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Gabrielli Tambelini

João
Lucas
Raiana Carvalho
Raimundo Moreira
Rodrigo Lagoas

Qualidade e Meio Ambiente


Controle de Obras- Noite
Prof. Luciano - 27/08/2018
 Os princípios e objetivos da Lei 12.305/2010 seguem uma tendência mundial
baseada em experiências bem sucedidas de práticas de sustentabilidade já
praticadas em países desenvolvidos.
 O texto da Lei deixa claro que o Brasil persegue metas de desenvolvimento
sustentável, reconhecendo nos projetos seus potenciais econômicos sem
desprezar a geração de emprego e renda e respeito ao meio ambiente.
I - a prevenção e a precaução;
II - o poluidor-pagador e o protetor-recebedor;
III - a visão sistêmica na gestão dos resíduos sólidos;
IV - o desenvolvimento sustentável;
V - a ecoeficiência;
VI - a cooperação entre poder público, setor empresarial e demais segmentos da
sociedade;
VII - a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos;
VIII - o reconhecimento do resíduo sólido reutilizável e reciclável como um bem
econômico e de valor social;
IX - o respeito às diversidades locais e regionais;
X - o direito da sociedade à informação e ao controle social;
XI - a razoabilidade e a proporcionalidade.
 Prevenção: aplica-se a impactos ambientais já conhecidos.
 Precaução: Ausente a certeza e a convicção do dano, os atos potencialmente
danosos devem ser coibidos. Não existe conhecimento sobre os impactos causados
por novos produtos e tecnologias.
Princípio da prevenção Princípio da precaução
Certeza científica sobre o dano ambiental Incerteza científica sobre o dano ambiental

eu conheço os impactos negativos e conheço a solução: Não conheço os impactos negativos que a atividade causa
princípio da prevenção (aplica-se condicionantes que
reduzam ou evitem o dano ambiental).

A obra será realizada e serão tomadas medidas que evitem Eu conheço os impactos negativos, mas não conheço a
ou reduzam os danos previstos solução
Adota-se medidas que evitem ou reduza o dano ambiental. A obra não será realizada (in dúbio pro meio ambiente
Exemplos: Poder de Polícia Ambiental, Licenciamento ou in dúbio contra projectum)
Ambiental
Exemplos: Convenção sobre Diversidade Biológica – CDB;
Protocolo de Cartagena sobre Biossegurança, O Princípio
15 - Princípio da Precaução - da Declaração do Rio/92
sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável
 Princípio do “poluidor-pagador”: O poluidor tem que suportar os custos, impostos pelo Estado, da atividade que
desenvolve. Será responsabilizado aquele que der causa ao dano ambiental. Constatada a atividade lesiva ao meio
ambiente, o poluidor deverá repará-lo.
 Princípio do “protetor-recebedor
 Não basta reprimir / punir o dano ambiental – princípio do “poluidor-pagador”. É necessário prevenir o dano. Em razão
da necessidade de evitar o dano ambiental, a legislação introduz expressamente a figura do “protetor-recebedor”
(princípio do “protetor-recebedor”)
 Será beneficiado aquele que prevenir a degradação ambiental, fazendo uso racional e responsável do meio ambiente.

Fonte: Banco de imagens do google


 o desenvolvimento sustentável;

Fonte: Banco de imagens do google


 Impõe a redução do consumo de recursos naturais, considerando a capacidade que o
planeta disponibiliza, mantendo um nível para não chegar a escassez.

Fonte: Banco de imagens do google


 Poder público, comunidade e empresas são responsáveis, conjuntamente, pela
gestão dos resíduos sólidos.

Fonte: Banco de imagens do google


 Orientação para ampliar o ciclo de vida dos produtos. Todos devem contribuir:
comunidade, empresa e Estado.

Fonte: Banco de imagens do google


 O resíduo é bem econômico e de valor social, gerador de trabalho e renda e promotor
de cidadania.

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 Existem 15 objetivos na PNRS. Por tudo o que a legislação estabelece entre objeto, princípios, objetivos e demais pode se
concluir que há uma preocupação muito grande com o meio ambiente e com os processos a serem implantados para que as políticas
de proteção ao meio ambiente e tratamento dos resíduos sólidos sejam eficazes, para ao final trazer melhor qualidade de vida aos
cidadãos brasileiros;
 Os objetivos são claros e específicos, pois, o que o cidadão necessitava era exatamente políticas e medidas que viessem de
encontro aos seus anseios quanto a administração dos problemas trazidos pelos resíduos sólidos;
 ART 7° PNRS
 I - proteção da saúde pública e da qualidade ambiental;
 II - não geração, redução, reutilização, reciclagem e tratamento dos resíduos sólidos, bem como disposição final ambientalmente
adequada dos rejeitos;
 III - estímulo à adoção de padrões sustentáveis de produção e consumo de bens e serviços;
 IV - adoção, desenvolvimento e aprimoramento de tecnologias limpas como forma de minimizar impactos ambientais;
 V - redução do volume e da periculosidade dos resíduos perigosos;
 VI - incentivo à indústria da reciclagem, tendo em vista fomentar o uso de matérias-primas e insumos derivados de
materiais recicláveis e reciclados;
 VII - gestão integrada de resíduos sólidos;
 VIII - articulação entre as diferentes esferas do poder público, e destas com o setor empresarial, com vistas à
cooperação técnica e financeira para a gestão integrada de resíduos sólidos;
 IX - capacitação técnica continuada na área de resíduos sólidos;
 X - regularidade, continuidade, funcionalidade e universalização da prestação dos serviços
públicos de limpeza urbana e de manejo de resíduos sólidos, com adoção de mecanismos
gerenciais e econômicos que assegurem a recuperação dos custos dos serviços prestados,
como forma de garantir sua sustentabilidade operacional e financeira, observada a Lei nº
11.445, de 2007;
 XI - prioridade, nas aquisições e contratações governamentais, para:
 a) produtos reciclados e recicláveis;
 b) bens, serviços e obras que considerem critérios compatíveis com padrões de consumo social
e ambientalmente sustentáveis;
 XII - integração dos catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis nas ações que envolvam a
responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos;
 XIII - estímulo à implementação da avaliação do ciclo de vida do produto;
 XIV - incentivo ao desenvolvimento de sistemas de gestão ambiental e empresarial voltados
para a melhoria dos processos produtivos e ao reaproveitamento dos resíduos sólidos, incluídos
a recuperação e o aproveitamento energético;
 XV - estímulo à rotulagem ambiental e ao consumo sustentável.
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Vamos exemplificar como seria uma estruturação
completa da forma de pensar o uso dos recurso
naturais e a sua disposição na natureza.

 1º passo: Preciclagem.  2º passo: coleta seletiva.


 3º passo: reutilização ou reaproveitamento (reciclagem ou
reaproveitamento direto).

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 5º passo: disposição final adequada, por


 4º passo: compostagem:
exemplo em aterro sanitário:
 Aterro Sanitário de Bandeirantes

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16 Continuação do 5º passo:

 Fazer Tratamento e  Fazer aproveitamento


aproveitamento: efluentes energético (drenos
líquidos – chorume - lagoas gasosos).
de decantação; e

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 6º passo: incineração ou  7º passo: política reversa – pneus,
autoclave. baterias, agrotóxicos etc.

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 Aterro Sanitário de Cuiabá/MT.

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 slideshare.net. Direito ambiental _aula_3. Disponível em:
https://pt.slideshare.net/luisolavo7/direito-ambiental-aula3
 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2010/Lei/L12305.htm
 http://www.mma.gov.br/clima/protecao-da-camada-de-ozonio/item/7512
 SETE, Marli Deon Sette. - 2013. Política Nacional dos Resíduos Sólidos.
Disponível em: <www.marliambiental.com.br/aluno/aulas/2013/10_10-6-
RESUMO-PNRS.ppt>. Acesso em: 23/08/2018.