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NORMA ABNT NBR

BRASILEIRA 15963
Primeira edição
13.07.2011

Válida a partir de
13.08.2011

Alumínio e suas ligas — Chapa lavrada para piso


— Requisitos
Aluminium and its alloys — Tread sheet — Requirements
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ICS 77.120.10 ISBN 978-85-07-02899-4

Número de referência
ABNT NBR 15963:2011
12 páginas

© ABNT 2011
ABNT NBR 15963:2011
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ABNT NBR 15963:2011

Sumário Página

Prefácio ...............................................................................................................................................iv
1 Escopo ...............................................................................................................................1
2 Referências normativas .....................................................................................................1
3 Termos e definições ...........................................................................................................1
4 Requisitos ...........................................................................................................................1
4.1 Fabricação ..........................................................................................................................1
4.2 Acabamento ........................................................................................................................2
4.3 Composição química .........................................................................................................2
4.4 Propriedades mecânicas ...................................................................................................3
4.5 Resistência ao dobramento ..............................................................................................5
4.6 Tolerâncias dimensionais ..................................................................................................5
4.6.1 Altura das gravações .........................................................................................................5
4.6.2 Espessura nominal da base ..............................................................................................5
4.6.3 Largura e comprimento .....................................................................................................5
4.6.4 Desvio lateral ......................................................................................................................6
4.6.5 Desvio da planicidade........................................................................................................6
4.6.6 Esquadro .............................................................................................................................7
4.7 Determinação do coeficiente de atrito .............................................................................7
4.8 Repetição dos ensaios ......................................................................................................7
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5 Embalagem ........................................................................................................................7
Anexo A (normativo) Determinação do coeficiente de atrito ............................................................8
A.1 Princípio ..............................................................................................................................8
A.2 Aparelhagem.......................................................................................................................8
A.3 Preparação dos corpos de prova......................................................................................8
A.4 Procedimento .....................................................................................................................8
A.4.1 Preparação do aparelho e ajuste ......................................................................................8
A.4.2 Determinação do coeficiente ............................................................................................9
A.5 Expressão dos resultados...............................................................................................10
A.6 Relatório de ensaio ..........................................................................................................10
Anexo B (informativo) Dados para as informações de encomenda ...............................................12

Figuras
Figura 1 – Cinco barras.......................................................................................................................2
Figura 2 – Diamante ............................................................................................................................2
Figura 3 – Desvio lateral .....................................................................................................................6

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ABNT NBR 15963:2011

Tabelas
Tabela 1 – Propriedades mecânicas ..................................................................................................3
Tabela 2 – Tolerâncias nas alturas das gravações ...........................................................................5
Tabela 3 – Tolerâncias nas espessuras da base das gravações .....................................................5
Tabela 4 – Tolerâncias de largura e comprimento das chapas .......................................................6
Tabela 5 – Tolerância de planicidade .................................................................................................6
Tabela 6 – Tolerâncias de esquadro ...................................................................................................7
Figura A.1 – Vista geral esquematizada do deslizador ..................................................................10
Figura A.2 – Dispositivo de medição do deslizador .......................................................................11
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Prefácio

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Foro Nacional de Normalização. As Normas


Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB), dos Organismos
de Normalização Setorial (ABNT/ONS) e das Comissões de Estudo Especiais (ABNT/CEE), são
elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos,
delas fazendo parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros).

Os Documentos Técnicos ABNT são elaborados conforme as regras da Diretiva ABNT, Parte 2.

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) chama atenção para a possibilidade de que
alguns dos elementos deste documento podem ser objeto de direito de patente. A ABNT não deve ser
considerada responsável pela identificação de quaisquer direitos de patentes.

A ABNT NBR 15693 foi elaborada no Comitê Brasileiro do Alumínio (ABNT/CB-35), pela Comissão de
Estudo de Produtos Laminados (CE-35:000.04). O Projeto circulou em Consulta Nacional conforme
Edital nº 04, de 01.04.2011 a 06.06.2011, com o número de Projeto 35:00.04-012.

O Escopo desta Norma Brasileira em inglês é o seguinte:

Scope
This Standard establishes the requirements for tread sheets of aluminium alloys used on floors.
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Alumínio e suas ligas — Chapa lavrada para piso — Requisitos

1 Escopo
Esta Norma estabelece os requisitos para a fabricação de chapa lavrada de ligas de alumínio utilizada
em pisos.

2 Referências normativas
Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento. Para referên-
cias datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas, aplicam-se as
edições mais recentes do referido documento (incluindo emendas).

ABNT NBR 6599, Alumínio e suas ligas – Processos e produtos – Terminologia

ABNT NBR 7549, Alumínio e suas ligas – Produtos laminados, extrudados e fundidos – Ensaio de
tração

ABNT NBR 7556, Alumínio e suas ligas – Chapas – Requisitos

ABNT NBR 14070, Alumínio e suas ligas – Métodos de análises químicas

ABNT NBR 14939, Amostragem do alumínio e suas ligas para análise espectroquímica
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ABNT NBR ISO 209, Alumínio e suas ligas – Composição química

ASTM G66, Standard test method for visual assessment of exfoliation corrosion susceptibility of 5xxx
series aluminium alloys (ASSET test)

3 Termos e definições
Para os efeitos deste documento, aplicam-se os termos e definições da ABNT NBR 6599.

3.1
chapa lavrada
chapa laminada plana, com modificação geométrica de um lado da superfície submetendo o material
à operação de gravação com desenho apropriado

3.2
espessura da base
espessura da chapa fora da área gravada, não incluindo a altura do desenho gravado

4 Requisitos
4.1 Fabricação

Os produtos referidos nesta Norma devem ser fabricados por laminação a quente ou a frio, com ou
sem tratamento térmico posterior, e atender aos requisitos da ABNT NBR 7556.

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4.2 Acabamento

O material deve ser fornecido com acabamento superficial bruto de laminação, cujos desenhos mais
comuns e suas designações padronizadas são mostrados nas Figuras 1 e 2. Podem existir outros
formatos e designações.

Figura 1 – Cinco barras


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Figura 2 – Diamante
4.3 Composição química

4.3.1 A composição química e a densidade das ligas 3004, 3104, 3105, 5052, 5083, 5086 e 5754 de-
vem estar de acordo com a ABNT NBR ISO 209, sendo que o fabricante deve garantir que o material
atenda aos requisitos da composição química, analisando amostras retiradas quando do vazamento
das placas ou bobinas retiradas do produto acabado ou semiacabado, conforme especificado nas
ABNT NBR 14070 e ABNT NBR 14939.

4.3.2 Se as amostras forem retiradas durante o vazamento do metal, deve-se tirar pelo menos uma
amostra para cada vazamento proveniente da mesma fonte do metal em fusão.

4.3.3 Se as amostras forem retiradas do produto acabado, deve-se tirar uma amostra representativa
para cada 2 000 kg ou fração de material do lote. Entretanto, não se exige que seja retirada mais do
que uma amostra por bobina.

4.3.4 O corpo de prova para análise química deve ser obtido por meio de equipamento adequado,
sem uso de lubrificante. O corpo de prova deve ser submetido à ação de um ímã, a fim de eliminar
eventuais partículas de aço provenientes da ferramenta usada. O corpo de prova deve ter a massa
mínima de 75 g.

4.3.5 O corpo de prova para análise espectroquímica deve ser apropriado à forma do material anali-
sado e ao método de análise usado.

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4.4 Propriedades mecânicas

As propriedades mecânicas do material devem estar de acordo com a Tabela 1. Os corpos de prova
devem ser retangulares, retirados paralelamente à direção de laminação de pelo menos uma amostra
por lote e ensaiados conforme a ABNT NBR 7549, sem a remoção da gravação.

Tabela 1 – Propriedades mecânicas


Limite de
Espessura Limite de
resistência à Alongamento Raio de
nominal da escoamento
Liga Têmpera tração mínimo dobramento
base (e) mínimo
MPa % a 90°
mm MPa
Mínimo Máximo
1,2 ≤ e ≤ 1,5 95 130 35 10 0,5e
H114 1,5 < e ≤ 3,0 95 130 35 10 1e
3,0 < e ≤ 6,0 95 130 35 10 1e
1,2 ≤ e ≤ 1,5 140 180 115 2 1e
3003 H154 1,5 < e ≤ 3,0 140 180 115 2 1,25e
3,0 < e ≤ 6,0 140 180 115 2 1,5e
1,2 ≤ e ≤ 1,5 120 180 35 4 1e
H224 1,5 < e ≤ 3,0 120 180 35 4 1,25e
3,0 < e ≤ 6,0 120 180 35 4 2e
1,2 ≤ e ≤ 1,5 190 295 145 2 0,5e
H114 1,5 < e ≤ 3,0 190 295 145 2 1e
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3004 3,0 < e ≤ 6,0 190 295 145 2 1e


3104 1,2 ≤ e ≤ 1,5 200 280 150 4 0,5e
H314 1,5 < e ≤ 3,0 200 280 150 4 1e
3,0 < e ≤ 6,0 200 280 150 4 1e
1,2 ≤ e ≤ 1,5 130 190 105 1 1,5e
H114 1,5 < e ≤ 3,0 130 190 105 3 1e
3,0 < e ≤ 6,0 130 190 105 5 1e
1,2 ≤ e ≤ 1,5 220 – 200 1 2e
3105 H194 1,5 < e ≤ 3,0 220 – 200 1 2,5e
3,0 < e ≤ 6,0 220 – 200 2 4,5e
1,2 ≤ e ≤ 1,5 150 240 150 5 1e
H274 1,5 < e ≤ 3,0 150 240 150 5 1e
3,0 < e ≤ 6,0 – – – – –
1,2 £ e £ 1,5 170 215 65 19 0e
O 1,5 < e £ 3,0 170 215 65 19 0,5e
3,0 < e £ 6,0 170 215 65 19 1e
1,2 £ e £ 1,5 215 305 160 3 1,5e
5052 H114 1,5 < e £ 3,0 215 305 160 3 2e
3,0 < e £ 6,0 215 305 160 3 2e
1,2 £ e £ 1,5 215 285 160 6 0,5e
H314 1,5 < e £ 3,0 215 285 160 6 1e
3,0 < e £ 6,0 215 285 160 6 1e

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Tabela 1 (continuação)

Limite de
Espessura Limite de
resistência à Alongamento Raio de
nominal da escoamento
Liga Têmpera tração mínimo dobramento
base (e) mínimo
MPa % a 90°
mm MPa
Mínimo Máximo
1,2 ≤ e ≤ 1,5 275 350 125 6 2e
H114 1,5 < e ≤ 3,0 275 350 125 8 2e
3,0 < e ≤ 6,0 275 350 125 10 2,5e
1,2 ≤ e ≤ 1,5 305 - 215 3 3,5e
H116 a 1,5 < e ≤ 3,0 305 - 215 4 4e
3,0 < e ≤ 6,0 305 - 215 5 4,5e
5083
1,2 ≤ e ≤ 1,5 305 380 215 3 3,5e
H224 1,5 < e ≤ 3,0 305 380 215 4 4e
3,0 < e ≤ 6,0 305 380 215 5 4,5e
1,2 ≤ e ≤ 1,5 340 400 250 2 4e
H244 1,5 < e ≤ 3,0 340 400 250 2 4,5e
3,0 < e ≤ 6,0 340 400 250 3 5,5e
1,2 ≤ e ≤ 1,5 240 310 100 6 2e
H114 1,5 < e ≤ 3,0 240 310 100 8 2e
3,0 < e ≤ 6,0 240 310 100 10 2,5e
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1,2 ≤ e ≤ 1,5 275 - 195 3 3,5e


H116a 1,5 < e ≤ 3,0 275 - 195 4 4e
3,0 < e ≤ 6,0 275 - 195 5 4,5e
5086
1,2 ≤ e ≤ 1,5 275 340 185 3 3,5e
H224 1,5 < e ≤ 3,0 275 340 185 4 4e
3,0 < e ≤ 6,0 275 340 185 5 4,5e
1,2 ≤ e ≤ 1,5 300 360 220 2 4e
H244 1,5 < e ≤ 3,0 300 360 220 2 4,5e
3,0 < e ≤ 6,0 300 360 220 3 5,5e
1,2 ≤ e ≤ 1,5 190 260 80 8 1,5e
H114 1,5 < e ≤ 3,0 190 260 80 10 2e
3,0 < e ≤ 6,0 190 260 80 12 2e
1,2 ≤ e ≤ 1,5 220 275 130 4 2e
5754 H224 1,5 < e ≤ 3,0 220 275 130 6 2,5e
3,0 < e ≤ 6,0 220 275 130 8 2,5e
1,2 ≤ e ≤ 1,5 240 295 160 2 2,5e
H244 1,5 < e ≤ 3,0 240 295 160 3 3e
3,0 < e ≤ 6,0 240 295 160 4 3,5e
a Chapas nesta têmpera não podem ter evidência de corrosão exfoliante quando submetidas ao ensaio de suscetibilidade
de corrosão exfoliante acelerado conforme a ASTM G66.

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4.5 Resistência ao dobramento

As chapas devem ser capazes de suportar o ensaio de dobramento a 90° conforme especificado na
Tabela 1.

4.6 Tolerâncias dimensionais

4.6.1 Altura das gravações

As tolerâncias nas alturas das gravações devem estar de acordo com a Tabela 2 e respectivo desenho
ilustrativo.

Tabela 2 – Tolerâncias nas alturas das gravações

Espessura
Altura mínima da
Tipo de nominal da base
gravação (h)
gravação (e)
mm
mm
Figuras 1 e 2 1,2 ≤ e ≤ 6,0 0,8
h
e
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4.6.2 Espessura nominal da base

As tolerâncias da espessura nominal da base devem estar de acordo com a Tabela 3, devendo ser
retirada uma amostra por bobina ou a cada 500 m de chapas planas lineares ou na distância mais
próxima a 500 m, tal que se encaixe entre duas chapas.

Tabela 3 – Tolerâncias nas espessuras da base das gravações

Tolerâncias em
Espessura nominal função da largura
da base (e) (L)
mm mm
L ≤ 1 600
1,2 ≤ e ≤ 6,0 ± 10 %

4.6.3 Largura e comprimento

As tolerâncias de largura, para chapas planas e bobinas, e comprimento, apenas para chapas planas,
devem estar de acordo com a Tabela 4.

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Tabela 4 – Tolerâncias de largura e comprimento das chapas

Espessura nominal Largura (L) Comprimento (C)


da base (e) mm mm
mm L ≤ 1 600 C ≤ 2 000 2 000 < C ≤ 5 000 5 000 < C ≤ 9 000 C > 9 000
1,2 ≤ e ≤ 3,0 ± 2,0 ± 3,0 ± 4,0 ± 6,0 ± 7,0
3,0 < e ≤ 6,0 ± 3,0 ± 3,0 ± 4,0 ± 6,0 ± 7,0

4.6.4 Desvio lateral

O desvio lateral (d) em relação a qualquer trecho de 2 000 mm (L) deve ser medido conforme a Figura 3.

Para chapas em bobinas com largura de até 1 600 mm, o desvio lateral máximo não pode exceder
5 mm em qualquer lateral, com a chapa desenrolada e apoiada horizontalmente.

Para chapas planas, o desvio lateral máximo não pode exceder 0,3 % do comprimento L ≤ 2 000 mm.

Guia paralela
d

Lateral

Chapa
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Figura 3 – Desvio lateral


4.6.5 Desvio da planicidade

As tolerâncias do desvio da planicidade devem estar de acordo com a Tabela 5.

Tabela 5 – Tolerância de planicidade


Espessura nominal da base (e) Desvio total máximo no comprimento (f/C)
mm %
1,2 ≤ e ≤ 6,0 0,2

A A

A-A
f

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4.6.6 Esquadro

As tolerâncias do desvio do esquadro devem estar de acordo com a Tabela 6.

Tabela 6 – Tolerâncias de esquadro


Comprimento nominal (C) Tolerância para a largura nominal (L)
mm mm
L ≤ 1 000 1 000 < L ≤ 1 600
C ≤ 2 000 6 7
2 000 < C ≤ 3 500 8 10
C > 3 500 10 12
A

4.7 Determinação do coeficiente de atrito


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A determinação do coeficiente de atrito dinâmico deve obedecer ao ensaio constante no Anexo A e o


valor resultante deve ser maior ou igual a 0,4.
NOTA Esta determinação do coeficiente de atrito dinânimo esta de acordo com o Transport Road Research
Laboratory.

4.8 Repetição dos ensaios


Se qualquer amostra ensaiada conforme 4.3 a 4.6 não atender aos requisitos desta Norma, é permitido
efetuar mais um ensaio com o dobro do número inicial de amostras.

5 Embalagem
O material deve ser embalado de forma a não sofrer danos durante o manuseio e transporte, devendo
cada embalagem ser marcada de forma indelével com as seguintes informações:

a) tipo de liga e têmpera;

b) dimensões nominais (espessura, largura e comprimento ou diâmetros interno e externo da


bobina), em milímetros;

c) quantidade em massa (quilogramas) ou número de peças;

d) nome ou marca do fabricante;

e) número do lote.

O Anexo B fornece os dados para informações de encomenda.

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Anexo A
(normativo)

Determinação do coeficiente de atrito

A.1 Princípio
O coeficiente de atrito dinâmico é determinado por meio de um deslizador que se movimenta a
velocidade constante sobre uma superfície horizontal.

NOTA 1 A relação entre a força tangencial e a força vertical que agem sobre o elemento derrapante pode
ser medida em condições secas ou molhadas.

NOTA 2 Para uma rampa inclinada, o coeficiente de atrito é igual ao ângulo entre a rampa e a horizontal.

A.2 Aparelhagem
A.2.1 Deslizador motorizado que se movimenta sobre a superfície a ser ensaiada (ver Figuras A.1
a A.3).

A.2.2 Pé atritante de borracha carregado com uma carga fixa, que permite medir o coeficiente de
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atrito seco ou molhado.

A.3 Preparação dos corpos de prova


A.3.1 O corpo de prova é uma pista de chapa lavrada para piso sem uso com dimensões mínimas
de 250 mm × 1 000 mm.

A.3.2 Para os efeitos desta Norma, o líquido-padrão é 250 mL de água com três gotas de tensoativo.

A.4 Procedimento

A.4.1 Preparação do aparelho e ajuste

Referindo-se às Figuras A.1 a A.3, posicionar o aparelho sobre uma superfície plana, executando o
seguinte:

a) remover a tampa, girando a borboleta de fixação 90° em sentido anti-horário;

b) levantar o cabeçote de medição;

c) limpar o deslizador de borracha usando uma lixa de granulometria fina, não desgastando
excessivamente a peça de borracha;

d) abaixar o cabeçote de medição e colocar o deslizador na posição de repouso, cuidando para que
o pino esteja preso no arame de repouso;

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e) conectar o aparelho a uma fonte de eletricidade e iniciar a calibração;

f) retirar a haste de calibração da posição de repouso e soltar o parafuso que fixa a massa de
calibração;

g) passar a haste pelos orifícios da capa do transdutor;

h) fixar o transdutor completamente no cabeçote de medição;

i) colocar o interruptor de medição na posição de leitura, ajustando o zero no dial com o auxílio
do botão para este fim; este ajuste deve ser feito de forma que, em operação, seja utilizada uma
região além da metade do curso (cinco voltas);

j) desligar o interruptor de medição e prender a massa de calibração na haste, usando o cordão


disponível no aparelho;

k) religar o interruptor e verificar se, em ambas as escalas de medição, o indicado nelas é 1; caso
necessário, utilizar o trimmer (ajuste mecânico) para obter a leitura correta.

A zeragem e a calibração devem ser feitas diariamente ou quando do início de uma bateria de ensaios.

Se um sistema de aquisição de dados for utilizado, este também deve ser calibrado junto com o
aparelho.

A.4.2 Determinação do coeficiente


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Os seguintes procedimentos devem ser executados:

a) limpar a superfície a ser medida com álcool etílico comercial, para remover a presença de gordura;

b) posicionar o aparelho sobre a superfície a ser medida e ligar o interruptor de medição;

c) verificar o zero, usando a escala 0 – 1, com o deslizador na posição de repouso;

d) abaixar o deslizador até entrar em contato com a superfície a ser medida;

e) ligar o motor;

f) o equipamento deve percorrer uma distância mínima de 150 mm na direção transversal ao


sentido de laminação na superfície com relevo e os valores mínimo e máximo indicados devem
ser anotados;

g) desprezar os picos assinalados no gráfico;

h) repetir este procedimento mais duas vezes intercalando uma limpeza no deslizador, se necessário;

i) cada ciclo de medição deve ser executado em regiões diferentes da chapa;

j) proceder de maneira análoga sobre a superfície molhada com água.

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A.5 Expressão dos resultados


Expressar o resultado como a média dos valores mínimos de cada ciclo de medição executado em
superfície molhada.

A.6 Relatório de ensaio


O relatório deve conter as seguintes informações:

a) referência a esta Norma;

b) marca comercial do aparelho utilizado;

c) resultado conforme estabelecido em 4.7.

Lâmpadas
indicadoras Barra de calibração
Mudança de faixa Cobertura
Peso de calibração
Chave do motor
Medidor
Regulagem
mecânica Sinal de entrada

Indicador
Exemplar para uso exclusivo - Saurabh Singhania - (Pedido 637323 Impresso: 11/07/2017)

Controle de ligado
de zero Liga-Desliga

Regulagem Fusível com


do medidor indicador de folha
Controles de
calibração Entrada da rede
Unidade de
medição Fixação para
transporte

Figura A.1 – Vista geral esquematizada do deslizador

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ABNT NBR 15963:2011

Sensor Cabeçote
transdutor de medição
Carga
Superfície
Linear
Molas Bearings

Parafuso
de fixação
para transporte

Parada

Deslizador
Pivô

Figura A.2 – Dispositivo de medição do deslizador

Cabeçote
de medição
Carga

Capa
Exemplar para uso exclusivo - Saurabh Singhania - (Pedido 637323 Impresso: 11/07/2017)

Barra de calibração
em uso

Deslizador
Corda
Polia

Peso de calibração

Figura A.3 - Ajuste do deslizador

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ABNT NBR 15963:2011

Anexo B
(informativo)

Dados para as informações de encomenda

Recomenda-se que o pedido de compra das chapas contenha as seguintes informações:

a) forma do produto (chapa plana ou em bobina);

b) desenho do produto;

c) liga e têmpera;

d) dimensões nominais (espessura, largura e comprimento ou diâmetros interno e externo da


bobina), em milímetros;

e) quantidade (em massa ou número de peças);

f) se for exigido, relatório dos ensaios realizados.

NOTA 1 Se não for especificado em contrário no pedido de compra, o fabricante é responsável pelo
cumprimento de todos os ensaios constantes nesta Norma, podendo utilizar seu próprio laboratório ou
quaisquer outros apropriados.
Exemplar para uso exclusivo - Saurabh Singhania - (Pedido 637323 Impresso: 11/07/2017)

NOTA 2 Se o comprador desejar que o seu representante acompanhe os ensaios, antes da entrega,
recomenda-se que haja acordo prévio entre as partes e que o fato seja registrado no pedido de compra.

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