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Escola Básica Mansueto Trés

Projeto Político Pedagógico

Itajaí
2015
PREFEITURA DE ITAJAÍ
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCACÃO
DEPARTAMENTO DE ENSINO FUNDAMENTAL

JANDIR BELLINI
Prefeito de Itajaí

EDISON D’AVILA
Secretário Municipal de Educação

SANDRA VANZUITA
Coordenadora Técnica

SILVANA H. PADOAN
Diretora do Departamento de Ensino Fundamental

CRISTIANE DA SILVA
Coordenador de Ensino

FABIANA HENRIQUE
Supervisora de Gestão

NEUSA BEATRIZ DA SILVA OLIVEIRA PFEILSTICKER


Diretora Escolar
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO

1. APRESENTAÇÃO DA ESCOLA BÁSICA MANSUETO TRÉS


1.1.A Escola Básica Mansueto Trés no contexto da Secretaria Municipal de
Educação de Itajaí
1.1.1 Visão
1.1.2.Missão
1.1.3.Valores

2. MARCO SITUACIONAL
2.1 Dados de Identificação
2.2 Visão
2.3 Missão
2.4 Contexto da Escola
2.4.1 Perfil da Comunidade
2.5 Identidades da unidade escolar
2.5.1 Histórico da escola
2.5.2 Situação física da escola e recurso materiais
2.5.2.1 Estrutura física pedagógica
2.5.2.2 Estrutura física de serviço
2.5.2.3 Estrutura física administrativa
2.5.2.4 Materiais pedagógicos
2.5.2.4 Materiais pedagógicos administrativos
2.5.3 Recurso humanos
2.5.3.1 Equipe técnica administrativa
2.5.3.2 Professores anos iniciais
2.5.3.3 Professores anos finais
2.5.3.4 Professores agentes
2.5.3.5 Bibliotecário
2.5.3.6 Informática
2.5.3.7 Merendeiras (terceirizadas)
2.5.3.8 Serviço gerais (terceirizadas)
2.5.4 Gestão da escola
2.5.4.1 Quadro dos membros do conselho escolar
2.5.4.2 Associação de pais e professores (app)
2.5.5 Organização da escola e do ensino
2.5.5.1 Número de turmas dos anos iniciais
2.5.5.2 Número de turmas dos anos finais
2.5.5.3 Horário de atendimento
2.5.5.4 Contrato didático para professores
2.5.6 Relações entre a escola e a comunidade
2.5.7 Currículo
2.5.7.1 Da organização e composição curricular
2.5.7.2 Da enturmação
2.5.7.3 Dos critérios para correção de fluxo
2.5.7.4 Estrutura do currículo do ensino fundamental
2.6 Resultados educacionais
2.6.1 Desempenho escolar dos alunos
2.6.2 Desempenho global da escola
2.6.2.1 Ideb anos iniciais
2.6.2.2 Ideb anos finais
2.6.2.3. Proficiência anos inicias
2.6.2.4 Proficiência anos finais
2.7 Convivência na escola

3. MARCO CONCEITUAL: DEFINIÇÕES DAS BASES DO PROJETO POLÍTICO


PEDAGÓGICO

3.0 Marco conceitual: definição das bases do projeto político pedagógico


3.1 Uma concepção de mundo e de ser humano: uma concepção de educação
3.2 Concepção de mundo
3.3. Concepção de sociedade
3.4 Concepção de homem
3.5 Concepção de escola
3.6 Concepções de aprendizagem
3.7 Pressupostos metodológicos: os fundamentos teóricos e a ação pedagógica
3.8 Avaliação do processo ensino-aprendizagem: instrumento e critérios de
avaliação

4. MARCO OPERACIONAL: PLANO DE AÇÕES


5. REFERÊNCIAS
6. ANEXOS
INTRODUÇÃO

A Projeto Politico Pedagógico da Escola Básica Mansueto Trés, aponta direções e


compromissos estabelecidos no coletivo sobre o plano global da Escola, se
constituindo desta forma em processo participativo e cooperativo do cotidiano
escolar, nas dimensões: pedagógica, comunitária e administrativa; deforma refletida,
sistemática, cientifica e de respeito à cultura da comunidade.

Entendemos que diante da constante metamorfose do conhecimento e do mundo


globalizado, se faz necessária a permanente disposição do ser humano em
aprender. E neste contexto a Escola sem insere como um dos agentes
organizadores, incentivadores e responsáveis por tais ações.

Nesta perspectiva nossas ações se fundamentam em concepções teóricas da


aprendizagem amparadas no aspecto legal, da Constituição Federal, no ECA, na
instancia educacional pela LDBEN e na Lei Municipal 3.352/1988 e também em
outras formas de normatização que respaldam a ação da Escola.

Portanto, articulando-se assim todas as instancias legitimas e de direito com a


finalidade especifica do alcance das metas definidas pela Secretaria Municipal de
Educação, pela Escola em conjunto com todos os membros que formam a
comunidade escolar, cuja atenção prioritária esta focada no aprendizado qualitativo
do aluno em relação as diversas áreas do conhecimento cientifico e sua inserção na
sociedade como individuo de direitos e deveres.

Assim o documento hora apresentado é um instrumento dinâmico e flexível cuja


analise reflexiva vinculada a todos os setores da Escola e comunidade, permitem
contemplar diferentes posicionamentos e ir ao encontro de possibilidades que
atendam as reais necessidades dos alunos à luz do conhecimento objetivado pela
Escola.
Nesta perspectiva a Escola Básica Mansueto Trés atende alunos na faixa etária de 5
a 17 anos-Educação Infantil (Pré) e ensino fundamental, garantindo-lhes o acesso e
permanência na escola. Organizando situações de qualidade para o ensino-
aprendizagem de forma a atender o individual e coletivo inspirados nos princípios de
liberdade e nos ideais de solidariedade humana.

Dentro de tais pressupostos busca-se reunir neste documento os


fundamentos norteadores para as ações educativas em nossa Escola, assim,
estruturamos o Projeto Politico Pedagógico em três importantes marcos:

I-Marco Situacional:

Que revela o contexto e a realidade da nossa escola, sua história, clientela,


características da comunidade e dos profissionais, as dificuldades, as prioridades, as
metas a serem alcançadas e as sugestões de mudanças.

II-Marco Doutrinal:

Que registra os conceitos necessários para uma prática pedagógica comprometida e


de qualidade, tendo como fonte a concepção de educação, de mundo, de sociedade,
de homem, de escola, de aluno, de ensino, de aprendizagem, dos objetivos desta
que norteiam as ações educativas e as orientações pedagógica para um ensino
aprendizagem.

III- Marco Operacional:

Este marco apresenta a organização e desenvolvimento do trabalho a ser realizado


na Escola Básica Mansueto Trés, que será viabilizado por meio de dois movimentos
constantes e sincronizados: o estudo dos assuntos pertinentes à Escola,
comunidade; o de tomada de decisões sobre assuntos estudados, tendo como visão
os princípios da gestão democrática e cooperativa nos aspectos administrativos e
pedagógicos bem como o papel da comunidade neste processo.

Constitui-se ainda, o presente documento das considerações finais, referencias


bibliográficas e anexos.

Convidamos pais, docentes, discentes, comunidade e todos os que de uma forma ou


outra preocupam-se com a educação escolar dos alunos da Escola Básica
Mansueto Trés, para que leiam, reflitam e dialoguem junto à Escola sobre o PPP.
Assim tornando este documento assunto de interesse e reflexão de todos.

1. APRESENTAÇÃO DA ESCOLA BÁSICA MANSUETO TRÉS


1.1 A Escola Básica Mansueto Trés no contexto da Secretaria Municipal de
Educação de Itajaí

1.1.1 MISSÃO
Criar e implementar políticas educacionais para a Rede Municipal de Ensino de
Itajaí, assegurando a qualidade de ensino para o desenvolvimento da cidadania.

1.1.2. VISÃO
Ser reconhecida pela qualidade educacional numa perspectiva de atendimento à
educação integrada e inovadora.

1.1.3 VALORES
Ética e responsabilidade pública
Transparência
Eficiência
Colaboração em rede

2. MARCO SITUACIONAL
2.1 Dados de Identificação
Nome da Escola: Escola Básica Mansueto Trés
Endereço: Rua Porto União nº155
Bairro: São Vicente / Bambuzal
Município: Itajaí
CEP: 88.309.040
Fone: (047) 3241 2738 / 32413840
Endereço Eletrônico: ebmt@itajai.sc.gov.br
Autorização de funcionamento ( última): Decreto 6059 de 17 de fevereiro de 2000.
Cadastro da escola MEC/INEP: 42069050

2.2 Visão
Viabilizar ao educando o ensino com nível de qualidade, voltado para o
exercício de cidadania e inserção social.

2.3 Missão
Possibilitar ao educando aprendizagens conceituais e atitudinais,
fundamentadas na autonomia e responsabilidade individual e coletiva.

2.4 Contexto da Escola

O aluno é um ser socialmente constituído, tendo o direito de receber


educação com nível de qualidade (profissionais habilitados, infraestrutura adequada
e recursos didático-pedagógicos) para sua formação. Segundo Nadal (p. 30, 2009) a
apropriação crítica de conhecimentos requer, então, que sempre se considere o
aluno uma pessoa, uma identidade em formação, acolhendo as dimensões afetivas,
subjetivas, estéticas, culturais a ele inerentes. Assim, o educando estará
desenvolvendo sua autonomia e responsabilidade quando sentir-se inserido em um
ambiente que proporcione tais condições.
Considerando que a escola é o lugar de desenvolvimento, aprendizagens,
interações, mediações e construção do conhecimento: queremos uma escola que
ofereça condições para que professores e alunos possam estar ampliando
conhecimento e viabilizando o desenvolvimento das suas habilidades e
competências.
E que a família seja um parceiro ativo na escola contribuindo para o avanço
do seu filho no processo de ensino aprendizagem, aumentando o nível de
aprendizagem.
A Pedagogia adotada pela Secretaria da Educação é a sócio interacionista já
que a aprendizagem está relacionando ao desenvolvimento e, nisso, sobressai à
importância da atuação de outros membros do grupo social na mediação entre
cultura e o indivíduo.

2.4.1 Perfil da comunidade

A escola tem participação efetiva da comunidade através da noite das estrelas,


escola de pais e outros eventos. Também possibilita aos alunos egressos, a vinda à
biblioteca e a sala de informática.

No acompanhamento de seus filhos quanto a aprendizagem são pouco que


acompanham nas tarefas, avaliações, participam das reuniões.

Mandamos para casa o questionário para sabermos um pouco mais da realidade da


nossa comunidade escolar. Hoje temos duzentas e quatro famílias.

2.4.1.1. QUANTIDADE DE PESSOAS QUE MORAM NA CASA

2.4.1.2. NÍVEL DE ESCOLARIDADE


2.4.1.3. O QUE A FAMÍLIA COSTUMA FAZER NOS FERIADOS E FINAIS DE
SEMANA

2.4.1.4. SUA FAMÍLIA FAZ PARTE DE ALGUM GRUPO COMUNITÁRIO?


QUAL?

2.4.1.5. RELIGIÃO
2.4.1.6. PESSOAS QUE TRABALHAM E SUAS OCUPAÇÕES

2.4.1.7.RENDA DA FAMÍLIA

2.4.1.8 MEIOS DE COMUNICAÇÃO QUE A FAMÍLIA TEM EM SUA CASA


2.4.1.9. RENDA FAMILIAR

2.4.1.10. SUA RESIDÊNCIA É:

2.4.1.11. NA SUA FAMÍLIA TÊM ALGUMA CRIANÇA FORA DA ESCOLA


2.4.1.12. PLANO DE SAÚDE

2.4.1.13. FAMÍLIA QUE RESIDE NO BAIRRO BAMBUZAL E EM OUTRO


BAIRROS MAIS ESTUDA NA ESCOLA

2.4.1.14.QUANTOS ANOS MORAM NO BAIRRO DA ESCOLA


2.5 IDENTIDADE DA UNIDADE ESCOLAR

2.5.1 HISTÓRICO DA ESCOLA

A Escola Básica Mansueto Trés começou a ser construída no ano de 1983. A


necessidade surgiu a partir da construção do Núcleo Habitacional Nilson Lourenço
dos Santos. Em primeiro de fevereiro de 1984, o diretor João Tabalipa Neto e a
administradora Felícia Volpato Pereira assinaram o primeiro dia de atividade da
escola, que funcionava sob o código 13.02.014. A partir deste dia começou a se
organizar o corpo docente e em vinte e sete de fevereiro a escola recebeu seus
primeiros alunos. O prédio ainda estava em fase de acabamento e somente no dia
26 de marco de 1984 foi terminada a obra, marcando assim o dia do aniversário da
escola.
De Escola Básica Professor Mansueto Trés, passou a chamar-se Escola
Básica Mansueto Trés, em 12 de marco de 1986. E mais tarde, ainda, através da
Portaria E/0119/86 a escola recebeu autorização para funcionar como Colégio
Estadual Mansueto Trés, sob o código 13.06.905. Neste período funcionava como
cursos de primeiro e segundo graus. Até então era gerenciado pela Secretaria
Estadual de Educação.
No ano de 2000 sob o decreto 6059 de 17 de fevereiro de 2000 a escola
passou a ser gerenciada pelo Município, funcionando com Educação Infantil e
Ensino Fundamental, passando a ser denominada novamente como Escola Básica
Mansueto Trés. Pela Portaria número 20 de 27 de outubro de 2003, que
regulamenta a tipologia das unidades escolares da rede, define a Escola Básica
Mansueto Trés como de tipo médio.
Atualmente, a Escola Básica Mansueto Trés atende crianças de 5 a 14/16
anos de idade do Ensino Fundamental de 9 anos no período matutino e vespertino,
sendo moradores do Núcleo Habitacional e de outras comunidades da rede pública.
O homenageado é o senhor Professor Mansueto Trés nascido em 20 de
agosto de 1927, na cidade de Apiuna. Filho de Amadeu Trés e Ângela Bernardi Trés.
Desde cedo mostrou muito interesse pelos estudos. Aos 13 anos entrou para no
aspirantado para seguir a carreira eclesiástica na cidade de Ascurra - SC.Em 1946
iniciou sua graduação em Pedagogia e Filosofia no Instituto Salesiano na cidade de
Lorena no Estado de São Paulo.
Já em 1950 ingressou no curso de Teologia no Instituto Teológico Pio XI em
São Paulo, encerrando o curso no ano de 1955 e tornando-se sacerdote. Tornou-se
Bacharel em Direito Canônico e Romano pela Pontifícia Universidade Salesiana em
Roma, no ano de 1961. Licenciou-se nessa mesma Universidade em Direito
Canônico, no ano de 1962. O Juiz, Guarda, ou Servo da Lei foi sua Tese de
Mestrado em 1964, também pela Pontifícia Universidade Salesiana em Roma.
Participou com eficiência do curso de Especialização e Aperfeiçoamento de Prática
Jurídica em Roma e Proficiência em Inglês em Oxford. Participou de cursos em
extensão cultural, entre eles: Curso Intensivo de Cultura, Curso de Física, Curso de
Psicologia Aplicada, Curso de Alfabetização, Curso de Estatuto e Regimento, Curso
de Fundamentos de Cultura Catarinense.
Sua experiência profissional foi extensa: professor de Colégio Nossa
Senhora Auxiliadora (Bagé-R.S); Diretor dos Estudos do Colégio Nossa Senhora
Auxiliadora ( Bagé – R.S ), nos anos de 1955 a 1959, professor do Colégio São
Paulo em Ascurra-S.C, Professor e Orientador de Estudos no Colégio São Manoel ,
em Porto Alegre – R.S, Professor e Diretor do Colégio Salesiano em Itajaí – S.C,
Diretor Geral da fundação do Pólo Geo – Educacional do Vale do Itajaí (FEPEVI) nos
anos de 1977 a 1979.
Deixou a ordem dos Salesianos em 1973. Casou-se em 1975 com Marilza
Rodriguez, a qual lhe deu um filho. Faleceu acometido por um câncer em 25 de
setembro de 1979.
2.5.2 Situação física da escola e recurso materiais

O espaço físico da E.B. Mansueto Trés possui em média, de 5000 m², sendo
que de área construída constitui-se, aproximadamente, 1600 m².
Nossa escola tem um amplo espaço físico e isso contribui de forma
significativa para o atendimento dos alunos e desenvolvimento das atividades
pedagógicas, culturais e esportivas.
É uma escola muito bem organizada e limpa, retratando um ambiente bonito
e acolhedor com jardim, um amplo pátio, uma área coberta para dança. Para
protegê-la de possíveis arrombamentos temos um sistema de alarme monitorado 24
h por dia.
Atualmente a escola necessita de reparos nos seguintes aspectos:
 Telhado;
 Janelas;
 Lousas;
 Quadra esportiva;
 Grades para aberturas;
 Iluminação;
 Ventilação;
 Drenagem;
 Alteração do sistema de alarme.

2.5.2.1 ESTRUTURA FÍSICA PEDAGÓGICA

PEDAGÓGICA
Condições de Uso
Dependências Qtde. Não Adequadas
Adequadas
Adequadas aos PNEE
Salas de Aula 10 10 - Acessível
Biblioteca/Sala de Leitura 01 01 - Acessível
Quadra Esportiva 01 01 Sem Cobertura Acessível
Pátio Coberto 01 01 - Acessível
Espaço Artístico Cultural 01 01 - Acessível
Sala de Informática 01 01 - Acessível
Sala Classe de Apoio
01 01 - Acessível
Pedagógico- EVA
Sala para materiais de Ed. Física 01 01 - Acessível
Parquinho infantil 01 01 - Acessível

2.5.2.2 Estrutura Física de Serviço

DE SERVIÇOS
Condições de Uso
Dependências Qtde. Adequadas
Adequadas Não Adequadas
aos PNEE
Cantina 01 01 - Acessível
Depósito 03 03 - Não Acessível
Banheiro dos Alunos 03 03 - Não Acessível
Banheiro dos Funcionários 03 03 - 02 Acessíveis
Refeitório 01 01 - Acessível
Cozinha/Despensa 01 01 - Acessível

2.5.2.3 Estrutura Física Administrativa

ADMINISTRATIVA
Condições de Uso
Dependências Qtde. Não Adequadas aos
Adequadas
Adequadas PNEE
Sala da Direção 01 01 - Acessível
Sala Secretaria 01 01 - Acessível
Hall de Entrada - Recepção 01 01 - Acessível
Sala de Especialistas 03 03 - Acessível
Sala dos Professores 01 01 - Acessível

2.5.2.4 MATERIAIS PEDAGÓGICOS

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS PEDAGÓGICOS


Condições de Uso
Tipos Qtde.
Adequadas aos
Adequadas Não Adequadas
PNEE
Data Show 02 02 - Acessível
Carteiras 292 292 - Não Acessível
Mesa Refeitório 10 10 - Acessível
Banco Refeitório 13 13 - Acessível
Cadeiras 342 342 - Não Acessível
Mesa do Professor 07 07 - Acessível
Armário do Professor 07 07 - Acessível
Armário de Aço 16 portas 02 02 - Acessível
Arquivo de Aço 03 03 - Acessível
Estantes de Aço 13 13 - Acessível
Retroprojetor 02 02 - Acessível
Microsisten 05 05 - Acessível
TV 03 03 - Acessível
Home Teater 01 01 - Acessível
DVD 02 02 - Acessível
Mimeógrafo 02 02 - Acessível
Computador 16 16 - Acessível
Caixa de Som 01 01 - Acessível
Microfone com fio 01 01 - Acessível
Microfone sem fio 01 01 - Acessivel
Impressora Multifuncional 01 01 - Acessível
Impressora Copiadora 01 01 - Acessível
Quadro de giz 11 11 - Acessível
Mesa de ping-pong 02 01 01 Acessível
Quadro branco/canetão 01 01 - Acessível
Maquina Fotográfica 01 01 - Acessivel

2.5.2.4 MATERIAIS PEDAGÓGICOS ADMINISTRATIVOS

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS ADMINISTRATIVOS


Condições de Uso
Dependências Qtde.
Não Adequadas aos
Adequadas
Adequadas PNEE
Cadeiras 15 15 - Acessível
Escrivaninha 08 08 - Acessível
Armário 05 05 - Acessível
Computador 03 03 - Acessível
Impressora 02 02 - Acessível
Arquivo Aço 06 06 - Acessível
Estante Aço 04 04 - Acessível
Telefone 02 02 - Acessível

2.5.3 RECURSO HUMANOS

A equipe da Escola Básica Mansueto Trés é constituída por 48 profissionais


contratado pela Secretaria da Educação, sendo que XXX são efetivos e XXX ACT’s
e 7 profissionais terceirizados.

2.5.3.1 EQUIPE TÉCNICA ADMINISTRATIVA


Equipe Técnica Administrativa
Nº Nome Carga Situação Função Formação Tempo
Horária Funcional Graduação Pós de
Graduada atuação
01 Neusa 40h Efetiva Diretora X X 22 anos
Beatriz da
Silva
Oliveira
Pfeilsticker
02 Daniela 40h ACT Secretária X 13 anos
Lourenço
Voigt
03 Mirna 40h Efetiva Administradora X X 2 anos
Corrêa
Bueno de
Vargas
04 Lidia 40h ACT Supervisora X X 26 anos
Regina Pedagógica
Roussenq

05 Elizabeth 20h Efetiva Orientadora X X 34 anos


Silva Educacional
Nascimento
06 Carmem 20h Efetiva Orientadora X X 9 anos
Lúcia de Educacional
Souza
Trombim

Todos da Equipe Técnica Administrativa com nível de instrução superior e


sendo que a maioria com especialização na área da educação.
São profissionais com ampla experiência educacional e que buscam
constantemente capacitação profissional, contribuindo dessa forma para uma
educação de qualidade.
2.5.3.2 PROFESSORES ANOS INICIAIS
Professores Anos Iniciais
Nº Nome Turma Carga Situação Formação Tempo
Horária Funcional Mag Graduação Pós de
istér Graduada atuação
io
01 Márcia Pré 20h Efetiva X X 17
Alexandra anos
Roncáglio
Batista
02 Jacqueline 1º ano 40h Efetiva X X 24
Adair anos
Bernardes
Rodrigues
03 Andrea 2º ano 20h ACT 24
anos
04 Ana Paula 2º ano 20h Efetiva X X
Rodrigues
Machado
05 Maria 3º ano 20h ACT X 16
Aparecida anos
de Melo
da Silva
06 Josiane 3º ano 20h ACT
07 Janete 4º ano 20h Efetiva X 23
Elisa alunos
Soares da
Silva
08 Cleumi 5º ano 20h Efetiva
Hipólito de X
Barros
Bastos
09 Soraya de 5º ano 20h ACT X 16
Souza de anos
Matos
10 Maria EVA 20h Efetiva 12
Roseli anos
Pamplona
Pacheco

2.5.3.3 PROFESSORES ANOS FINAIS


Professores Anos Finais
Nº Nome Turma Carga Situação Formação Tempo
Horária Funcional Graduação Pós Mestrad de
Graduada o atuação
01 Marina Língua 20h Efetiva
Portuguesa
02 Silvia Língua 20h Efetiva X 5
Regina de Portuguesa anos?
Borba
Gervasio
03 Roslei Matemática 20h Efetiva X X 12
Aparecida anos
Sinderski
Bigaton
04 Daiane Matemática 20h ACT X 7 anos
Jaques
Candido
Motta
05 Daniela Ciências 10h ACT X
Batista
Jaques
06 Eduardo Ciências 10h Efetiva

07 Reinvald História 10h Efetiva X 11 anos


Egon
Wahldick
08 Francisco História 10h ACT X
Alexendre
Costa da
Silva
09 Aroldo Geografia *20h Efetiva X 15
José anos
Maçaneiro
10 Eder Educação 40h ACT X 6 anos
Física
11 Simone Educação 40h Efetiva X 19 anos
Valéria Física
Pereira
Caldas
12 Carol Arte 40h Efetiva
13 Marisa Ensino 40h ACT X
Machado Religioso
14 Juan Musicalização 20h ACT X
Pablo cursando
Garcia
Raio
15 Eduardo Inglês 20h ACT X 2 anos
Rodrigues
16 Maria da Inglês 10h Efetiva X 14 anos
Luz Brito

Agente
Nº Nome Turma Carga Situação Formação Tempo
Horária Funcional Ensino Graduação Pós de
Médio Graduada atuação
01 Elisete 2º e 4º 40h ACT X 1 ano
Aparecida ano Cursando
da Silva
02 Tatiana 7º ano 20h Efetiva X
Zeli da
Silva dos
Santos
03 Rita de 5º ano 20h ACT X 4 anos
Cássia Cursando
dos
Santos
04 Ivonete 7º ano 20h ACT 6 anos
05 Karine 5º ano 20h ACT X 3 anos
Corrêa Cursando
Kormann
da Silva

A equipe de professores tem o nível de formação superior e a maioria com


Pós-graduação. Através de cursos e formação oferecidos pela Secretaria de
Educação intensificam a qualificação profissional melhorando as ações educativas
diárias e ampliando a ascensão funcional.

2.5.3.4 PROFESSORES AGENTES


Estes profissionais desenvolvem papel fundamental na escola contribuindo na
inclusão e desenvolvimento dos Alunos com Necessidades Especiais (ANEEs).
Possuem grau de instrução superior e sempre participando de capacitação
profissional oferecidas pelo CEMESPI e Secretaria de Educação.

2.5.3.5 BIBLIOTECÁRIO
Bibliotecário
Nº Nome Turma Carga Situação Formação Ano
Horári Funciona Ensin Graduaçã Pós na
a l o o Graduad funçã
Médio a o
0 Vicent 1º e 9º 40h Efetivo 8 anos
1 e de ano X
Paula
Araujo
Rios

É o profissional de nível médio que na esfera pública municipal executa os


trabalhos de rotina de biblioteca, centro de documentação e ou informação, salas de
leitura, de estudo e outros espaços que tenham como suporte a informação de
livros, documentos em geral e outros meios tecnológicos, visando ao tratamento,
disseminação e a recuperação de informação, pesquisa e desenvolvimento.

2.5.3.6 INFORMÁTICA
Informática
Nº Nome Turma Carga Situação Formação Ano
Horári Funciona na
a l Ensin Graduaçã Pós funçã
o o Graduad o
Médio a
0 Adelm 1º e 9º 40h Efetivo X 15
1 o Luiz ano anos
Maia

2.5.3.7 Merendeiras (Terceirizadas)


Merendeiras
Nº Nome Turma Carga Situação Formação Ano
Horária Funcional na
função
01
02
03

2.5.3.8 Serviço Gerais (Terceirizadas)


Serviços Gerais
Nº Nome Turma Carga Situação Formação Ano
Horária Funcional na
função
01
02
03
04

Estes profissionais são de estrema importância para contribuir na segurança e


qualidade de vida dos educandos e educadores. São eles que deixam nosso
ambiente escolar seguro, limpo, organizado, prazeroso e aconchegante. Possuem
escolaridade compatível com a função que exercem, mas a constante preocupação
com a qualidade e bom funcionamento das atividades escolares são fatores
relevantes para que os mesmos sejam orientados e supervisionados diariamente.
2.5.4 GESTÃO DA ESCOLA

A gestão da escola pauta-se na Gestão democrática e participativa não é algo


concedido ou permitido, mas um direito que só se efetiva se for conquistado.
Participar é assumir-se como sujeito, é comprometer-se com as decisões e as ações
no processo histórico.
As escolhas, decisões e ações possuem um caráter político, assumido
mediante uma construção coletiva, com ampla participação de todos os segmentos
da comunidade escolar.
Baseado em Ricci (2002), pode-se dizer que a gestão democrática e
participativa apresenta como características marcantes:
 As formas colegiadas de gerenciamento;
 A autonomia da organização;
 A descentralização das decisões;
 As superações das especializações estanques;
 A integração setorial;
 A divisão do poder;
 A incorporação de outros saberes aos aspectos administrativos;
 A construção de projetos de trabalho inter e multidisciplinares;
 A criação de instrumentos de formulação de políticas, de gestão e de
fiscalização que envolve várias parcelas da organização .
De acordo com essa perspectiva, a gestão leva não apenas ao
desenvolvimento da pratica democrática e da participação, mas à autonomia, à
solidariedade, ao respeito e ao comprometimento de todos, visto que a escola passa
a ter liberdade para escolher seu caminho, concretizada na construção coletiva da
Proposta Pedagógica e na operacionalização dessa proposta, materializada no
plano de ação. Dessa forma, a Direção e Equipe da Escola Básica Mansueto Trés
vem desenvolvendo algumas ações para viabilizar e fortalecer as parcerias e
participação da comunidade escolar como: reuniões com a APP e Conselho Escolar
para elaborar plano de metas e ações, reuniões de pais , eventos culturais e sociais,
campanhas, apresentação de planilhas de prestação de contas dos gastos
efetuados, reuniões pedagógicas, Formação Continuada , grupos de estudos,
Escola de pais, informações colocadas no mural da escola, participação de todos na
revisão e elaboração da Proposta Pedagógica e outras.
Poderão ser membros do Conselho Escolar
 Pais ou responsáveis legais de alunos regularmente matriculados e
frequentando normalmente às aulas;
 Alunos regularmente matriculados e frequentando às aulas;
 Professores e especialistas;
 Demais funcionários da Unidade Escolar.

2.5.4.1 QUADRO DOS MEMBROS DO CONSELHO ESCOLAR

Quadro dos Membros do Conselho Escolar 2013/2014


Nome Representação
Ana Paula Rodrigues Machado Presidente
Simone V. P. Caldas Vice - Presidente
Maria Rozeli Pamplona Pacheco Secretaria
Alessandra de Santos Machado Conselheiro dos Pais
Silvana Aparecida Dias Conselheiro dos Pais
Samira de A. da Silva Conselheiro dos Pais
Fabiane Aparecida Goulart Conselheiro dos Funcionários
Marta Aparecida Rodrigues de Campos Conselheiro dos Funcionários
Sabrina Lima Ramos Conselheiro dos Alunos
Sara Rafaela da Silva Conselheiro dos Alunos
Paloma Caroline da Silva Joaquim Conselheiro dos Alunos

2.5.4.2 ASSOCIAÇÃO DE PAIS E PROFESSORES (APP)

A Associação de Pais e Professores é uma sociedade civil, sem fins lucrativos, de


duração indeterminada, de existência obrigatória e regida por um estatuto próprio. O
mandato de cada diretoria será por um período de dois anos. A finalidade básica da
APP é ser uma entidade que congrega pais, professores e funcionários da escola,
objetivando a cooperação e a integração entre a escola e a comunidade. Busca a
promoção da autonomia da escola com a participação da comunidade, em todas as
suas dimensões: pedagógica, administrativa e financeira.

Quadro dos Membros da APP (Associação de Pais e Professores)

Quadro dos Membros do APP 2013/2014


Nome Representação
Claudia Patricia Martins Dias Presidente
Vanessa dos Santos Machado Vice - Presidente
Daniela Lourenço Voig Primeiro Secretário
Mirna Corrêa Bueno de Vargas Segundo Secretário
Tatiana Zeli da Silva dos Santos Primeiro Tesoureiro
Maria da Graça Raulino Segundo Tesoureiro
Neusa Beatriz da Silva Oliveira Presidente do Conselho Fiscal
Pfeilsticker
Shaiane Maris da Silva Alexandre Representante dos Funcionários
Juciara Tabalipa Representantes dos Pais
Josiane Regina R. Pereira Representantes dos Responsaveis
Elizabeth S. Nascimento Representantes dos Professores
Jaqueline Ferreira Representantes dos Professores e
Funcionários
Eliana Elege Tavares Suplentes dos Pais e Responsáveis
As competências referidas encontra-se Estatuto do Servidor da Prefeitura Municipal
de Itajaí.

2.5.5 ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA E DO ENSINO

A E.B. Mansueto Trés atende atualmente um total de 489 alunos na faixa


etária de 05 a 17 anos de idade nos períodos matutino e vespertino, correspondendo
a famílias, sendo assim distribuídos:

2.5.5.1 Número de Turmas dos Anos Iniciais e Anos Finais Matutino


Matutino
Anos Iniciais
Nº turma Turma Nº de alunos
01 1º ano 26
01 2º ano 28
01 3º ano 34
01 4º ano 20
01 5º ano 26
Anos Finais
Nº turma Turma Nº de alunos
02 7º série 50
02 8º série 57
EVA
01 Anos Iniciais

2.5.5.2 Número de Turmas dos Anos Iniciais e Anos Finais Vespertino

Vespertino
Anos Iniciais
Nº turma Turma Nº de alunos
01 Pré 24
01 1º ano 27
01 2º ano 26
01 3º ano 33
01 4º ano 22
01 5º ano 28
Anos Finais
Nº turma Turma Nº de alunos
02 6º ano 46
02 7º ano 42
EVA
01 Anos Iniciais
Seguimos um calendário escolar elaborado pelo Departamento de Ensino
Fundamental da Secretaria Municipal de Educação de Itajaí e aprovado pelo
Conselho Municipal de Educação. Com a equipe escolar acrescentamos a este
calendário outras atividades e eventos em consonância com a nossa Proposta
Pedagógica (calendário em anexo).
A organização do tempo no cotidiano da escola engloba as aulas com suas
respectivas disciplinas, o recreio, a merenda, a escovação dentária, as aulas da
Espaço de Vivencia de Alfabetização (EVA), as atividades de Jornada Ampliada, o
esporte, as brincadeiras e os cuidados.

2.5.5.3 HORÁRIO DE ATENDIMENTO

Horário de atendimento
Período Matutino Período Vespertino
07h30m às 11h45m 13h30m às 17h45m

Horário do Recreio
Período Matutino Período Vespertino
09h30m às 09h45m 15h30m às 15h45m

Projetos Pedagógicos são realizados a partir dos interesses e necessidades


das turmas e/ou escola, elaborando um planejamento que envolva os alunos, pais,
professores e demais funcionários, onde todos possam interagir no processo de
construção do conhecimento.
Para melhor funcionamento interno da Escola, combinamos com os pais e
alunos as seguintes regras:
 Por questão de organização e segurança a entrada e saída dos alunos
acontecerão somente pelo portão de trás da escola;
 Durante o período de aula, para a entrada na escola, pais, e outros
visitantes devem apresentar-se na secretaria.
 O uso do uniforme será obrigatório de 2ª à 6ª feiras. Caso o aluno
ainda não tenha uniforme, deverá usar calça ou bermuda azul ou preta e camiseta
branca. As roupas não poderão ser inadequadas (barriga à mostra, decotes
exagerados, shorts muito curto...). O aluno que não comparecer uniformizado, será
advertido verbalmente, num segundo momento será telefonado aos pais e no
terceiro momento será solicitado aos pais/responsáveis que venham trazer o
uniforme até à Escola;
 Só será permitida a saída do aluno antes do término das aulas, quando
necessário, acompanhado de um responsável;
 Sempre que o aluno faltar à aula, os responsáveis deverão justificar a
falta através de atestado médico, comunicado por escrito ou ligar para a escola no
telefone(047) 3241 2738;
 Todas as bicicletas deverão ser cadeadas, pois não nos
responsabilizamos por danos e roubos das mesmas;
 Os pais/responsáveis deverão observar e assinar os cadernos,
comunicados, avaliações e atividades dos seus filhos. Esta é uma oportunidade para
os seus progressos e dificuldades;
 É expressamente proibido o uso de celular, MP3 e similares (Lei N
14.363 de 25 de janeiro de 2008) durante o período de atividades escolares. Caso o
aluno insista o objeto será recolhido e entregue posteriormente aos responsáveis;
 Qualquer saída dos alunos da sala de aula deverá ser bem organizada
e sem correrias, caso contrário, voltarão para a atividade em sala(recreio, Educação
Física, Homenagem Cívica etc.);
 Respeitar todos os profissionais que estiverem desenvolvendo alguma
atividade dentro da escola: professores, funcionários, PROERD, Guarda de trânsito,
profissionais da saúde, estagiários e outros;
 O aluno deverá vir para a escola com todos os devidos materiais para
às aulas do dia(lápis, borracha, caneta, apontador, régua, caderno, etc.);
 Nas aulas de Educação Física o aluno deverá usar trajes adequados
conforme solicitação do professor;
 É dever de o aluno realizar em sala de aula ou em casa todas as
atividades solicitadas pelo professor, prestar atenção nas explicações, permanecer
sem brincadeiras e conversas paralelas;
 O lixo deverá ser colocado nos lixeiros expostos nas salas de aulas e
pátio;
 O aluno só poderá tomar medicamento na escola com receita médica
atual;
 Pais ou responsáveis sempre que necessário devem procurar a direção
para esclarecimentos quando surgir alguma dúvida, problema ou sugestão;
 O atendimento aos pais pelos professores, deverá ser combinado e
agendado na secretaria da escola. Não serão atendidos pais nas portas das salas
de aulas, pois interfere no bom andamento das aulas;
 Não será permitido mascar chicletes, ou comer qualquer outra
guloseima na sala de aula (balas, pipoca, salgadinhos, refrigerante, etc.);
 Não será permitido namoro no ambiente escolar;
 Discussões que surgirem na escola deverá ser resolvido junto aos
professores, orientação ou direção. Pedimos a gentileza para que os pais não
venham tirar satisfações e discutir com alunos e outros pais dentro da escola. Esta
tarefa cabe a nós educadores;
 Quando o sino bater o aluno deverá aguardar o próximo professor
dentro da sala de aula e sem bagunça;
 O recreio deverá ser espaço para tomar água, ir ao banheiro, comer a
merenda ou lanche, brincar de forma educada, respeitando os colegas. Não serão
permitidas correrias no recreio evitando assim acidentes, escorregões, tombos, etc;
 Sempre que o aluno depredar intencionalmente carteiras, cadeiras,
mesas, janelas, portas, traves, riscar paredes, etc.; os responsáveis serão
comunicados e o aluno terá que reparar o dano;
 Não será permitido o aluno dizer palavras ofensivas, palavrões,
apelidos que humilhem os colegas, denegrirem ou levantar calúnia sobre colegas,
professores e funcionários em geral;
 Será da responsabilidade do aluno colocar em dia após, a sua falta às
aulas, os conteúdos e atividades que tenha perdido;
 Não será permitido gazear aula, ficando no pátio ou fora da escola;
 A escola não se responsabiliza por perdas, danos e furtos de objetos
qualquer que não faca parte do material escolar. Oriente seu filho (a) a cuidar do que
dele (a);
 O aluno deverá vir à escola no período oposto para realizar pesquisas
ou outras atividades se o professor que solicitou o trabalho der autorização por
escrito. E os alunos que participam da Jornada Ampliada devem vir ás aulas ou
ensaios e permanecer na escola somente no horário em que os professores
marcarem;
 O uso do boné será permitido, porém na sala de aula a aba deverá
ficar para trás. Caso ocorrer brigas e brincadeiras por motivo do boné, o mesmo será
suspenso;
 É de responsabilidade dos pais/responsáveis o cumprimento dos
encaminhamentos solicitados pela escola e tratamentos adequados conforme
indicação do especialista (médico, dentista, CEMESPI, psicólogo...);
 O aluno que chegar tarde às aulas deverá dirigir-se à Secretaria para
pegar uma autorização e apresentar ao professor;
 É dever dos pais/responsáveis, comparecer à escola sempre que
solicitados para entrega do boletim, reuniões, conversas individuais, eventos,
respeitando o horário e data prevista;
 Os trabalhos solicitados aos alunos, pelos professores, deverão ser
entregues na data prevista. O trabalho entregue depois da data não terá o mesmo
valor na nota;
 É importante o aluno participar e colaborar nas atividades extra classe:
gincana, jogos, etc;
 O endereço e telefone do aluno deverão estar sempre atualizados na
secretaria pelos pais/responsáveis;
Contamos com a parceria e comprometimento dos pais, alunos, professores,
especialistas e demais funcionários no cumprimento desse contrato. Agindo assim,
com união, compreensão, respeito, comprometimento e fé em Deus, teremos uma
escola organizada e harmoniosa com o tão sonhado ensino de qualidade.

2.5.5.4 Contrato Didático para Professores

Trata-se de um conjunto de regras implícitas ou explicitas que regem as


responsabilidades daqueles envolvidos nos processos de ensino e de
aprendizagem. Ele estabelece como será o andamento durante o ano letivo.
Construído por toda a comunidade escolar1.

1- Conteúdo e conhecimentos prévios:


1
Comunidade escolar – equipe administrativa e pedagógica, docentes, discentes
Os conhecimentos empíricos são considerados, sendo estes conduzidos a
investigação no sentido de alisá-los dentro de estudos mais científicos, tendo o
professor como mediador, utilizando-se de recursos variados. Esse trabalho é
realizado em sala de aula ou em atividades extra-classes.

2- Plano de curso anual:


É o currículo de uma disciplina ou curso. Este possibilita uma organização e
orientação para o professor e para a escola. Deve ser consultado constantemente
na elaboração do plano diário, ou semanal.

3- Plano diário ou semanal:


Para ministrar uma boa aula, o professor deve preparar-se com antecedência, tendo
em mãos seu Plano Diário. Este servirá como registro constante das atividades e
estratégias propostas, evitando a improvisação, a perda de tempo e a insegurança
ao ministrar sua aula. O material didático e recursos pedagógicos devem ser
separados antecipadamente para maior aproveitamento do tempo da aula. Deve-se
ressaltar que o fato de se ter um planejamento pronto, não o torna inflexível, pois
qualquer mudança necessária pode ser acrescida a este em fora de observação no
término de cada semana.
Em caso extraordinário da falta do professor, é responsabilidade deste disponibilizar
o planejamento a ser seguido por quem vier a substituí-lo neste dia, evitando
qualquer prejuízo aos seus alunos e maiores transtornos para Unidade Escolar.
São passos para a elaboração do planejamento:
 Data;
 Hora;
 Conteúdo;
 Habilidades a serem desenvolvidas;
 Estratégias (atividades);
 Tarefas;
 Avaliação;
 Observações.

Ás mudanças devem ser registradas no planejamento. A prova é um instrumento de


avaliação (do aluno e do professor também), onde deve ser analisado se o conteúdo
passado foi compreendido e as habilidades desenvolvidas pelo aluno, podendo ser
tomado através de novas estratégias em que o aluno possa assimilar o que lhe é
ensinado, recuperando assim as notas.

4- Recuperação Paralela:
A recuperação de estudos é um processo didático pedagógico que visa oferecer
novas oportunidades de aprendizagem ao aluno, para superar defasagem, melhorar
o desempenho escolar ao longo do processo ensino aprendizagem. A recuperação
será oferecida de forma paralela:
 Sempre o conteúdo curricular ministrado não for suficientemente dominado
pelo aluno;
 Sempre que ao ser avaliado o aluno obtiver nota inferior a média 6,0;
 O professor deverá agendar uma data para a recuperação, após a retomada
do conteúdo, sanar todas as dúvidas referentes ao conteúdo ministrado;
 A nota obtida após o processo de recuperação paralela deve substituir a nota
anterior que levou o professor a fazê-la;
 Todo o processo referente à recuperação paralela deve ser registrada no
planejamento diário; no caso de faltas freqüentes de um aluno, uma das
causas da defasagem de seu aprendizado, o professor deve comunicar
imediatamente a orientação que se comprometerá em justificar a falta do
mesmo.

5- Diário de Classe
O diário é um documento de Unidade Escolar, desta forma, deve ser preenchido
sem rasuras, com caneta preta, zelando pela organização, limpeza e letra legível.
Nele devem constar a freqüência dos alunos (utilizando F para falta, C para
comparecimento e FJ para falta justificada), os conteúdos trabalhados, as avaliações
e ocorrências. O mesmo deve ser deixado da Unidade Escolar diariamente, só
podendo ser retirado com autorização da secretária do final do bimestre para o
fechamento das médias bimestrais.

6- Hora Atividade
Deverá ser cumprido na escola, de acordo com o horário e dias estabelecidos pela
Unidade Escolar, sendo que o professor deverá ocupar-se com o planejamento,
correções, esclarecimento de dúvidas, receber orientações da supervisão e
orientação educacional, realizar visitas domiciliares quando necessário, organizar
atividades, providenciar materiais para aula.

7- Hora-Janela ou hora ociosa


O professor deve substituir faltas de aula nas turma que houver necessidades,
podendo ser do pré à 8ª série. Caso não haja necessidade de substituição em sala
de aula o professor ficará a disposição da equipe técnico administrativa para os
afazeres.

8- Frequência do professor

Comunicar com antecedência a Direção da Unidade Escolar em caso de falta,


organizando a substituição por outro professor, ou dia de reposição de aula,
conforme preconizam as leis: 9394/96(LDB) Art. 12, 13, 24 e 34; Lei Municipal
3352/98 (Sistema Municipal de Ensino), Art. 62 e 102 Lei 8069/90 que dispõe sobre
o estatuto da criança e do adolescente; Resolução nº3/97, do Conselho Nacional de
Educação/ MEC, Art.6 inciso 1.
A falta será justificada mediante atestado médico, ou negociação prévia com a
Direção. Sendo que justificada ou não, deve ser resposta caso não haja substituto.
Neste caso, especificamente, as aulas poderão ser respostas durante a hora
atividade na necessidade de substituição de algum professor.
Ao somar três faltas justificadas o professor perde a gratificação salarial 1 falta
injustificada também perde a gratificação.

9- Agendamento e áudio, TV, vídeo e projetor de imagem


O agendamento deve ser feito junto a administradora escolar, devendo constar no
planejamento das atividades do professor.

10- Homenagem Cívica


Acontecerá semanalmente uma parada no pátio coberto para cantarmos o Hino
Nacional,com horários alternados, sendo quinzenalmente de acordo com a escala,
ficará sobre a responsabilidade de um professor regente, juntamente com sua turma
a organização e apresentação de uma atividade mais o Hino.
11- Reunião de Pais
Serão realizadas bimestralmente, ou sempre que houver necessidade, com a
participação e colaboração dos professores, especialistas, e direção. Lembre-se de
que este é um momento importante de troca entre família e escola, o professor que
não se faz presente a estes momentos, não poderá queixar-se da ausência dos pais
na vida escolar de seus filhos.

12- Outras Considerações

 É dever do professor comparecer ao local de trabalho com trajes adequados


a sua função e fazer uso diário do uniforme sendo ou guarda-pó, conforme
combinado em reunião pedagógica;
 Expor seus trabalhos somente nos locais que forem disponibilizados para isto,
devidamente divididos entre as turmas, com identificação de série, nome do
professor e introdução sobre o trabalho são itens indispensáveis;
 Eduque pelo exemplo: evite não mascar chicletes, tomar café fora do local e
horário estipulados, fazer uso de celular perante seus alunos, uso de
expressões corriqueiras (gírias) e vocabulário inadequado, comercializar
objetos em sala de aula, pois nada disto faz parte de nossa Proposta
Pedagógica;
 Evite trabalhos em grupo com os alunos fora do horário de aula e fora do
ambiente escolar;
 Lembre-se sempre que você é gestor de sua sala de aula, faça valer sua
posição perante os alunos, fazendo uso constante do diálogo, afinal, você é
modelo de comportamento e atitudes para seus alunos, desta foram, sua
postura perante eles, deve ser exemplar;
 Em casos extremos, onde o diálogo não apresente resultado positivo e todas
as suas alternativas forem esgotadas, procure o apoio da equipe pedagógica
para juntos buscarem uma solução, mas em momento algum permita que
seus alunos acreditem que você perdeu o controle sobre eles, você é
autoridade no ambiente escolar, respeite seus alunos e exija que eles lhe
respeitem;
 Qualquer comunicado enviado aos pais deverá passar antes pelo
conhecimento da direção, pois os mesmos podem comparecer a escola em
horário contrário ao seu, desta forma saberemos dar os devidos
encaminhamentos e informações necessárias;
 Para compreender e saber como lidar com certos comportamentos de seus
alunos, é preciso conhecer um pouco mais sobre a vida deles. Busque
informações junto a Orientação Educacional antes de tomar qualquer atitude
mais drástica com eles;
 Nunca prometa aos alunos algo que não possa cumprir, sua palavra perderá
a credibilidade e consequentemente o respeito deles;
 Encaminhar para orientação somente os alunos que necessitarem de um
trabalho específico lembrando que é de responsabilidade do professor manter
a disciplina em sala de aula;
 Passar a tarefa de casa em tempo hábil, para não invadir a aula posterior a
sua tão pouco, deixar os alunos sozinhos no final da aula;
 Respeite o próximo, deixe a sala como recebe ao chegar, ou seja, limpa e
organizada para o próximo professor;
 Fique atento as trocas das aulas, evitando atrasos;
 Não deixe giz nos quadros, evite assim a degradação do ambiente escolar,
ele é de uso exclusivo do professor;
 Acompanhe seus alunos até o portão ao término da última aula, o que
acontecer dentro do ambiente escolar após bater o sino, será da
responsabilidade do professor da última aula;
 Primar pela ética e pela moral dentro e fora da Unidade Escolar. Nunca se
esqueça que ao denegrir o nome da escola, você está denegrindo sua própria
imagem uma vez que somos parte de um todo;
 Viste o caderno de seus alunos, eles esperam por este cuidado, esta atenção;
 Evite saídas durante as aulas, pois você é responsável por sua turma,em
casos de emergência chame alguém para poder substituí-lo . Trabalhe com
seus alunos sobre a funcionalidade do recreio, evite que saiam da aula após o
recreio ou no início das aulas;
 Trabalhe diariamente as regras escolares com seus alunos. Exponha estas na
parede e retome sempre que necessário;
 Conscientize seus alunos sobre o lixo no ambiente escolar, comportamento
inadequado com funcionários e colegas de classe (agressões físicas e
verbais).

2.5.6 RELAÇÕES ENTRE A ESCOLA E A COMUNIDADE

O sucesso da tarefa da escola depende da colaboração familiar ativa. Pois, a tarefa


de ensinar não compete apenas à escola o aluno aprende também através da
família, dos amigos, das pessoas que ele considera significativas, dos meios de
comunicação, do cotidiano.

É preciso que professores família e comunidade tenham claro que a escola precisa
contar com o envolvimento de todos sendo parceiros.

A escola tem como uns dos compromissos a formação continuada, oferecendo


momentos para estudos e orientações aos professores, equipe técnico pedagógico e
demais funcionários.

Os encontros para estudos são organizados bimestralmente através das Reuniões


Pedagógicas e Formação Continuada.

As orientações acontecem nas horas atividades (para os professores de 6º à 8


séries) e para os professores do Pré à 5º ano , durante as aulas de Educação
Física, Arte e Inglês. Sempre que há necessário, organizamos outros momentos
para que as intervenções possam acompanhar o processo ensino aprendizagem.
Semanalmente a equipe técnica pedagógica se reúne para reflexão, análise,
levantamento de alternativas e intervenções necessárias para o bom desempenho
pedagógico, administrativo e financeiro da escola.
Os demais funcionários são orientados semanalmente ou sempre que houver
necessidade para que exerçam suas funções com responsabilidade, competência e
eficácia.

Reuniões com os Pais, Associação de Pais e Professores e Com o Conselho


Escolar
As reuniões da APP e Conselho Escolar são realizadas mensalmente, onde tratamos
de assuntos pedagógicos, administrativos e financeiros pertinentes à escola, os
quais são analisados, selecionados, aprovados e deliberados para serem
repassados a equipe escolar e na reunião geral de pais que acontece
bimestralmente.

Programas e projetos Desenvolvidos na Escola Básica Mansueto Trés

Programa Saúde do Escolar


É desenvolvido pela Secretaria Municipal de Educação em parceria com a
Secretaria Municipal de Saúde. Visa prevenir e melhorar a qualidade de vida dos
educandos.
Este programa está presente na escola e é desenvolvido seguindo um Plano de
Ação elaborado pela equipe técnico pedagógica contemplando atividades de saúde,
higiene e alimentação. Para o desenvolvimento dessas atividades contamos com o
envolvimento dos pais, professores e a parceria da Unidade de Saúde do Bambuzal
que juntamente com a escola desenvolve um trabalho de acompanhamento da
saúde dos alunos, oferecendo atendimento odontológico, médico e de primeiros
socorros, bem como disponibilizando profissionais da área para realizar palestras,
orientações aos alunos, pais e funcionários, para aplicação do flúor e revelação de
placa bacteriana e outros.
A coordenação e acompanhamento desse programa na escola, são da
responsabilidade da Orientadora Educacional que mensalmente deve preencher e
encaminhar relatório a Secretária de Educação.

Programa Bolsa Família


Programa Social do Governo Federal, criado pela medida provisória n 2.140, de
fevereiro de 2001, em substituição ao Programa de garantia de Renda Mínima.
Podem fazer parte do Programa Bolsa Família as famílias com renda mensal de até
R$140,00 por pessoa devidamente cadastradas no Cadastro Único para Programas
Sociais e que tenham crianças e adolescentes de 0 a 17 anos de idade.

Programa Bolsa Família


O Programa Mais Educação, instituído pela Portaria Interministerial nº 17/2007 e
regulamentado pelo Decreto 7.083/10, constitui-se como estratégia do Ministério da
Educação para induzir a ampliação da jornada escolar e a organização curricular na
perspectiva da Educação Integral.

A escola aderio ao Programa e, de acordo com o projeto educativo em curso, assim


desenvolve atividades nos macrocampos de acompanhamento pedagógico;
educação ambiental; esporte e lazer; direitos humanos em educação; cultura e artes;
cultura digital; promoção da saúde; comunicação e uso de mídias; investigação no
campo das ciências da natureza e educação econômica.

Projeto Jornada Ampliada


Tem como objetivo oportunizar a frequência e permanência do aluno na escola
através de projetos socioeducativos, incentivando e ampliando o seu universo de
conhecimento, por meio de atividades culturais, artísticas, esportivas e de lazer no
contra turno escolar. Contempla a seguinte modalidade: Judô.

Programa Educativo de Resistência e Combate à Violência e às Drogas


(PROERD)
Programa oferecido e desenvolvido pela Polícia Militar / Itajaí. As aulas são
ministradas por um soldado da policia militar com os alunos da quarta serie do
ensino fundamental num total de nove aulas com duração de uma hora e trinta
minutos cada aula.
Temos também o PROERD KIDS desenvolvido com as crianças da Educação
Infantil (Pré-escola).

Projeto Formação Continuada


Esse projeto visa possibilitar aos educadores momentos de estudos, trocas de
experiências e reflexões críticas a cerca da prática pedagógica, a fim de melhorar e
garantir a qualidade das ações educativas no cotidiano escolar junto aos alunos,
pais e comunidade.

Projeto Noite das Estrelas


Este projeto tem como objetivo desenvolver as habilidades artísticas dos alunos,
bem como promover a integração escola, família e comunidade e contribuir para
uma cultura de paz.

Projeto Recreio Lúdico pedagógico


Tem como objetivo desenvolver atividades lúdicas pedagógicas durante o recreio,
evitando assim brigas, correrias e acidentes.

Projeto Gincana Cultural e Solidária


Tem como objetivo principal promover a integração entre alunos, professores,
funcionários, pais e comunidade fortalecendo os valores de amizade,
responsabilidade, solidariedade, respeito e fraternidade.

Projeto OLIMATRÉS (Olimpíadas Internas Mansueto Trés)


Tem como objetivo proporcionar aos alunos momentos de lazer, integração,
incentivar a prática esportiva e a frequência às aulas.

Programa de leitura (PROLEI).


Projeto de leitura, escrita interpretação que oportuniza ao aluno desenvolver a
aperfeiçoar atividades de leitura, escrita e interpretação por meio de atividades
diversas e desafiadoras.

Mostra de Ideias e Curiosidades - MIC


É uma das formas encontradas pela Secretaria Municipal de Educação para
valorizar e divulgar as diferentes atividades inovadoras que estão sendo
desenvolvidas em toda a Rede de Ensino, no sentido de proporcionar momentos
significativos de socialização, interação e visibilidade dos avanços nas ações
pedagógicas desenvolvidas em suas Unidades Escolares.

Programa Mais Educação ( educação integral)


O Programa Mais Educação instituído pela Portaria Interministerial nº 17/2007 e pelo
Decreto n° 7.083, de 27 de janeiro de 2010, integra as ações do Plano de
Desenvolvimento da Educação (PDE), como uma estratégia do Governo Federal
para induzir a ampliação da jornada escolar e a organização curricular1, na
perspectiva da Educação Integral.
Essa estratégia promove a ampliação de tempos, espaços, oportunidades
educativas e o compartilhamento da tarefa de educar entre os profissionais da
educação e de outras áreas, as famílias e diferentes atores sociais, sob a
coordenação da escola e dos professores. Isso porque a Educação Integral,
associada ao processo de escolarização, pressupõe a aprendizagem conectada à
vida e ao universo de interesses e de possibilidades das crianças, adolescentes e
jovens.

Salas de Recursos Multifuncionais


As Salas de Recursos Multifuncionais são espaços localizados nas escolas de
Ensino Fundamental da Rede Municipal, onde se realiza o Atendimento Educacional
Especializado – AEE.

A implantação destas salas é resultado de uma parceria do município com o


MEC, através de projeto, que disponibiliza o suporte de material pedagógico e
também os equipamentos para operacionalização do espaço. São constituídos de
mobiliário, materiais didáticos, recursos pedagógicos e de acessibilidade e
equipamentos específicos, além de professores com formação para realizar o AEE,
sendo estes contratados pelo município.

O principal objetivo da implantação destes espaços é oferecer aos alunos da


educação especial a resposta educativa completa para suas necessidades
educacionais na própria escola onde ele estuda, ou em uma escola próxima,
tornando este atendimento o mais acessível possível.

É um espaço para Atendimento Educacional Especializado (AEE) sendo uma


ação do sistema de ensino no sentido de oferecer o suporte às necessidades
educacionais dos alunos, favorecendo seu acesso ao conhecimento e
desenvolvendo competências e habilidades próprias.

O papel do Atendimento Educacional Especializado (AEE) é de oferecer o que


não é próprio do currículo escolar, propondo objetivos, metas e procedimentos
educacionais específicos e suas ações são definidas conforme o tipo de deficiência,
numa perspectiva de complementar e/ou suplementar suas necessidades
educacionais, isto é, não se caracteriza como Reforço Escolar.

Nesta perspectiva a proposta de trabalho visa trabalhar o lúdico de maneira


prazerosa com mediação, intermediando com objetivos diferenciados para cada
aluno e/ou grupo, promovendo atividades a partir do interesse, necessidades e
potencialidades.

A professora desta sala atua de forma colaborativa com os professores das


classes comuns e pais, para a definição de estratégias pedagógicas que favoreçam
o acesso dos alunos com deficiência ao currículo e a sua interação no grupo, além
de todas as ações necessárias junto às escolas, de sua área da abrangência, para
promover a inclusão destes alunos.

Este atendimento é realizado no turno oposto da classe comum com duração


de 50 minutos (individual) e 1 hora e 10 minutos (grupos).

O AEE visa atender os alunos público alvo da Educação Especial que é


definida por:

-alunos com deficiência: aqueles que têm impedimentos de longo prazo,


de natureza física, intelectual, mental ou sensorial.

-alunos com transtornos globais do desenvolvimento: aqueles que


apresentam um quadro de alterações no Desenvolvimento Neuropsicomotor,
comprometimento nas relações sociais, na comunicação ou estereotipias
motoras. Incluem-se nessa definição alunos com autismo clássico, Síndrome
de Asperger,Síndrome de Rett, Transtorno Desintegrativo da infância(psicoses)
e transtornos invasivos sem outra especificação.

-alunos com altas habilidades/superdotação:demonstram potencial


elevado e grande envolvimento com as áreas do conhecimento humano,
isoladas ou combinadas: intelectual, liderança, psicomotora, artes e
criatividade.

2.5.7 Currículo
A organização curricular a ser desenvolvida na escola representa o esforço de
superação de uma visão meramente descritiva de currículo expressa nos quadros
curriculares. Em sua formulação devem ser considerados elementos diversos, tais
como: os conteúdos a ser desenvolvido em cada série ou ciclo, a articulação entre
as diversas áreas do conhecimento, as metodologias e estratégias, o
aproveitamento do tempo escolar, o processo de avaliação e outros. Importante
também considerar as normas legais sobre o assunto, tanto da LDB (artigos 9º, 23,
26, 27, 28, 33 e 36), quanto dos Conselhos de Educação (Nacional Estadual ou
Municipal).

A Educação Infantil da Escola Básica Mansueto Trés (Pré) se fundamenta no


Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (1998) o currículo deve
contribuir para o planejamento, desenvolvimento e avaliação de práticas educativas
que considerem a pluralidade e diversidade étnica, religiosa, de gênero, social e
cultural das crianças, favorecendo a construção de propostas educativas que
respondam as demandas das crianças nos diversos contextos em que se
encontram. Para tanto, este documento propõe a organização do trabalho de forma
a integrar: cuidar, educar e brincar.

A Educação Infantil, na Escola Básica Mansueto Trés é contemplada por uma turma
mista de crianças de Jardim I,Jardim II e Pré Escolar que atendem crianças de 04 a
05 anos de idade. O trabalho didático-pedagógico nestas classes parte do princípio
de que toda criança é capaz, tem um potencial a ser desenvolvido, desde que
respeitada á especificidade de cada uma. Esclarecemos que esta fase de
desenvolvimento é a fase vista pela psicologia como lúdica, fase de brincar.

“Sendo assim, a promoção de atividades que favoreçam


o envolvimento da criança em brincadeiras,
principalmente aquelas que promovam a criação de
situações imaginárias, tem nítida função pedagógica”.
(Oliveira,1997, p.138)

A criança neste período se desenvolve num processo de atividades planejadas,


organizadas de forma a englobar sistematicamente os cuidados, as brincadeiras e
as situações de aprendizagem orientadas, conforme as Diretrizes Curriculares para
a Rede Municipal de Educação Infantil de Itajaí.
Este planejamento se dá através da Pedagogia de Projetos onde o aluno aprende no
processo de produzir, de levantar indagações, de pesquisar e de criar relações, que
estimulam novas procuras, descobertas, apreensões e reconstruções de
conhecimento. E, portanto, a ação do professor deixa de ser aquele que ensina por
meio da transmissão de informações, para criar situações de aprendizagem cujo
foco incide sobre as relações que se estabelecem neste processo, competindo ao
professor realizar as mediações indispensáveis para que o aluno possa descobrir
sentido naquilo que está aprendendo, a partir das relações criadas nessas
situações.

O Ensino Fundamental atende crianças a partir de 06 anos completos, ou a


completar até 31 de março, respeitando a legislação vigente, inclusive portador de
necessidades especiais.

O Ensino Fundamental tem como função essencial contribuir para a transformação


da realidade social, proporcionando condições aos que nela atuam, desenvolvendo
o senso crítico através da reflexão, para que possam agir de forma consciente
exercendo sua plena cidadania e atende crianças a partir de seis anos respeitando a
legislação vigente.

O Ensino Fundamental será organizado da seguinte forma:


I. 1º Ano;
II. 2º Ano;
III. 3º Ano.
IV. 4º Ano
V. 5º Ano
VI. 6º Ano a 8ª série

O currículo significa toda ação educativa da Escola Básica Mansueto Trés, que
envolve o conjunto de ações voltadas aos objetivos educacionais, numa perspectiva
de uma educação transformadora.
2.5.7.1 DA ORGANIZAÇÃO E COMPOSIÇÃO CURRICULAR

As atividades escolares constarão de aulas, demonstrações, palestras, exposições,


exercícios, tarefas, trabalhos práticos, pesquisas, atividades extra-classe, extra-
curriculares ou complementares, bem como outras que objetivem a formação
integral do educando, além de provas, testes, recuperação paralela e 5ª avaliação.

A formação dos currículos obedecerá a base nacional comum e a parte diversificada


segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9394/96), sendo que
os conteúdos de cada disciplina seguirão as normas de elaboração estabelecidas
pelos PCNs, Cadernos Metodológicos e Proposta Pedagógica da Escola.

Os currículos poderão ainda sofrer modificações em sua aplicação, atendendo às


conveniências didático-pedagógica, para que sejam adequadas ao nível de
desenvolvimento de cada turma.

Para o desenvolvimento dos conteúdos programáticos serão seguidas as


orientações da equipe de especialistas da escola e direção.

A metodologia de ensino a ser utilizada visará ao maior grau de atendimento, aos


objetivos definidos e à clientela dos cursos.

Parágrafo único: as formas de trabalhar as metodologias de ensino serão


discutidas e definidas no PDE e proposta pedagógica.

A especificação das disciplinas e carga horária, encontra-se na grade curricular


abaixo, de acordo com a LDB Nº 9394/96 – 1º ao 4° ano e 1ª a 8º série.
Número de dias letivos: 205
Número de dias de trabalho escolar efetivo: 200
Número de semanas letivas: 40
Duração hora aula: 04 aulas de 60 minutos.
2.5.7.2 DA ENTURMAÇÃO

Enturmação e/ou movimentação, é a circulação de alunos dentro de uma mesma


escola a fim de organizar turmas para facilitar o processo pedagógico.

A enturmação no Ensino Fundamental pode ser realizada segundo os seguintes


critérios:
I - por idade na educação infantil e no primeiro ano do Ensino Fundamental;
II - Por peculiaridade na organização familiar (horário de trabalho dos pais,
problemas de saúde da criança e outros);
III - Por mudança de turno;
IV - Por organização de espaço físico a fim de equalizar o número de alunos por
série;
V - Por características comportamentais;
VI - Para alunos defasados em idade / série em dois anos ou mais, alfabetizada ou
não, desde que não sejam portadores de necessidades educativas especiais.

A movimentação dos alunos intra-rede não deverá ser contabilizada como


transferência expedida, para efeitos de relatórios de “Indicadores de Eficiência”.

Parágrafo único – Para efeitos do Censo Escolar, segue as orientações normais.

2.5.7.3 DOS CRITÉRIOS PARA CORREÇÃO DE FLUXO

Correção de Fluxo visa corrigir a defasagem, abolindo a necessidade de programas


de caráter intervencionista e emergencial. É um trabalho preventivo e contínuo,
incorporado ao dia a dia da escola.

A Correção de Fluxo objetiva principalmente:


I - assegurar, nas redes de ensino participante do Acelera Brasil, que a regularização
do fluxo escolar seja uma constante;
II - garantir atendimento específico aos alunos que, embora já tenham participado de
classes de aceleração, ainda se encontra defasado e; àqueles que venham a
integrar o Sistema Municipal de Ensino;
III - acompanhar anualmente, os dados de matrícula e idade dos alunos (no início e
término do ano letivo), abandono, retenção e promoção;
IV - acompanhar e garantir a qualidade de ensino que está sendo ministrada.

Adotará o regime anual por série anual por séries, considerando assim, período
previsto, cuja duração não será inferior ao da legislação em vigor.

Será observada e cumprida a carga horária prevista no currículo aprovado pelos


órgãos do Sistema Educacional e Municipal de Ensino.

As classes e turmas serão organizadas em conformidade com as convivências


didáticas pedagógicas e de ordem administrativa.

Parágrafo único – Farão parte do corpo docente, professores qualificados e


investidos no cargo por concurso público municipal ou processo seletivo.

A matriz curricular deve contemplar as seguintes áreas do conhecimento e carga


horária:

Anos iniciais
DISCIPLINAS

1º CH 2º CH 3º CH 4º CH 5º CH
ano ano ano ano ano ano ano ano ano ano
SEMANAISAULAS
Língua Portuguesa 05 200 05 200 05 200 04 160 04 160
Matemática 04 160 04 160 04 160 04 160 04 160
Ciências 02 80 02 80 02 80 02 80 02 80
Historia 02 80 02 80 02 80 02 80 02 80
Geografia 02 80 02 80 02 80 02 80 02 80
Educação Física 03 120 03 120 03 120 03 120 03 120
Arte 01 40 01 40 01 40 01 40 01 40
Ensino religioso 01 40 01 40 01 40 01 40 01 40
Filosofia
Língua Estrangeira - - - - - - 01 40 01 40
Inglês/Espanhol

Número mínimo de dias de efetivo trabalho escolar: 200 (duzentos) dias;

Carga horária anual mínima para os alunos: 800 horas;

Número mínimo de semanas letivas: 40 (quarenta) semanas;

(*) Duração hora/aula: 1 hora – 4 aulas diárias (4 horas);

Parágrafo Único - A carga horária anual poderá ser ampliada de acordo com a
necessidade do processo de ensino e de aprendizagem e deverá contar com a
validação da Secretaria Municipal de Educação e deste Conselho.

2.5.7.4 Estrutura do currículo do Ensino Fundamental

Matemática: Apropriar o aluno de conhecimentos, de expressões, de linguagens e


conceitos produzidos e utilizados socialmente como representação de múltiplos
fenômenos da natureza à solução competente de problemas necessários ao seu
contexto de vida.

Utilizar a matemática como instrumental para compreender o mundo à sua volta e


vê-la como área do conhecimento que estimula a curiosidade, o espírito de
investigação e o desenvolvimento da capacidade para desenvolver problemas. Ter
atitudes de segurança com relação à própria capacidade de construir conhecimentos
matemáticos, de cultivar a autoestima e de perseverar na busca de soluções.

Ciências: Proporcionar ao aluno conhecimentos e procedimentos científicos de


forma que lhe permita não somente compreender o funcionamento destes, mas
também a mediação que o desenvolvimento tecnológico tem para a vida do cidadão
comum, viabilizando competências de interferência qualitativa em situações reais.

Geografia: Compreender o mundo atual e situar-se nele de forma a contribuir para


sua melhoria, seja em âmbito local ou regional, refletindo sobre as causas e
consequências políticas, sociais, econômicas e ambientais da ação humana sobre o
espaço geográfico.

História: Conhecer e respeitar o modo de vida de diferentes grupos sociais, em


diversos tempos e espaços, em suas manifestações culturais, econômicas, políticas
e sociais, reconhecendo semelhanças e diferenças entre eles, bem como, traçar
projetos para o futuro.

Língua Portuguesa: Propiciar ao aluno a linguagem oral e escrita / norma culta – de


forma que ele possa apropriar-se processualmente com competência no uso da
mesma, seja ela em uma produção escrita-interpretação, organização textual, oral,
ou em diferentes áreas do conhecimento.

Ter o domínio da expressão oral e escrita em situações de uso público. Apresentar


conhecimento para selecionar gêneros textuais adequados para uma produção
textual, operando sobre as dimensões pragmáticas, semânticas e gramaticais.
Levar em conta a situação de produção social e material do texto a ser produzido.

Arte: Ter competências de sensibilidade e de cognição em artes visuais, dança,


música e teatro, diante de sua produção de arte e no contato do patrimônio artístico,
exercitando a cidadania cultural com qualidade.

Ensino Religioso: Valorizar o pluralismo enquanto matriz ideológica que vera a


diversidade cultural, presente na sociedade humana, compreendendo as realidades
pertinentes ao transcendente e ao ser ligado a ele, na busca do conhecimento total
do ser em seu processo histórico.

Língua Estrangeira: Socializar-se e comunicar-se na Língua Inglesa, reconhecendo


sua estrutura por meio da analogia com a língua materna e de reconhecer aspectos
da cultura, ampliando sua visão do mundo.

Educação Física: Participar de diferentes atividades cognitivas e motoras,


procurando adotar uma atitude autônoma, cooperativa e solidária, sem
discriminação pelo desempenho ou os colegas pelo desempenho ou por razões
sociais, físicas, sexuais ou culturais.

Musicalização: tem por objetivos gerais abrir espaço para que os alunos possam
se expressar e se comunicar através dela, bem como promover experiências de
apreciação e abordagem em seus vários contextos culturais e históricos.

2.6 RESULTADOS EDUCACIONAIS

2.6.1 DESEMPENHO ESCOLAR DOS ALUNOS

Dados dos últimos três anos


Ano Aprovação Reprovação Evasão Idade série
Nº % Nº % Nº % Nº %
2010 226 89% 28 11% 0 0 45 18%
2011 373 93% 30 7% 0 0 51 13%
2012 284 97% 10 3% 0 0 56 19%

2.6.2 DESEMPENHO GLOBAL DA ESCOLA

IDEB – ESCOLA BÁSICA MANSUETO TRÉS

2.6.2.1 IDEB ANOS INICIAIS

Anos Iniciais
Ano 2007 2009 2011 2013
Crescimento 6% 2%
Ideb 4.8 4.5 4.4
Meta 5.0 5.3 5.6

Os anos iniciais não avançaram de 2007 até 2011 com agravante, pois, não houve
crescimento e com isso não atingindo a meta estabelecida. A preocupação e que
esses alunos irão fazer a Prova Brasil em 2015, nesse período esses alunos terão
que ter uma intervenção, acompanhamento ainda mais intensa e com estratégias
para aumentar a qualidade de aprendizagem.

2.6.2.2 IDEB ANOS FINAIS

Anos Finais
Ano 2007 2009 2011 2013
Crescimento 26% 21% 24%
Ideb 4.8 3.8 4.7
Meta 3.8 4.0 4.3 4.7

Iniciamos com uma meta 4.8 que não conseguimos alcançar nas duas Prova
Brasil, apesar de ter c conseguido alcançar a meta estabelecida em 2011, só que
os alunos não crescerem muito. Em 2009 houve uma queda bem significativa
devido a aprovação em 2008 por causa da enchentes.

2.6.2.3. PROFICIÊNCIA ANOS INICIAS

Anos Disciplina 2005 2007 2009 2011


Iniciais Matemática 194.48 199.24 192.75
Língua Portuguesa 177.99 168.62 178.69

Na disciplina de Matemática tivemos evolução em 2009 conseguindo em média


atingir 88% da avaliação. Só que o Mec estabelece uma escala que serve como
parâmetro, que define o nível mínimo que deveriam obter em cada disciplina e para
a disciplina de matemática é de 225.Comparando o quadro a cima em nenhuma
prova conseguimos a meta estabelecida.

Na disciplina de Língua Portuguesa teve evolução em 2011 conseguindo em média


atingir 89% da avaliação. Só que o Mec estabelece uma escala que serve como
parâmetro, que define o nível mínimo que deveriam obter em cada disciplina e para
a disciplina de Língua Portuguesa é de 200.Comparando o quadro a cima em
nenhuma prova conseguimos a meta estabelecida.
2.6.2.4 Proficiência Anos Finais

Anos Disciplina 2005 2007 2009 2011


Matemática 225.95 250.46 228.03 260.55
Finais Língua Portuguesa 203.70 245.47 219.16 237.39

Na disciplina de Matemática tivemos evolução em 2011 conseguindo em média


atingir 87% da avaliação. Só que o Mec estabelece uma escala que serve como
parâmetro, que define o nível mínimo que deveriam obter em cada disciplina e para
a disciplina de matemática é de 300.Comparando o quadro a cima em nenhuma
prova conseguimos a meta estabelecida.

Na disciplina de Língua Portuguesa teve evolução em 2007 conseguindo em média


atingir 90% da avaliação. Só que o Mec estabelece uma escala que serve como
parâmetro, que define o nível mínimo que deveriam obter em cada disciplina e para
a disciplina de Língua Portuguesa é de 275.Comparando o quadro a cima em
nenhuma prova conseguimos a meta estabelecida.

2.7 CONVIVÊNCIA NA ESCOLA

As normas de convivência estão pautadas no convívio entre a comunidade escolar e


o respeito da realidade individual, a diversidade de ideia de cada um. A escola
valoriza o respeito, a responsabilidade e a solidariedade. Quando é necessário fazer
alguma advertência ao aluno ou a algum profissional da educação procura-se,
através do diálogo, conscientizá-los da importância de aceitar críticas para o
crescimento pessoal e desta forma ter condições de desenvolver um bom
relacionamento com o outro no convívio social.

A escola procura valoriza os pais e alunos respeitando-os, acatando sugestões,


atendendo-os com cortesia sempre que ela é solicitada. É incentivando o livre
acesso dos pais e alunos à escola permitindo assim, a aproximação com toda a
comunidade escolar.
A qualidade da convivência escolar depende do que queremos praticar diariamente
para a melhoria do relacionamento. É papel de a escola estimular os indivíduos a
refletir e a posicionar-se de maneira responsável e crítica.

3.0 MARCO CONCEITUAL: DEFINIÇÃO DAS BASES DO PROJETO POLÍTICO


PEDAGÓGICO

Toda escola tem objetivos que deseja alcançar, metas a cumprir e sonhos a realizar.
O conjunto dessas aspirações, bem como os meios para concretizá-las, é o que dá
forma e vida ao chamado Projeto Político Pedagógico (PPP) . Se você prestar
atenção, as próprias palavras que compõem o nome do documento dizem muito
sobre ele:

 É projeto porque reúne propostas de ação concreta a executar durante


determinado período de tempo.
 É político por considerar a escola como um espaço de formação de cidadãos
conscientes, responsáveis e críticos, que atuarão individual e coletivamente
na sociedade, modificando os rumos que ela vai seguir.

 É pedagógico porque define e organiza as atividades e os projetos


educativos necessários ao processo de ensino e aprendizagem.

Ao juntar as três dimensões, o PPP ganha a força de um guia, aquele que indica a direção a
seguir não apenas para gestores e professores mas também funcionários, alunos e famílias.
Ele precisa ser completo o suficiente para não deixar dúvidas sobre essa rota e flexível o
bastante para se adaptar às necessidades de aprendizagem dos alunos. Dispositivos
legais e normativos a serem considerados e o que eles determinam em relação à
educação escolar. Ver: Constituição federal de 1988, Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional (Lei 9934/96), Plano Nacional de Educação, Plano estadual de
Educação, Plano Municipal de educação, Parâmetros Curriculares Nacionais,
disposições do CNE, e do CEE e do CME, regimento da escola.

3.1 UMA CONCEPÇÃO DE MUNDO E DE SER HUMANO: UMA CONCEPÇÃO DE


EDUCAÇÃO
A compreensão da natureza da educação passa pela compreensão da natureza
humana, Vitor Paro define a educação como:

“Entendida a educação como apropriação da cultura humana


produzida historicamente e a escola como instituição que provê
a educação sistematizada, sobressai a importância das
medidas visando à realização eficiente dos objetivos da
instituição escolar, em especial da escola pública básica,
voltada ao atendimento das camadas trabalhadoras... é pela
educação que o ser humano atualiza-se enquanto sujeito
histórico, em termos do saber produzido pelo homem em sua
progressiva diferenciação do restante da natureza”( Paro, 2003,
p. 7).

A educação fundamental, segundo a Constituição Federal é um direito de todos e


dever do Estado, diante disso o poder público é investido de autoridade para impô-la
como obrigatória a todos e a cada um e garantir sua gratuidade.

Educar é libertar o homem da condição de passivo, para sujeito que busca no


conhecimento a compreensão da realidade que está inserido, passando a
reconhecer o papel da História e onde a questão da identidade cultural, tanto em sua
dimensão individual como em relação à classe dos educandos, é essencial à
compreensão do real, entendendo que a aquisição da cultura da humanidade é um
direito que deve ser assegurado ao educando.

A concepção de educação de Paulo Freire vê o homem como um ser autônomo,


com capacidade de contribuir para a transformação do mundo. Portanto entendemos
educação como a prática social responsável pelo processo de humanização. Paulo
Freire fala em educação se referindo a profundas mudanças: “Quando falo em
educação como intervenção me refiro tanto à que aspira a mudanças radicais na
sociedade, no campo da economia, das relações humanas, da propriedade, do
direito ao trabalho, à terra, à educação, à saúde...”(2000, p.122). A Lei de Diretrizes
e Bases da Educação Nacional no artigo 22, define: “A educação básica tem por
finalidade desenvolver o educando, assegurando-lhe a formação comum
indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe meios para progredir no
trabalho e em estudos posteriores”

3.2 CONCEPÇÃO DE MUNDO


A concepção de mundo determina o grupo a que se pertence. O grupo é a reunião
de “... todos os elementos sociais que partilham de um mesmo modo de pensar e
agir, segundo Gramsci (1984, p 12)”. A concepção de mundo quando não crítica e
coerente é ocasional e desagregada.

O ponto de partida, para a concepção de mundo pela escola " é o desenvolvimento


da consciência de que somos produtos do processo histórico até hoje desenvolvido,
fazendo o inventário da infinidade de traços recebidos ". Gramsci (1984, p 12).

A escola precisa buscar consciência de nossa historicidade, da fase em que se


encontra desenvolvimento e a consciência de que está em contradição com outras
concepções de mundo.
A necessidade humana de vivenciar, valores que assegurem o crescimento pessoal
e a integração com o social vão delinear a concepção de mundo proposta por esta
instituição De acordo com Paulo Freire ( 1987, p. 87 ) “Nosso papel não é falar ao
povo sobre a nossa visão de mundo, ou tentar impô-la a ele, mas dialogar com ele
sobre a sua e a nossa”. É primordial que a escola analise e reflita sobre as
diversidades e a integração das mesmas.

Entendemos, nessa perspectiva, que a escola precisa ser espaço estratégico, onde
se possa desenvolver o compromisso com a construção da cidadania.
Apontando em direção às bases antropológicas do que propõe como concepção
dialética da filosofia da educação, Demerval Saviani ressalva que "lhe interessa um
homem concreto, isto é, o homem como síntese de múltiplas determinações, vale
dizer, o homem como conjunto das relações sociais".

Assim, o importante, acerca do homem, é sua localização, o seu enraizamento sócio


– histórico – político no presente, fonte de valores, que apareça como lugar em que
os homens, através de todas as dificuldades, estão a caminho de realizar
progressos decisivos.

O educando, segundo esta concepção, pode ser encarado como um ser ativo,
dinâmico, co-participante do processo educativo, já que é o forjador da história que
trabalha no presente a partir de conteúdos significativos e atuais permanentemente
avaliados face às realidades sociais.

A tendência educativa centrada nos conteúdos, no valor vinculado às realidades


sociais, terá que trabalhar necessariamente a partir de modelos que tenham uma
relação direta com o presente da comunidade e, portanto, do indivíduo.

Ao aluno competirá, assim a partir dessa experiência sócio/cultural participar


ativamente do processo de aprendizagem, confrontando suas apreensões com os
modelos e conteúdos expressos pelo professor.

Queremos um mundo em que as relações de conflito entre capital e trabalho, países


desenvolvidos e subdesenvolvidos, entre raças, entre credos, entre sistemas
políticos de esquerda ou direita seja substituído pela cooperação econômica,
tecnológica ou científica, religiosa e política. Onde as minorias sejam respeitadas e a
cultura de todos valorizada e onde a paz não seja ancorada nas armas, mas nos
direitos universais.

3.3. CONCEPÇÃO DE SOCIEDADE

Dignidade e direito são alguns dos princípios fundamentais garantidos pela


Constituição Federal. Entretanto, a desigualdade social, cultural e econômica se
evidenciam a cada instante. A cada dia aumenta o número de pessoas destituídas
do mínimo necessário para sua sobrevivência: são os sem tetos, sem terras, sem
emprego, sem educação, sem cidadania. Cidadania entendida pela filosofia alemã
Hannah Arendt, acima de tudo, “ o direito de ter direitos”: de trabalhar, de ser
respeitado, de suprir suas necessidades básicas e de estudar. Freire propõe a
criação de uma sociedade ideal:

“...criação de uma sociedade menos perversa, menos


discriminatória, menos racista, menos machista que esta. Uma
sociedade mais aberta, que sirva aos interesses das classes
populares sempre desprotegidas e minimizadas e não apenas
aos interesses dos ricos, dos afortunados, dos chamados ‘bem
nascidos’”(Freire, maio de 1991, apud Gadotti, 1996, p. 103).

Concebe-se por sociedade uma organização mais justa, livre, pacífica, participativa
e solidária. Uma sociedade que tenha consciência dos aspectos políticos, moral,
educacional e cultural. Portanto, concebemos por sociedade, um espaço que tenha
por princípio a garantia do cumprimento dos direitos humanos, que garantam o
desenvolvimento do homem na sua totalidade, sendo respeitado nas suas
diferenças sejam quais forem.

A educação tem um papel fundamental na construção de uma sociedade mais


justa, que consiste em formar cidadãos conscientes, conhecedores da sua realidade
e capazes de nela interferir sendo sujeitos da história, segundo Paulo Freire:

“ O mundo não é. O mundo está sendo. Como subjetividade curiosa, inteligente,


interferidora na objetividade com que dialeticamente me relaciono, meu papel no
mundo não é só de quem constata o que ocorre, mas também de quem intervém
como sujeito de ocorrências. Não sou apenas objeto da História, mas seu sujeito
igualmente”(Freire, 2000, p. 85).

3.4 CONCEPÇÃO DE HOMEM

O homem não pode ser estudado e compreendido isoladamente, por ser um ser
histórico, se faz necessário compreendê-lo em cada momento da história, nas
relações que estabelece com seu meio.

Vemos o homem enquanto um ser social, que nas relações que estabelece com o
outro nos diversos segmentos da sociedade, produz a vida e interfere no meio que
vive, essa participação é possível, por meio de uma organização política e graças a
autonomia do homem, que sendo um ser de vontade, pode argumentar sobre sua
realidade.

Numa ação intencional e planejada, o homem age na natureza, por meio do


trabalho, transformando-a para atender suas necessidades, sendo esse um
processo dinâmico e que se dá em cada momento histórico. Por meio dessa ação o
homem vai acumulando experiências ao longo da vida e produzindo o
conhecimento.
Considerando o homem um ser social, é na relação com os seus semelhantes que o
ser humano aprende e ensina, se constrói enquanto sujeito e adquire autonomia e
valores essenciais para o convívio social tais como, respeito mútuo, solidariedade e
afetividade.

De posse do instrumental teórico e os meios necessários para que perceba e


assuma, verdadeiramente, seu papel ativo na história, enquanto cidadão capaz de
interpretar e participar da construção do mundo e sobretudo, de fazer-se a si mesmo
ao interagir com a realidade e o mundo do trabalho de forma crítica, consciente e
produtiva. Segundo Paulo Freire:

“A existência humana não pode ser muda, silenciosa, nem


tampouco pode nutrir-se de falsas palavras, mas de palavras
verdadeiras, com que os homens transformam o mundo. Existir
humanamente, é pronunciar o mundo, é modificá-lo. O mundo
pronunciado, por sua vez, se volta problematizado aos sujeitos
pronunciantes, a exigir deles novo pronunciar. Não é no silêncio
que os homens se fazem, mas na palavra, no trabalho, na
ação-reflexão” (1987, p.78)

A formação do homem como sujeito de direitos universais é o centro do processo


educacional a essência do trabalho pedagógico, buscando formar uma pessoa
capaz de conduzir sua vida respeitando a diversidade cultural, ética e religiosa.

A concepção de homem e de educação que estamos falando é a de que repara


o homem/aluno para ser um sujeito ativo de sua vida, autor de sua história, que cria,
recria, inventa coletivamente, em parceria, constrói junto, articula teoria e prática,
tem valores, saberes, compartilha, acolhe e decide democraticamente

3.5 CONCEPÇÃO DE ESCOLA

“Sonhamos com uma escola pública capaz, que se vá


construindo aos poucos num espaço de criatividade. Uma
escola democrática em que se pratique uma pedagogia da
pergunta , em que se ensine e aprenda com seriedade, mas
que a seriedade jamais vire sisudez. Uma escola em que, ao se
ensinarem necessariamente os conteúdos, se ensine a pensar
certo”(Freire,2000 a, p. 24).

As modificações surgidas na sociedade moderna impõem à escola mudanças


nas abordagens: política, econômica, social e cultural, propiciando um novo
compromisso ético com a comunidade e com o conhecimento. Assim a escola passa
a redefinir sua proposta de trabalho, sua estrutura, assegurando o acesso aos
estudos e a permanência dos alunos na escola, proporcionando-lhes aprendizagens
contínuas tanto em conceitos como em atitudes e ações.
A escola deve ser espaço social responsável pela apropriação do saber universal,
bem como a socialização desse saber elaborado às camadas populares. A luta pela
democratização, pela escola de qualidade, por uma educação pública gratuita e
universal, continuam sendo a palavra de ordem numa perspectiva progressista de
educação, fundamentados numa concepção histórico-crítica. Precisamos ter clareza
que Gestão Democrática é uma questão de postura, que se aprende no cotidiano da
escola, no coletivo, isso não quer dizer que todos tem que estar no mesmo lugar
pensando a mesma coisa, mas coletivo é um grupo de pessoas que comunga da
mesma ideia e que procura buscar espaço para discussões.

“... a participação democrática não se dá espontaneamente,


sendo antes um processo histórico de construção coletiva,
coloca-se a necessidade de se preverem mecanismos
institucionais que não apenas viabilizem mas também
incentivem práticas participativas dentro da colégio pública.
Isso parece tanto mais necessário quanto mais considerarmos
nossa sociedade, com tradição de autoritarismo, de poder
altamente concentrado e de exclusão da divergência nas
discussões e decisões” ( Paro, 2003, p. 46)

Uma escola democrática deve ter na sua organização órgãos constitutivos e


atuantes que são: Conselho Escolar, APMF, Grêmios Estudantis e ONGS. Nesta
perspectiva concebemos por colégio o espaço de formação da consciência política
do aluno para atuar e transformar a realidade, problematizando as relações sociais
do homem com a natureza e com os outros homens, visando a transformação social.

Dessa forma, acreditamos que é papel da escola promover a interação entre os


saberes populares e os científicos permeados pela vivência e experiência escolar,
ressignificando-os e dotando-os de sentido, possibilitando a aquisição do
conhecimento por meio de aprendizagens significativas.

“ Mais que escrever e ler que a “asa é da ave”, os alfabetizados


necessitam perceber a necessidade de um outro aprendizado:
o de “escrever” a sua vida, o de “ler” a sua realidade, o que
não será possível se não tomam a história nas mãos para,
fazendo-a, por ela serem feitos e refeitos” (Freire, 1982, p. 16).
Não se concebe mais uma escola, alheia às questões sociais, a modernidade e a
tecnologia, mas sim uma escola que deve repensar sua função social e histórica,
fortalecendo os princípios da igualdade, da liberdade, do reconhecimento do
pluralismo de ideias e concepções pedagógicas, buscando garantir a qualidade do
processo ensino-aprendizagem, confrontando os saberes trazidos pelo aluno com o
saber elaborado, na perspectiva da apropriação de uma concepção
científico/filosófica da realidade social, mediada pelo professor.

A escola tem que desenvolver uma postura transdisciplinar na organização do


trabalho escolar, que seja capaz de dialogar dialeticamente sobre as questões em
torno do contexto social da sua comunidade, buscando a superação da
fragmentação do trabalho pedagógico, que valorize a prática social do aluno,
trabalhando com as diferenças, construindo assim um espaço democrático.
Diante disso, a colégio tem como princípios filosóficos: a ética da identidade, a
política da igualdade, e a superação dos conteúdos lineares descontextualizados e
sem significado. Estes princípios serão a mola mestra dos princípios pedagógicos da
escola que almejamos: um ensino de qualidade, onde todos os envolvidos no
processo educacional tenham objetivo único, trabalhar com o conhecimento
elaborado e não o conhecimento espontâneo, o saber sistematizado e não o saber
fragmentado e com a cultura erudita e não a popular, contextualizando-os
historicamente.

3.6 CONCEPÇÕES DE APRENDIZAGEM

Busca-se o desenvolvimento de uma concepção de ensino onde educador e


educando sejam sujeitos do seu processo de desenvolvimento, pois necessitam da
mediação das experiências e saberes de ambos, para que se concretize a
aprendizagem.

Nessa concepção a função do educador deve ser a de oportunizar atividades que


encaminhem o educando ao seu desenvolvimento potencial, dessa forma, é papel
do educador ser mediador das atividades. Para tal, os conteúdos trabalhados
nascem da necessidade que o educando encontra ao tentar realizar sua tarefa.
.
Há a necessidade de criar situações em que o indivíduo seja instigado a refletir e
buscar o conhecimento, por meio de circunstâncias em que ele precise fazer
escolhas diante de problemas que surgem espontaneamente e não criados num
clima artificial. Prezamos em nossa escola por um espaço em que o professor não
assuma a posição de concentrador do saber, mas sim o professor é quem direciona
o trabalho pedagógico, o sujeito que proporciona um espaço democrático e aberto.
Esse espaço distancia-se daquele em que geralmente nos colocamos em sala de
aula: ditadores de um conhecimento que somente nós podemos disseminar.

“É preciso que, pelo contrário, desde os começos do processo,


vá ficando cada vez mais claro que, embora diferentes entre si,
quem forma se forma e re-forma ao formar e quem é formado
forma-se e forma ao ser formado. É nesse sentido que ensinar
não é transferir conhecimento, conteúdos, nem formar é ação
pela qual um sujeito criador dá forma, estilo ou alma a um
corpo indeciso e acomodado” ( Freire, 2000, p. 25).

O eixo organizador da prática pedagógica está na aprendizagem, entendendo que


alguns alunos precisam de mais tempo e de metodologias diferenciadas para
garantir que ocorra a efetiva aprendizagem, e vale lembrar o que Paulo Freire não
se cansava de repetir: “ensinar exige comprometimento”.

OBJETIVOS DA AÇÃO EDUCATIVA NA ESCOLA BÁSICA MANSUETO TRÉS

 Desenvolver a capacidade de aprender bem com a de socializar e multiplicar o


que aprendeu nas situações de vida diária, tendo como meios básicos o domínio
da leitura, da escrita e do cálculo, da interpretação e da produção textual;
 Estimular a consciência crítica para organizar e transformar o conhecimento
adquirido para crescimento próprio e da sociedade;
 Considerar as etapas do desenvolvimento do aluno, suas necessidades e
individualidades;
 Oferecer um ambiente escolar de socialização de vivências e de interações;
 Desenvolver uma ação educativa considerando os interesses e necessidades
dos alunos, ampliando e valorizando seus conhecimentos, num ambiente que
ofereça situações problemas que os levem a pensar, refletir, questionar, criar,
criticar, sugerir, participar, conviver e transformar;
 Enfatizar a participação mútua, possibilitando a construção da autonomia e
cooperação;
 Confiar nas possibilidades que todos os alunos tem de se desenvolver,
aprender e ensinar, oportunizando a construção de sua auto imagem positiva;
 Propor aulas e atividades significativas, dinâmicas e prazerosas, incentivando a
curiosidade, a descoberta, a criatividade, a reflexão e a análise crítica e,
conseqüentemente a aprendizagem;
 Fazer intervenções sempre que necessário buscando alternativas para superar
as dificuldades de aprendizagem e outros problemas que surgirem;
 Possibilitar o acesso aos conhecimentos da realidade social e cultural;
 Despertar e fortalecer valores de vida como: respeito, solidariedade, justiça,
verdade, honestidade, amizade, integrando-os, nos diversos conteúdos e
atividades durante as aulas;
 Considerar e respeitar as diferenças individuais, sociais, econômicas, culturais,
étnicas e religiosas de cada aluno;
 Promover parceria junto as famílias e comunidade viabilizando e
compartilhando as ações educativas e administrativas desenvolvidas na escola;
 Oferecer um espaço de socialização de vivencias e de interações.
Percebemos que esse conjunto de capacidades e possibilidades configura
os principais contornos de um individuo, étnico, habilitado e respeitado em todas as
suas potencialidades, socialmente inserido em sua comunidade e valorizado em sua
especificidade cultural.

Nesse contexto cabe ao professor colocar-se como facilitador do


desenvolvimento dessas capacidades e habilidades de forma que esses objetivos
orientem seu planejamento e sua postura de mediação do conhecimento junto aos
alunos. Para isso, a ação educativa da Escola Básica Mansueto Trés contemplará: a
leitura, a escrita, a interpretação, os jogos, as brincadeiras, as experiências, os
debates, as pesquisas, o esporte, a cultura, o contato com a natureza, as aulas
passeio, os cuidados com a higiene e saúde, a alimentação saudável, a expressão,
o movimento, o diálogo, a disciplina, o respeito, a compreensão, as interações, o
afeto, a proteção, a convivência harmoniosa, o cultivo da paz, enfim o aprender a
ser.

3.7 PRESSUPOSTOS METODOLÓGICOS: OS FUNDAMENTOS TEÓRICOS E A AÇÃO


PEDAGÓGICA

A Proposta pedagógica da Escola Básica Mansueto Trés está fundamentada na


concepção de aprendizagem socio-interacionista. Esta concepção na sua origem,
tem como preocupação a compreensão da influência do meio social na formação
das funções cerebrais superiores, que não são apenas entendidas como uma
determinação biológica.

O mais conhecido expoente desta concepção foi Lev Seminovich Vygotskty,


professor e pesquisador contemporâneo de Piaget, nasceu na Rússia em 17 de
novembro de 1896 e faleceu em 1934 com 37 anos de tuberculose.
Durante os dez anos que trabalhou no Instituto de Psicologia de Moscou, Vygotski
criou uma teoria sobre Desenvolvimento Mental do Individuo e da Espécie Humana
que tem como base o desenvolvimento do individuo como o resultado do processo
sócio-historico, dando ênfase ao papel da linguagem e da aprendizagem nesse
desenvolvimento. Sua questão central e aquisição do conhecimento pela interação
com o meio.

Para Vygotskty existem relações recíprocas entre o desenvolvimento e a


aprendizagem, pois a aprendizagem impulsiona o desenvolvimento e o
desenvolvimento impulsiona a aprendizagem.

Em sua teoria Vygotskty revela a existência de dois níveis de desenvolvimento: o


nível de desenvolvimento potencial- atividades que o individuo realizará mediado
pela ajuda de um parceiro mais experiente( professor,aluno,...); e nível de
desenvolvimento real - aquilo que o individuo consegue fazer sozinho, por já ter se
apropriado do mesmo. A distancia de um nível ao outro é chamado de zona de
desenvolvimento proximal. O individuo é, neste processo um ser ativo e as citações
conflitantes colocadas para a aprendizagem ocorrem de modo a desafia-lo na busca
de resposta – é um pesquisador.

O professor é o mediador, incentivador, viabilizador do processo de aprendizagem, e


por ter essa responsabilidade necessita ter pleno conhecimento dos conhecimentos,
das habilidades a serem desenvolvidas, entender como seu aluno aprende e em que
tempo ele o faz, possibilitando seu crescimento e autonomia.
A escola é o espaço privilegiado para a socialização da riqueza cultural, oportuniza
uma maneira científica de pensar e o desenvolvimento integral do aluno. É
concebida como lugar onde o aluno é estimulado em um procedimento de seu
próprio conhecimento, deverá organizar seus espaços de tal forma que contribua,
facilite e promova a construção do individuo, através das interações entre o sujeito e
o mundo que o rodeia.
Assim a Escola Básica Mansueto Trés primará por organização pedagógica que
colabore para a formação de indivíduos ativos, criativos, autônomos e protagonistas
de suas próprias histórias. Sendo que o respeito, a solidariedade, a ética, a
cidadania são valores que fundamentam este processo de formação.

Com vistas à educação de qualidade, serão priorizadas a leitura, a interpretação, a


escrita e o cálculo, o conhecimento das diversas culturas e a apropriação dos
conhecimentos das diversas áreas necessárias ao desenvolvimento das habilidades
e competências, através de atividades lúdicas, de pesquisas que desafiam o aluno
apropriar-se do conhecimento e interação com os pares e com os professores.

INSTRUMENTOS DE TRABALHO

Os instrumentos de trabalho são essenciais para o aprimoramento profissional e


para um fazer mais eficaz.

Cada profissão possui os seus próprios instrumentos. Para garantir a qualidade das
ações educativas na E.B.Mansueto Trés, utilizamos os seguintes instrumentos de
trabalho:

 Proposta Pedagógica;
 Plano de desenvolvimento da Escola (PDE);
 Regimento interno;
 Parâmetros Curriculares Nacionais-Temas Transversais;
 Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil-MEC;
 Diretrizes Curriculares Nacional para a Educação Infantil de Itajaí da
Secretaria de Educação;
 Planejamento Anual de Ensino;
 Matrizes de habilidades;
 Planejamento diário;
 Diário de classe;
 Projetos;
 Relatórios descritivos e estatísticos;
 Gráficos de desempenho e freqüência dos alunos;
 Boletim de notas.

3.8 A AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM: INSTRUMENTO E


CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

Avaliação do Aluno

Compreendemos a avaliação como um conjunto de atuações que tem a função de


sustentar e orientar a intervenção pedagógica. Deve ocorrer sistematicamente
durante todo o processo de ensino aprendizagem, possibilitando ao professor
ajustes constantes para que a tarefa do ensino aprendizagem tenha sucesso.

A avaliação, além de ser elemento de reflexão constante e contínua sobre a prática


pedagógica, deve ser também instrumento que possibilite ao aluno e sua família
tomar consciência de seus avanços, dificuldades e possibilidades.

A avaliação do desempenho escolar da Escola Básica Mansueto Trés segue as


orientações previstas pela Secretaria Municipal de Educação no que se refere ao
disposto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional número 9394/96 e de
acordo com a Lei Municipal 3352/98, que dispõe sobre o Sistema Municipal de
Ensino. Dessa forma prioriza a avaliação formativa e processual, avaliando as
habilidades e competências adquiridas, selecionando diferentes instrumentos de
avaliação que possam captar o percurso da aprendizagem dos alunos, sendo
pautados em critérios de avaliação, onde os avaliados tem conhecimento do que se
quer alcançar.

Neste sentido os professores têm conhecimento sobre desenvolvimento cognitivo,


conhecimento, compreensão, aplicação, análise, síntese. Assim, a avaliação
acontece como processo que contribui para a aprendizagem e para o
desenvolvimento global dos alunos.

Educação infantil – LDBEN 9394, seção II ar. 29 “ A educação infantil primeira etapa
da educação básica, tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança até
seis anos de idade, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social,
complementando a ação da família e da comunidade”.

Neste sentido, a escola não molda a criança, mas sim deve proporcionar
possibilidades para que se desenvolva. Trata-se, conforme acima de um olhar sobre
conceito variável que se estabelece nas diversas dimensões que congregam o
desenvolvimento integral do ser humano para tal faixa etária, no que diz respeito a
objetividade da Educação Infantil.
A Pré-escola tem características gerais que a distinguem dos outros níveis de
escolaridade, privilegiando atividades que lhe são peculiares, uma vez que se trata
de momentos onde a curiosidade precisa ser priorizada por meio do toque
encantador do desvendar dos “mistérios” do conhecimento.

O papel do educador revela-se, neste momento de extrema importância por ser o


mediador das brincadeiras orientadas que enquanto organiza vivencias se
reorganiza através delas e das experiências educativas vividas no grupo e pelo
grupo. Percorrendo, pois uma gestão de situações necessárias a soluções de
problemas em momentos de ordem individual e em outros de ordem coletiva.

A aprendizagem da criança processa-se a um ritmo diferente segundo as


capacidades individuais de cada uma. Motivo pelo qual a organização do ambiente
educativo precisa ser motivador e facilitador das trocas de experiências que
possibilitarão a aprendizagem que perpassa os laços com a família, a solidariedade
humana e o respeito mutuo, base sobre a qual se organiza o processo de
desenvolvimento de todo o ser humano. E assim, as situações da aprendizagem
surgem seguidas de projetos e rotinas prazerosas cumpridas ao longo do ano letivo.

O processo de avaliação qualitativo e descritivo das diversas situações da


aprendizagem colhidas por meio da observação, reflexão e registro se traduzem em
características terminológicas próprias da turma e do individual de cada aluno, sem
função de promoção, pois segundo LDBEN 9394, seção II art. 31 “Nas educação
infantil a avaliação far-se-á mediante acompanhamento e registro do seu
desenvolvimento, sem o objetivo de promoção, mesmo para acesso ao ensino
fundamental.

Para acompanhar e compreender o desenvolvimento das crianças utilizaremos os


seguintes instrumentos:

Caderno de registros: Serão registrados os acontecimentos relevantes sobre os


avanços e dificuldades das crianças.

Avaliação descritiva: Sendo um relatório semestral de avaliação individual e do


grupo. Instrumento este que irá documentar a história da criança no espaço
pedagógico, sua interação com os vários objetivos de conhecimento, sua vivência
com o grupo.
Esse relatório, ao mesmo tempo em que refaz e registra a história do processo
dinâmico de construção de conhecimento, sugere, encaminhada, aponta,
possibilidades de ação educativa para pais, educadores e para própria criança.

Portfólio: É um instrumento onde se registra as idéias, experiências, atividades,


opiniões as realizações das crianças, possibilitando o acompanhamento e reflexão
no processo de aprendizagem.

No que se refere aos anos iniciais, especificamente primeiro e segundo anos, fica
muito evidente, que o aluno deve desenvolver habilidades, iniciando num nível mais
simples, superando os desafios e aprimorando o conhecimento e a habilidade de
cada etapa, num processo constante e crescente. Quanto ao registro desta
avaliação, que é bimestral, no 1 ano usa-se uma legenda específica para as
competências, sendo, D= Desenvolvida; ID= Iniciando Desenvolvimento; PD=
Parcialmente Desenvolvida; ND= Não Desenvolvida; CNA= Competência não
Avaliada.

Os alunos do primeiro ano serão promovidos para o segundo ano,


independentemente dos resultados do seu aproveitamento.

No segundo ano, usa-se uma conversão de legenda para nota. A legenda é


representada D= Desenvolvida; PD= Parcialmente Desenvolvida; ND= Não
Desenvolvida. Estes critérios obedecem uma sequência de prática de leitura e
escrita, língua oral, números e operações, espaço e forma, grandezas e medidas,
história, geografia, ciências, ensino religioso, educação física e arte. A cada
bimestre, o registro é convertido em valor numérico, onde o progresso é registrado e
a nota do último bimestre é a de maior peso na aprovação do aluno. Nos 2º anos
não se faz recuperação paralela, e sim avaliação formativa.

Depois de aplicadas as alternativas o aluno não conseguiu desenvolver as


habilidades consideradas necessárias, este deverá obrigatoriamente repetir o
segundo ano.

A partir do terceiro ano a oitava série, a avaliação é feita a partir dos critérios
constituídos por professores e alunos, apresentando-se bimestralmente em valor
numérico no boletim, tendo como eixo norteador a matriz de habilidades de cada
turma. O aluno será aprovado quando o aproveitamento alcançar a média mínima
seis (6) durante o ano letivo, em todas as áreas do conhecimento ou disciplinas.

O aluno com aproveitamento inferior a média prevista será submetido a uma quinta
avaliação, devendo alcançar a média seis (6) em cada disciplina, sendo igualmente
aprovado.

O aluno que após o acompanhamento sistemático de recuperação paralela e da


quinta avaliação, não alcançar média seis (6) em qualquer disciplina será reprovado
ou aprovado conforme decisão do conselho de classe que é soberano, desde que
respeitada a legislação vigente.

Quanto aos alunos Portadores de Necessidades Especiais (ANEs), a avaliação e


promoção serão feitas de forma diferenciadas e em conjunto com os professores,
equipe técnico pedagógica, pais e com o apoio dos profissionais do CEMESPI, que
fazem acompanhamento especializado conforme as necessidades educacionais que
o aluno apresenta.

No que se refere a assiduidade, o aluno será aprovado se tiver a frequência igual ou


superior a 75% (setenta e cinco por cento) do total de horas letivas.
Todas as turmas são heterogêneas, tendo em algumas delas alunos ANEs, ou com
dificuldades específicas que ao final do ano letivo ficam registros sobre o
desenvolvimento dos mesmos, destacando seus avanços e limites.

Instrumentos de avaliação.

 Pesquisas de campo e bibliográficas;


 Exercícios diversos;
 Trabalhos individuais e em grupos;
 Participação durante as aulas;
 Exposições e apresentações de cartazes;
 Leituras;
 Expressões orais e escritas;
 Tarefas para casa;
 Debates;
 Relatórios individuais e coletivos;
 Entrevistas;
 Auto avaliação;
 Envolvimento e participação nas atividades extra-classe;
 Sugestões;
 Jogos e brincadeiras;
 Fichas de leitura;
 Simulados, etc.

Critérios de Avaliação

 Assiduidade e pontualidade;
 Organização com seus trabalhos e materiais;
 Criatividade e autonomia;
 Iniciativa;
 Análise de dados;
 Avanços e conhecimentos (provas, exercícios...)
 Participação durante as aulas e nos trabalhos em grupos;
 Respeito pelos colegas e professores;
 Organização e pontualidade na entrega dos trabalhos;
 Cumprimento das regras e combinados;
 Responsabilidade;
 Zelo pelo patrimônio escolar;
 Mudanças positivas de comportamento e atitudes;
 Companheirismo;
 Solução de problemas;
 Coerência nas interpretações;
 Atenção nas explicações das aulas;
 Outros critérios conforme Matriz de Habilidades de cada turma.

Período de sondagem e diagnóstico.

Acontece nos primeiros quinze dias do ano letivo (Diagnóstico Inicial). É o período
onde o professor deve levantar, analisar e interpretar dados e informações que são
indispensáveis e que contribuem para melhorar o rendimento do processo ensino-
aprendizagem. Deve observar e registrar o nível de aprendizagem dos alunos, quais
as facilidades e dificuldades, suas expectativas, seus conhecimentos, as
experiências trazidas de casa. Dessa forma fará seu planejamento com base nessas
observações que deverão ser registradas em documento elaborado pelo professor,
atendendo assim os interesses e necessidades dos alunos.

O Diagnóstico Processual acontece durante todo o ano letivo, sendo uma ferramenta
rica para registrar observar e registrar o percurso dos alunos; os avanços, as
dificuldades e o que falta para que os objetivos propostos sejam alcançados.

Avaliação externa.

 Provinha Brasil, realizada com os alunos do 2º ano e alunos do 5º Ano (Series


iniciais);
 Prova Brasil (SAEB), realizada com os alunos do 5º ano e 8ª série;
 Essas avaliações, além de fornecer informações necessárias para a
elaboração de políticas públicas, servem como instrumentos para o
desenvolvimento de ações pedagógicas na Unidade Escolar.

Reclassificação

Será realizada com os alunos defasados idade/série da nossa escola que não
tenham reprovado e de alunos que são transferidos de outro Município, Estado ou
País através de uma avaliação para verificar o nível de aprendizagem e conforme
resultados obtidos permanecem na série de origem ou serão promovidos para a
série seguinte.

Avaliação dos Hábitos de Leitura

Sabemos que a leitura é de extrema importância na vida do aluno dentro e fora da


escola. Dessa forma os professores realizarão um trabalho contínuo e permanente
para criar e estimular o hábito da leitura através de diversas atividades , estratégias,
recursos como: contacão de histórias, visitas em bibliotecas, atividades de leituras
na biblioteca da escola, teatros, interpretações, dramatizações, fichas de leitura,
criação de histórias em quadrinhos, leituras de jornais, revistas, gibis, informativos,
ouvir e interpretar letras de músicas e hinos, construindo o canto da literatura na sala
de aula,visitando livrarias e outras.

Serão promovidas oficinas e convidados grupos externos de contação de historias,


com a finalidade de incentivar mais e mais a criança ao habito da leitura. Em
nenhum momento a leitura deverá ser utilizado como mecanismo de disciplina e sim
como espaço prazeroso onde as letras encontrem aconchego junto aos alunos
independente da faixa etária.

Neste processo a avaliação dar-se-á espontaneamente e em todos os momentos,


sendo que o professor estará criando situações para que o aluno possa registrar e
compartilhar o que aprendeu interpretando, sugerindo, desenhando, relatando,
imaginando, fantasiando, contando, dramatizando, criando, recriando e lendo de
forma prazerosa tornando-se assim um bom e criativo leitor e multiplicados de habito
de ler.

Como serão trabalhadas as Necessidades dos alunos e a Recuperação


Paralela

As necessidades dos alunos devem ser observadas, analisadas e sanadas


constantemente pelo professor. Devendo este contar com o apoio, orientação e
acompanhamento do Supervisor Pedagógico e Orientador Educacional.

A mediação do conhecimento se fará presente com todos os alunos e a adequação


das estratégias de recuperação se organizará de acordo com especificidade das
dificuldades encontradas em cada um dos alunos. Para que assim possam superar
as duvidas e avançar qualitativamente nas suas aprendizagem.

Entende-se por recuperação de estudos a avaliação formativa realizada ao longo do


processo de ensinar e aprender, a qual visa oferecer novas oportunidades de
aprendizagem ao aluno, para superar defasagem verificadas no seu desempenho
escolar.
A recuperação será oferecida de forma paralela:

 Sempre que o conteúdo curricular ministrado não for suficientemente


dominado pelo aluno;
 Sempre que, avaliado, o aluno tiver nota inferior a 6,0 (seis), padrão mínimo
de referência estabelecido. Os alunos que obtiverem nota 6,0 ou mais,
também podem participar da recuperação paralela.

A nota obtida após estudos de recuperação, em que demonstre ter superado as


dificuldades, substituirá a anterior, referente aos mesmos objetivos.
O professor deve recuperar os conteúdos de forma diferenciada e significativa de
modo a esclarecer e sanar as dificuldades do aluno, comunicar o dia da
recuperação, questionar o aluno sobre suas dúvidas, aplicá-la em sala de aula
através de relatórios, jogos, síntese, testes, avaliação oral, debates, etc.

Os alunos de 2º a 5º ano com dificuldades de aprendizagens serão encaminhados


ao Espaço de Vivência em Alfabetização ( EVA) no contra turno escolar.

Os alunos ANEEs serão encaminhados à atendimentos especializados (CEMESPI,


UNIVALI, HUMANIT e outros).

Para os alunos de 6º ano à 8 série faremos grupos de estudos no contra turno e


atendimento individual, com os Orientadores Educacionais, Supervisor Pedagógico e
Professores em hora/atividade.

Conselho de classe

As observações dos registros pedagógicos num sentido investigativo da


sistematização das vivencias sobre o contexto de sala de aula, cuja culminância se
da no momento do Conselho de Classe, uma vez que é ali, que são propiciadas
análises reflexivas do conjunto de professores, alunos, pais e equipe técnica da
escola. Além dos professores poderem partilhas as suas praticas e angustias.
Viabilizando, pois outros encaminhamentos necessários ao ensino aprendizagem:
“[...] Agregar novas perspectivas[...] so é possível quando compreendo meus
próprios pensamentos e apreendo o de outros, isto é quando habito possibilidades
de consciência.”(SOUZA apud HOFFMANN, 1994,p.183”

E assim, reside neste contexto a real primazia do momento avaliativo no Conselho


de Classe. Quando a organização das falas de todos os membros em um principio
de analise cooperativo e mediador das ações pedagógicas, viabilizara a gênese do
dialogo – reflexão em conjunto. Desta forma proporcionando o desenvolver de ações
educativas que visarão desencadear novas hipóteses para o ensino aprendizagem
por meio dos critérios avaliativos que promovem a aprendizagem do aluno e das
teorias do conhecimento nas diferentes áreas do saber que permitem o ensino de
qualidade. Respeitando-se numa ação dialógica de contextualização, fazendo, pois,
uso de instrumentos adequados, discutem e avaliam o processo de ensino
aprendizagem em uma interação sócio educacional. Com sabedoria Vascondelos,
(1992, p. 43), aponta:

“Avaliação [...] é um processo abrangente da existência humana, que


implica uma reflexão Critica sobre a pratica, no sentido de captar seus
avanços, suas resistências, suasDificuldades e possibilidades a
tomada de decisão sobre o que fazer para superar os obstáculos”.

Segundo resolução normativa 004/99 do Conselho Municipal de Educação


(COMED), no capitulo III, artigo 18, o Conselho de Classe deverá ser lugar de
investigação dos resultados e das necessidades da organização curricular, como
forma de possibilitar o aperfeiçoamento do processo, além de possibilitar:

I – Avaliação global do aluno;

II – A avaliação dos envolvidos no trabalho educativo;

III – A avaliação do processo ensino-aprendizagem desenvolvido pela escola;

IV – A definição de critérios de avaliação e sua revisão, quando necessária.

Dessa forma, os conselhos de classes serão assim realizados:


 Pré-Conselho com os alunos pela Orientadora Educacional, onde estes
colocam o parecer das disciplinas, dos docentes e do atendimento em geral
da Unidade Escolar;
 Pré-Conselho Individual com os professores pela Supervisora Pedagógica
para saber quais os alunos estão abaixo da média, em quais disciplinas,
quais os motivos e que medidas deverão ser tomadas para a superação das
dificuldades apresentadas;
 Num outro momento reúnem-se professores e equipe técnico – pedagógica
para:
 Análise individualizada do rendimento dos alunos com média inferior a seis
(6);
 Análise global da turma, buscando consenso a respeito da mesma,
analisando o desempenho anterior e atual;
 Análise do desempenho dos envolvidos no processo educativo (professores,
equipe técnico administrativo) quanto a metodologia e busca de novas
alternativas, visando sempre melhorar a aprendizagem dos alunos;
 Levantamento de medidas que devem ser tomadas para sanar e/ ou
aperfeiçoar o processo educativo e as respectivas abrangências;
 Fechamento com ata assinada por todos os participantes, das conclusões
que se chegou sobre cada turma e das medidas que serão agilizadas até o
Conselho de Classe seguinte.

Participação dos Alunos e Divulgação dos Resultados das Avaliações aos Pais

Sendo o aluno o “foco” do processo Ensino Aprendizagem, deve saber onde está e o
que fazer para avançar. Portanto os professores devem compartilhar com eles os
objetivos, as metas, os critérios de avaliação, o que está bem, o que precisa
melhorar, quais as alternativas, como estudar, como corrigir os erros. Dessa forma
os alunos avaliam a si próprios e aos colegas, analisam seus progressos e
dificuldades e sentem-se motivados a avançar, sentindo suas limitações como algo a
ser superado. O professor, por sua vez observa os alunos nos mais diversos
aspectos: individualidades, ritmos de aprendizagem, expectativas, experiências de
vida, dificuldades, entre outros; identificando suas necessidades e fazendo
intervenções viabilizando alternativas de ações para o enfrentamento dos desafios e
superações das dificuldades e problemas, acreditando sempre que o aluno é capaz.

Os pais acompanharão o rendimento e a vida de seus filhos visitando a escola,


acompanhando e orientando nas tarefas, trabalhos, cadernos, estudos; nas
conversas com os professores e especialistas, nas reuniões de pais, lendo e
assinando os comunicados enviados pela escola e através dos boletins de notas
entregues bimestralmente.

“Toda a ação humana é objetivada por uma meta que, depois de


atingida e superada, é substituída por novas metas, levantadas num
processo continuo de ação-reflexão-ação, um processo em que o
homem avalia as suas ações, planeja, levanta objetivos e passa a agir
novamente.”(DALBEN, 1995, p. 130)

Avaliação da Escola

Avaliação dos professores e especialistas em estágio probatório (dois anos)

Será feita pelo próprio funcionário e pela direção através de uma ficha elaborada e
encaminhada pela Secretária Municipal de Educação que retornará ao setor de
avaliação onde será analisada e posteriormente devolvida ao funcionário com
parecer favorável ou não.

Avaliação de todos os professores e demais funcionários

Será constante, através do acompanhamento das atividades dentro e fora de sala de


aula, dos cadernos de planos e registros, da assiduidade e pontualidade, do
preenchimento e pontualidade dos documentos solicitados pela secretaria da escola,
da clareza e domínio das aulas, da iniciativa, da disponibilidade, da criatividade, da
ética, do conhecimento, da participação em reuniões, formações, eventos, conselhos
de classe, das relações com os alunos e colegas, da organização, da
responsabilidade e comprometimento, do desempenho do aluno, do respeito, do
atendimento as famílias, do cumprimento das funções que lhes competem, da
qualidade das ações.
Haverá também um instrumento elaborado pela Gestora Escolar e equipe técnico
pedagógica que avaliará todos os professores e funcionários semestralmente
destacando os pontos fortes, os pontos fracos e sugestões para melhorar. Sendo
que os mesmos terão conhecimento dessas avaliações para reflexão e auto
avaliação.

Avaliação dos Materiais e Livros Didáticos

Entendemos que todo material é fonte de informação e a diversidade os quais nos


oferecem dão possibilidade de trabalhar os conteúdos de maneira mais ampla e
criativa. Os materiais e livros didáticos devem estar adequados a Proposta
Pedagógica da Escola. Devem trazer atividades desafiadoras e integradas para que
a construção do conhecimento aconteça.

Os livros didáticos são analisados e selecionados pelos professores em conjunto


com a supervisão pedagógica e direção. Feito isso são encaminhados os pedidos
aos órgãos competentes.

Ao selecionar os livros didáticos a equipe está atenta à qualidade, à coerência e a


eventuais restrições que se apresentem em relação aos objetivos educacionais
propostos.
Os materiais serão constantemente supervisionados e sempre que necessário e
possível, serão substituídos por novos.

Quando em seu tempo de validade ficará sob a responsabilidade da biblioteca da


escola após uso em sala pelos professores e alunos.

Avaliação da participação e contribuição das famílias, parceiros e voluntários


O homem vive em sociedade, convive com outros homens e é corresponsável na
construção de uma sociedade melhor. Mobilizar as pessoas para esta construção é
um desafio.

Avaliamos a participação e contribuição dos parceiros, voluntários e famílias pelo


resgate e fortalecimento da autoestima, da afetividade, da socialização, da
integração e do desenvolvimento de nossos educandos e comunidade escolar.

EDUCAÇÃO INCLUSIVA, AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO ESPECIAL

“É direito de toda criança, mesmo que apresente características muito diferentes da maioria”.
Conviver “com sua geração, sendo que o espaço privilegiado para que isso ocorra é a escola”.
(Atendimento Educacional Especializado/Aspectos Legal e Orientação Pedagógica, p.17).

Acredita-se que quanto mais especializado o ambiente de ensino, maior será o rendimento
escolar do aluno. Na verdade ele não precisa de tudo, mas do suficiente, que correspondera à
estimulação de suas habilidades, do material didático e de um professor desejante.

Outra crença bastante difundida é a possibilidade do sucesso escolar através das notas que
conquista que gera concorrência entre os alunos e mostra-se insuficiente e prejudicial a grande
parte do escolado, uma vez que a nota não diz tudo em relação a apropriação da criança em
relação ao conteúdo.

A Constituição Brasileira de 1988,,adota uma tendência mundial, que se refere a privilegiar a


formação humana e preparação emocional do aluno para que prossiga nos estudos,
principalmente no ensino fundamental, sem deixar o conteúdo curricular de lado.

Está constatado que escolas que dividem o eixo conteúdo curricular X formação humana,
conseguem trabalhar com maior sucesso e atingir seus alunos, inclusive o que tem algumas
dificuldades.

As escolas tradicionais continuam com o discurso de despreparo para acolher alunos com
deficiência, no entanto, poucos fazem para se prepara.

A Constituição Federal garante o direito a igualdade (artigo 5º) e educação a todos; esse
direito deve visar o pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania
e na qualificação para o trabalho (artigo 205), tendo como princípio a “igualdade de condições de
aluno e permanência na escola” (art.206, inc I).

Tendo esse parâmetro como base, nenhuma escola pode excluir qualquer pessoa pela sua
origem, raça, sexo, cor, idade ou deficiência.

O atendimento educacional especializado é um suporte que atende as especificidades dos


alunos com deficiências. Ele inclui instrumentos necessários para facilitar a comunicação e
relação do deficiente com o mundo externo, como, por exemplo, o ensino de Língua Brasileira de
Sinais (LIBRAS), do código Braille, uso de comunicação alternativa e tecnológicas assistivas, alem
de outros instrumentos que precisam estar disponíveis na escola regular, para que atendam a
demanda de alunos com e sem deficiência.

O atendimento educacional especializado deve estar no ensino básico e fundamental,


preferencialmente nas escolas comuns da rede regular. Isso facilita a relação do aluno com as
crianças da mesma idade, desenvolve suas funções motoras, afetivas e cognitivas.

Para que a inclusão dos alunos tenha maior qualidade, a instituição especializada pode
fazer acordos de cooperação com a escola comum, estabelecendo parcerias de ajuda e troca de
experiências, aumentando as chances de sucesso da criança no ambiente social.

As necessidades educacionais especiais são caracterizadas pelas deficiências com


impedimentos a longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial por transtornos
globais do desenvolvimento (síndrome do aspecto autista e quadros psicológicos, neurológicos e
psiquiátricos), por altas habilidades em aulas insoladas ou combinados. E ainda transtornos
funcionais específicos (desvio de ortografia, disgrafia, transtorno de atenção e imperatividade).

A deficiência mental se mostra como maior problema de ensino regular, pois bate de frente com a
questão da avaliação.

A constituição Federal garante a todo estudante o acesso aos níveis mais elevados do ensino de
acordo com a capacidade de cada um (art. 2008, V) e que o ensino fundamental é obrigatório.
Nesse sentido, as praticas de ensino devem contemplar a regularidade do aluno.

Existe uma tendência escolar de negar a diferencia entre alunos. A pesar de saberem da
destrinças entre os alunos, professores lutam para massificar e homogeneizar essas diferenças
espera que o alunado alcance um padrão predefinida de desempenho. O propósito de nivelar leva
a exclusão escolar não somente da criança com deficiência intelectual, mas a todos que não se
encontram dentro do padrão, e não por isso deixam de ser bons alunos.

São alunos com deficiência mental que forçam a escola a mudar suas praticas fazendo-s
reconhecer que elas não atendem a diversidade dos educandos. As praticas convencionais não
dão conta de atender a deficiência mental, assim como também muitas vezes não são adequadas
as diferentes maneiras dos alunos sem deficiência se apropriarem de um conhecimento de acordo
com suas capacidades.

Essas práticas precisam ser reelaboradas, pois de forma geral, são excludentes e inviáveis para
os alunos de nossas escolas, em todos os níveis.

Uma dessas pratica, é a forma de avaliação da aprendizagem, que é antiga e ineficiente e precisa
ser mudada. Ela categoriza o desempenho a partir de medidas e instrumentos estabelecidos pela
escola. A partir dessas avaliações, um aluno é considerado em condições ou não a freqüentar
uma turma de escola regular, especialmente quando se refere o aluno com D. M. É preciso levar
em conta a condição que resulta da intuição entre as características da pessoa e dos ambientes
em que ela esta provisoriamente ou constantemente inserida.

Esse conceito da Organização Mundial de Saúde reforça o desejo de transformação dos


ambientes de vida de todos os sujeitos, dentre eles o educacional, para que possam estar
adequados a atender as especificidades permanentes e circunstanciais desses sujeitos. Dentro
desse mesmo parâmetro, quando se quer entender os motivos do fracasso ou sucesso nas
aprendizagens, é necessário analisar o ensino pelo qual, foram ministrados.

Todos os alunos devem ser avaliados pelos progressos que alcançaram nas diferentes áreas do
conhecimento e a partir de seus talentos e potecialidades, habilidades naturais e construção de
todo o tipo de conhecimentos escolar.

A LDB da autonomia às escolas escolherem sua forma de avaliação, sem a necessidade de se


manterem os métodos mais usuais.

O processo de avaliação baseada numa educação inclusiva enfocada a trajetória de cada aluno
dentro da evolução nas habilidades e competências. Percebem-se os progressos do aluno na
organização dos estudos, como as informações e na participação da vida social. Neste sentido, a
finalidade da avaliação não estará enfocada somente em dados classificatórios, mas, mapeando a
aprendizagem dos alunos em seus avanços, retrocessos, dificuldades e progressos.

Um instrumento avaliativo de grande valia são os registros e anotações diárias do professor


(portfólios) e arquivos de atividades dos alunos.

As provas também são instrumentos positivos, desde que tenham o objetivo de analisar os
sucessos e dificuldades dos alunos fazendo o professor ter um retrato de onde tem que operar.

A auto-avaliação é importante para o aluno perceber onde avançou desde que o professor
selecione critérios para isso.
Partindo do princípio de justiça e igualdade, onde todos tenham acesso à educação, a inclusão é
um processo educacional que busca atender a criança portadora de necessidades educacionais
especiais na escola ou na classe de ensino regular.

No entanto, esse processo vai além, envolvendo famílias, professores e a comunidade na


medida em que visa à construção de uma sociedade mais justa e humana.

A convivência em comunidade do aluno com necessidades educacionais especiais visa à


ampliação de oportunidades de trocas sociais, acelerando com isto os processos de integração do
mesmo.
4. MARCO OPERACIONAL: PLANO DE AÇÕES

1. Cumprir os 200 dias letivos e 800 horas de trabalho pedagógico.

Meta Ações Responsáveis Cronograma Indicadores

- Garantir o cumprimento dos 200 dias - Conscientizar os profissionais da educação do cumprimento - Direção (Neusa) - Até dezembro - Cumprimento efetivo de
de efetivo trabalho escolar assegurado por lei aos educando. 200 dias trabalhado.

2. Atingir o índice de frequência dos alunos do 1º ano à 8ª série do Ensino Fundamental

Meta Ações Responsáveis Cronograma Indicadores

- Visitas domiciliares; Direção, professores, Até dezembro. - Frequência dos alunos


especialistas ( Bete e do 1º ano a 8ª série
- Contatos com as famílias; Zoraide) , pais e alunos.

- Atingir em 97 % o índice de - Aulas diferenciadas;


frequência dos alunos do 1º ano
ao 5º ano do Ensino - APOIA;
Fundamental e 94% do 6º ano a
8ª série - Termo de compromisso dos pais de acordo com Regimento Escolar;

- Acompanhamento sistemático de frequência dos alunos de 1º à 8ª


séries;

3 Elevar o índice de alfabetização dos alunos do 2º ano


Meta Ações Responsáveis Cronograma Indicadores

Promover acompanhamento sistemático dos


Especialistas em sala de aula;
- Especialistas (Lidia/Bete/Zoraide) e - Até dezembro. - Índice de alfabetização;
-Encaminhar à classe de Apoio Pedagógico, os alunos professora do EVA (Rose), professora
com dificuldade, Assegurar a compreensão das e Direção. - Índice de frequência;
hipóteses de leitura/escrita das crianças;
-Índice de leitura;
-Assegurar os critérios de avaliação;
- Acompanhamento dos
-Acompanhamento individual da leitura/escrita; pais ou responsáveis;

-Assegurar o uso de diferentes tipologias textuais, - Taxa de transferência;


otimizando a leitura e a produção de textos do 2º ano
- Desempenho
-Assegurar a implementação da biblioteca itinerante; profissional;

-Promover recuperação paralela; - Formação continuada.

-Oportunizar a Formação Continuada;

-Elaborar painel de gráficos comparativos;

- Elevar a meta para 90% de -Promover reuniões pedagógicas periódicas;


alfabetização dos alunos do 2º ano
-Promover pequenos reparos na estrutura física
escolar;

-Tornar conhecido dos pais e responsáveis os


resultados de seus filhos através de reuniões,
correspondências, telefonemas, visitas domiciliares,
sempre que se fizer necessário;

-Acompanhamento da agenda escolar do aluno.


4. Aumentar o número de alunos leitores

Meta Ações Responsáveis Cronograma Indicadores

-Ampliar o acervo da biblioteca escolar, bem como seu Professores, Especialistas - Até dezembro - Índice de leitura;
espaço físico; (Lidia/Bete/Zoraide) auxiliar de
biblioteca (Vicente ). - Espaço ou estrutura física
-Manter o funcionamento da biblioteca itinerante; escolar;
Direção (Neusa)
-Propiciar um ambiente adequado ao leitor; - Proposta Pedagógica;

-Leitura compartilhada diariamente; - Qualidade das aulas;

-Buscar parceria junto a Secretaria da Educação, - Acervo Bibliotecário;


- Aumentar o número de alunos através de comunicação escrita.
leitores, lendo em média 04 livros por - Biblioteca itinerante.
mês. -Buscar parceria e voluntários;

-Oportunizar visita à biblioteca pública;

-Criar área de leitura em espaço livre;

-Promover concursos de poesias, redações, Cartum,


histórias em quadrinhos, etc;

-Acompanhamento da bibliotecária, professores e


supervisor escolar quanto ao número de livros lidos.

5. Elevar o índice de aprovação dos alunos do 2º ao 5º ano do Ensino Fundamental

Meta Responsáveis Cronograma Indicadores


- Planejar atividades inovadoras, criativas, fundamentadas,
que despertem interesse dos alunos, evidenciando sua
importância para desenvolver e reforçar suas habilidades e Direção (Neusa), Secretaria Escolar
revelar suas competências dentro das metas traçadas; (Daniela), Orientadora Escolar
(Bete/Zoraide) ,Supervisora Lidia - Elevar o índice de
- Demonstrar interesse e envolvimento com o estudo de seu Professores, EVA (Rose), Mais aprovados dos alunos
- Elevar o índice de aprovação filho, preocupe-se com a sua Educação, crie momentos de Educação e Pais. - Até dezembro do 2º ao 5º ano
dos alunos para 95%. leitura, revendo suas atitudes, o futuro do seu filho será
promissor.

- Avaliação paralela

- Ter clareza para pais/alunos os critérios de avaliação e


buscar parceria com os pais

- Projeto - Encaminhamentos EVA;

- Mais Educação

6. Elevar o índice de aprovação dos alunos da 5ª a 8ª série do Ensino Fundamental

Meta Ações Responsáveis Cronograma Indicadores

- Planejar atividades inovadoras, criativas, fundamentadas,


que despertem interesse dos alunos, evidenciando sua
importância para desenvolver e reforçar suas habilidades e Direção (Neusa), Secretaria Escolar - Até dezembro Elevar o índice de
revelar suas competências dentro das metas traçadas; (Daniela), Orientadora Escolar aprovação dos alunos
(Bete/Zoraide) ,Supervisora Lidia da 5ª a 8ª série do
- Demonstrar interesse e envolvimento com o estudo de seu Professores, EVA (Rose), Mais Ensino Fundamental
filho, preocupe-se com a sua Educação, crie momentos de Educação e Pais..
leitura, revendo suas atitudes, o futuro do seu filho será
- Elevar o índice de aprovação
promissor.
dos alunos do 6º ano a 8ª série
do Ensino Fundamenta para 95% - Avaliação paralela
- Ter clareza para pais/alunos os critérios de avaliação e
buscar parceria com os pais

- Projeto Escola de Pais

- Encaminhamentos EVA; Mais Educação

PLANO DE AÇÃO INTEGRADO DOS ESPECIALISTAS

Objetivos Ações Prazos Responsáveis Indicadores Observações


 Organizar Organização da 1° Bimestre Orientação Agenda escolar/
recebimento de avisos e agenda escolar com Educacional Regras de
calendários escolares, de dados de convivência.
Supervisão Escolar
avaliação e trabalhos. identificação do aluno
 Informar as regras e regras da escola.
da escola e outros dados
importantes.
 Planejar as Diagnóstico e perfil 1° Bimestre Orientação Planejamento.
ações a serem das turmas. Educacional
realizadas no decorrer Supervisão Escolar
do bimestre.
 Mobilizar a Apresentação da 1° Bimestre Orientação Assembléia de pais e
comunidade escolar a escola, funcionários, Educacional responsáveis.
envolver-se no processo regras e combinados. Supervisão Escolar
Escola de Pais.
ensino aprendizagem.
Trazer as famílias
 Apresentar a
para escola com o
escola, funcionários e as
intuito de conhecer e
regras da escola.
discutir temas
 Acompanhamento
importantes para o
do desempenho do aluno,
desenvolvimento do
por parte da família.
aluno.
 Chamar os pais
para orientá-los a auxiliar Atendimento aos
e incentivar seus filhos em pais.
casa.
Atendimento aos pais
para a entrega de
boletins aos alunos
com baixo
rendimento escolar.

Reuniões da APP e
Conselho Escolar.
Eventos Culturais e
Pedagógicos.

 Conscientizar os Escolha consciente 1° Bimestre Orientação Liderança de


alunos das dos representantes Educacional turma/Regência.
responsabilidades e de turma.
atribuições dos
representantes de turma e
da importância das
escolhas responsáveis.
 Incentivar os Elaboração e 1° Bimestre Orientação Habilidades de
alunos a manter uma apresentação de Educacional Estudo.
organização com seu palestra com
material, organizar incentivos e dicas
horários de estudo em para estudar melhor.
casa, ter responsabilidade
com tarefas e trabalhos e
motiva-los através de
palestra atrativa e dicas
para estudar melhor.
 Contatar os Elaborar uma pasta 1° Bimestre Orientação Frequência.
familiares para evitar as com dados Educacional

faltas sem justificativa. atualizados dos


 Evitar a evasão alunos.
escolar.
Contatos telefônicos.

Visita domiciliar.

Encaminhamentos ao
Apóia.

 Estimular a boa Orientações em sala 1° Bimestre Orientação Convivência e


convivência na escola e o e individual sobre o Educacional estudo.
estudo de qualidade. estudo e convivência. Supervisão Escolar

 Incentivar a Auxiliar os 1° Bimestre Orientação Tarefas e trabalhos.


responsabilidade e professores na Educacional

pontualidade por parte cobrança de Supervisão Escolar


dos alunos, evitando baixo trabalhos e tarefas.
rendimento.
 Sanar dificuldades Realizar triagem e 1° Bimestre Orientação Encaminhamentos de
de aprendizagem em observação de alunos Educacional saúde.
decorrência de problemas com dificuldades e
de saúde. realizar
encaminhamentos
aos profissionais
especializados.

 Estimular os Buscar parcerias para 1° Bimestre Orientação Prevenção.


cuidados com a higiene auxiliar nos projetos
bucal. da escola. Educacional

Palestra sobre
Higiene bucal.

 Diagnosticar as Acompanhamento 1° Bimestre Orientação Prática pedagógica.


dificuldades dos alunos, sistemático tendo Educacional

propondo ações para como foco o Supervisão Escolar


auxiliar os professores. desenvolvimento dos
alunos.

 Garantir a Acompanhamento 1° Bimestre Orientação Alfabetização.


alfabetização de todos os sistemático do Educacional

alunos. desempenho da Supervisão Escolar


leitura e escrita.

Atendimento
individual do
professor dos 1º, 2º e
3º, 4º e 5º anos e
professora do EVA.

 Observar o Acompanhamento do 1° Bimestre Orientação Matrizes de


cumprimento dos planejamento diário Educacional habilidades e
conteúdos das matrizes do professor. Supervisão Escolar conteúdos.
de habilidades e
Observação do
conteúdos do Município
de Itajaí. caderno dos alunos.

Avaliação mensal do
desempenho do
professor.

 Rever as Organizar grupo de 1° Bimestre Supervisão Escolar Formação


concepções estudos com os continuada.
metodológicas, critérios professores.
de avaliação aplicados em
sala de aula.
 Utilizar métodos de Elaboração de 1° Bimestre Supervisão Escolar IDEB.
avaliação que se simulados em
Professora de
assemelha aos da parceria com a Informática
avaliação externa, para informática.
obter melhor
Criação e aplicação
desempenho.
de diferentes
estratégias de ensino,
na área de Língua
Portuguesa e
Matemática, com
questões que
contemplem as
habilidades cobradas
na prova Brasil, com
simulado.

 Organizar as aulas Levantamento das 1° Bimestre Orientação Frequência de


de professores que faltam aulas excedentes. Educacional professores.
para melhor atender os Supervisão Escolar
Organizar escala de
alunos.
substituição e Administrador Escolar

organização do
material que auxilie o
profissional que irá
substituir.

 Otimizar a Discussão para a 1° Bimestre Orientação Qualidade de Ensino.


qualidade de ensino. avaliação da prática Educacional

 Elaborar metas e pedagógica e Supervisão escolar


propor ações para desempenho das
qualificar o processo turmas.
ensino aprendizagem no
Pré-conselho.
próximo bimestre.
Conselho de Classe.

 Arrecadar verbas Cantina e eventos. 1° Bimestre Administrador Escolar Eventos.


para quitação de débitos
da escola e pequenos
reparos de rotina.
 Organizar do Organização do 1° Bimestre Administrador Escolar Organização.
material da administração material da
escolar e pedagógico. administração escolar
e pedagógico.

 Realizar o pedido Pedido de material. 1° Bimestre Administrador Escolar Material.


de material, mensalmente.

 Realizar o controle Planilha da merenda 1° Bimestre Administrador Escolar Organização.


da merenda escolar e escolar.
enviar a Secretaria
Municipal de Educação.
 Manter a limpeza Fiscalização da 1° Bimestre Administrador Escolar Limpeza.
adequada. limpeza do ambiente
escolar.

 Apresentar a Prestação de contas 1° Bimestre Administrador Escolar Pequenos reparos.


prestação de constas a da APP e verba de
APP e Secretaria adiantamento.
Municipal de Educação.
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6. ANEXOS