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Avaliação – Módulo XI

Arqueologia Bíblica II
1) Em sua opinião, qual a importância da Arqueologia Bíblica?
R= A Arqueologia Bíblica é importante, pois nos permite comprovar de forma científica e com dados
reais a veracidade da narrativa bíblica e seu conteúdo, como fonte fiel de conhecimento.

2) Porque um objeto fora do contexto de um sítio perde o seu valor?


R= Porque a maior parte da atividade humana não deixa rastro, e perde-se no momento em que
acontece; e se algum desses objetos se separa do conjunto dos demais, não tem condições de explicar ou
de servir de dados para saber qual ação estava sendo realizada.

3) O que é um sítio arqueológico?


R= O sítio é um lugar onde a atividade humana produziu a acumulação do tipo de evidência
mencionado anteriormente. Em geral remanescem devido à deposição de sedimentos, mas em alguns
lugares os utensílios simplesmente permanecem na sua superfície durante longos períodos.

4) Quais os primeiros passos a se determinar se o lugar encontrado é um sítio a


ser escavado?
R= Às vezes a decisão intuitiva, mas geralmente se baseia uma série de pistas, que sugerem a
conveniência de escava-lo. Os arqueólogos buscam na superfície objetos como utensílios de pedra
deixados a intempérie. Se forem afiados e estiverem bem conservados, e se não houver sinais de outros
utensílios de diferentes períodos e até se os sedimentos forem de grão fino e aparentemente não foram
tocadas, pode ser que se trate de um bom lugar. Mas até então pode ser que não se comece a escavar se a
posição dos achados da superfície não sugerir que se possa responder a alguma pergunta de interesse
especial. Quando ao final se tomou a decisão e se prevê um trabalho longo, um dos primeiros passos
será fazer um mapa geral do lugar. Isso é de grande ajuda para ter uma ideia da localidade e decidir qual
é o melhor lugar para levar adiante as escavações.

5) Como saber se os objetos encontrados em um sítio foram depositados ali


naturalmente ou por fenômenos externos, como chuva ou vento?
R= As forças naturais não criam formas estruturadas. M as com frequências interpretações são muito
menos certas e desenvolveu-se uma nova disciplina, a tafonomia, para investigar a influência das forças
exteriores sobre materiais abandonados. Como podemos determinar se uma torrente de água moveu os
achados de um sítio? Uma prova sensata é fazer a experiência de colocar objetos em arroios, em lugares
onde serão movidos pelas águas. Quando os utensílios de pedra são arrastados, as peças grandes e
pequenas tendem a separar-se, porque as pequenas são movidas com mais facilidade em são levadas
para mais longe. A princípio é um bom sinal de que um lugar está em seu contexto original, se junto
com utensílios grandes se encontram restos de lascas de menos de um centímetro de comprimento. Pelo
mesmo motivo, também pode ser de grande ajuda estudar a distribuição do peso dos achados em um
sítio. Se os encontramos “colocados”, como por exemplo, para o fogo de campo, tanto as peças grandes
como as pequenas guardam certa ordem, e é muito pouco provável que a água pudesse causar esse
efeito.

6) Dentro de um espaço físico como o da arca, haveria possibilidade de


colocar todas as espécies animais existentes? Justifique sua resposta.
R= Conforme o texto bíblico, não se tratavam das espécies como nós as conhecemos hoje, cerca de
1,300,000 da qual a maioria são peixes e insetos, mas sim, de tipos de animais ou grupos como os
grupos das aves; logo não caberiam todas as espécies, mas sim filhotes dos grupos citados na Bíblia, e
estes caberiam tranquilamente, já que as dimensões da arca não são tão pequenas como se pensa.

7) Acreditamos que o Dilúvio foi um ato sobrenatural da parte de Deus;


porém, esse acontecimento ocorreu em um período demarcado pelo tempo,
com pessoas e em um lugar. Sendo assim, há de se supor que existe uma
explicação dentro dos critérios da física. Qual seria essa explicação?
R= Segundo a Teoria das Hidroplacas, o planeta possuía na sua forma original, ou seja, antes do
Dilúvio, um lençol de águas subterrâneo, homogêneo, com cerca de 12 km de profundidade, e que num
aumento da pressão sobre rochas mais frágeis acabou por promover uma ruptura na crosta terrestre,
lançando violentamente uma mistura de água e terra. Essa agua ao alcançar a atmosfera teria se
transformado em chuva torrencial. O grande volume das águas e sedimentos teria soterrado plantas e
animais formando os registros fósseis.

8) Quais as descobertas arqueológicas relacionadas com o Dilúvio?


R= Há cerca de doze cópias da Lista dos Reis Sumérios, escritas em cuneiforme e encontradas em
Babilônia, Nínive e Susã. A mais importante é conhecida como prisma de Weld-Blundell. A Lista
registra o Dilúvio universal como evento histórico, e contém o nome do soberano da Suméria, desde o
primeiro até o rei Sin-Magir (aproximadamente 1820 a.C.). Além dela foi descoberta uma versão
distorcida do Dilúvio chamada de “Epopeia de Gilgamesh”, além de relatos de um grande Dilúvio em
várias culturas e regiões do mundo. Também estima-se que haja cerca de cinco milhões de mamutes
congelados na Sibéria, a maioria fossilizados e outros congelados de forma repentina. Também tem a
questão do petróleo ser orgânico e o achado de conchas e corais no alto de montanhas.

9) Comente sobre a relação entre a fé cristã e a ciência.


R= A verdade é que dificilmente um cientista de linhagem evolucionista irá considerar uma descoberta
arqueológica e científica que apoia o criacionismo como relevante. Logo, ainda há no campo da ciência
a dificuldade de se ver no relato bíblico a verdade estampada e comprovada por áreas da própria ciência.

10) Como explicar o desaparecimento dos dinossauros?


R= Não podemos afirmar que eles de fato desapareceram, pois nenhuma das teorias são de fato
aplicáveis, podemos afirmar apenas que eles conviveram com o seres humanos.