Síndrome pélvica cruzada Causada pela hiperatividade de flexores de quadril e extensores lombares associado à inibição
Síndrome pélvica cruzada Causada pela hiperatividade de flexores de quadril e extensores lombares associado à inibição
Síndrome pélvica cruzada Causada pela hiperatividade de flexores de quadril e extensores lombares associado à inibição
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Síndrome pélvica cruzada Causada pela hiperatividade de flexores de quadril e extensores lombares associado à inibição

Síndrome pélvica cruzada

Causada pela hiperatividade de flexores de quadril e extensores lombares associado à inibição de extensores de quadril e abdominais. Implica em hiperlordose associada à anteversão pélvica (NORKIN; LEVANGIE, 2001). Pode causar dor em decorrência das alterações do ritmo lombopélvico e do excesso de compressão no aspecto anterior do disco intervertebral lombar.

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Síndrome pélvica cruzada Causada pela hiperatividade de flexores de quadril e extensores lombares associado à inibição

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Síndrome pélvica cruzada Causada pela hiperatividade de flexores de quadril e extensores lombares associado à inibição
Síndrome de abdução do quadril Caracteriza-se por hiperatividade de adutores de quadril, tensor da fáscia lata
Síndrome de abdução do quadril Caracteriza-se por hiperatividade de adutores de quadril, tensor da fáscia lata
Síndrome de abdução do quadril Caracteriza-se por hiperatividade de adutores de quadril, tensor da fáscia lata
Síndrome de abdução do quadril Caracteriza-se por hiperatividade de adutores de quadril, tensor da fáscia lata
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Síndrome de abdução do quadril Caracteriza-se por hiperatividade de adutores de quadril, tensor da fáscia lata

Síndrome de abdução do quadril

Caracteriza-se por hiperatividade de adutores de quadril, tensor da fáscia lata e quadrado lombar, associado à inibição de glúteo médio e rotadores laterais de quadril. Durante a observação, o trainee pode apresentar anteroversão pélvica, elevação da pelve do lado afetado, rotação medial de quadril e pronação do pé, mais acentuada contralateral à síndrome (LIMA, 2017).

Conteúdo:

Síndrome de abdução do quadril Caracteriza-se por hiperatividade de adutores de quadril, tensor da fáscia lata

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Síndrome de abdução do quadril Caracteriza-se por hiperatividade de adutores de quadril, tensor da fáscia lata
Tratamento: perspectivas para o Profissional de Educação Física Independente do acometimento ser cervical ou lombar, o
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Tratamento: perspectivas para o Profissional de Educação Física

Independente do acometimento ser cervical ou lombar, o primeiro ponto que o Profissional de Educação Física deve se atentar é ao repouso relativo, ou seja, suspender as atividades e movimentos que causam os sintomas (SALTER, 2001). McGill (2017) apresentou um guia para o tratamento da dor de coluna por Profissionais de Educação Física. Tal guia inicia-se com a premissa de que o trainee, mesmo com dor, pode ser treinado, desde que respeitado o repouso relativo. A avaliação cinética funcional deve levar o Profissional a estabelecer as alterações de movimento e postura que estão relacionadas à dor. Como o tratamento destas alterações estão relacionadas a inibição de músculos hiperativos e ativação e fortalecimento de músculos inibidos, ele pode e deve ser executado pelo Profissional de Educação Física. Com isto, é possível propor uma sequência de atividades com movimentos que não são dolorosos, bem como estabelecer como progredir tais atividades.

Adicionalmente, ressalta-se que atividades muito específicas para o tratamento da coluna vertebral têm sido questionadas pela literatura. Isto vale tanto para movimentos específicos para a coluna cervical (PRUSHANSKY; DVIR, 2008), quanto para atividades voltadas exclusivamente para a estabilização do core no tratamento da coluna lombar (EKSTROM et al, 2007). Assim, nada melhor do que avaliar o seu trainee sob uma perspectiva global, de forma a localizar os problemas locais, corrigi-los e verificar qual foi o impacto sobre o todo de tal correção, ou seja, use o conceito de global-local- global (LIMA, 2017).

Tratamento: perspectivas para o Profissional de Educação Física Independente do acometimento ser cervical ou lombar, o

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Referências

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