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Pergunta: poque alguns países investem mais do que outros e por que as pessoas destinam,

em alguns países, mais tempo ao aprendizado de novas tecnologias?

Possibilidades: geografia, cultura.

Contraponto: Coréias, Alemanhas. Hipótese de Olson: qualidade das instituições políticas


adotadas nos diferentes países importam para o investimento e as atividades inovadoras? Não
existe um “modelo canônico” que dê a resposta.

Decisão de investimento

- Análise de custo-benefício (F: custo de implantação, Pizão valor presente descontado do


fluxo de lucros)

Idem para tecnologias, e aquisição de habilidades dos indivíduos.

Um bom governo é aquele com instituições e infraestrutura social que maximizam (Pizão – F),
prospecto que facilitaria a tomada de decisão de investir.

Determinantes de F e Pizão

F:

Custos e tarifas (previstas e imprevistas) legais (ou não). Menores preocupações desse tipo em
países avançados.

Exemplo de De Soto: número de dias-homem necessários para implantar um negócio na


prática.

De maneira similar, o relatório do Banco Mundial captura esses custos como um percentual da
renda per capita. EUA (1,4%) Índia (50%) Nigéria (70%)

Pizão (Rentabilidade)

i) Tamanho do mercado: (o livro não fala diretamente mas pressupõe negócios onde
ocorrem) otimização através de ganhos de escala, exigindo um grande número de
consumidores
ii) Produtividade x Desvio: Roubo, corrupção, “proteção”, tributos, lobbies.
Consequências: funcionam como impostos, expropriando parte da receita;
Necessidade de investir em maneiras não relacionadas ao processo produtivo para
evitar o desvio – seguranças, advogados, etc. Grande poder do aparato estatal em
determinar os desvios.
iii) Estabilidade econômica: regras e instituições que mudam com frequência são mais
arricadas.

Empiricamente bons lugares possuem as características:


i) Instituições e leis favorecem a produção em relação ao desvio
ii) A economia é aberta ao comércio internacional e à concorrência no mercado
global
iii) As instituições econômicas são estáveis

Indicadores foram empiricamente criados baseados nessas premissas,


relacionando esse “índice” com a produtividade total dos fatores ou taxa de
investimento.

Necessidade de identificar situações em que a infraestrutura social tenha sido


modificada. “Boa parte dessas competências é desperdiçada pelos desvios – como
o pagamento de propinas e o risco de que os frutos de sua qualificação venham a
ser expropriados. (citar Reforma chinesa)
PTF e infraestrutura: Cornucópia e Cleptocópia. Duas economias com os mesmos
H, h e L podem ainda gerar montantes de produto diferentes em virtude das
diferenças nos ambientes econômicos em esses insumos são empregados.

Isso pode se dar de maneiras até menos perceptíveis diretamente, como pela má alocação do
capital e do trabalho. Políticas que direcionam montantes significativos desses insumos para
atividades menos ineficientes. Modelos como o de Restuccia e Rogerson estimam que pode
haver uma perda de trinta a cinquenta por cento da produtividade total. “A infraestrutura
social está diretamente ligada à possibilidade de os regursos serem transferidos para as
melhores empesas, ou se permanecerão presos nas de baixa produtividade.

Autoridades governamentais são agentes que buscam seus próprios interesses e maximizam a
sua utilidade, como qualquer um de nós.

Porque os governantes não implementam boas políticas e desfrutam de uma fatia menor (em
termos das rendas que obtêm) de um “bolo” econômico maior?

“Regiões que forneceram maior número de escravos encontram-se, agora, mais fragmentadas
em grupos étnicos diferentes, o que pode limitar sua capacidade de chegar a um consenso
acerca da implementação de políticas de promoção da produção”