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EMPRESA X S/A

ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCO - APR Emissão: 02/12/2017

Revisão: 00

Empresa Prestadora do Serviço: EMPRESA X S/A


Local da atividade: Ponte
Serviço: Executar a fundação de um pilar de concreto armado de uma ponte (Tubulão de Ar comprimido – Compressão a 2 atm)
Início da Atividade: 04/12/2017 Término da Atividade: 04/06/2018
Responsável da Equipe de Serviço: Gilvan dos Santos Quantidade de trabalhadores: 6
Responsável pela Liberação das Atividades: Marco Antônio Maciel

1. Serviço

Executar a fundação de um pilar de concreto armado de uma ponte, utilizando tubulão de ar comprimido, com uma compressão a 2 atm (equivalente a
2,066kgf/cm²).

2. Máquinas e ferramentas utilizadas:

a) Sarilhos metálicos ou guinchos mecânicos, conforme o caso;


b) carrinhos de mão;

c) bombas de sucção ou submersas;


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d) Tubo de concretagem ou tremonha;

e) Carregadeiras;

f) Caminhões basculantes;

g) Caminhões providos de pequenos guindastes;

h) Trado mecânico para escavação;

i) Rompedor hidráulico ou martelete;

j) Caminhões betoneiras;

k) Vibradores de imersão para concreto;

Todos os acessórios próprios de proteção individual aos trabalhadores tais como óculos, capacete, protetores de ouvido, conforme norma de segurança
de trabalho, serão fornecidos para a execução da atividade.

3. Equipamentos de Segurança Individual:


Serão fornecidos os seguintes EPI’s para realização do serviço:
• Óculos;

• Capacete;

• Luvas;
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• Protetores de ouvido;

• Vestimenta adequada (uniforme e botina/galocha);

• Máscaras.

3. Treinamentos Obrigatórios:
O responsável pela equipe deve prover treinamento adequado de modo a todos estarem em condições técnicas para executar as tarefas necessárias,
abaixo:

• Treinamento em Espaço Confinado;

• Treinamento em Altura (NR-10);

• Treinamento em Pressões Anormais (NR-15: ANEXO VI).

4. Prescrições para executar a atividade:

i. A execução de Tubulões a ar comprimido será processada de acordo com as Normas de Segurança e Saúde no trabalho, em particular a NR-15.
ii. Para executar a atividade, o funcionário deverá ter mais de 18 anos e menos de 45 anos de idade;
iii. Ser submetido a exame médico obrigatório, pré-admissional e periódico, exigido pelas característica e peculiaridades próprias do trabalho;
iv. Sempre que houver trabalho sob ar comprimido, deverá ser providenciada a assistência por médico qualificado, bem como local apropriado
para atendimento;
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v. Todo empregado que trabalhe sob ar comprimido deverá ter uma ficha médica, onde deverão ser registrados os dados relativos aos exames
realizados;
vi. O trabalhador não poderá sofrer mais que uma compressão num período de 24 (vinte e quatro) horas;
vii. É proibido ingerir bebidas gasosas e fumar dentro dos tubulões;
viii. Durante o transcorrer dos trabalhos sob ar comprimido, nenhuma pessoa poderá ser exposta à pressão superior a 3,4 kgf/cm², exceto em caso de
emergência ou durante tratamento em câmara de recompressão, sob supervisão direta do médico responsável;
ix. A duração do período de trabalho sob ar comprimido não poderá ser superior a 8 (oito) horas, em pressões de trabalho de 0 a 1,0 kgf/cm²; a 6
(seis) horas em pressões de trabalho de 1,1 a 2,5 kgf/cm²; e a 4 (quatro) horas, em pressão de trabalho de 2,6 a 3,4 kgf/cm²;
x. Após a descompressão, os trabalhadores serão obrigados a permanecer, no mínimo, por 2 (duas) horas, no canteiro de obra, cumprindo um
período de observação médica;
xi. Nenhum empregado poderá trabalhar sob ar comprimido, antes de ser examinado por médico qualificado, que atestará, na ficha individual, estar
esta pessoa apta para trabalho;
xii. O atestado de aptidão terá validade de 6 meses;
xiii. As turmas de trabalho deverão estar sob a responsabilidade de um encarregado de ar comprimido, cuja principal tarefa será a de supervisionar e
dirigir as operações;
xiv. Deverá estar presente no local, pelo menos, uma pessoa treinada nesse tipo de trabalho e com autoridade para exigir o cumprimento, por parte
dos empregados, de todas as medidas de segurança preconizadas neste item;
xv. Para atividade de espaços confinados emitir PET (Permissão de Entrada e Trabalho);
xvi. Em caso de emergências deverão fazer uso de telefones para acionar a emergência.

5. Itens Obrigatórios para esta atividade:

 Leitura do procedimento operacional da atividade;


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 Identificação (nome, função, RG, crachá) do responsável da equipe de Serviço;

 Permissão para Trabalho;

 Somente os funcionários treinados e habilitados poderão executar o serviço;

 Uso adequado dos EPI’s indicados pelo risco;

 ASO dos trabalhadores contendo claramente a Permissão para trabalho em Pressão Hiperbárica;

 Exames médicos complementares para trabalho em pressão hiperbárica definidos pelo PCMSO;

 Isolamento e sinalização da área de execução dos serviços no canteiro de obras;

 Permanência na área de serviço somente de pessoal autorizado;

 Uso adequado dos EPI’s indicados pelo risco;

 Leitura desta Análise Preliminar de Risco antes do início das atividades, com assinatura da Declaração de Responsabilidade de todos os
envolvidos.

6. Exigências para execução do trabalho

6.1. Quanto às operações nas Campânulas ou Eclusas.

Deverá estar presente no local, pelo menos, uma pessoa treinada nesse tipo de trabalho e com autoridade para exigir o cumprimento, por
parte dos empregados, de todas as medidas de segurança exigida neste item.
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As manobras de compressão e descompressão deverão ser executadas através de dispositivos localizados no exterior da campânula ou
eclusa, pelo operador das mesmas. Tais dispositivos deverão existir também internamente, porém serão utilizados somente em emergências.
No início de cada jornada de trabalho, os dispositivos de controle deverão ser aferidos.
O operador da campânula ou eclusa anotará em registro adequado (conforme modelo da NR-15) e para cada pessoa o seguinte:
a) hora exata da entrada e saída da campânula ou eclusa;
b) pressão do trabalho;
c) hora exata do início e do término de descompressão.

6.2. Quanto à Ventilação e Temperatura


De acordo com a NR-15, em relação à ventilação e à temperatura, serão observadas as seguintes condições:

a) Durante a permanência dos trabalhadores na câmara de trabalho ou na campânula ou eclusa, a ventilação será contínua, à razão de, no mínimo,
30 (trinta) pés cúbicos/min./homem;
b) A temperatura, no interior da campânula ou eclusa, da câmara de trabalho, não excederá a 27ºC (temperatura de globo úmido), o que poderá ser
conseguido resfriando-se o ar através de dispositivos apropriados (resfriadores), antes da entrada na câmara de trabalho, campânula ou eclusa, ou
através de outras medidas de controle;
c) a qualidade do ar deverá ser mantida dentro dos padrões de pureza estabelecidos no quadro abaixo, através da utilização de filtros apropriados,
colocados entre a fonte de ar e a câmara de trabalho, campânula ou eclusa.

CONTAMINANTE LIMITE DE TOLERÂNCIA


Monóxido de Carbono 20 ppm
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Dióxido de Carbono 2.500 ppm


5 mg/m³ (PT>2kgf/cm²)
Óleo ou material particulado
3 g/m³ (PT >2kgf/cm²)

Metano 10% do limite inferior de explosividade

Oxigênio Mais de 20%

6.3. Quanto à comunicação

A comunicação entre o interior dos ambientes sob pressão de ar comprimido e o exterior deverá ser feita por sistema de telefonia ou similar.

6.4. Quanto à compressão

A compressão dos trabalhadores deverá obedecer às seguintes regras:

a) No primeiro minuto, após o início da compressão, a pressão não poderá ter incremento maior que 0,3 kgf/cm2;
b) Atingido o valor 0,3 kgf/cm2, a pressão somente poderá ser aumentada após decorrido intervalo de tempo que permita ao encarregado da
turmao bservar se todas as pessoas na campânula estão em boas condições;
c) Decorrido o período de observação, recomendado na alínea "b", o aumento da pressão deverá ser feito a uma velocidade não-superior a 0,7
kgf/cm2, por minuto, para que nenhum trabalhador seja acometido de mal-estar;
d) Se algum dos trabalhadores se queixar de mal-estar, dores no ouvido ou na cabeça, a compressão deverá ser imediatamente interrompida e o
encarregado reduzirá gradualmente a pressão da campânula até que o trabalhador se recupere e, não ocorrendo a recuperação, a descompressão
continuará até a pressão atmosférica, retirando-se, então, a pessoa e encaminhado-a ao serviço médico.

6.5. Quanto à descompressão


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Na descompressão de trabalhadores expostos à pressão de 0,0 a 3,4 kgf/cm², serão obedecidas as tabelas anexas na NR-15 (Quadro III) de acordo com
as seguintes regras:

a) Sempre que duas ou mais pessoas estiverem sendo descomprimidas na mesma campânula ou eclusa e seus períodos de trabalho ou pressão de
trabalho não forem coincidentes, a descompressão processar-se-á de acordo com o maior período ou maior pressão de trabalho experimentada
pelos trabalhadores envolvidos;
b) A pressão será reduzida a uma velocidade não superior a 0,4 kgf/cm2, por minuto, até o primeiro estágio de descompressão, de acordo com as
tabelas anexas; a campânula ou eclusa deve ser mantida naquela pressão, pelo tempo indicado em minutos, e depois diminuída a pressão à
mesma velocidade anterior, até o próximo estágio e assim por diante; para cada 5 (cinco) minutos de parada, a campânula deverá ser ventilada à
razão de 1 (um) minuto.

ATENÇÃO: As atividades ou operações realizadas sob ar comprimido serão consideradas insalubres de grau máximo. O não cumprimento ao disposto
neste item caracteriza o grave e iminente risco para os fins e efeitos da NR-3 (Embargo e Interdição).

7. Categorias: Probabilidade e Severidade


Os cenários de acidente são classificados por categorias de probabilidade e por categorias de severidade. O dano deve ser caracterizado pela sua
probabilidade de ocorrência e pela magnitude de suas consequências (e nesse caso tem-se, também, o não atendimento a algum requisito de legislação
ou regulamentação). O quadro abaixo mostra as categorias de probabilidade.

CATEGORIA DE PROBABILIDADE
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Frequência indicativa
Probabilidade do Dano Descrição Pontuação
(Expectativa de Ocorrência)
Rara (R) Pode ocorrer somente em Uma vez em cada cinquenta anos 1
circunstâncias excepcionais ocorreu há mais de trinta anos
Baixa (B) Pode ocorrer em algum momento Uma vez a cada trinta anos ou 2
ocorreu a mais de dez anos
Moderada (M) Deve ocorrer em algum momento Uma vez a cada dez anos ou ocorreu 3
há mais de três anos
Provável (P) Provavelmente ocorrerá em muitas Uma vez a cada três anos ou ocorreu 4
circunstâncias há mais de um ano
Alta (A) É esperado ocorrer em muitas Uma vez ao ano ou mais 5
circunstâncias

CATEGORIA DE SEVERIDADE

SEVERIDADE DO DANO TIPOS DE CONSEQUÊNCIAS – SAÚDE E PONTUAÇÃO


SEGURANÇA
Insignificante Não necessidade de tratamento médico 1
Baixa Incapacidade temporária com hospitalização 2
Moderada Incapacidade ou deficiência permanente parcial 3
(< 30%) em uma ou mais pessoas
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Alta Uma morte e/ou incapacidade permanente total 4


(< 30%) em uma ou mais pessoas
Catastrófica Diversas mortes ou efeitos irreversíveis 5
significativos em mais de 50 pessoas

A matriz de risco é uma técnica que permite fazer uma avaliação relativa dos riscos identificados. É um cruzamento entre a probabilidade e a
severidade indicada nos eventos indesejáveis, estabelece o nível de risco de cada passo e pode ser utilizada como um indicador para verificar quais
passos devem receber prioridade. O quadro abaixo mostra a Matriz de Risco.

PROBABILIDADE

1 2 3 4 5

S
E 1 1 2 3 4 5
V
E
2 2 4 6 8 10
R
I
D 3 3 6 9 12 15
A
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D
4 4 8 12 16 20
E

5 5 10 15 20 25

CATEGORIZAÇÃO DO RISCO
1a4 Risco Aceitável ou Tolerável

5 a 12 Risco Moderado

15 a 25 Risco Crítico (Grave e Iminente)

8. Etapas do Serviço

TUBULÃO: Elemento de fundação profunda, cilíndrico, em que, pelo menos na sua etapa final, há descida de operário. Pode ser feito a céu aberto ou
sob ar comprimido (pneumático) e ter ou não base alargada. Pode ser executado com ou sem revestimento, podendo este ser de aço ou de concreto. No
caso de revestimento de aço (camisa metálica), este poderá ser perdido ou recuperado (ABNT: NBR 6122).
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i. Terraplanagem e escavação preliminar

Antes de executar qualquer fundação é feito um mapeamento geotécnico. Os serviços são iniciados com a terraplenagem do local. Em seguida,
é feita uma escavação preliminar, a céu aberto, onde se executa um poço (geralmente entre 1,5 m e 2 m de profundidade) de apoio ao
assentamento das fôrmas. As escavações para executar o tubulão podem ser feitas manualmente ou mecanicamente, com um trado mecânico.

ii. Instalação das fôrmas e montagem das armaduras

No poço primário, é montada uma fôrma circular (metálica ou de madeira) em volta da qual é armada a ferragem do tubulão. Concluída a
armação, é instalada uma fôrma circular externa. Os diâmetros variam conforme o projeto. O comprimento desse primeiro segmento costuma
ser em torno de 4 m (cerca de metade dentro do poço e metade acima do nível do terreno).

iii. Concretagem da primeira sessão

É feita a concretagem da camisa (espaço entre as fôrmas interna e externa). Após a concretagem e a cura do concreto, faz-se a desenforma
interna e externa. Na extremidade superior da camisa de concreto são fixados chumbadores para acoplar a campânula usada para comprimir o
ar.

iv. Escavação sob ar comprimido

Com o primeiro segmento tubular concretado, é montada a campânula sobre o tubulão em execução. A partir daí, os trabalhos de escavação
são feitos sob ar comprimido, avançando normalmente em trechos de 1 m a 1,5 m. A campânula é retirada para concretagem de novos
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segmentos do tubulão - cada segmento é executado com a mesma composição de armação e de fôrmas internas e externas. A sequência
concretagem – escavação - concretagem é repetida até que se atinja a profundidade prevista em projeto ou determinada pela inspeção.

v. Campânula de ar comprimido

A campânula é composta de várias peças, as quais são presas umas as outras através de parafusos, porcas, arruelas e vedações. Uma vez
montada, a câmara é pressurizada com compressores. Ela também tem função de segurança para os profissionais: é pela câmara que os
operários passam pelo processo de compressão e descompressão para poderem trabalhar sob ar comprimido.

vi. Alargamento da base

Ao atingir a cota de assentamento do tubulão, é feita a inspeção do terreno. Caso a exigência (de capacidade de carga, de resistência, entre
outros fatores) seja atendida, pode-se então expandir a base. Na maioria dos casos, usa-se base alargada para melhor aproveitamento da
capacidade resistente do terreno. Após o alargamento, uma nova vistoria é feita para conferir as dimensões e verificar a armadura da base. Por
fim, é feito o preenchimento com concreto, sem remoção da campânula.

vii. Concretagem da base

O concreto é introduzido na campânula por meio do "cachimbo" de concretagem. Após o preenchimento da base, a execução do tubulão é
encerrada. Ele deve permanecer comprimido durante seis horas após a concretagem da base.
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9. ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS DAS ETAPAS DE SERVIÇO

Medidas de
Etapas Perigo Causa Dano Pessoal S P C S P C
Controle
Terraplanagem Lesões físicas Atropelamento pela mini- Morte e/ou 4 4 Grave Realizar qualificação do
e escavação carregadeira incapacidade Iminente Operador do equipamento e
preliminar permanente total registrar conformes determina
Desmoronamento Má contenção do entorno Prensamento de 4 3 Planejamento e controle do
do buraco do tubulão membros (causando avanço das escavações
Moderado
morte e/ou
incapacidade total)
Vibração Mini-carregadeira Perda de equilíbrio, Instituir pausas
lentidão de
reflexos; a
manifestação de
alteração no sistema
cardíaco, entre
outros danos
permanentes
Ruído Barulho intenso das Perda auditiva Protetor auricular adequado
máquinas (parcial e/ou total) para realizar a atividade
Queda em altura Desnível; Não utilização
do cinto de segurança,
falta de manutenção do
EPI, Falta de
treinamento.
Insolação, Exposição prolongada ao Problemas Utilização de protetor solar
Desidratação sol dermatológicos
(queimaduras,
dermatite e/ou
câncer de pele)
Esmagamento pelas Falha humana Morte e/ou
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Instalação das fôrmas de concreto incapacidade


fôrmas e permanente total
montagem das Ruptura do cabo de Realizar inspeções nos cabos,
armaduras aço estropos, manilhas e clips
Identificar, isolar e sinalizar o
Má contenção do entorno
Desmoronamento Tubulão.
do buraco do tubulão
Falha humana; Incapacidade ou Manter as mãos longe dos
Falta de treinamento e deficiência pontos de corte, utilizar EPI
Corte/ Perfuração 3 3 Moderado
qualificação do permanente parcial adequado e atenção ao
profissional executar a tarefa
Ruído Barulho intenso das Perda auditiva Protetor auricular adequado
máquinas (parcial e/ou total) para realizar a atividade
Queda em altura Desnível; Não utilização
do cinto de segurança,
falta de manutenção do
EPI, Falta de
treinamento.
Projeção Partículas Derramamento de nata de
sólidas concreto
Vibrações Manuseio do vibrador Lesões musculares,
Excessivas para adensamento do Fadiga, Diminuição
concreto por tempo da produtividade.
prolongado ou de forma
Concretagem da incorreta
primeira sessão Queda em altura Desnível; Não utilização Fraturas,
do cinto de segurança, Escoriações, Óbito
falta de manutenção do
EPI, Falta de
treinamento.
Ruído Barulho intenso das Perda auditiva Protetor auricular adequado
máquinas (parcial e/ou total) para realizar a atividade
Escavação sob Ruído Barulho intenso das Perda auditiva Protetor auricular adequado
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Ar Comprimido máquinas (parcial e/ou total) para realizar a atividade


Ruptura do Tanto a compressão como a
Falta de implementação tímpano; Perda descompressão deve ser lenta
de medidas necessárias parcial ou total da e gradual e controlada, deve
Explosão
para eliminação ou audição estabelecer simultaneamente o
controle dos riscos equilíbrio entre o ouvido
médio e o ouvido externo.
Falta de Oxigênio

Barulho intenso das Perda auditiva Protetor auricular adequado


Ruído
máquinas (parcial e/ou total) para realizar a atividade
Espaço Confinado
Projeção Partículas Derramamento de nata de
sólidas concreto
Vibrações Manuseio do vibrador Lesões musculares,
Excessivas para adensamento do Fadiga, Diminuição
Campânula de concreto por tempo da produtividade.
Ar Comprimido prolongado ou de forma
incorreta
Queda em altura Desnível; Não utilização Fraturas,
do cinto de segurança, Escoriações, Óbito
falta de manutenção do
EPI, Falta de
treinamento.
Pressão
Barulho intenso das Perda auditiva Protetor auricular adequado
Alargamento da Ruído
máquinas (parcial e/ou total) para realizar a atividade
Base
Barulho intenso das Perda auditiva Protetor auricular adequado
Ruído
máquinas (parcial e/ou total) para realizar a atividade
Concretagem da
Projeção Partículas Derramamento de nata de
Base
sólidas concreto
Vibrações Manuseio do vibrador Lesões musculares,
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Excessivas para adensamento do Fadiga, Diminuição


concreto por tempo da produtividade.
prolongado ou de forma
incorreta
Desnível; Não utilização Fraturas,
do cinto de segurança, Escoriações, Óbito
Queda em altura falta de manutenção do
EPI, Falta de
treinamento.

LEGENDA
S Severidade do Dano P Probabilidade do Dano C Categoria do Dano
Risco Aceitável ou Tolerável
Risco Moderado
Risco Grave e Iminente