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Instrução

KARATE

Pontos a se tratar:

História do karate (breve é o suficiente?)


Conceitos (Budo, Bushido, Zenbudismo, nijukun, dojokun)
Técnicas (kyusho,chão, manipulaçao,relaxamento etc)
Alongamentos
Alimentação
Significados das coisas (faixa, etc)
Nomeclaturas
Dicas de exercícios
Katas
Breve história:

A teoria mais aceita hoje em dia sobre a origem do Karatê nos remete ao século XIV,
com a ida de monges indianos à China. Esse contato teria levado à inclusão na cultura chinesa
do Kempo (Ch’uan fu), arte marcial que foi desenvolvida pelos monges budistas nos templos
Shaolin, e posteriormente alcançado a ilha de Okinawa no Japão.

Principal ilha da cadeia Ryukyu, Okinawa está situada ao sul do Japão e é entreposto
entre Japão e China. Por ser mais próxima do continente e ter contato constante com a China, a
pequena ilha japonesa compartilhava de diversas particularidades chinesas, como, por exemplo,
as lutas. Dessa forma, o Kempo levado à China pelos monges Hindus chegou também à
Okinawa por intermédio de mestres chineses. Não apenas o Kempo chegava à ilha, mas também
outras formas de lutas chinesas e até mesmo alguns sistemas de luta com mãos nuas da
Indochina. Devido a essa forte influência chinesa, as lutas de Okinawa eram chamadas de forma
genérica pelos japoneses de Karatê (mão chinesa).

No séc. XVI foi promulgado – como já havia acontecido entre os séculos XIV e XV –
um édito que proibia o uso, porte ou conservação de armas de qualquer natureza, no intuito de
desencorajar qualquer tentativa de revolta na Ilha, dominada pelo poder do feudo Satsuma.
Como da primeira vez, os habitantes da ilha precisavam de algum meio de se defender de
arruaceiros e saqueadores, assim como a polícia local necessitava de alguma forma de controlar
a desordem. Sendo assim, o povo de Okinawa reagiu desenvolvendo ainda mais as técnicas de
ataque e defesa já existentes, delineando o Okinawa-Tê, ancestral do Karatê moderno, e
desenvolvendo as técnicas de Ti-gua (treinamento com utensílios de pesca e agricultura que
viriam a se transformar em armas: Bo, Sai, Tonfa, Kama, Chimbe, Tekko, etc ) que viria
posteriormente a tornar-se o Kobu-Do.

Devido à falta de documentos escritos, sabe-se bem pouco sobre esse período obscuro
das artes marciais de Okinawa, exceto que pés e mãos tornaram-se armas eficientes e rápidas,
capazes de substituir as lâminas banidas. Com a necessidade de manter em segredo as artes
marciais, tanto dos braços do governo quanto das escolas rivais, os treinamentos ocorriam
geralmente em locais ermos, secretos e à noite. Não havia uniforme de treinamento, os
praticantes costumavam vestir o mínimo necessário. Foram também desenvolvidas práticas de
treinamento individual (os Kata), onde os movimentos por vezes eram comparados a uma
espécie de dança. De fato, muitos movimentos de Karatê foram incorporados à dança folclórica
de Okinawa. O Okinawa-Te foi então sendo desenvolvido e originou três estilos mais
expressivos: Shuri-Te, Naha-Te e Tomari-Te que mais tarde dariam origem a alguns dos estilos
atuais: Shorin-Ryu, Shotokan-Ryu, Shito-Ryu, Goju- ryu, etc.

Em 1922, Gichin Funakoshi, considerado o pai do Karatê moderno, escreve seu


primeiro livro, “Ruykyu kempo-karate” (técnicas de punho da mão chinesa ryukyu), que trazia
uma série de testemunhos de japoneses proeminentes sobre as virtudes da arte e uma série de
desenhos dos katas. Funakoshi, que teve a oportunidade de treinar com grandes mestres da
época, começava a estruturar e divulgar o Karatê pelo Japão. Por volta de 1924, por influência
do Judô Kobukan de seu conhecido Jigoro Kano, Funakoshi adota vestimenta particular para
treino e gradução representada por faixas. Em1935 ele escreve um novo livro, Karatê-Do
Kyohan (o caminho do Karatê: texto mestre). Nessa obra o Karatê já não era mais uma mera
arte, era “um caminho” e também não siginificava Mão Chinesa, mas sim Mão Vazia. “Vazio de
egoísmo e maus pensamentos; vazio como bambu oco, embora reto, flexível e inquebrável”.
O uso de armas acompanha toda a história do homem desde o início de sua existência e, infelizmente,
ainda existem conflitos entre os seres humanos. A prática correta do Karate nos ensina a conviver com
esta realidade e a perceber nossos instintos, evitando comportamentos inadequados. O conflito, a
vingança e os impulsos agressivos não trazem bons resultados. Ao praticar o Karate é possível obter o
equilíbrio e a tranquilidade mental e física.

Forjar a Mente no Karate

Karate não é um jogo de pontos, peso ou demonstrações pomposas.

É uma arte marcial e um modo de vida que ensina o praticante como ser pacífico, mas se for inevitável o
conflito, os verdadeiros ditames Karatê propõem derrubar o oponente com um só golpe.

Tal ação requer uma força, velocidade, foco e controle. Mas estes aspectos físicos são apenas parte da
prática. São apenas o veículo, e não a viagem em si, ou: são apenas as ferramentas.

O verdadeiro Karatê é baseado no Bushido. No Karatê o corpo, mente e o espírito - "todo o ser" - devem
ser desenvolvidos simultaneamente, de forma harmoniosa.

Através do Kihon, Kata e Kumite temos de aprender a controlar os nossos movimentos. Porém, mais
importante, nós aprendermos desistir de controlá-los também.

Nós podemos executar as técnicas sem pensar sobre elas, e continuar focados sem concentrar-se em
qualquer outra coisa. Na essência, o corpo lembra-se como se movimentar e a mente e ser calma.

Esta unidade harmoniosa da mente e do corpo é intensamente poderosa.

O resultado do verdadeiro Karatê é natural, ação sem força, bem como a confiança, humildade, abertura
e paz só são possíveis através da perfeita unidade da mente e do corpo. Este é o cerne do ensino Zen, a
base do Bushido, e os da filosofia do Karatê JKA.

Originalmente a palavra karate era escrita com os ideogramas ?? ("mãos vazias") se referindo à Dinastia Tang
ou, por extensão, a mão chinesa, refletindo a influência chinesa nesse estilo de luta.
O karate é provavelmente uma mistura de uma arte de luta chinesa levada a Okinawa por mercadores e
marinheiros da província de Fujian com uma arte própria de Okinawa. Seus nativos chamam este estilo de
Okinawa-te ("mão de Okinawa"). Os estilos de karate de Okinawa mais antigos são o Shuri-te, o Naha-te e o
Tomari-te, assim chamados de acordo com os nomes das três cidades em que eles foram criados.
Em 1820 Sokon Matsumura fundiu os três estilos e criou o estilo shorin (pronuncia japonesa para a palavra
chinesa shaolin), que é também a pronúncia dos ideogramas ?? ("pequeno" e "bosque"). O nome shorin foi dado
posteriormente, por Choshin Chibana, ao estilo idealizado pelo mestre Mastumura. Entretanto os próprios
estudantes de Matsumura criaram novos estilos adicionando ou subtraindo técnicas ao estilo original. Gichin
Funakoshi, um estudante de um dos discípulos de Matsumura, chamado Anko Itosu, foi a pessoa que introduziu
e popularizou o caratê nas ilhas principais do arquipélago japonês.
O caratê de Funakoshi teve origem na versão de Itosu do estilo shorin-ryu de Matsumura que é comumente
chamado de shorei-ryu. Posteriormente o estilo de Funakoshi foi chamado por outros de shotokan por seu
apelido shoto; o kanji kan (?) significa prédio ou construção, e portanto shotokan significa "Prédio de Shoto". O
estilo shotokan foi popularizado no Japão e introduzido nas escolas secundárias antes da Segunda Guerra
Mundial.
Como muitas das artes marciais praticadas no Japão, o karate fez a sua transição para o karate-do no início do
século XX. O do em karate-do significa caminho, palavra que é análoga ao familiar conceito de tao. Como foi
adotado na moderna cultura japonesa, o karate está imbuído de certos elementos do zen budismo, sendo que a
prática do caratê algumas vezes é chamada de "zen em movimento". As aulas frequentemente começam e
terminam com curtos períodos de meditação. Também a repetição de movimentos, como a executada no kata, é
consistente com a meditação zen pretendendo maximizar o autocontrole, a atenção, a força e velocidade,
mesmo em condições adversas. A influência do zen nesta arte marcial depende muito da interpretação de cada
instrutor.
A modernização e sistematização do karate no Japão também incluiu a adoção do uniforme branco (quimono ou
karategi) e de faixas coloridas indicadoras do estágio alcançado pelo aluno, ambos criados e popularizados por
Jigoro Kano, fundador do judô.

O Dojo Kun

A JKA desenvolveu o Dojo Kun, o qual vem orientando há anos seus praticantes.

Em cada sessão prática, ajoelhados em seiza, os estudantes pronunciam estes cinco preceitos em voz
alta. Este processo almeja promover uma reflexão em seus praticantes sobre seus direitos. suas atitude,
estado de espírito e virtudes, para empenhá-los tanto dentro quanto fora do dojo.

O Dojo Kun nos ideogramas japoneses.


一、人格完成に努むること
Hitotsu, Jinkaku Kansei Ni Tsutomuru Koto.
Primeiro - Esforçar-se para a formação do caráter.

一、誠の道を守ること
Hitotsu, Makoto No Michi O Mamoru Koto.
Primeiro - Fidelidade para com o verdadeiro caminho da razão.

一、努力の精神を養うこと
Hitotsu, Doryōku No Seishin O Yashinau Koto.
Primeiro - Desenvolver a persistência e o esforço.

一、礼儀を重んずること
Hitotsu, Reigi O Omonzuru Koto.
Primeiro - Respeito acima de tudo.

一、血気の勇を戒むること
Hitotsu, Kekki No Yū O Imashimuru Koto.
Primeiro - Conter o espírito de agressão destrutuiva.

Os 20 Ensinamentos do Mestre Funakoshi

O Mestre Gichin Funakoshi escreveu o Niju Kun, conhecidos como os Vinte Ensinamentos do Karatê
Shotokan, que formam as bases da arte. Dentro destes princípios, baseados fortemente em Bushido e
Zen, reside a filosofia da JKA:

1. 空手道は礼に始まり礼に終る事を忘るな
Karate-do wa rei ni hajimari rei ni owaru koto a wasaruna
Não se esqueça que o Karate deve iniciar com saudação e terminar com saudação.

2. 空手に先手なし
Karate ni sente nashi
No Karate não existe atitude ofensiva.

3. 空手は義の補け
Karate wa, gi no taske
O Karate é um assistente da justiça.

4. 先づ自己を知れ而して他を知れ
Mazu onore o shire, shikashite ta o Shire
Conheça a si próprio antes de julgar os outros.

5. 技術より心術
Gijitsu yori shinjitsu
O espírito é mais importante do que a técnica.

6. 心は放たん事を要す
Kokoro wa hanatan koto o yosu
Evitar o descontrole do equilíbrio mental.
7. 禍は懈怠に生ず
Wazawai wa ketai ni seizu
Os infortúnios são causados pela negligência.

8. 道場のみの空手と思ふな
Dojo nomino karate to omou na
O Karate não se limita apenas à academia.

9. 空手の修業は一生である
Karate-do no shugyo wa isssho de aru
O aprendizado do Karate deve ser perseguido durante toda a vida.

10. 凡ゆるものを空手化せよ其処に妙味あり
Ara yuru mono o karateka seyo; sokoni myomi Ari
O Karate dará frutos quando associado à vida cotidiana.

11. 空手は湯の如し絶えず熱度を与えざれば元の水に還る
Karate Wa Yu No Gotoku Taezu Netsu O Atae Zareba Motono Mizuni Kaeru
O Karate é como água quente. Se não receber calor constantemente torna-se água fria.

12. 勝つ考は持つな負けぬ考は必要
Katsu kangae wa motsuna; makenu kangae wa hitsuyo
Não pense em vencer, pense em não ser vencido.

13. 敵に因って轉化せよ
Tekki ni yotte tenka seyo
Mude de atitude conforme o adversário.

14. 戦は虚実の操縦如何に在り
Tattakai wa kyo-jitsu no soju ikan ni Ari
A luta depende do manejo dos pontos fracos (KYO) e fortes (JITSU).

15. 人の手足を剣と思へ
Hi to no te-ashi wa ken to omoe
Imagine que os membros de seus adversários são como espadas.

16. 男子門を出づれば百万の敵あり
Danshi mon o izureba hyakuman no teki Ari
Para cada homem que sai do seu portão, existem milhões de adversários.

17. 構は初心者に後は自然体
Kamae wa shoshinsha ni atowa shizentai
No início seus movimentos são artificiais, mas com a evolução tornam-se naturais.

18. 形は正しく実戦は別物
Kata wa tadashiku, jisen wa betsumono
A prática de fundamentos deve ser correta, porém na aplicação torna-se diferente.

19. 力の強弱体の伸縮技の緩急を忘るな
Chikara no kyojaku tai no shinshuku waza no kankyu
Não se esqueça de aplicar corretamente: alta e baixa intensidade de força; expansão e
contração corporal; técnicas lentas e rápidas.

20. 常に思念工夫せよ
Tsune ni shinen ku fu seyo
Estudar, praticar e aperfeiçoar-se sempre.
Karatê JKA
Técnicas JKA: a trindade inseparável levar ao Kime.

A fundação do Karatê é o kihon (técnicas básicas), o kata (formas), e no kumite (luta). Sobre estes
três repousam todas as técnicas, toda a velocidade, toda a força e todo progresso no karate.

Eles são essencialmente ―um‖, e devem ser estudadas como ―Um‖: sem as técnicas básicas do
kihon, nem pode haver kata nem kumite. Do mesmo modo, separados do kata, kumite é
simplesmente movimentos sem pensar, imaturos com o conhecimento que vem da aplicação.

Por último, kumite sem kata perde a característica da agilidade e pouco esforço, inerentes a
suavidade do Karatê. ―Kihon é kata é kumite".

Na JKA, enfatizamos os três individual e simultaneamente.

Através de anos de formação e experiência, nós desenvolvemos um sistema único e inigualável de


técnicas de kihon. Colocamos uma grande atenção nos fundamentos. No ensino científico, na boa
postura, equilíbrio e ângulo de cada movimento específico.

Tal como acontece com na maioria das coisas, repetição contínua é essencial, se você obtiver os
fundamentos errados, pode não haver mais progressos.

Adquirindo certo domínio do kihon, poderá iniciar o aprendizado do kata, o cerne de todas as
habilidades Karatê.

No kata, não existe desperdício ou movimento sem sentido. Por isso, insistimos repeti-los várias
vezes. Através da constante repetição, o seu corpo aprende a mover-se
automaticamente, eficientemente e sem esforço.

Ao longo do tempo, as técnicas tornam-se ―inconscientes‖. Você pode executá-los sem pensar, o
que liberta a mente a ser calma e experienciar a dinâmica daquele momento.

Na JKA, nós aperfeiçoamos o kata para ser mais aplicável no treino do kumite. Através das técnicas
aprendidas no kihon e praticados no kata, você descobre como reagir a situações naturalmente e
livremente, suas aplicar suas técnicas adequadamente as circunstâncias exigidas.

E é aí que o verdadeiro poder do Karatê pode ser conhecido. Quando todo o seu ser (corpo e
mente) ataca com explosão (Kime) e finaliza seu adversário com um golpe, isto é chamado de
"Todome-waza".

Kime é a finalidade da trindade Kihon-Kata-Kumite.


Karatê JKA
Karatê JKA para crianças

Na JKA, temos milhares de crianças e jovens membros de escolas do ensino fundamental e médio
aprendendo os valores do Karatê e sua aplicação na vida cotidiana.

Existem numerosos programas da JKA para crianças. No Japão, nós temos separado jovens (idade
de 6 a 18) dos adultos em torneios desde 1983 (26th JKA All Japan Karate Championship), a
criação de torneios anuais especiais para estudantes de escolas primárias e secundárias.
Nós também mantemos uma divisão por idade nos torneios da Shoto World Cup Karate. Mantemos
também esta escala nacional nos grupos alojados para jovens em idade escolar na sede da JKA
(Tóquio).

Karatê para as crianças não é apenas diversão, proporciona muitos benefícios importantes para os
jovens. Alguns desses benefícios são referidos em japonês como chiiku (desenvolvimento mental),
tokuiku (moral) e taiiku (desenvolvimento físico). Estas são as mesmas três classes de
desenvolvimento pessoal encontradas em sistemas educativos tradicionais.

Em termos de chiiku (desenvolvimento mental), o Karatê ajuda a construir a concentração, o foco, a


lucidez e a determinação.

Karate tem fortes benefícios internos também. Ele ajuda a desenvolver paciência, disciplina,
perseverança, compreensão e mente aberta. Contrói confiança, desenvolve e aumenta o auto-
controle, a calma, a cortesia e a paz – todos os quais irão auxilia-los a cada esforço empreendido
na vida. Estas correspondem a tokuiku (moral).

Evidentemente, karate é bom também para o corpo (taiiku). Fisicamente, é excelente para o
coração, desenvolve ossos e músculos mais fortes, cria resistência, e torna o organismo menos
sensível à doença e ferimentos.

Em todas estas formas, karate é profundamente útil aos jovens para lidar com os muitos desafios da
sociedade atual. Ele traz equilíbrio e perspectiva muito requisitados nesta fase. Ele proporciona uma
base forte para seu praticante.

NOTA: Outras organizações de karate muitas vezes permitem que as crianças com seis ou sete
anos de idade iniciem o kumite (luta). Mas, na JKA, para evitar a possibilidade de ferimentos, a luta
não é permitida até que a criança atinja dez anos de idade.

O Karatê tem enormes benefícios para o corpo, mente e espírito. Fisicamente, o Karatê é bom para o
coração, fortalece ossos e músculos, cria resistência, desenvolve coordenação motora e visual, e torna o
organismo menos suscetível à ferimentos e doença.

Mentalmente, o Karatê ajuda a desenvolver paciência, disciplina, perseverança e compreensão, bem


como a concentração e foco.

Espiritualmente, o Karatê constrói confiança, desenvolve e aumenta o auto-controle, a serenidade e a


paz. Ao lo longo do treino consegue-se visualizar a verdadeira razão "Shinga".
O karatê (em japonês ??, karate, ou ???, karate-d?, "caminho da mão vazia"), é uma arte marcial japonesa,
desenvolvida a partir do kenp? chinês (em particular o kung fu da China meridional) e de métodos autóctones de
lutas das ilhas Ry?ky?.O caratê é predominantemente uma arte de golpes, como chutes, socos, joelhadas e
cotoveladas e golpes com a palma da mão aberta. Bloqueios de articulações, lançamentos e golpes em áreas
vitais também são ensinados, dependendo do estilo. Um praticante de caratê é denominado "carateca" ou
"karate-ka" (???).
O karatê é uma forma de budo (??, caminho marcial), enfatizando as técnicas de percussão atemi waza (como
defesas, socos e chutes) ao invés das técnicas de projeções e imobilizações. O treino de karatê pode ser dividido
em três partes principais: Kihon, Kata e Kumite.

 Kihon (??, "fundamentos") é o estudo dos movimentos básicos.


 Kata (?, "forma", "padrão") é uma espécie de luta contra um inimigo imaginário expressa em
seqüências fixas de movimentos.
 Kumite (??, "encontro de mãos") é a luta propriamente dita. Em sua forma mais básica é combinada
(com movimentos predeterminados) entre os lutadores para, posteriormente, alcançar o jyu kumite
(combate livre ou sem regras). A forma desportiva, ou combate com regras, é conhecida como Shiai-
kumite.

Karate é uma arte milenar, uma disciplinaque começou nas ilhas do Japão no século 14. Desenvolvido para a
guerra, o Karatê era reservado para os samurais e, posteriormente para os guardas imperiais. Vem do Kempo,
que veio de...

O treinamento de Karate é sistematizado e dividido em


três componentes:
Kihon, Katas e Kumite.

Kihon é a prática de técnicas fundamentais:


bases, defesas, socos, chutes e deslocamentos.

Katas são exercícios formais, executados de maneira encadeada e pré-


determinada, representativos de um estilo de Karate.
No Shotokan atualmente são praticados 26 Katas.

Começa com 5 katas básicos, os HEIAN, que têm como objetivo fazer
com que o praticante adquira habilidade sobre as principais técnicas
básicas. Deve-se treinar HEIAN até que essas técnicas sejam
assimiladas e passem a ser executadas de forma natural.

Heian Shodan - Paz e Tranquilidade (nível um)


Heian Nidan - Paz e Tranquilidade (nível dois)
Heian Sandan - Paz e Tranquilidade (nível três)
Heian Yodan - Paz e Tranquilidade (nível quatro)
Heian Godan - Paz e Tranquilidade (nível cinco)
Depois vem a série TEKKI, com três katas. Os katas TEKKI se
caracterizam pela base KIBA-DACHI (base do cavaleiro), e todos os
deslocamentos são para as laterais, ou seja, somente para a direita e
para a esquerda. Como os golpes nesses katas não contam com grandes
deslocamentos (os golpes são curtos), os TEKKI têm como objetivo o
desenvolvimento do KIME, através do treinamento, principalmente, da
contração da região sub-abdominal (TANDEN).

Tekki Shodan - Cavaleiro de Ferro (nível um)


Tekki Nidan - Cavaleiro de Ferro (nível dois)
Tekki Sandan - Cavaleiro de Ferro (nível três)

Essas duas séries juntas, HEIAN e TEKKI, formam os katas básicos


do Shotokan,
e devem ser dominados por quem pretende obter a graduação
SHODAN
(faixa-preta 1° grau).

Os outros 18 katas são considerados avançados e, entre eles, existem


vários "tipos" de katas. Cada katas possui um objetivo, e dá ênfase a um
determinado tipo de treinamento. Existemkatas, por exemplo, que têm
como objetivo o desenvolvimento de agilidade (como o ENPI),
desenvolvimento de contração/expansão muscular (como o
HANGETSU), desenvolvimento de uma base firme (como o
SOCHIN), etc... Nossa tarefa é estudar os movimentos dos katas e
treinar aquele que for mais necessário, para desenvolver o que estiver
mais precário em nossa técnica. Para isso é preciso já ter algum
conhecimento e domínio técnico, e por isso só são recomendados para
praticantes graduados. São eles:

BassaiDai - Romper a Fortaleza


Kanku Dai - Contemplar o céu
Jitte - Dez Mãos (ou dez técnicas)
Hangetsu - Meia Lua
Enpi - Vôo da Andorinha
Gankaku - Grou (tsuru) sobre a rocha
Jion - Amor e Gratidão (Jion é o nome de um templo)
Bassai Sho - Romper a Fortaleza
Kanku Sho - Contemplar o Céu
Chinte - Mãos Estranhas (ou técnicas estranhas)
Unsu - Mãos de Nuvens (ou separando as nuvens)
Sochin - Espírito Inabalável
Nijushiho - 24 passos
Gojushiho Dai - 54 passos
Gojushiho Sho - 54 passos
Meikyo - Espelho Limpo
Jiin - Amor e Proteção
Wankan - Coroa Real

Com isso podemos concluir que os katas não são apenas uma "luta
simulada", sem nenhum sentido, como muitos costumam definir.
Os katas possuem objetivos e aplicações, e eles reúnem todo
conhecimento e beleza do Karate-Do.

Kumite é o combate propriamente dito. No kumite pode-se aplicar,


com a ajuda de um colega, as técnicas praticadas anteriormente com o
treino de kihon e katas. O kumite pode ser praticado em vários níveis
de dificuldade. São eles:

Ippon Kumite
Sanbon Kumite
Gohon Kumite
Jyu Ippon Kumite
Jyu Kumite
Shiai Kumite

Bushido

Bushido: O Caminho do Samurai

Bushido foi o código de conduta samurai no Japão durante muitos séculos. Baseado nos ensinamentos
do Zen, o Bushido se destinava a ajudar o mestre samurai controlar sua natureza e sua mente, a
compreender o universo através da experiência direta, bem como através da promoção da força, do auto-
controle e da sabedoria.

Bushidô e Bujutsu

Bushidô [武士道].
O termo Bushido é extremamente raro em textos antigos, e nem sequer aparecem nos textos
famosos supostamente descrevendo esse código, como o Hagakure de Yamamoto Tsunetomo.
Além disso, nunca existiu um único e unificado ―código do samurai‖, que todos os guerreiros
japoneses aderiram ou eram mesmo cientes.

A primeira pessoa a popularizar o termo Bushido foi o escritor japonês Nitobe Inazō, que vivia
na Filadélfia e casado com uma americana, em seu livroBushido: The Soul of Japan, 1899.

O Kojiki [古事记] ―Registro de Assuntos Antigos‖ é a mais antiga crônica existente no Japão.
Escrito em 712, ele contém passagens sobre Yamato Takeru, o filho do Imperador Keiko. Ele
fornece uma indicação dos valores do Bushido, incluindo referências ao uso e à admiração da
espada dos guerreiros japoneses.

No Nihongi Shoku [続日本纪], texto histórico imperial japonês de 797, no capítulo referente ao
ano 721 encontra-se um uso precoce do termo ―bushi‖ [武士] e uma referência ao ideal do
guerreiro.

Uma das primeiras referências a ―saburau‖ - um verbo que significa acompanhar uma pessoa
de alto escalão - aparece em Kokin Wakashū [古今和歌集], primeira antologia de poemas
imperial (no início do século X). Até o final do século XII, saburai tornou-se em grande parte
sinônimo debushi, e intimamente é associado com o escalão superior e médio da classe
guerreira.

O Conto dos Heike (平家 Heike Monogatari) compilado em 1371, que narra a luta entre os clãs
Minamoto e Taira para o controle do Japão no final do século XII, um conflito conhecido como a
Guerra Gempei, descreve claramente o ideal do guerreiro. Os guerreiros do Heike
Monogatariserviram como modelos para a educação dos guerreiros das gerações posteriores.
O Japão viveu um período de relativa paz durante o período Sakoku (de 1600 a meados do
século XIX), também chamada de ―Pax Tokugawa‖. Durante este período, a classe samurai
desempenhou um papel central na administração e policiamento do país sob o xogunato
Tokugawa .

Durante o período feudal do Xogunato dos Tokugawa, estabelecida no Japão em 1603


porTokugawa Ieyasu, o Bushidô ficou formalizado no Direito Feudal japonês.

A literatura Bushido desta época contém muita reflexão para uma classe de guerreiros que
busca o caminho para uma aplicação dos princípios marciais em tempo de paz. A literatura
desta época incluem: O Livro dos Cinco Anéis (Go Rin No Sho) de Miyamoto Musashi (1584-
1645) e o livro chamado de Hagakure relatado por Yamamoto Tsunetomo para Tsuramoto
Tashiro.

―Os homens devem moldar seu caminho. A partir do momento em que você vir o caminho em
tudo o que fizer, você se tornará o caminho.‖ O Livro dos Cinco Anéis, Miyamoto Musashi.

A doutrina dos samurais possui um apelo mais intuitivo do que racional; a intuição baseada na
sinceridade e na orientação moral nos leva de volta às raízes, à verdade das coisas, ao
fundamental. Além disso, o Bushidô não é uma doutrina planejada, que seja no sentido de
conter um argumento lógico.

O Hagakure [葉隐] que significa ―Na sombra ou oculto nas folhas‖, contém muitos dos ditos do
período Sengoku da época de Nabeshima Naoshige (1537-1619) sobre Bushidô, a filosofia do
início do século XVIII descrita por Yamamoto Tsunetomo (1659-1719), um samurai do neto de
Naoshige, Mitsushige Nabeshima. O Hagakure foi compilada no século XVIII, mas foi mantido
como uma espécie de ―ensinamento secreto‖ do clã Nabeshima até o fim da era
Tokugawa(1867).

O Hagakure permite a compreensão do Bushidô como o ―Caminho da Morte‖, ou viver como se


a pessoa já estivesse morta, e que um samurai deve estar disposto a morrer a qualquer
momento.

Sete virtudes do Bushidô:


 Retidão, Justiça (义 gi)

 Coragem, Bravura (勇, Yuu)

 Benevolência (仁 , jin)

 Respeito e Cortesia (礼, rei)

 Honestidade (诚, makoto)

 Honra e Glória (名誉, Meiyo)

 Dever e Lealdade (忠义, Chugi)

O Bushidô teve forte influencia do Zen-Budismo, tradição do Budismo do


ramo Mahayana(―Grande Veículo‖), doutrina dos ensinamentos de Buddha.

O zen-budismo e os samurais estiveram ligados desde o século XIII no Japão, quando os


regentes Hojô (dos xoguns Ashikaga) descobriram que sua força e sua rejeição da vida tinham
muito a oferecer ao guerreiro.

Do Zen-Budismo, os samurais adquiriram o não temor da morte, pois acreditavam na existência


da vida após a morte: renasceriam no encargo de guerreiros em suas contínuas
reencarnações.

―O Caminho do Samurai é encontrado na morte. Entre ela ou qualquer outra coisa, não há
dúvida: a escolha deve ser a morte. Não é algo particularmente difícil. Seja determinado e
avance.‖ Hagakure, Yamamoto Tsunetomo.

―No geral, o Caminho do guerreiro é a aceitação resoluta da morte.‖ O Livro dos Cinco
Anéis,Miyamoto Musashi.

As técnicas de meditação do Zen também foram usadas como um meio de limitar o temor.

―Se uma pessoa tem o coração preparado todas as manhãs e tardes para viver como seu
corpo já estivesse morto, ela ganha liberdade no Caminho. Toda a sua vida será livre de culpa
e ela terá sucesso em seu ofício.‖ Hagakure, Yamamoto Tsunetomo.
Com os ensinamentos Zen, os samurais buscavam entrar em harmonia com o seu Eu interior.
Odesapego era a base do pensamento samurai.

―Se um guerreiro não estiver desapegado à vida e à morte, não tem nenhuma utilidade. Com
esse desapego, uma pessoa pode conseguir qualquer feito. As artes marciais e similares se
relacionam a isso de tal forma que podem nos levar ao Caminho.‖ Hagakure, Yamamoto
Tsunetomo.

O Bushidô foi influenciado também pelos preceitos do Xintoísmo [神道], a espiritualidade


tradicional do Japão. A palavra Shinto (―Caminho dos Deuses‖) deriva de ―shin‖ [神]= ―deuses‖
ou ―espíritos‖, e ―tō‖ [道] = ―estudo‖ ou ―caminho filosófico‖.

Dentre os valores do Xintoísmo estão a lealdade, o patriotismo, e a reverência aos seus


antepassados. Tal lealdade os samurais empenham ao imperador e ao seu daimyo ou senhor
feudal.

Bujutsu [武術].

No ―caminho do guerreiro‖, a ‗técnica marcial‘ é conhecida por Bujutsu(武術, técnica marcial),


que corresponde ao conjunto das artes marciais tradicionais japonesas que faziam parte do
treinamento militar dos bushi(guerreiros) para a guerra.

―É um princípio da arte da guerra que a pessoa não tema por sua vida e ataque. Se um dos
oponentes fazem o mesmo, a luta fica empatada. Nesse caso, derrotar o oponente é uma
questão de fé e destino.‖Hagakure, Yamamoto Tsunetomo.
O Bujutsu baseia-se em seis Artes Marciais: Ken-jutsu [剣術] – ―Artes da Espada‖; Sō-jutsu
[創術] – ―Artes da lança‖; Kyū-jutsu [弓術] – ―Artes do Arco e Flechas‖; Ba-jutsu [馬術] – ―Arte da
Equitação‖; Jū-jutsu [柔術] ‖Arte Suave, de Defesa Desarmadas‖; Teppō-jutsu [鉄砲術] – ―Artes
de Armas de Fogo‖ (a mais recente, introduzida com a chegada dos europeus no Japão no
século XVI). Essas seis artes marciais juntamente com a Gunji-senryaku [军事戦略] (estratégia
militar) eram denominadas ―as Sete Artes Marciais‖ faziam parte do Bushidō [武士道] (O
Caminho do Guerreiro) e, por lei, somente os bushis podiam praticá-las.

―É inútil aprender coisas como táticas militares. Se a pessoa não tem coragem para
simplesmente fechar os olhos e avançar em direção ao inimigo.‖ Hagakure, Yamamoto
Tsunetomo.

Em 1868, quando terminou a Era Edo [江戸時代] e começou a Era Meiji [明治時代], o Governo
Meiji [明治] redirecionou todas as Bujutsu [武術] (Artes Marciais) tradicionais, modificando-as
para Budō [武道] (Vias Marciais).

Portanto, todas as Artes Marciais Japonesas, que até então eram conhecidas
como KoryūBujutsu [古流武術] (―Escolas Antigas de Artes Marciais‖) passaram a ser
chamadas GendaiBudō [現代武道] (―Vias Marciais Modernas‖). Assim, as artes marciais
japonesas modernas (Judô, Aikidô, Karatê, Kendo, Jiu-Jitsu) são herdeiras do antigo Bushido e
Bujutsu, mantendo parte de seus princípios e fundamentos marciais e filosóficos.

Referências

MUSASHI, Miyamoto. O livro dos Cinco Anéis. 2ª ed. São Paulo: Clio Editora, 2010.

TSUNETOMO, Yamamoto. Hagakure. 3ª ed. São Paulo: Conrad Editora do Brasil, 2005.

Sensei, Senpai, Kōhai

No idioma japonês, há um vasto conjunto de expressões de tratamento que servem para dirigir-
se a pessoas ou referir-se a estas com respeito. Algumas formas de tratamento seguem
o nome de um indivíduo, da mesma forma que um sufixo.

Desta forma, nas artes marciais japonesas há inúmeras expressões: Kohai é o principiante,
novato; Dohai = companheiro do mesmo nível num Bugei; Deshi, Montei, Seitô =
aluno; Gaijin= budoka ocidental; Monjin = discípulo; Meijin = mestre superior; Juku-gashira =
discípulo ao qual é transmitido todo o segredo; Kyohan = instrutor, mestre; Renshi = expert,
de 4º a 6º Dan;Kyoshi = perfeição interior, de 7º a 8º Dan; Shihan = título superior, a mais alta
graduação, aplicada de 9º a 10º Dan.

Há o termo San [さん] é o mais comum de todos e, provavelmente, o mais conhecido fora
do Japão. É usado para referir-se a alguém de mesma hierarquia, quer etária, quer profissional.
Aplica-se tanto a homens como a mulheres, e a tradução mais próxima
ao português é senhor e senhora.

Em relação às artes marciais japonesas, os termos mais conhecidos, usados e, de certa forma,
importantes são os de Sensei, Senpai e Kōhai, sendo elementos essenciais nos
relacionamentos traçados em um Dojô e no Tatame.

Assim que entramos em qualquer Dojô nos deparamos com um ―personagem‖ que irá nos
guiar dentro do caminho da arte que escolhemos.

Sensei [先生] é empregado para referir-se a professores ou mestres de artes marciais que,
em geral, seriam pessoas com altos níveis de conhecimento. Jigoro Kano era chamado
de JigoroKano-sensei ou Sensei Jigoro Kano por seus alunos e fãs.

A expressão Sensei [先生] é escrita com dois ideogramas (Kanji [漢字]):

 Sen (saki) [先] - ―Antes de‖, ―primeiro que‖, ―anterior‖;

 Sei (umareru) [生] - ―Nascer‖, ―viver‖.

Desta forma, a tradução literal deste termo é ―aquele que nasceu antes‖ ou, mais
especificamente, ―aquele que começou antes‖.

É necessário que o Sensei tenha uma boa base de conhecimento sobre a arte que pratica. O
Sensei deve ser capaz de providenciar respostas às solicitações, às dúvidas de seus alunos e
corrigir seus erros.

―Dar a sua opinião a uma pessoa e corrigir suas falhas são coisas importantes. É uma
demonstração de boa vontade... Mas a maneira de executar isso é muito difícil.‖
―Elogie pontos positivos da pessoa... talvez falando sobre suas próprias falhas, sem mencionar
as dela, de modo que ela mesma as perceba... e sua opinião corrigirá as falhas dela.‖
Yamamoto Tsunetomo, Hagakure.

No Japão, o termo Sensei não é exclusivo das artes marciais é também utilizado como título
honorífico para designar doutores, professores, escritores, etc.

Já Senpai e Kōhai são elementos essenciais dos relacionamentos na sociedade japonesa.

Mais do que uma simples divisão de respeito, o Senpai impõe uma relação com obrigações
mútuas. Do kōhai se espera o respeito e obediência ao seu Senpai, enquanto do Senpai se
espera guiar, proteger e ensinar o seu Kōhai o melhor que puder. A relação senpai/kōhai
geralmente dura enquanto as duas pessoas envolvidas se mantêm em contato.

Em artes marciais japonesas, o termo Senpai geralmente se refere ao aluno mais experiente.
Dele é esperado ajudar o Sensei com alunos novos.

 Senpai [先輩] – constituído pelos kanji‘s 先 (―Saki‖) = antes, anterior , e 輩 (― Tomogara‖) =


companheiro, colega - literalmente significa ―aquele colega mais velho, mais antigo, o sênior‖.

 Kōhai [後輩] – constituído pelos kanji‘s 後 (―Ato‖) = depois, posterior , e 輩 (― Tomogara‖) =


companheiro, colega – literalmente significa ―aquele colega mais novo, mais recente, o
calouro‖.

Em um Dojô, o Sensei nomeia um ou mais aluno(s) antigo(s), com uma graduação


considerável - chamados Senpai, para ser(em) responsável(eis) por células de dois ou três
alunos principiantes (preferencialmente alunos iniciantes com a mesma graduação) -
chamados Kōhai.

Este(s) Senpai deverá(ão) acompanhar o desenvolvimento do(s) Kōhai dentro do Dojô - sendo
responsáveis (e responsabilizados) pelos seus avanços ou fracassos do seu grupo, ou seja, o
Senpai responde diretamente ao Sensei a respeito dos progressos dos Kōhai que estão sob
sua responsabilidade.

―Muitas vezes, um aprendiz não aprende as artes de seu mestre, apenas imita seus defeitos.
Isso não tem valor... Se alguém percebe os pontos positivos de uma pessoa, esse alguém é
um professor modelo para qualquer coisa.‖ Yamamoto Tsunetomo, Hagakure.
Com isto, os alunos antigos (Senpai) aprendem a ter responsabilidade e a entrar efetivamente
no mundo da instrução - uma vez que se tornam responsáveis pelo sucesso ou fracasso dos
Kōhai sob sua supervisão. Os Senpai, assim, são orientadores ou instrutores de alunos novos
(sendo sempre supervisionados pelo Sensei). O Sensei não chama a atenção dos Kōhai
diretamente, chama o Senpai respectivo e este se encarrega de verificar o questionamento do
Sensei.

―Uma palavra de um samurai é mais firme que o metal.‖ Yamamoto Tsunetomo, Hagakure.

Os Senpai devem reservar parte do seu tempo para supervisionar o treino dos Kōhai, o que
pode fazer, em alguns casos, com que os Senpai diminuam os seus próprios tempos de treino.
O bom desempenho do Kōhai é fruto do trabalho de seu Senpai, e o deste, de seu Sensei.

―É uma falta de fibra imaginar que você não conseguirá alcançar o nível de seus mestres. Os
mestres são homens. Você também. Se acha que será inferior ao fazer algo, com rapidez,
então, você estará no caminho de realmente ser inferior.‖ Yamamoto Tsunetomo, Hagakure.

―Embora a moderação seja o padrão para todas as coisas, em assuntos militares um homem
deve sempre se empenhar em superar os outros... seu coração se fortalecerá e ele se tornará
incansável e corajoso.‖ Yamamoto Tsunetomo, Hagakure.

Dōhai [同輩], ―igualdade de grau ou classificação‖, é outro termo do japonês que em artes
marciais é muito usado para pessoas de igual graduação. Alguém que é dōhai para uma
pessoa pode ser simultaneamente ―kōhai‖ (ou seja, mais novo, menor grau), ou ―senpai‖ (ou
seja, mais velho, maior grau) para outra.

Os especialistas de artes marciais também possuem termos específicos de acordo com a arte
que praticam. Para tal, utiliza-se o sufixo ―Ka‖ [家] colocado
em Judoka [柔道家], Jujutsuka[柔術家], Karateka [空手家], Aikidoka [合気道家], Kendoka [剣
道家].

O ideograma ―Ka‖ [家], literalmente significa ―lar‖, mas no caso das artes marciais, significa:
―especialista‖, ou seja, tornou-se ―o lar onde mora a arte‖. O sufixo ―Ka‖ [家] não depende da
cor da faixa ou do número de anos de prática. Uma pessoa que buscou o Dan [段], mas
negligenciou o estudo da arte que pratica, não passa de um mero ―praticante da arte‖,
enquanto o que praticou e estudou a arte, talvez com menor graduação, tornou-se um
―especialista‖ da sua arte.

Keikogi: roupa de treino


Muitas pessoas já ouviram falar em Kimono [着物] e, de fato, é bem comum vermos as pessoas
(inclusive alguns instrutores) referir-se ao uniforme das mais diversas artes marciais por tal
termo que se popularizou. Contudo, não se usa Kimono [着物] nem no Judô, Jiu-Jitsu, nem em
nenhuma arte marcial, seja ela de origem japonesa ou não.

 Ki [着] - Vestir, usar (roupa);

 Mono [物] - Coisa, objeto.

Kimono (着物) é uma vestimenta tradicional japonesa, usada por mulheres, homens e
crianças. A palavra ―kimono‖ significa ―coisa para usar‖ (ki = ―usar‖ e mono = ―coisa‖). Portanto,
é a roupa de uso diário no Japão, assim não é correto nomear a roupa de treino de qualquer
arte marcial como Kimono.

É certo que os Samurais utilizavam uma vestimenta que lembra o kimono por baixo de suas
armaduras chamadas de Ō-Yoroi (―Grande Armadura‖, 大鎧). Tal roupa era formada
pela shitagi[下着], a parte de cima, que era amarrada com a Obi [帯], o cinto ou faixa, e a parte
de baixo que compreendia a Hakama [袴], uma saia-calça, tradicionalmente usada por
homens. Atualmente é usada por praticantes de algumas artes marciais como
o Aikido e o Kendo.

Desta forma, é correto chamar o uniforme ou roupa de treino das artes marciais de origem
japonesa de Keikogi (稽古着 ou 稽古衣, Keikogui) que significa ―uniforme de
treinamento‖ (keiko = treinamento, prática; gi = roupa). Sendo um uniforme para prática de
artes marciais, não consiste de kimono, mas sim, de uma vestimenta específica para cada
modalidade. A palavra ―Keikogi‖ é erroneamente substituída somente por ―gi‖, essa substituição
é errada por que ―gi‖ não apresenta o mesmo significado. Uma substituição correta seria ―Dogi‖
que significa ―o uniforme usado no caminho‖ da arte marcial de sua escolha pois se você
colocar o nome da arte marcial no lugar de ―do‖, você obtém exatamente o significado
de dogi (judô-gi, caratê-gi).

 Aikidogi (合気道着 ou 合気道衣, de Aikido) normalmente usa-se uma hakamá.

 Judogi (柔道着 ou 衣, de Judô)

 Jujutsugi (柔術着 ou 柔術衣, de Ju-Jutsu)

 Jiujitsugi (柔術着 ou 柔術衣, de Brazilian Jiu-Jitsu)

 Karategi (空手着 ou 空手衣, de Karatê)

 Kendogi (剣道着 ou 剣道衣, de Kendô), normalmente usa-se uma hakamá.

Assim, para as artes marciais específicas existem roupas específicas, ou seja, praticantes
praticantes de Judô [柔道] usam Judogi [柔道衣], os de Brazilian Jiu-Jitsu
usam Jiujitsugi [柔術着]etc... Gi [衣] - neste caso significa ―roupa‖.

De uma forma geral e abrangente podemos chamar o uniforme de Keikogi [稽古衣] ou Dogi
[道衣].

A expressão Keikogi [稽古衣] sendo:

 Keiko [稽古] - Prática, treino;

 Gi [衣] - Roupa.

A expressão Dōgi [道衣] ou Dōgi [動衣], dependendo do Kanji [漢字] utilizado, pode ser
traduzido de duas maneiras diferentes:

 Dōgi [道衣] - Roupa do caminho, da via;

 Dōgi [動衣] - Roupa de movimento, roupa de treino.

O Keikogi ou Dogi divide-se, de uma forma geral, em três partes:

 Uwagi [上着] - Parte de cima, casaco;


 Shitabaki [下履] - Parte de baixo, calças;

 Obi [帯] – Cinto, faixa.

Outras partes que compõe o uniforme para o treino são a Eri [襟] = gola, Naka-eri = Meio da
gola, Oku-eri = Fundo da gola, Ushi-eri = Atrás da gola, Sode [袖] = manga, Sodeguchi =
abertura da manga, Shita = parte de baixo do Uwagi, Himô = Fio (Shitabaki); ainda há a Zori =
Sandálias de palha e a Geta = Sandálias de madeira (deve-se usá-las ao sair do dojô a fim de
não entrar no tatame com os pés sujos).

Sabe-se que a partir de 1886, os Yūdansha [有段者] (―Aquele que tem nível e grau‖)
começaram a usar ―cintas‖ pretas com Kimono [着物], pois nesta época ainda não existia o
Keikogi [稽古衣] ou Judogi [柔道衣]. Foi em 1915 que o Keikogi ou Judogi branco tradicional foi
introduzido por Jigoro Kano em seu Dojô; em seguida, o keikogi passou a ser usado pelas
outras artes marciais.

O Keikogi branco, imaculado, representa a nossa mente que deve estar limpa, pura. O branco
reflete todas as cores. Essa cor indica que o seu portador ainda possui a ingenuidade e deve
procurar a purificação e transformação, diante do infinito. É a cor síntese do arco-íris,
associada ao sagrado, pois simboliza paz, pureza, perfeição. Assim como uma tela em branco
esperando para ser pintada.

Entre os samurais, o branco era um símbolo de pureza e morte. Os samurais utilizavam o


branco sob a armadura para demonstrar que estavam dispostos a morrer no campo de batalha.
Em competições e demonstrações de algumas artes marciais, os lutadores podem usar
uniformes diferentes, de cor azul, vermelho ou negro, apenas com a finalidade de se diferenciar
mais facilmente os movimentos de quem aplica (Tori) e de quem recebe (Uke) a técnica; em
alguns casos, utiliza-se uma faixa de cor diferenciada da dos competidores, quando ambos
estão com um keikogi de mesma cor.

A Faixa corresponde ao nosso caráter (ela nos envolve de responsabilidade); o nó é o nosso


respeito, nosso compromisso (por isto, nunca devemos desamarrar nossas faixas em frente
aos mestres).

Amarrar a Obi (faixa) Dobrar o Keikogi

―A cada manhã, os samurais que viveram cinqüenta ou sessenta anos atrás se banhavam... e
sempre cuidavam de sua aparência pessoal. Não é preciso dizer que suas armaduras não
tinham ferrugem, que estavam limpas, brilhantes e arrumadas. Embora possa aparecer
ostentação, tomar cuidado com a aparência é, ao contrário, elegância.‖ Yamamoto
Tsunetomo,Hagakure.

Osaekomi-waza
Osaekomi-waza [押込技] É o conjunto de técnicas de imobilização no solo. No Brasil é
conhecido como 100 kg; em inglês, Hold-Down.
Yoko shiho gatame 橫四方固

Yoko shiho gatame (saídas)


Yoko Mune gatame 横胸固

Hon kesa gatame 袈裟固


Hon kesa gatame (saídas)
Tate shiho gatame 縱四方固

Tate shiho gatame (saída)


Kuzure kesa gatame 崩袈裟固

Kuzure kesa gatame (saídas)


Kuzure-tate-shiho-gatame 崩縱四方固

Kuzure-tate-shiho-gatame (saídas)
Kami shiho gatame 上四方固

Kami shiho gatame (saídas)


Kuzure kami shio gatame 崩上四方固

Kuzure kami shio gatame (saída)


Ushiro kesa gatame 後袈裟固

Ushiro kesa gatame (saída)

Gyaku yoko shiho gatame 逆橫四方固

Kata gatame 肩鎖固


Kata gatame (saídas)

Uki gatame 浮固
Sankaku gatame 三角固

Tomoe Hishigi 巴制

Kesa gatame kubi hishigi 裟固制


Ashi Kannuki 脚閂

Postado por Prof Leonardo às 06:59

Shime-waza
Shime-waza [絞技] é o conjunto de técnicas de imobilização do pescoço ou estrangulamento;
em inglês Neck-lock.

Nami juji jime 並十字絞


Gyaku juji jime 逆十字絞

Kata juji jime 片十字絞

Kata juji jime (variações)


Juji jime (saídas)
Hadaka jime 裸絞 ou Ushiro jime 後絞

Hadaka jime (saída)


Mae Hadaka jime 前裸絞

Tawara jime 俵絞

Kataha jime 片羽絞


Kataha jime (saída)

Koshi jime 腰絞

Katate jime 片手絞


Eri jime 襟絞

Okuri eri jime 送襟絞

Sode guruma jime 袖車絞

Morote jime 雙手絞


Tsukkomi jime 突込絞

Kakato jime 踵絞

Kensui jime 懸垂絞

Ashi-Gatame-jime 脚固絞 ou Sankaku-Jime 三角絞


Sankaku-Jime (saída)

Jigoku jime 地獄絞

Gyaku-Hishigi 逆制
Osae-Hishigi 押制

Kansetsu-waza

Kansetsu-waza [关节技] é o conjunto de técnicas de imobilização articular ou luxação. Em


relação aos braços, é o Ude Kansetsu-waza [腕关节技]; no Brasil é conhecido como chave-de-
braço; em inglês, Arm-lock.
Ude Hishigi Juji Gatame 十字制肘

Juji Gatame (saídas)


Ude Garami 腕緘

Ude Garami (saídas)

Kimura Ude Garami 木村腕緘 ou Ushiro Ude Garami 後腕緘


Ude Hishigi Hiza Gatame 膝制肘

Ude Hishigi Ude Gatame 腕制肘


Ude Gatame (saídas)
Ude Hishigi Waki Gatame 腋制肘

Waki Gatame (saída)

Ude Hishigi Ashi Gatame 腕挫腳肘

Ude Hishigi Hara Gatame 腹制肘


Hara Gatame (saída)

Kesa Ashi Gatame 袈裟腳肘


Kesa Garami 袈裟緘

Sankaku Gatame 三角肘

Te Gatame 手肘
Kannuki Gatame 閂肘

Ashi Kansetsu-waza

Ashi Kansetsu-waza [足关节技] é o conjunto de técnicas de imobilização articular das Pernas


e Pés, conhecidas no Brasil como chave-de-pernas ou pés; em inglês, leg-lock. Essas técnicas
são geralmente proibidas em competições; sua aplicação depende de alguns fatores como
idade ou graduação.

Ashi Garami 腳緘

Ashi-dori-Garami 腳捕り緘
Hiza-Hishigi 膝制

Kata-Ashi-Hishig 片腳制
Kote Kansetsu-waza

Kote Kansetsu-waza [小手关节技] é o conjunto de técnicas de imobilização do antebraço (zen-


wan-前腕) e das articulações do pulso (tekubi-手首) e/ou das mãos (te-手). No Brasil é
chamado de chave-de-mão ou mão-de-vaca; em inglês wrist-lock. Essas técnicas são
geralmente proibidas em competições, sobretudo no judô.

Kote gatame 小手肘 – corresponde ao fechamento ou imobilização do pulso e mão.

Esu osae 腕抑え

Ikkyo - 一教
Kote mawashi 小手回し

Nikyo - 二教
Kote hineri 小手捻

Sankyo - 三教
Tekubi osae 手首抑え

Yonkyo - 四教

Kaiten Nage 回転投げ


Kote Dori 小手捕り
Kote Gaeshi 小手返

Tenkai Kote Gaeshi 天界小手返

Shiho Nage 四方投げ


Yubi Kansetsu-waza

Yubi Kansetsu-waza [指关节技] Técnica de imobilização dos dedos da mão.

Yubi gatame 指肘
Oya-yubi gatame 親指肘 Gyaku Yubi 逆指

Ukemi-waza
Ukemi-Waza [受け身技] é o conjunto de técnicas de amortecimentos de quedas. O
termoUkemi provém de Uke [受]= ―Receber‖ e Mi [身]= ―com o corpo‖, as quedas.

O-Chugaeri 大宙返り

Yoko-Ukemi 横受け身
Ushiro-Ukemi 後受け身

Mae-Ukemi 前受け身
Ne-Waza
O conjunto de técnicas de solo se chama Ne-waza [寝技], o que no Jiu-Jitsu e no Judô engloba
várias outras técnicas. No Brasil é comum chamar de luta de chão; em inglês, Ground-work.

As técnicas de solo são baseadas, sobretudo, no Katame-Waza [固技], que é a técnica de


domínio ou controle. O Katame-Waza é um grupo de técnicas de domínio, agrupado em três
categorias principais: o Osaekomi-waza [押込技], as técnicas de imobilização corporal no
solo; o Shime-waza [絞技], as técnicas de imobilização do pescoço ou
estrangulamentos; oKansetsu-waza [关节技], as técnicas de imobilização articular ou de
luxação.

Ainda que as técnicas de domínio ou submissão sejam em sua grande parte e na maioria das
vezes aplicadas no solo, muitas podem ser usadas em pé.

As técnicas de quedas (Nage-Waza) e as técnicas de domínio (Katame-Waza) trabalham


juntas auxiliando uma a outra, sendo o katame-waza muitas vezes as seqüências de um
arremesso.

A mais correta ordem a seguir no aprendizado das técnicas de domínio no solo é começar com
as imobilizações no solo (Osaekomi- waza), seguindo com os estrangulamentos (Shime-
waza) e terminando com as técnicas de articulações (Kansetsu-waza). Deve-se buscar
primeiramente o conhecimento das técnicas de imobilização até que os movimentos façam
parte da reação natural do corpo.

Há também o Hairi-waza [入る技], conjunto de técnicas em posições baixas de domínio no


solo utilizando-se a guarda, Do-Jime [胴絞]. Aplica-se as técnicas no solo do Harai [払] varrer,
raspar.

Mataemon Tanabe, um mestre do estilo Fusen-Ryu Jujutsu cuja ênfase são as técnicas de
domínio e imobilização no solo.
Yukio Tani demonstra técnica de imobilização no solo em sua obra “The game of Ju-jitsu”.

Mitsuyo Maeda demonstra técnica de imobilização no solo sem o Dogi.

Para a prática do Ne-Waza, é necessário inicialmente aprender as posturas (Shisei - 姿势)


sobre o tatame, as formas de sentar sobre o tatame (Suwari-kata - 座り方), manter o equilíbrio
do centro de gravidade (Hara Tanden - 腹丹田), manter a base (Kamae - 構え), andar sobre o
tatame (Shintai - 进退)través do conhecimento do Ashi-sabaki [足捌き], Tai Sabaki [体捌き]
eShikko-Sabaki [膝行捌き].
Carlos Gracie aplica arm-lock (Juji Gatame) no solo.

Hélio Gracie aplica uma americana (Ushiro Ude Garami) no solo.

Para se trabalhar no solo se faz necessário aprender as técnicas de amortecimento (Ukemi-


Waza - 受け身技).

Taisô [体操]

O Taisô [体操] é a prática de ginástica ou exercícios físicos para o aquecimento. Há também


oJunbi [准备], que significa literalmente aquecimento.

Praticar exercícios de aquecimento e alongamento é muito comum antes e após atividades


físicas ou esforços físicos. Eles servem para deixar aquecidos os músculos, para a prática
dessas atividades. O aquecimento e o alongamento, quando praticado corretamente, contribui
para alinhamento de postura, diminui o risco de lesões e tensões musculares, aumenta a
agilidade do indivíduo, mesmo que este já possua idade avançada.

O Taisô é uma arte oriunda do antigo Japão, cuja definição se estende até os mais profundos
conceitos de fisiologia energética e saúde.

O Taisô visa as movimentações do corpo através das angulações proporcionadas por ele
mesmo, dando margem para exercícios aeróbios e anaeróbicos de acordo com a necessidade.
O exercício Aeróbico é aquele que refere-se ao uso de oxigênio no processo de geração de
energia dos músculos. Esse tipo de exercício trabalha uma grande quantidade de grupos
musculares de forma rítmica. Andar, correr, nadar e pedalar são alguns dos principais
exemplos de exercícios aeróbicos.

Entre os benefícios para a saúde de fazer regularmente exercícios aeróbicos estão:


fortalecimento dos músculos envolvidos na respiração; fortalecimento e aumento do músculo
cardíaco; diminuição da pressão arterial; elevação do número de células vermelhas do sangue;
melhoria da circulação sanguínea; elevação das reservas de energia nos músculos, o que
aumenta a resistência; aumento do fluxo sanguíneo nos músculos.

O exercício Anaeróbio é um tipo de atividade física em que predomina o fornecimento de


energia por processos metabólicos que não envolvem oxigênio. A palavra anaeróbio significa
literalmente ―sem oxigênio‖.

Alguns exemplos de exercícios anaeróbios incluem a musculação, sprints (arranques), saltos;


qualquer exercício que consista de movimentos rápidos de alta intensidade. Exercícios
anaeróbios são geralmente usados por atletas para desenvolver força e para construir massa
muscular.

No Taisô um fator de suma importância para a vitalidade é a respiração – carro-chefe de toda a


prática.

Trabalhando toda a musculatura, tendões e ligamentos nos parâmetros de alongamento,


flexibilidade, fortalecimento, enrijecimento e relaxamento, forma-se então um belo corpo dentro
dos seus saudáveis padrões.

As práticas físicas do Taiso são moderadamente relacionadas com a capacidade de cada


pessoa, fator sempre determinante para a continuidade e assiduidade de exercícios. Existem
exercícios mais simples, voltados ao trabalho de relaxamento muscular e concentração ou
meditação, que buscam a saúde através da respiração. É fato que o ser humano acredita ser a
respiração um mero processo involuntário, no que tange à vida. Porém, sua essência se
distancia enormemente desta afirmação. Acredita-se que a respiração é a base da alimentação
da energia vital, o Ki [気], responsável pela continuidade da vida. Exercícios voltados somente
à percepção desta energia e real absorção deste fluido vital, através da inspiração, podem
trazer inúmeros benefícios para o praticante, desde uma facilidade posterior em realizar
qualquer atividade física a favorecer sua longevidade.
Kata [型] e Randori [乱取り]

Nas artes marciais são usados dois métodos de instrução: o kata (forma) e o randori (prática
livre).

Kata [型 ou 形], que significa literalmente ―forma‖, é um termo japonês que descreve os
padrões de movimentos praticados tanto só ou em pares.

Os Kata são usados em muitas artes tradicionais japonesas, tais como o teatro de dança e
canto kabuki [歌舞伎] e a cerimônia do chá (chado - 茶道), mas são mais utilizados nas artes
marciais, tais como o Aikidô, judô, jiu-jitsu, kendô e karatê.

No Judô, Jiu-Jitsu e Aikidô há vários kata e eles envolvem dois praticantes.

O Kata mais estudado e praticado no Judô é o Nage-no-kata, que consiste em quinze técnicas
de arremesso. Há o Katame-no-kata [固の形] que é composto de técnicas de imobilização
(Osae-komi-waza), estrangulamentos (Shime-waza) e luxação (Kansetsu-waza). No Jiu-Jitsu
(Brasileiro), os kata não são praticados como demonstração, mas sim enquanto técnica (waza-
技), movimentos pré-determinados que são praticados para se conhecer e aperfeiçoar as
técnicas do Jiu-Jitsu.

O Nage-no-kata é praticado enquanto técnica (waza), pois as lutas em competições começam


em pé, mas não é aprofundado, pois não é o foco principal do BJJ.

Já o Katame-no-kata é justamente o foco principal do Jiu Jitsu. Há também o Hairi-no-Kata,


que são as técnicas trabalhadas na guarda, Do-Jime [胴絞] ou Do-Osae [胴押]; são técnicas
fundamentais no BJJ.

O objetivo do Kata é ajudar no desenvolvimento do aprendizado das técnicas e também das


aptidões psicológicas e físicas necessárias para o verdadeiro combate.

Assim, o Kata é um conjunto de técnicas fundamentais, um método de estudo para transmitir a


técnica, o espírito e a finalidade da arte marcial. O Kata oferece ao Randori os fundamentos de
cada técnica.

―Por toda a sua vida avance diariamente, tornando-se mais capacitado a cada dia que passa.
Isso não tem fim.‖ Yamamoto Tsunetomo, Hagakure.

Randori [乱取り] é um termo usado em artes marciais japonesas para descrever a prática de
estilo livre, como um sparring, às vezes com múltiplos atacantes. Randori (Ran [乱取] =
desordem, caos, agitação; e Tori [取り], que vem do verbo toru [取る] que significa ―pegar‖ ou
―golpear‖), o termo implica uma prática livre e agitada.

O randori é praticado no judô, jiu-jitsu e Aikido Shodokan, na maioria das vezes refere-se a
uma luta de treinamento, que não vale ponto e no qual você apenas treina com a pessoa. A
luta é composta por normalmente nenhum juiz e dois lutadores no qual a luta não acaba
mesmo você fazendo a pontuação maxima (ippon no judô) ou finalizando o adversário.

Embora no karate a palavra kumite é usado para luta de treinamento, algumas escolas também
empregar o termo randori no que respeita ao ―combate simulado‖, mas apenas fazendo o
menor contato. O controle total do corpo é necessário e, portanto, apenas os experientes
geralmente podem praticar randori. Nessas escolas, a distinção entre randori e kumite é que no
randori, a ação é ininterrupta quando a técnica é aplicada com êxito.
O Randori e o Kata são como dois tipos potencialmente complementares da aprendizagem e
formação das artes marciais de origem japonesa. No Brazilian Jiu-Jitsu, o kata é a ―passagem
de técnicas‖ e o randori é o famoso ―rola‖.

Como as artes marciais são um treinamento competitivo, o randori mostra-se mais interessante
que o treinamento formal do kata. Contudo, deve-se buscar a prática do kata com o mesmo
entusiasmo que a prática do randori.

Se não praticar o kata, o budoka não será um oponente habilidoso, e falta de habilidade se
traduz em uma técnica ineficiente. Se não praticarmos com freqüência o kata e o randori para
que o corpo reaja automaticamente, estaremos vulneráveis a qualquer ataque.

―você terá que estudar a fundo outras artes marciais e não se desviar nem um pouco do
Caminho do Guerreiro. Com o espírito tranqüilo, acumule experiência dia a dia, hora a hora. Dê
polimento à mente e ao coração, e aprofunde o olhar de percepção e visão. Quando seu
espírito estiver isento de toda turvação, quando as nuvens da desordem se dissiparem, você
conhecerá o verdadeiro Caminho.‖ Miyamoto Musashi, O Livro dos Cinco Anéis.

Dojô e Tatame
Jiu-jitsu, Judô, Aikidô são artes marciais que possuem fundamentos e princípios semelhantes,
pois são originários do jujutsu tradicional japonês. Em primeiro lugar, a maioria das artes
marciais japonesas modernas é praticada em um dojô.

O Dōjō [道場], do japonês Do [道], que significa ―caminho‖ e Jo [場], que significa ―um lugar‖, é o
―lugar do caminho‖ ou ―lugar da iluminação‖ – é a sala usada para o treinamento das Artes
Marciais.

O dojo ou dojô (pronuncia-se DÔ-JÔ) é o local onde se treinam artes marciais nipônicas. Muito
mais do que uma simples área, o dojô deve ser respeitado como se fosse a casa dos
praticantes. Por isso, é comum ver o praticante fazendo uma reverência antes de adentrar, tal
como se faz nos lares japoneses.

―Se um homem não demonstra seu valor no tatame, ninguém é capaz de percebê-la no campo
de batalha.‖ Yamamoto Tsunetomo, Hagakure.
Dentre os maiores e mais tradicionais Dojôs modernos das artes marciais do Japão estão
aKodokan (講道館, Kōdōkan) criado em Tóquio, Japão, por Jigoro Kano, em 1882, e o Dai
Nippon Butoku Kai (DNBK; 大日本武德会), Grande Sociedade das Artes Marciais do
Japão, criada em 1895, em Kyoto, no Japão, sob a autoridade do Ministério da Educação. O
objetivo deste último foi o de padronizar as artes marciais de todo o país
(Aikido, Aikijujutsu,Judo, jujutsu, Karatedo, Kendo). Esta foi a primeira organização oficial de
artes marciais sancionada pelo governo do Japão.

Kodokan, entrada do Dojô, 1882.

Butokukai,1899.

A prática das artes marciais é realizada em um Tatame (em japonês: 畳; transl. tatami), que
significava originariamente ―dobrado e empilhado‖. O tatame tradicional é feito de palha de
arroz prensada revestida com esteira de junco e faixa preta lateral. É o piso das áreas secas de
uma residência e serve de medida para os cômodos. No Japão, tatames eram originalmente
um item de luxo quando a maioria das pessoas viviam em locais de chão batido.
Tatame da Kodokan, treino de Judô, início do século XX.

Tatame da Kodokan, hoje.

O tatame possui dimensões e rigidez específicas para cada arte marcial e limites que não
devem ser ultrapassados no decorrer da luta.

Em relação aos campeonatos, segundo a Confederação Brasileira de Jiu-Jitsu (CBJJ), cada


área (tatame, ringue) será composta de no mínimo 64,00 m2 e no máximo de 100 m2. A área
de 64 m2 é dividida: Área interna, (Área de Combate) 36,00 m2. Área de Segurança, composta
de tatames em toda a volta da área de combate sendo que de cor diferente.
O tatame não tem a dureza do chão liso, por isso protege o lutador quando este cai durante
uma luta; entretanto, ao mesmo tempo, não tem a maciez de um colchão - por isso, pode
machucar o praticante que cair de mau jeito.

Os praticantes de artes marciais lutam descalços e os moradores da residência e seus


visitantes devem tirar seus sapatos, por questões de respeito e higiene.

Cada Dojô tem suas peculiaridades sobre etiquetas e protocolos, mas alguns são
fundamentais:

Ao adentrar e ao sair do Dojo e do Tatame, fazer reverência. Quando estiver entrando, a


reverência representa seu sentimento de solicitação, de humildade. Quando estiver saindo,
representa seu sentimento de gratidão.

Ao início e ao término da prática a dois, fazer uma reverência ao parceiro de treino.

Quando o Sensei estiver dando orientações, permanecer em Seiza (ajoelhado) e após o


término, agradecer com uma reverência. Permanecer nessa posição denota humildade para
receber os ensinamentos.

Não cruzar os braços ou arregassar as mangas dentro do Dojô. Estas atitudes são sinais de
desavença.

Quando estiver no tatame, não apoiar as costas nas paredes. Essa regra existe tanto pela
questão disciplinar, quanto pelos aspectos marciais.

Shingitai [心技体]

Era muito comum nos Dojô [道場] antigos de artes marciais japonesas haver um quadro na
parede onde se podiam ler três caracteres: Shin [心], Gi [技] e Tai [体]. Estes três caracteres
representavam as antigas diretivas mestras, ou seja, as características mais importantes que
todos os Budokas [武道家] (artistas marciais) deveriam esforçar-se em aperfeiçoar:
Shin [心] (Kokoro) - Espírito, alma. 60%

Gi [技] (Waza) - Técnica(s). 30%

Tai [体] (Karada) - Condicionamento físico, manutenção física do corpo. 10%.

O Shin-gi-tai aplica-se, assim, ao desenvolvimento do Budoka: Shin = formação de caráter,


domínio do corpo e da mente, filosofia; Gi = técnicas, estratégia, formas de treino e
conceitos;Tai = conhecimento interior do corpo, preparação física.

Budo
Hitotsu - Jinkaku Kansei Ni Tsuto Muru - Koto
"Esforçar-se para a formação do caráter"

Hitotsu - Makoto No Michi O Mamoru - Koto


"Fidelidade para com o verdadeiro caminho da razão"

Hitotsu - Doryoku No Seishin O Yashinau - Koto


"Criar o intuito de esforço"

Hitotsu - Reigui O Omonzuru - Koto


"Respeitar acima de tudo"

Hitotsu - Keki No Yu O Imashimuru - Koto


"Conter o espírito de agressão"

Sensei Masatoshi Nakayama


Filosofia do Budo

"Se o adversário é inferior a ti,


então por que brigar?
Se o adversário é igual a ti,
então por que brigar?
Se o adversário é igual a ti,
compreenderá o que tu compreendes...
então não haverá luta.
Honra não é orgulho,
é consiência real do que possui."

Ensinamentos Zen

Nijukun

DojoKun

“Seguir o bushido, é dar ênfase à lealdade, fidelidade, auto sacrifício, justiça, modos refinados,
humildade, espírito marcial e honra acima de tudo, morrer com dignidade”.

Bushido, literalmente traduzido, significa “Caminho do Guerreiro”, bushi “guerreiro” do


“caminho”. Neste sentido, o ideograma para caminho, em japonês, é equivalente à forma
chinesa “Tao”, e exprime o conceito filosófico de absoluto. Este conceito traz a idéia de origem,
princípio e essência de todas coisas. (sério?).

O caminho do guerreiro é o caminho da pena e da espada, esse conceito vem do antigo Japão
feudal e determinava que a nobreza (bushi) dominasse tanto a arte da guerra quanto a leitura, e
que ele deve apreciar ambas as artes. O bushi deve aprender o caminho de todas as profissões,
se informar sobre todos os assuntos, apreciar as artes e quando não estiver ocupado em suas
obrigações militares, deverá estar sempre praticando algo, seja a leitura ou a escrita,
armazenando em sua mente a história antiga e o conhecimento geral, comportando-se bem a
todo momento para ter uma postura digna de um samurai, tudo isso sem desviar do verdadeiro
caminho, o bushido.

A etiqueta deve ser seguida, todos os dias da vida cotidiana, assim como na guerra pelos
samurais. Sinceridade e honestidade são as virtudes que avaliam suas vidas. Transcender um
pacto de fidelidade completa e confiança esta ligado à dignidade. Os samurais também
precisavam ter autocontrole, desapego e austeridade para manter sua honra, em função disso,
podemos dizer que o samurai é o guerreiro completo e seu código de honra – o bushido – tem
forte influência no estilo de vida do povo japonês e oferece uma explicação do caráter e da
indomável força interior desse povo.
Para o bushido, o caminho do guerreiro exige que a conduta de um homem seja correta em
todos os sentidos, dessa forma, a preguiça é um mal que deve ser abominado. Mas existe
problemas quando a pessoa se apóia no futuro, pois torna-se preguiçosa e indolente, já que
deixam pra amanhã, aquilo que poderia ser feito hoje. Pessoas que agem dessa maneira, não
seguem o verdadeiro preceito do bushido, que de um modo geral, é a aceitação resoluta da
morte.

“Um samurai deve antes de tudo ter sempre em mente, dia e noite, desde a manhã de ano novo,
quando pega os palitos para tomar café, até a noite do último dia do ano, quando paga suas
faturas, o fato de que um dia irá morrer. Essa é a sua principal tarefa”. – Bushido O Código Do
Samurai – Daidoji Yuzan.

O verdadeiro guerreiro é aquele que aceita a morte, dessa maneira, ele não irá se meter em
discussões desnecessárias que venham a provocar um conflito maior, já que assim ele pode
acabar sendo morto, e isso talvez resultaria na sua desonra ou afligiria a reputação e nome de
sua família. Se a idéia de morte é mantida, será cuidadoso e suscetível de ser discreto e não dirá
coisas que ofendam às outras pessoas. Também não cometerão excessos doentios com a comida,
bebida e sexo, usando a moderação e a privação em tudo, permanecendo livre de doenças e
mantendo uma vida saudável.

ESTILOS DE KARATÊ
Te
A Arte Marcial simplesmente conhecida como Te, é um dos sistemas de combate de Okinawa.
Devido à proibição de armas imposta pelos governantes japoneses à povoação de Okinawa, no
século XVI, o Te desenvolveu-se como método de defesa pessoal. O Te considerado como uma
Arte completamente autóctona da ilha, mas reconhece-se a influência de outros países orientais,
especialmente da China. Um dos primeiros Mestres reconhecidos desta forma de combate à mão
vazia, foi Shungo Sakugawa (1733-1815) O qual recebeu sua instrução directamente de um
monge de nome Peichin Takahara. Sakugawa ensinou a Arte Marcial a Soken Matsumura, um
dos maiores artistas marciais da história. Enquanto que a raiz da maioria dos estilos de Karate
que desenvolveram-se em Okinawa, encontra-se na conexão SakugawaMatsumura, muitos
outros estilos foram criados sem a influência de um ou de outro. Na Okinawa do século XVIII,
desenvolveram-se três centros importantes de estudo do Karate. Um deles ficava situado na
antiga capital de Shuri, onde viviam os nobres e a família real. Um outro formou-se em Naha, o
principal porto da ilha. O terceiro em Tomari. Cada uma destas cidades desenvolveu
eventualmente seu próprio estilo.

Shuri-Te
Sakugawa, que está considerado como um dos primeiros Mestres de Te, também foi
considerado como um dos primeiros Mestres de Shuri-Te, devido a viver nesta cidade.
Sakugawa contava quase 70 anos de idade quando uma criança de nome Matsumura começou a
treinar com ele. Matsumura tornou-se o melhor aluno de Sakugawa e depois da morte do
Mestre, Matsumura chegou a ser o melhor instrutor de Shuri-Te. Sua influência originou a
maioria dos diferentes estilos de Karate existentes hoje em dia.

Tomari-Te
Tomari fica perto da pequena povoação de Kumemura (Cidade Kume), que era habitada por
grande números de militares treinados em diferentes estilos de Artes Marciais. Entre todos estes
estilos havia sistemas “duros”, descendentes do Templo Shaolin, assim como outros estilos
“internos”, que provinham de outros lugares da China.
Enquanto o Shuri-Te foi influenciado principalmente pelos estilos “duros” de Shaolin,
o Tomari-Teteve influências tanto dos estilos “duros” como dos “suaves”. Um dos principais
Mestres de Tomari-Te foi Kosaku Matsumora, que ensinava o estilo sempre à porta fechada e
em segredo. No entanto, só uns poucos estudantes de Matsumora chegaram a conseguir um
nível suficientemente notável para transmitir a Arte.
Outro importante instrutor de Tomari-Te foi Kohan Oyadomari, o primeiro instrutor do grande
Chotoku Kyan.

Naha-Te
Dos três estilos significativos daquela época em Okinawa, o Naha-Te era o estilo mais
influenciado pelos sistemas “internos” chineses e o que menos contacto tivera com a tradição
Shaolin. O maior Mestre de Naha-Te foi Kanryo Higashionna. Parece provado que
Higashionna tenha estudado o estilo Shuri-Te com Matsumura, mas apenas durante um curto
período. Higashionna era ainda muito jovem quando foi morar na China, onde permaneceu
durante muitos anos. Quando regressou a Naha, abriu uma escola na qual destacavam padrões
de movimentos respiratórios muito usados nos estilos “internos” chineses. Higashionna teve
muitos bons alunos, os quais chegaram a ser famosos por eles mesmos, entre os que encontram-
se Chojun Miyagi e Kenwa Mabuni.

Shorin Ryu
O Shuri-Te e o Tomari-Te fusionaram-se para fazer-se um só estilo denominado Shorin Ryu,
que reconhece a influencia do Templo Shaolin. “Shorin” é a palavra chinesa para Shaolin. Foi
na época de Sumura quando as duas formas se juntaram. Um dos maiores expoentes deste novo
estilo foi Yatsutsume (Anko) Itosu, um dos melhores alunos de Matsumura.

Shorei Ryu
No momento de maior popularidade de Higashionna, o Naha-Te começou a ser conhecido
comoShorei Ryu. Durante este mesmo período, o estilo começou a tomar uma nova direcção e
transformou-se num estilo de combate puramente “interno”. Isto foi devido em grande parte à
influência de Choki Motobu. Apesar do estilo de Motobu ser considerado Naha-Te, na realidade
não tinha nada a ver com Higashionna. Quando Motobu transformou-se em líder do Shorei
Ryu, começou a orientar seu desenvolvimento numa outra direcção, principalmente por ter
treinado com Anko, do estilo Shuri-Te e também com Matsumora, do estilo Tomari-Te. Motobu
teve grande reputação como lutador nas ruas e como instrutor de Karate.

Shotokan
O fundador do Karate Shotokan foi aluno de Yasutsune Itosu e de seu bom amigo Yasutsune
Azato. Itosu aprendeu seu estilo de Karate de Sooken Matsumura, enquanto que Azato foi
treinado pelo instrutor de Tomari-Te, Kosaku Matsumora. Por tanto, Funakoshi treinara
extensamente em Shorin Ryu e em Shorei Ryu. Devido à sua relação com estes dois grandes
instrutores, Funakoshi teve ocasião de treinar também com outros mestres importantes.
Quando Funakoshi foi viver para Tóquio em 1930, fundou o estilo Shotokan. Shotokan traduz-
se como a escola de “Shoto”, porque o nome de batismo de Funakoshi era “Shoto”.
Funakoshi encontrava-se na vanguarda quando a diversidade dos estilos de Karate
transformaram-se em moda. Por não ser considerado partidário da especialização em apenas um
estilo de Karate, sua influência ajudou em muito a provocar esta proliferação.

Shito Ryu
Enquanto Funakoshi treinava com ltosu, um de seus amigos e companheiros de aula era Kenwa
Mabuni. Mabuni eventualmente, resolveu treinar num estilo diferente de Karate e viajou a Naha
para treinar com Higashionna. Mabuni ficou com Higashionna durante muitos anos e
inclusivamente treinou, ainda que por pouco tempo, com Chojun Miyagi. Miyagi regressara de
seus treinamentos na China e a intenção de Mabuni era aprender dele as técnicas novas que ali
tivesse aprendido.
Como Funakoshi, Mabuni mudou-se para o Japão e fundou o Shito Ryu. Shito era uma
combinação dos nomes dos seus dois Mestres, Higa[shi]onna e I[to]su.
Mabuni ensinava uma combinação do estilo puro e lineal do Shuri-Te de Itosu e do estilo suave
e circular de Naha-Te. Seu sistema de Shito Ryu está considerado como um dos sistemas mais
praticados no Japão.

Goju Ryu
O Naha-Te que ensinava Higashionna, com o tempo, mudou seu nome para Shorei Ryu e
começou a parecer-se aos estilos que tem origem no Templo Shaolin. O estilo original de
Higashionna estava influenciado por um sistema de combate que existiu na China antes da
tradição de Shaolin e era um pouco mais suave que o Shorin Ryu. O estudante de Higashionna,
Chojun Miyagi, queria ensinar um estilo similar aquele que ensinava seu instrutor e seguindo as
recomendações de seu Mestre, resolveu viajar à China para completar seu treinamento. Ali,
concentrou-se no estudo de diferentes sistemas internos e técnicas de respiração.
Miyagi regressou a Naha e depois de vários anos, viajou ao Japão para ensinar na antiga capital
de Tóquio. A Arte de Miyagi evolui do Naha-Te que aprendera de Higashionna até aquilo que
em 1929, Miyagi denominou Goju Ryu, cujo significado é “Duro” (Go) e “Suave” (Ju). Foi a
combinação desta arte suave e dura o que fez do Goju Ryu um dos sistemas mais praticados na
actualidade. Um dos melhores alunos de Miyagi foi Gogen Yamaguchi “O Gato”.

Wado Ryu
Quando Gichin Funakoshi realizava demostrações, normalmente era acompanhado do seus
melhores alunos. O estudante que mais ajudou Funakoshi nas suas demostrações foi Hironori
Otsuka, que começou a treinar com Funakoshi em 1926. A começos dos anos 30, Otsuka era
considerado um dos melhores praticantes de Karate do Japão. É curioso assinalar o facto de que
quando Otsuka fez-se aluno de Funakoshi, já era um Mestre de Shindo Yoshin Ryu Jujitsu, mas
deixou de parte seu estilo para treinar com Funakoshi. Depois de treinar durante mais de dez
anos com Funakoshi, de repente Otsuka deixou de treinar com Funakoshi e começou a estudar
outros estilos de Karate, durante curtos períodos. Existem provas de ter inclusivamente treinado
com Choki Motobu, antes de estabelecer-se por sua conta.
Em 1939, Otsuka fundou o Karate Wado Ryu (Wa significa “harmonia” e Do “caminho ou
via”). Otsuka combinou o Karate que aprendera com Funakoshi com seu próprio estilo Yoshin
Ryu Jujitsu, para desenvolver um sistema muito mais suave que o resto dos estilos. Seus
treinamentos priorizam a perfeição da mente à perfeição da técnica. O Wado Ryu fez-se um
estilo muito popular em todo o mundo.

Kyokushinkai
O Kyokushinkai é na actualidade um dos estilos de Karate mais duros. Seu fundador, o Mestre
Masutatsu Oyama, começou seu treinamento em Shotokan num colégio militar, à idade de 14
anos. Na realidade, Oyama era um Coreano de nome Yee Hyung, mas mudou de nome quando
foi viver para o Japão.
Oyama foi recrutado para o exército Imperial em 1941, depois de apenas dois anos de
treinamento com Funakoshi. Depois da guerra, treinou com Chojun Miyagi e pouco depois,
resolveu viver retiradamente e viajou à Montanha Kiyosumi, onde viveu isolado por mais de um
ano e meio. Oyama tentou estabelecer sua própria escola mas não obteve muito êxito. No
entanto, com o tempo sua prática de matar toiros com apenas um golpe de mão, proporcionou-
lhe muita fama. Em 1952, Oyama viajou aos Estados Unidos para dar a conhecer o seu estilo.
Aceitou todos os desafios e jamais perdeu um combate, acabando com a maioria de seus
adversários por K.O. Quando Oyama regressou ao Japão, fundou o Kyokushinkai.
O Kyokushinkai dá prioridade ao combate descontrolado para ajudar os alunos a vencer o
medo. Os competidores não usam equipamentos de protecção nos campeonatos e a maioria dos
combates acabam com um K.O. Outra característica importante do Kyokushinkai são os
exercícios de rompimento. Aos aspirantes a Cinto Preto são exigidos os teste de quebra.

Isshin Ryu
O fundador do Isshin Ryu, Tatsuo Shimabuku aprendeu Karate com diferentes instrutores de
diferentes estilos. Estudou Goju Ryu com Chojun Miyagi, depois Shorin Ryu com Chotoku
Kyan e finalmente Shorei Ryu com o Mestre Choki Motobu.
Foi durante a Segunda Guerra Mundial quando Shirnabuku ganhou fama corno instrutor. os
oficiais japoneses estavam tão impressionados com os seus métodos de ensino que evitaram que
fosse à guerra, para continuar a treinar com ele.
Depois da derrota dos japoneses, as forças americanas de ocupação em Okinawa mostraram-se
muito interessadas pelo Karate de Shimabuku e muitos soldados americanos foram treinar com
ele. Alguns dos melhores alunos de Shirnabuku eram americanos, entre eles contavam-se Steve
Armstrong, Harold Mitchum e Don Nagel. Armstrong estava tão impressionado com
Shimabuku que conseguiu do governo americano que lhe pagassem cinco dólares mensais, por
cada soldado americano que treinasse com ele.
Em 1954, Shimabuku fundou o estilo lshshin Ryu, que significa “O estilo de um só coração”.

Motobu Ryu
A família Motobu era nobre e praticava uma Arte Marcial considerada tão efectiva como
mantida em absoluto segredo. Só o primogénito tinha o direito de aprender a Arte da família.
Choki Motobu era o terceiro filho e desejava desesperadamente aprender o estilo de sua família,
mas não foi autorizado. Por muito que espreitasse seu irmão mais velho e seu pai, Choki jamais
aprendeu o suficiente nem para poder defender-se na rua. Por este motivo, foi aprender com
outros.
O irmão mais velho, Choyu, era o verdadeiro Mestre da família. Por volta de 1940, Choyu
acabou com a tradição e ensinou a Seikichi Uehara a sua Arte. Uehara fundou o Karate Motobu
Ryu em 1961. Apesar de seu estilo ter esse nome em honra de Choyu Motobu, na realiade não é
idêntico aquele ensinado na família.

Uechi Ryu
Surpreendentemente, o Karate Uechi Ryu nunca esteve influenciado por Shungo Sakugawa,
nem por Soken Matsumura ou Kanryo Higashionna. Este estilo é considerado um rebento do
Naha-Te, devido à origem e influências similares.
O fundador deste estilo foi Kanbum Uechi, um nativo de Okinawa que viajou à China e
estabeleceu amizade com o monge Chou Tzu Ho, o qual ensinou-lhe um estilo similar ao que
Higashionna aprendera. Este estilo chamava-se Pangai Noon, que significa “metade duro,
metade suave”.
Depois de quase quinze anos vivendo na China, Uechi voltou a Okinawa, mas nunca com a
intenção de ensinar Artes Marciais. Apesar de muitos conhecerem a sua reputação como Mestre,
levaram mais de 17 anos para conseguir convencer Kanbum Uechi a ensinar. Ao princípio,
Uechi denominou a sua arte Pangai Noon, mas con o tempo mudou o nome para Uechi Ryu, a
fim de evidenciar suas próprias inovações.
Infelizmente, o estilo só chegou a ser popular depois da morte de Uechi. Seu filho Kanei,
continua a ensinar a sua Arte e hoje é um dos estilos mais populares de Okinawa.

Shorinji Ryu
O Karate Shorinji Ryu foi fundado depois da guerra por Hisataka e seu filho Masayuki.
“Shorinji” é a tradução japonesa de “templo Shaolin”.
Kori Hisataka desenvolveu este sistema com a intenção de iniciar um estudo profundo do ensino
original do Templo de Shaolin. Também estava influenciado pelo Shorinji Kempo, um estilo
criado por monges de Shaolin.
KIAI
O Kiai, fisicamente, origina-se do movimento respiratório.
É uma espécie de grito, lançado sem modulações emitido para ajudar através da
contração instantânea, uma maior concentração de força no instante final do golpe,
ou seja, no momento do choque contra o corpo do adversário, ou ainda para
subjugar um oponente tirando-lhe a concentração ou intimidando-o.

Etimologicamente "kiai" traduz-se por união dos espíritos, sendo palavra composta
na língua japonesa pelo substantivo "ki", espírito e "ai" contração do verbo"awazu"
que significa unir.

O Kiai designa um efeito e para termos uma perfeita união dos espíritos, devemos
ter a mente completamente limpa, ligada apenas ao objetivo, posto que qualquer
desvio ou indecisão, estorvaria aespontâneidade e debilitaria a força. Porém, se
houver uma perfeita união dos espíritos (percepção, decisão, ação e vontade), nada
se interpôe entre entre eles e a força se projeta em toda sua plenitude, na pureza
primitiva.

Portanto lançar o Kiai é materializar a força latente, sob a forma de um grito súbito.

Originalmente, O Kiai advém do séc.VII DC, ou seja, na época em que o estudo das
artes marciais ocupava lugar prioritário no Japão, cultivadas em todas as escolas. A
exemplo do Karatê propriamente dito, o Kiai é originário da Índia, tendo mais tarde
passado pela China e posteriormente chegado ao Japão, onde foi estudado e
assimilado.

Quem reconheceu em todos os seres uma força original foram os hindus, que a
denominaram "prana" ou energia vital cósmica. Pesquisaram e demonstraram que
o objetivo real e final da nutrição e da respiração, é o armazenamento e
desencadeamento desta energia.

Os chineses também se aprofundaram nestes estudos, trabalhando o cultivo de


técnicas específicas, a materialização da energia acumulada e sua liberação, através
do Kiai. Segundo a psicologia, o indivíduo sob tensão, chora ou grita, após o que
passa, passa a sentir um certo alívio e volta a calma.

Quem grita, praticamente, não precisa chorar. O grito em sua forma pura, é um
elemento liberador de energia acumulada. A energia retida dentro do corpo do
indivíduo o deixa nervoso, excitado. Ao gritar, de uma forma cientificamente
disciplinada, o grito provocado desde a musculatura abdominal, libera esta energia
acumulada no interior do corpo, relaxando e consequentemente deixando-o
mais calmo.

Para exemplificarmos melhor, citaremos o exemplo do indivíduo que nos seus


exercícios físicos cotidianos, correndo descalço na praia, tropeça em uma pedra e se
machuca. Ao sentir a dor imediatamente ele grita "PÔOXA". Como se este grito
fosse um remédio para minorar a dor. Ora, o vocábulo usado naquele momento, é
uma forma simplista de descarregar a raiva acumuladamomentâneamente, por
causa da dor sentida.
Na prática dos exercícios de Karatê, o atleta grita também, para sentir,
principalmente para si próprio, que naquele momento deu o máximo de si.

Os estudantes de Karatê, mais novos, o fazem sem as vezes atingir o seu valor real,
porém, aqueles mais antigos, mais conscientes, após estas práticas sentem os
efeitos calmantes destas técnicas, no final das sessões de treinamentos.

Sintetizando, temos que o Kiai ajuda a potência do golpe, exterioriza a força


interior, desequilibra psicologicamente o adversário, é usado como técnica de
reanimação e proporciona na fase posterior à sua execução, relaxamento
e tranquilidade.

Kiai (気合?) é um termo de artes marciais japonesas que se refere à exteriorização da energia
corporal, que nasceria desde o baixo ventre, ou saika tanden, localizado aproximadamente
cinco centímetros abaixo do umbigo. Partindo-se do exemplo dado pela natureza, a mostrar
que todos têm um grito de força, principalmente os grandes felinos, os quais até paralisam
suas presas antes de as atacar. A manifestação pode se dar em três momentos: no início de
uma atividade; durante sua realização; ou a seu fim. No caratê, é manifestado com um grito
[1][2][3]
proferido na aplicação de um golpe e em determinados momentos, ou kyodos, de um kata.

Ademais, os gritos de guerra servem para aumentar, acelerar e expor a força de ação do
lutador. Portanto, podem ser aplicados contra incêndios, vendavais e as fortes ondas marítimas
para criar coragem e energia para enfrentá-los. Na luta individual, para colocar o adversário em
movimento, o grito antecipa seus golpes e, em seguida, pode se aplicar chutes e socos. Não é
necessário utilizar o grito simultaneamente com seus golpes. No decorrer da luta, ele servirá
para incentivar e colocar numa situação vantajosa, sendo forte e profundo. Tomar precaução
ao gritar, pois se o grito for usado fora de ritmo ou de tempo ou em ocasiões impróprias poderá
surgir como contra-efeito, tornando-se prejudicial. No Japão, há a prática do kiai do — caminho
do grito da força — em que o praticante chega a ter medo do próprio grito.

Interessante também é a interrelação do termo «kiai» com o termo «aiki», que usam dos
mesmos kanjis e levam a algumas vezes serem usados como sinônimos. Por outro lado, essa
relação que significar dois aspectos de um mesmo conceito, qual seja, o fluxo controlado de
energia, eis que o termo aiki — achado nalgumas artes marciais, como o aiquidô — refere-se
ao controlo da energia exterior usada contra si, ao passo que kiai refere-se à própria energia
[4][5]
interior dirigida contra determinado alvo.

Kiai

In many contemporary martial training systems, the concept of kiai has unfortunately
been reduced to a mere shout accompanying aggressive action. There is of course a
physiological benefit to the kiai shout, though the true concept of kiai goes far beyond
shouting alone. Energy naturally produces noise with its release. Crackling fires, thunder
claps, fire cracker blasts, and electrical short circuits are all examples of "kiai shouts"
from nature. The energy generated and expelled with a lunge, a kick, a throw, or a slash
naturally creates a rush of air from the lungs in a similar manner. This rush of air coupled
with the momentary tension of the body, including the throat, produces the roaring growl
of the true kiai shout

Beginning students of karate, judo, and kendo can be made to shout with the delivery of
techniques as a means of learning proper breathing and mental focus. The expelled air
prevents the habit of nervously holding the breath with a strike application. The violent
noise temporarily diverts the student from worrying about being hit or thrown with a
counter technique as he makes his move. The shout can also divert the attention of the
student's opponent for a crucial fraction of a second. Until the kiai release of breath
becomes a natural part of the fighter, however, it will remain merely an uncomfortable
training hand tool, used only in the dojo, and will only contribute to the feeling of
artificiality in the martial arts practice session. However, the training hall must reflect the
actual world if one is working at learning a combat-oriented fighting art such as Aibudo,
and there can be no room for any inhibiting factors whatsoever. Without a feeling of
natural spontaneity, a kiai shout is a worthless endeavor. Without thoroughly
understanding the point of the shout, and lots of uninhibited practice, naturalness will
never be reached.

To create the most effective kiai shout, use a low, open throated vowel sound, and avoid
high-pitched shrieks or squealing noises. You want a harsh, totally committed roar, and
not a scream of fright The shout is a vocalization of your emotions, and comes up from
the diaphragm instead of from the back of your throat

Based on natural emotional conditions, there are four general types of kiai, as observed
by past masters.

Attacking Shout

The attacking kiai shout is a fierce explosive noise that causes the adversary to drop his
concentration momentarily. Grounded from the .lower abdomen, the shout resonates
through the' body to startle, terrify, and over whelm the enemy. Though there are no
specific words associated with the attacking shout, a low, drawn-out, almost growling
"ehy!" sound is typical for native speakers of Japanese. .
Reacting Shout

The reacting kiai shout is a heavy, intense noise that creates a sense of disappointment
in the enemy as his tactics are thwarted. From the tightened midsection, the shout hisses
up through the body to accompany the mental charge upon discovering the enemy's
hidden weapon, or successfully avoiding his attack The hollow sounding exhalation
usually takes a "toh!" form with Japanese speaking practitioners.

Victorious Sound

The victorious shout is a boisterous, triumphant noise that celebrates the overpowering of
the enemy. The ringing shouts come from the solar plexus with the exuberance of a
laugh, to discourage and bewilder the adversary after a series of blows have been dealt
"Yah!" or "yoh!" sounds are natural for Japanese speakers, although the sounds have no
word meanings. Native speakers of other languages will produce noises more fitting with
their own tonal qualities.

"Shadow" Shout

The fourth shout, or "shadow kiai!" is not necessarily a vocal shout at all, but rather a
total plunging of the body, mind, and feelings into the destiny of the fight If any sound at
all were emitted, it might take a "uhmm" sort of quality as this kiai form takes over the
ninja's fighting presence by spontaneously blending the characteristics of the attacking,
reacting, and victorious kiai shouts in the martial artist consciousness. This is the highest
level of Involvement Attackers are used at the crucial moment before a defense is
needed, so that the attack is in reality a protection. In touch with the adversary's
intentions, there is no surprise and therefore no need to react, in the true sense of the
word Finally, even as the victor, one is in danger, in that by defeating another, the desire
of revenge is created in the vanquished. Comparisons and classifications fade in their
distinctiveness as you immerse yourself in the totalness of the fight, oblivious to the past
or future. The only sound left is your breathing in rhythm with the events.

An experience of Toshitsugu Takamatsu illustrates the effectiveness of the living kiai.


Years ago when studying under his teacher, the training hall was disturbed by a huge
student from the Sekiguchi ryu bujutsu school. The big man issued a challenge to the
togakure ryu dojo of grand master Toda as Toda sensei's highest ranking student,
Toshitsugu Takamatsu would naturally have been the one to take on the Sekiguchi
fighter. Before the match could even be acknowledged, however, a junior student of
Takamatsu sensei leaped to his feet and insisted on meeting the challenger.

The student moved to the fighting area without hesitation and leaped up onto the
hardwood floor with a roaring shout and a thunderous stamping of feet Though an older
man, the students wide shoulders, scar-crossed face, and neck with its bulging veins
gave him a fierce look. Even though the student was not really a good fighter, according
to Takamatsu sensei, he must have seemed convincing to the Sekiguchi ryu man, who
visibly flinched backwards in shock as the togakure dojo representative headed for him
without any formalities. Realizing what he had done without even thinking, the Seki-guchi
student held up his hands, and then bowed in defeat before his opponent had gotten half
way across the floor towards him. When questioned by Toda sensei, the sekiguchi ryu
fighter replied that he had been totally taken aback by the little man's scream of
indignation and the demonic look on his face. Though probably a better skilled technician
than the togakure ryu man, the intruder had been soundly defeated by the power of pure
intention alone. ,

The harmony with the universal force implied in the concept of kiai is in no way limited to
the body of each individual alone. As in the foregoing story, we can often feel the force of
intentions themselves, far ahead of any physical action that may involve us subsequently.
Even if no actions follow, we have no doubt experienced the other person's intention. We
know they were committed and that they later chose not to follow through with their
actions. This bending of the ki force is known as sakki, or "force of the killer." It is the
feeling that our intentions project when we are determined to destroy someone else.
Animals as well as humans project this sakki as a natural part of their determination to
overtake another being. In real life self-protection situations, the ability to blend in with
the ki of another and pick up the sakki directed at the target is a crucial skill for emerging
alive from the conflict. That skill is perhaps the most significant difference that separates
Aibudo training from the more popular, sport, martial arts training.

I am unaware of the original source of this Kiai information of which has been modified
somewhat.

Shihan
OSS

Usada amplamente no Karatê e em diversas artes marciais, a palavra OSS tem


algumas variações de sentido, devido às interpretações possíveis.

Uma interpretação seria a abreviação da expressão Onegai Shimassu. A conotação


básica da expressão é o sentimento de expressar "boa vontade" em relação ao futuro de
um encontro entre duas partes. De fato, é muitas vezes como dizer "Espero que nosso
relacionamento traga boas coisas no futuro". É uma solicitação freqüentemente usada
para pedir a outra pessoa que lhe ensine algo, expressando que você está pronto para
aceitar o ensinamento da outra pessoa. Pronunciado durante o cumprimento, OSS
expressa respeito, simpatia e confiança no colega. OSS também diz ao Sensei que as
intruções foram compreendidas e que o estudante irá fazer o melhor para segui-las.

Outra possível conotação seria a expressão Oss Shinobu, expressão fonética


formada por dois caracteres. O primeiro caracter “osu” significa literalmente
“pressionar” e determina a pronúncia de todo o termo. O segundo caracter “shinobu”
significa literalmente “suportar”. A palavra OSS implica em pressionar a si mesmo ao
limite de sua capacidade e suportar. OSS significa, de uma maneira mais simples,
“perseverança sob pressão”. Nesse caso, a palavra funciona como um alto estímulo,
como um urro de guerra, para manter o karateca focado e concentrado apesar das
adversidades.

De ambas as formas, OSS não deve ser dito de forma relaxada, usando apenas a
garganta, mas, como tudo no Karate, deve ser pronunciado usando ohara tanden (é o
centro natural de gravidade do corpo localizado no abdômen abaixo do umbigo, é um
dos centros de energia do corpo). Realizado de forma correta, o OSS pode ser
comparado a uma espécie de KIAI quanto à expansão do KI. Devido à posição que o
diafragma atinge na expiração e à concentração conferida ao corpo no ato de pronunciar
OSS, o fluxo de energia é favorecido tanto na corrente de energia física, direcionada aos
músculos, quanto no fluxo de energia vital dos chakras.

OSS é uma palavra que por si só resume a filosofia do Karate. Um bom


praticante de Karate é aquele que cultiva o “espírito de OSS”. Lembrando o
primeiro preceito do Sensei Funakoshi: O caratê deve iniciar com saudação e
terminar com saudação. OSS!

Hara Tanden - Centro do corpo


Hara [腹] Tanden [丹田] é o centro natural de gravidade do corpo localizado no abdômen
abaixo do umbigo, é um dos centros de energia do corpo.
O Tanden deriva do termo Dantian (pinyin: Dāntián 丹田) de origem chinesa e relacionado às
práticas de meditação e de artes marciais. Pode ser traduzido literalmente como ―campo
de cinábrio‖: esta expressão é relacionada à alquimia oriental, o cinábrio se relaciona aos
processos de transmutação dos elementos e é uma área dentro do corpo que tem um papel
fundamental nas transformações espirituais. A palavra Japonesa Hara [腹], que literalmente
significa ―ventre, abdómen, estômago‖ é por vezes usada como um sinônimo.

O Hara Tanden é um ponto focal fundamental na prática da meditação, refere-se


especificamente ao centro físico de gravidade do corpo, situado no abdomen a cerca de 5 cm
abaixo e 5 cm para dentro em relação ao umbigo.

O Tanden é também considerado muito importante na medicina tradicional oriental. O


fortalecimento da saúde é feita através da revitalização desta região fundamenta e com os
treinamentos da respiração.

O Tanden possuí três áreas distintas:

 o Tanden inferior (na altura do abdomen) é associado à energia física, e por vezes à
sexualidade;

 o Tanden médio (na região do Plexo Solar), relacionado à respiração e à saúde dos órgãos
internos;

 o Tanden superior (na altura do Terceiro olho), ligado à consciência e à mente.

Segundo a tradição japonesa, o Hara Tanden, este centro físico de gravidade do corpo
humano, é considerado a morada da energia vital (ki). No Japão, se diz que
um mestre de artes marciais ―age a partir do Hara Tanden.‖
O Hara Tanden também é considerado um dos chakras. Chacras ou chakras são elementos
dafilosofia Ioga (em sânscrito e páli: , IAST: yóga), uma tradicional disciplina física e mental
originária da Índia e que está associada com as práticas meditativas orientais
do budismo quanto do hinduísmo.

Os chakras, que literalmente significa ―roda‖, ―centro‖ ou ―disco‖, são vistos como vórtices
(redemoinhos) de energia vital. Os chakras são canais dentro do corpo humano (nadis) por
onde circula a energia vital (prana) que nutre órgãos e sistemas. Os chakras são os pontos
onde essas rotas energéticas estão mais próximos da superfície do corpo. São sete os
principais chakras, dispostos desde a base da coluna vertebral até o alto da cabeça e cada um
corresponde à uma das sete principais glândulas do corpo humano. Cada um destes chakras
está em estreita correspondência com certas funções físicas, mentais, vitais ou espirituais.
Num corpo saudável, todos esses vórtices giram a uma grande velocidade, permitindo que a
―prana‖, flua para cima por intermédio do sistema endócrino. Mas se um desses centros
começa a diminuir a velocidade de rotação, o fluxo de energia fica inibido ou bloqueado - e
disso resulta o envelhecimento ou a doença.

O Hara Tanden é um ponto importante para o Reiki, uma terapia desenvolvida no Japão no
século XX e baseada na canalização da energia universal (rei) através da imposição de
mãos com o objetivo de restabelecer o equilíbrio energético vital (ki) de quem a recebe e,
assim, restaurar o estado de equilíbrio natural (seja ele emocional, físico ou espiritual);
podendo eliminar doenças e promover saúde. O Reiki possui cinco princípios vitais, o Gokai,
que deveriam ser tratados como mantras para que se possa alcançar paz e iluminação: Kiyo
dake wa = Só por hoje, Ikaruna = Liberta a raiva, Shin pai suna = Liberta a preocupação, Kan
shia shite = Sê grato, Giyo-o wageme = Cumpre os teus deveres, Hito ni shinsetsu ni = Sê
bondoso com os outros.

O Kiai também é fruto do Hara Tanden. Kiai [気合] é uma expressão ou grito de
guerrajaponês usado em artes marciais que revela o espírito de luta. O barulho de um kiai
surge a partir da energia concentrada no Hara Tanden: envolve o diafragma e músculos
abdominais e só deve ser expressado a partir da garganta. Kiai é um composto da
expressão ki [気], que pode ser associado de um modo bem amplo ao conceito ocidental de
energia, e ai [合,合い], do verbo Awasu [合わす], que significa ―unir‖ e, portanto, literalmente
seria ―concentrado‖ ou ―energia concentrada‖. O kiai pode ser usado para: preparar-se para o
combate; proteger a parte superior do corpo de um golpe, fornecendo uma via de escape para
o ar exalado; desmoralizar os adversários inexperientes ou tímidos.

No centro do Hara Tanden está um ponto vital de equilíbrio onde o corpo, mente e o espírito
do budoka se encontram tornando-se unos. Manter o equilíbrio e o domínio do centro de
gravidade é fundamental para o budoka não perder a Kamae (構え, ―base‖).
Na posição de Shizen-Tai [自然体] o centro de gravidade encontra-se no Hara Tanden(Tanden
Inferior), na posição inferior Gedan [下段]. Com a movimentação do corpo o centro de
gravidade muda de posição em relação ao nosso corpo.

Ao baixar a postura corporal para a posição Jigo-Tai [自 护 体] o centro de gravidade passa


para a posição média Chudan [中段], para a região do tórax, peito.

Ao se agachar, passa para a posição superior Jodan [上段], a região da cabeça.


Dizemos que um corpo está em equilíbrio quando as resultantes das forças e torques que
atuam sobre ele são nulas. Então, a condição necessária para tirar um corpo do equilíbrio é
desequilibrar as forças ou os torques. Nas artes marciais, isso é feito deslocando o centro de
gravidade do corpo do seu oponente para fora da base (Kamae - 構え).

Centro de gravidade é um ponto que concentra a massa corporal, é o ponto de aplicação do


peso do corpo. Nas artes marciais, esse ponto é chamado tanden.

O tanden é o ponto onde a força da gravidade atua. A pessoa estará estável enquanto o seu
centro estiver acima da área de apoio esboçada pelos seus pés.

Enquanto a pessoa estiver na posição vertical e ereta (shizen-tai), o centro de massa estará
aproximadamente entre sua coluna vertebral e seu umbigo. Então ele estará estável até que se
consiga forçar o seu centro de massa, induzindo-o a movê-lo, tirando a base de apoio.

Tendo o conhecimento disto, podemos trabalhar o deslocamento do corpo e do centro de


gravidade de forma mais consciente. Para manter o equilíbrio é necessário procurar uma
postura ou apoio de base adequada do corpo. Em uma luta, o Tori mantém o equilíbrio e
estrutura para desequilibrar e arremessar o uke.

KIAI:

- Efeito pscológico no oponente (veja os animais, eles rugem)


- Evita maiores choques no caso de ataque recebido no abdomem
- Aprimora o golpe tanto em relação ao ki quanto fisicamente.
- Liberação de energia acumulada, levando ao apaziguamento da mente. (Talvez colocar no OSS...)

É uma espécie de grito, lançado sem modulações emitido para ajudar através da contração instantânea, uma maior concentração de
força no instante final do golpe, ou seja, no momento do choque contra o corpo do adversário, ou ainda para subjugar um oponente
tirando-lhe a concentração ou intimidando-o. O grito seco do Kiai deve se originar no Tanden (região do diafragma), - fazendo com
que o mesmo se cole na parede no abdômen, diminuindo os danos no caso de choque por um contra-ataque - e ser lançado de forma
rápida.

Etimologicamente “kiai” traduz-se por união dos espíritos, sendo palavra composta na língua japonesa pelo substantivo “ki”,
espírito e “ai” contração do verbo”awazu” que significa unir. Ao exalar, devido à posição que o diafragma se posiciona, o fluxo de
energia bioenergético e espiritual flue melhor pelo organismo e chakras (é assim que escreve?)Dessa forma, possibilitamos uma
expansão tanto do ki quanto da força/explosão física.Na prática dos exercícios de Karatê, o atleta grita também, para sentir,
principalmente para si próprio, que naquele momento deu o máximo de si.

Portanto lançar o Kiai é materializar a força latente, sob a forma de um grito súbito.

Originalmente, O Kiai advém do séc.VII DC, ou seja, na época em que o estudo das artes marciais ocupava lugar prioritário no
Japão, cultivadas em todas as escolas. A exemplo do Karatê propriamente dito, o Kiai é originário da Índia, tendo mais tarde
passado pela China e posteriormente chegado ao Japão, onde foi estudado e assimilado. (talvez desnecessário)

Quem reconheceu em todos os seres uma força original foram os hindus, que a denominaram “prana” ou energia vital cósmica.
Pesquisaram e demonstraram que o objetivo real e final da nutrição e da respiração, é o armazenamento e desencadeamento desta
energia.(Pesquisar mais)

a materialização da energia acumulada e sua liberação, através do Kiai. Segundo a psicologia, o indivíduo sob tensão, chora ou grita,
após o que passa, passa a sentir um certo alívio e volta a calma.Quem grita, praticamente, não precisa chorar. O grito em sua forma
pura, é um elemento liberador de energia acumulada. A energia retida dentro do corpo do indivíduo o deixa nervoso, excitado. Ao
gritar, de uma forma cientificamente disciplinada, o grito provocado desde a musculatura abdominal, libera esta energia acumulada
no interior do corpo, relaxando e consequentemente deixando-o mais calmo.

Os estudantes de Karatê, mais novos, - as vezes a vergonha e a falta de consciência corporal atrapalham-o fazem sem as vezes
atingir o seu valor real, porém, aqueles mais antigos, mais conscientes, após estas práticas sentem os efeitos calmantes destas
técnicas, no final das sessões de treinamentos.

Sintetizando, temos que o Kiai ajuda a potência do golpe, exterioriza a força interior, desequilibra psicologicamente o adversário,
é usado como técnica de reanimação e proporciona na fase posterior à sua execução, relaxamento e tranquilidade.
O Kiai, fisicamente, origina-se do movimento respiratório.

Zazen e Mokuso

Mokuso é o comando para a prática de meditação/internalização no Karate. Geralmente


realizado junto ao ritual de início e término da sessão de treinamento, é o momento onde se
reflete sobre as ações antes do treinamento (o dia-a-dia) e dentro do treinamento (keiko). É um
exercício deveras importante para acalmar o corpo e prepará-lo para iniciar uma nova prática.
Numa prática mais ostensiva da meditação, o seu real objetivo pode ser alcançado, e este é o
estado mental chamado Mushin (mente liberta).
A prática deve ser realizada de forma que busquemos esvaziar a mente de pensamentos,
(mesmo que isso seja difícil, o objetivo maior leva a sucesso em tarefas não menos
importantes) de imagens ou sons que circulem pela mente. No início deve-se colocar no ponto
de vista do observador (como se fôssemos realmente um observador externo, como se
assistíssemos a um programa de televisão), percebendo a gama de pensamentos que viajam
pela mente. Com o tempo, após reconhecer estes pensamentos devemos procurar 'deletar'
aqueles que percebemos inadequados, mantendo apenas os que servem para a tarefa a ser
realizada a seguir. Apesar de estarmos tratando de Karate-Do, e por isso mesmo no momento
em que nos propomos a meditar no início dos treinamentos buscamos preservar apenas os
pensamentos relativos aos exercícios que praticaremos, não é menos importante 'limpar' a
mente de pensamentos inadequados em qualquer tarefa do dia que estivermos realizando. É
esta falta de habilidade em nos concentrarmos e focalizarmos nossa atenção apenas no que é
importante que diversas pessoas sofrem de 'transtornos e atenção' e vários outros 'males' da
'vida moderna'.

Além disso, o ibuki (respiração) adequado é necessário. Assim, emprega-se em geral uma
regra para aprender o ritmo que depois torna-se natural. Neste ritmo, inspira-se pelas narinas
por quatro segundos, segura-se o ar por um segundo e expira-se pela boca por mais quatro,
mantendo-se mais um segundo ‗esvaziado‘. Pessoas com mais prática chegam a ficar até 10
segundos (às vezes mais) realizando as fases de expiração/inspiração, devido a seu elevado
poder de ventilação pulmonar.
Durante a prática, a atenção deve se voltar para o fluxo de energia no hara (abdômen), e a
postura deve ser a mais harmônica possível.

KAMAE:

O Kamae
Comumente conhecido como guarda ou postura, o termo kamae é uma das palavras mais utilizadas nas aulas de Karate. Ainda que
não sempre se empregue da forma mais correta, ou com a metodologia mais adequada. O kamae, longe de ser uma determinada
forma de situar nossos membros ou postura corporal, é um termo mais amplo que engloba aspectos, como: o estado anímico, grau
de concentração ou a atitude mental; até chegar a outros mais quantificáveis como são: postura, situação dos braços e mãos, os
deslocamentos e restantes elementos que se manifestam na localização espacial da pessoa.

Não temos mais do que observar o Kamae de um karateca para saber em que fase da aprendizagem se encontra. Para isso, nada
melhor do que olhar atenciosamente o seguinte: “seus gestos ao mover-se, a transição de uma postura a outra, o passo de um kamae
a outro, o fluxo de sua respiração, a situação de sua mirada, como utiliza o maai ou distância com o contrário” e outros aspectos
importantes que sem dúvida alguma nos indicarão muito aproximadamente o nível ou experiência que possui.

Por outro lado, e como desenvolverei mais adiante, é muito importante não esquecer a relação existente entre muitos dos kamaes e
aplicações do Karate-dô com suas homólogas nos Bujutsu com armas como o Ken-jutsu, Ken-dô, ou seus ancestrais como o Jigen-
ryu.

Origem dos kamaes


Conquanto, e a modo de hipótese, atrevo-me a propor que a utilização dos kamaes como tal surge como conseqüência da forma em
que os primeiros guerreiros passavam de uma situação de defesa a uma de ataque ou vice-versa ,e portanto, da introdução destas
fases adaptativas em seu repertório de técnicas de combate. Não há que ser nenhum erudito para saber que até os animais têm sua
forma peculiar de utilizar os kamaes, -se me permitem a expressão. P. Ej. Os felinos adotam umas determinadas posturas ou atitudes
muito diferentes quando atacam a quando se vêem em perigo ou acossados. E assim, poderia enumerar diferentes exemplos que
estão na memória de todos, mas este, não é o caso que nos ocupa pelo que, voltando à hipótese proposta neste apartado, a origem
dos kamaes surge da necessidade dos primeiros Budokas ou guerreiros, os quais precisavam um ordem à hora de estruturar suas
técnicas de combate e um método eficaz para passar de umas a outras sem deixar aberturas ou pontos mortos nestas fases. Por isso,
surgiram umas determinadas “posturas ou guardas” chamadas kamaes para esperar e/ou propor o combate. E independentemente de
que o guerreiro fora um samurai ou um Budoka desarmado, este podia passar de uma atitude defensiva a uma ofensiva, mudar de
posição, ou lutar com vários adversários ao mesmo tempo sem mostrar signos de abertura física nem mental e assim enlaçar suas
ações em perfeita sincronia. Por tanto, usando a terminologia militar podemos dizer que o uso dos kamaes permite que as técnicas
sejam mais operativas. Isto é, partindo de umas posturas e kamaes estabelecidos, os samuráis ou Budokas poderiam evoluir até uns
kamaes mais pessoais e adaptativos segundo as preferências e aptidões de cada pessoa, ou em função do arma ou da situação à que
se enfrentasse

O kamae como proteção corporal


Esta primeira forma indica que a adoção de uma determinada guarda ou kamae permitirá ao karate-cá impedir ou ao menos
dificultar os possíveis ataques de um adversário. Outra das funções do kamae como proteção corporal, é que o proteger uma
determinada zona do corpo pode servir para incitar ao oponente a atacar a zona mais desprotegida. Com o qual, estamos levando ao
adversário a nosso terreno e mediante uma estratégia de proteção o que realmente procuramos é dirigir seus ataques para onde nós
queremos.

O kamae como facilitador de determinadas ações técnicas


Isto é, uma determinada postura corporal e a de seus membros facilita a utilização ótima de umas determinadas técnicas, sejam de
ataque ou defesa. Isto é assim, já que todos sabemos que o adotar um determinado kamae, já seja encham o saco, chudan, gedan ou
combinado, ou bem de punho fechado, mão aberta ou ambos, vai-nos a permitir uma melhor ação ou reação com determinadas
técnicas. P. Ej. Desde o kamae clássico do punho atrasado situado em hikite no quadril. Vai-nos permitir realizar perfeitamente
qualquer ataque indireto. No entanto, os ataques indirectos se verão mais dificultados, ainda que sempre podem fazer-se adaptações
na trajetória de uma técnica.

O kamae como método de distração do adversário


Quando uma guarda ou kamae denota insegurança ou falta de aprumo, induz ao ataque do adversário. Pelo contrário, quando este
kamae é ativo e/ou a concentração e atitude são excelentes, o adversário estará absorto em como encontrar uma abertura em nós. É
neste momento, quando podemos adotar outro kamae e lançar um ataque fulminante. Um perfeito domínio na utilização dos kamaes
e das ações técnicas desde eles dificulta as ações do contrário e pode fazer perder a segurança aos mesmos.

O kamae não-aparente
É quando, “sem uma aparente atitude” de concentração ou preparação combativa, todos os elementos estão perfeitamente alerta e
dispostos para sua posta em ação. Dito de outro modo, ainda que o karateka possa parecer numa atitude indolente, realmente todo
seu ser é receptivo e espera uma mínima oportunidade ou falha do contrário para atuar de forma imediata. Muitas vezes a situação
dos braços, a postura, a mirada e atitude geral não denota atividade interior do indivíduo. Desta maneira, inexpresivo por fora e
muito ativado interiormente se pode reagir de forma surpresiva e fulminante.(pegar o legal e jogar todo o resto fora, tem muita
baboseira)

Aula:

Corpo e mente
A aula começa com um grande aongamento, depois passa pelas técnicas de arte marciais e termina com mais
uma série de alongamento e uma seção de conversa com os alunos. "O alongamento é essencial para preservar
a saúde dos músculos, evitando lesões. Depois, há a execução de movimentos de determinada arte marcial, de
acordo com a capacidade de cada aluno, podendo ser corpo a corpo ou só com equipamentos. Finalizamos a
aula com uma conversa com alunos para explicar os ensinamentos do dia, frisando a importância da disciplina
nas aulas", explica o profissional.

Mande o estresse embora


Outro benefício central da aula está na dose de bem-estar que ela proporciona. De acordo com o professor
Ueber Soares, os alunos saem da aula aliviados e cheios de disposição. "Muitos chegam cansados e estressados
com o trabalho, estudo, relacionamentos, entre outros fatores. Os golpes executados acabam liberando a
adrenalina acumulada, o que reflete no bem-estar do atleta", explica Uelber.

Para eliminar os quilos extras


Se a ideia é perder peso, o MMA pode ser um grande aliado. Dependendo da intensidade da aula (de 1hora e
meia) a queima de calorias pode resultar em até 1000 calorias.

Sem contra-indicação
Claro, que a autorização médica é essencial, mas de acordo com o professor e especialista em MMA, todo
mundo tem espaço no treino, inclusive mulheres e a turma da terceira-idade. "Tenho um aluno de 70 anos com
enfisema pulmonar, que adora as aulas e deseja melhorar seu condicionamento físico. Também tenho alunos
com problemas psicológicos que fazem das aulas uma verdadeira terapia", conta.

Condicionamento físico
Quem deseja melhorar o condicionamento físico pode conquistar resultados excelentes com o treino.
"Começamos respeitando os limites individuais de cada aluno. Com o tempo, vamos intensificando as seções
de exercícios, assim a conquista por um ótimo condicionamento físico vai aparecendo", explica o professor.

http://www.minhavida.com.br/fitness/materias/10457-mma-ajuda-a-desenvolver-o-corpo-e-a-mente

Aquecimento

Antes de iniciar qualquer atividade física, MMA inclusive, é muito importante aquecer o corpo. Segundo
Diogo Souza, coordenador de MMA da Team Nogueira Academia, no Rio de Janeiro, o aquecimento aumenta
o fluxo de sangue nas extremidades do corpo e na musculatura, preparando o atleta para uma atividade de
maior intensidade. "Os tendões e os músculos funcionam como elásticos. Se você coloca no freezer e puxa de
uma vez só, estouram. Eles precisam estar aquecidos para evitar lesões", afirma o lutador de MMA e professor
de Jiu-jitsu Gregor Gracie, da academia Rolls Gracie, em Nova York.

Alongamento

Um bom atleta de MMA deve ter um bom alongamento. "Quanto mais alongado você for, mais você suporta os
golpes e a lesão se torna menor. Numa queda com as pernas abertas, por exemplo, o lutador com alongamento
não se machucaria. Por outro lado, um atleta encurtado pode romper as fibras musculares?, afirma Gracie. Ao
contrário do aquecimento, o alongamento não precisa ser feito antes do treino, mas sim depois, quando o corpo
já estará quente e responderá melhor aos estímulos. "O alongamento pode ser feito até em sessões separadas",
diz Souza.

Protetores

Durante os treinos para a luta, todos os praticantes devem usar alguns protetores. São eles: caneleira
(acolchoada, cobrindo abaixo do joelho até o peito do pé), joelheira, coquilha (protetor genital), bandagem nas
mãos (para proteger o punho de fraturas), luvas grandes, capacete e protetor bucal. Alguns desses acessórios
não protegem apenas o atleta que está usando quem os usa, mas também o adversário - caso da joelheira, que
amortece o golpe. No entanto, toda essa proteção só vale no treino: no ringue, os atletas profissionais usam
apenas luvas com os dedos cortados, coquilha e protetor bucal - que é exclusivamente moldado para o lutador
por um dentista.

Músculos resistentes

Não basta praticar MMA, o corpo deve ser preparado com outros tipos de treinos, que melhoram o desempenho
e previnem lesões, como a musculação. Para o lutador de MMA Rodrigo "Minotauro" Nogueira, a musculatura
tem papel essencial na proteção das articulações, que estão sempre em xeque na luta. "Temos que ficar atentos,
principalmente, à coluna e pescoço. Para fortalecer os músculos que sustentam a coluna, faço agachamentos
com peso, um exercício muitas vezes desvalorizado. Também faço muitos abdominais", afirma ele. "O MMA
tem muitos movimentos giratórios, que podem prejudicar a coluna se a musculatura não estiver preparada."

Para o lutador, todos os grandes grupos musculares merecem atenção. Para blindar os joelhos, Minotauro treina
quadríceps e bíceps femoral (que fica na coxa) e, para os ombros, ele trabalha os músculos do peito, costas e do
próprio ombro.

Treinos insistentes

Se você quer evitar lesões, nada de cair na luta sem ter treinado o suficiente. "Não adianta chegar com o corpo
despreparado e querer lutar de cara", afirma Minotauro. O lutador defende que, para fugir de estragos, deve-se
treinar muito. "É no treinamento que você aprende a se defender e a sair dos golpes com eficiência."
Concentração

Um praticante de MMA desatento, certamente, está mais exposto a machucados. "A parte psicológica conta
muito. Quanto mais presente no combate o atleta estiver, mais o corpo dele consegue se prevenir contra
qualquer tipo de ataque. Ficar disperso aumenta o risco de lesões", afirma Diogo Souza.

Escutar o corpo

Para Gregor Gracie, um corpo cansado está mais propenso a lesões. Por isso, é importante aprender a entender
os sinais que seu organismo passa de que está na hora de parar um pouco. "Se você está começando a treinar,
vá devagar, não force. Se o corpo está cansado, descanse. Se você forçar, as lesões acontecem. De vez em
quando, o melhor treino é descansar", aconselha o lutador e treinador.

http://www.minhavida.com.br/conteudo/14598-atletas-ensinam-8-segredos-para-lutar-mma-sem-lesoes.htm

Armas naturais:
Bases:
Golpes:

Técnicas de contusão:

Técnicas de arremesso(nagewaza):
http://www.judoinfo.com/video4.htm
Todos são conhecedores que houve uma grande amizade entre os grandes mestres Funakoshi Sensei e Kano Sensei...

O judo adotou o ATEMI do Karate e, o KARATE adotou as algumas quedas do Judo, inclusive Sensei Funakoshi, em seu livro KARATE-
DO KYOHAN, dedica uma seção inteira para falar das projeções NAGE WAZA...

As 9 quedas, citadas pelo Sensei Funakoshi


1. Byobudaoshi
2. Komanage
3. Kubiwanage
4. Katawaguruma
5. Tsubamegaeshi
6. Yaridama
7. Taniotoshi
8. UdewaMorote gari
9. Sakatsuchi

Técnicas de manipulação:
Técnicas de chão:
Conceitos:
MOKUSO:
20 princípios do karatê, de funakoshi.

Pontos vitais:

Kyusho:
KYUSHO
Pode se dizer que Kyusho é o ato de traumatizar anatomicamente os pontos vulneráveis do corpo humano.
Para executar o karatê efetivo, é necessário aprender fundamentos de anatomia humana, fisiologia e primeiros socorros. Este
conhecimento é chamado – kyusho. Foi mantido em segredo durante séculos. Inclui: posições de pontos vulneráveis, uso de própria
armas de impacto e situação melhor para aplicar a técnica a algum ponto.

Se nós compararmos técnica de karatê com uma flexa, então kyusho é o veneno da flexa. Mestre Funakoshi conta que “golpes em
explosões rápidas, extremamente precisas e que nunca erram os pontos vitais são a essência do Karatê.”
Há 3 modos para traumatizar os pontos vitais: (1) impacto, (2) pressão e (3) estrangulamento. Como resultado, podem acontecer
várias condições: dor, choque, perturbações respiratórias, paralisia temporária, forte torção, deslocamento de juntas, fratura de ossos
e hemorragia interna.

PRESSURE (VITAL) POINTS

A pressure point can be defined as 1) an area of the body which is especially vulnerable
to injury or 2) an area at which incapacitating pain develops when it is attacked. Areas
such as the windpipe, eyes, nose or the knees are sometimes identified as pressure
points because of their vulnerability to injury (Tegner, 1986). They make ideal points
for self defense because they are readily identifiable, easily reached, and exquisitely
vulnerable. However, locations such as the eyes and the windpipe also represent high-
risk-of-injury areas. These areas should only be attacked in life threatening situations
because it is so easy to cause serious injury or even death by striking them.

There are also many areas of the body at which intense pain develops when they are
attacked. At these points, energy can be transmitted into a nerve very effectively
(Dillman, 1992). As a result, they are known as pressure points or nerve centers.
Pressure points of this type occur where a nerve branch connects to a major nerve
pathway or where several major nerves join together to form a nerve plexus. When such
a point is stimulated by pressing or striking, the resulting pain registers on more than
one nerve pathway. As a result, the brain receives signals from multiple nerves and the
pain felt is amplified.

In Karate, nerve centers or pressure points are used to disable and to defeat our
opponents. However, the same points are used in acupuncture and acupressure to heal
the body and to restore balance to the body's systems. To the acupuncturist, a pressure
point is a gate through which the body's healthful energies flow. By manipulating the
gate, the flow of energy can be increased or decreased as required to restore the health
and well-being of the patient. To the martial artist, these same points provide a means
by which the body's flow of energy can be disrupted to quickly incapacitate an attacker.

Different pressure points respond to different kinds of stimulation. Some respond to


striking, others to pressing or rubbing. In addition, the angle at which a pressure point is
attacked is critical to proper activation. In many cases, the full effect of pressure point
activation can only be felt if the angle of attack is such that the entire nerve plexus or
connection is stimulated. Proper angles of attack together with specific method of
stimulation must always be considered whenever a pressure point attack is undertaken.

The following are examples of some readily accessible pressure points:


The Head:

- on the temple. Strike with elbow, back-knuckle fist or middle-knuckle fist. Potentially fatal point.
- behind the head on the bottom hollow part. Strike with hammer-fist, palm-heel and etc. Knockout point.

- on lower jaw of the mouth. Strike with punch, palm-heel, hammer-fist or forearm. Knockout point.

- right below the nose. Strike with palm heel, knuckles and etc.

- behind the ear on the bottom hollow part. Strike with middle-knuckle fist or thumb.

PRESSURE POINTS OF THE NECK

These pressure points can be used to cause pain. Many neck points involve applying
pressure to major arteries and blood vessels as well as nerve centers. Faintness and
unconsciousness can result from attacking these points.

The Neck:

- half inch below base of skull at the back. Strike with knife-hand, hammer-fist, and etc. Knockout point.

- on middle-side of the neck. Strike with knife-hand, hammer-fist or forearm. Potentially fatal point.

1. Location: Behind the jaw in the depression under the jaw.


Attack: Strike diagonally back to front.
Result: A strong blow can cause unconsciousness or dislocate the jaw. Grinding with
the thumb or knuckle can cause intense pain.

2. Location: In depression behind the corner of the jaw.


Attack: Poke or press in and upward at a 45 degree angle toward the center of the head.
Result: Causes pain. Strong blow may dislocate jaw.

3. Location: Notch at bottom of jaw.


Attack: Hit on line 45 degrees toward the center of the head. Can use knuckle or
fingertips to poke and roll inside the bone.
Result: Causes intense pain. Heel palm strike at correct angle can knock out attacker.
Puts attacker off balance, jars head.

PRESSURE POINTS OF THE ARM

The Arms:

- on the middle of forearm anterior. Strike with any "heavy hand" or "scooping" techniques. Good setup point.

- on slightly above the elbow joint. Rub with your knuckles or forearm. Good control point.
- middle of the upper arm on the hollow triceps muscle. Strike with knife-hand, hammer-fist, or forearm. Good
restrain point.

- one inch below crease of elbow. Strike with any "heavy hand" techniques. Good setup point.

These pressure points can be used to control an attacker and to force him to the ground.
They can also be used to control the hand and wrist to force an attacker to loosen his
grip or to lose control of the fist.

1. Location: Front of arm, where the pulse is located on the thumb side of the wrist.
Attack: Press in toward the bone and up toward the wrist.
Result: Weakens the hand.

2. Location: On the little finger side of the front of the hand, approximately 1/2 inch
below the wrist crease.
Attack: Press against the bone and toward the hand.
Result: Weakens the grip and the wrist.

3. Location: Inside of arm just below the inner knob of the elbow.
Attack: Strike or press.
Result: Causes the elbow to bend and the arm to go numb.

4. Location: Front of arm, 2 inches to 3 inches above the inside of the elbow.
Attack: Strike or grab.
Result: Causes the elbow to bend and pain to extend down the arm to the little finger.

5. Location: Back of arm, Mid-triceps.


Attack: Strike against bone to lock elbow and release shoulder.
Result: Combine strike with wrist grab to lock out shoulder and arm in control move to
the ground.

The Center Line:

- in the notch top of sternum. Strike with fingertips, middle-knuckle fist, knife-hand and etc. Potentially fatal point.

14 - the solar plexus. Strike hard with fist. Although one of the better known human pressure points, striking this
point is not recommended for Karate women because it requires considerable strength to work.

PRESSURE POINTS OF THE LEG

- about 4 inches above the knee. Strike with knee, foot and etc.

- on the outer thigh, in the middle between the knee and hip. Strike with knee, foot and etc. Good knockdown or
paralysis point.
- on the back of the knee. Strike with heel, ball or side of foot.

- just above and to the inside of the knee, on the inner thigh. Strike with toes, ball or side of foot.

- on the inner thigh, in the middle between the knee and hip. Strike with toes, ball or side of foot.

These points can be used to immobilize an attacker, to distract an attacker, or, if


required, to seriously damage the leg or knee.

1. Location: The back of the thigh just below the buttocks.


Attack: Kick.
Result: Immobilizes the leg.

2. Location: The middle of the inner thigh, halfway between the groin and the knee.
Attack: Kick with the toes or press hard with the knuckle.
Result: Pain can distract attacker. Hard strike can buckle the leg and force the opponent
to the ground.

3. Location: The inside of the leg, halfway between the ankle bone and the lower edge
of the calf muscle.
Attack: Kick from inside the leg with a rising motion.
Result: Causes the leg to become numb.

4. Location: Back of the leg just below the knee.


Attack: Stamping kick or toe kick.
Result: Forceful kicks cause extreme pain and may cause the muscle to spasm.

5. Location: The top of the foot where the 4th and 5th toe bones connect.
Attack: Stomp or, if the attacker is shoe less, strike with a single knuckle.
Result: Causes pain, distracts attacker, may fracture foot bones.

6. Location: Achilles Tendon at the back of the ankle.


Attack: Kick with edge of foot or shoe.
Result: Moderate kicks cause pain. Hard kicks may damage the tendon.

[For more details on specific pressure point locations and methods of attack, see books
written by Dillman and Tegner on pressure points.]

Nerve center pressure point attacks make very effective attack points in self defense
situations. Some martial arts (Aikido, for instance) are built almost entirely upon the
application of pressure point knowledge. These points are used to control or to quickly
incapacitate an opponent. Activation of a pressure point can cause excruciating pain
capable of making almost any adversary back down. When the pressure point is
released, the pain subsides. Therefore, compliance can be gained without inflicting
serious injury. That is one advantage of pressure point attacks. However, there are also
drawbacks.

Pressure points are generally only the size of the tip of a ball-point pen - the area of
activation may be the size of a quarter (Dillman, 1992). In the excitement of an attack,
pressure points can be elusive. In addition, physical variations in size and musculature
often make a specific pressure point on a specific individual difficult to locate. You
must be knowledgeable as well as skillful to carry out a successful attack. An
individual's sensitivity to pain or his level of intoxication (by alcohol and/or drugs) can
also effect the efficacy of a pressure point attack. You may make an accurate, proper
pressure point attack and your adversary may be unaffected. You need a back-up plan,
just in case, whenever you rely on such an attack.

Knowledge of pressure points and pressure point techniques is a useful addition to one's
self defense arsenal. When appropriately used, they provide an effective means of
controlling an adversary without necessarily inflicting serious injury. Listed below are
a few pressure points on the human body.
Chang, Stephen Thomas. The Complete Book of Acupuncture. Celestial Arts, Berkeley, CA (1976)

Dillman, George and Chris Thomas. Kyusho-Jitsu: The Dillman Method of Pressure Point Fighting.
Dillman Karate International Books, Reading PA (1994)

Dillman, George and Chris Thomas.Advanced Pressure Point Fighting of Ryukyo Kempo. Dillman Karate International
Books, Reading, PA (1994)

Gach, Michael Reed. Acupressure Potent Points. Bantam Books, New York, NY (1990)

Tegner, Bruce. Self Defense Nerve Centers and Pressure Points for Karate, JuJitsu and Atemi-Waza.Thor Publishing
Company, Ventura, CA (1986)

Pontos e efeitos
1. Base do crânio: Se houver trauma na cabeça, ela irá doer e a dor será acompanhada por desorientação ou inconsciência. Às vezes,
durante o traumatismo craniano, poderá haver fratura da coluna vertebral.
2. Orelha: Se não há prejuízo para o ouvido, dor e desorientação irão ocorrer. Também lesão interna e perda de equilíbrio irão
ocorrer.
3. Olhos: visão bloqueada e possível cegueira.
4. Têmpora: É muito importante. Se há prejuízo para a têmpora, e desorientação e desmaio ocorrerá.
5. Nariz: se houver prejuízo à porção do nariz, irá ocorrer sangramento nasal ou fratura óssea.
6. Abaixo do ouvido: se houver prejuízo à sob a orelha, vai causar muita dor.
7. Sob o nariz: Se há prejuízo para debaixo do nariz, dor e fratura irão ocorrer.
8. Mandibulares: Fratura na mandíbula.
9. Clavícula: Conduzirá a fratura clavicular.
10. Garganta: se houver grande prejuízo para a traquéia, a morte irá acontecer.
11. Plexo solar: Se não há prejuízo para o plexo solar, danos a órgãos internos e inconsciência irão pode causar a morte.
12. Pulso: Irá causar fratura com dor intolerável.
13. Cotovelo: Muita dor ocorrerá.
14. Virilha: Se houver lesão na virilha, pode danificar os órgãos reprodutores, ou ele vai causar inconsciência ou até morte.
15. Interior da coxa: Irá causar rompimentos muscular e dormência.
16. Joelho: Fratura óssea e luxação ocorrerão.
17. Lado de costelas: Se há prejuízo, entre 5 ª e 6 ª costelas óssea, perda da função pulmonar irá ocorrer ou sufocamento.
18. Rim: Lesões internas causarão lesão seguida de morte.
19. Volta do pescoço (Quarta vértebra cervical): Irá causar paralisia ou fratura. Às vezes, a morte irá acontecer.
20. Torção do joelho: Irá causar fratura e luxação do osso.

Terminologia:

números:

1--ICHI
2--NI
3--SAN
4--SHI
5--GO
6--ROKU
7--SHICHI
8--HACHI
9--KU
10--JU
11--JU-ICHI
20--NI-JU
21--NI-JU-ICHI
30--SAN-JU
40--YON-JU
50--GO-JU
60--ROKU-JU
70--NANA-JU
80--HACHI-JU
90--KU-JU
100--HYAKU

A
AGE UKE Bloqueio ascendente.
AGE ZUKI Socar para cima.
AI Harmonia, chegar juntos, unificação, integração
AI HANMI Parceiros frente à frente, ambos com o mesmo pé adiantado.
AIKI Combinação de duas (ou mais) energias, harmonização, integração.
AI-UCHI Ataque simultâneo, destruição mútua
AKA Vermelho
AKA (SHIRO) IPPON Ponto para Aka(vermelho)
AKA (SHIRO) NO KACHI Vitória para AKA
AME-NO-UKIHASHI "A ponte flutuante do céu"; simboliza o elo entre os reinos
espiritual e material da existência.
ARIGATO GOZAIMASHITA "Muito obrigado", expressão japonesa utilizada
entre instrutores e estudantes ao final do treino
ASHI Perna ou pé
ASHI BARAI Varrer com o pé
ASHI WAZA Técnicas de pernas
ATEMI Golpe, uma pancada direcionada à um ponto anatômico frágil; usado
defensivamente no Aikido
ATEMI WAZA Técnicas de golpear
ATENAI YONI Advertência por uma infração menor
ATOSHI BARAKU Limite de 30 segundos para término da uma luta
AWASE Combinar; atrair a ação do parceiro iniciando a execução da técnica
AWASE UKE Defesa com as mãos unidas
AWASE ZUKI Mesma coisa que MOROTE ZUKI
AYUMI DACHI Base natural com o peso no centro de gravidade, ITOSU-KAI
SHITO-RYU.

Topo

B
BO Bastão longo com aproximadamente 6 pes
BOKKEN Espada de madeira
BUDO Disciplinas marciais do Japão moderno
BUDOKA Praticante de arte marcial
BUJUTSU Artes marciais japonesas clássicas
BUNKAI Estudo das técnicas e aplicações do KATA
BUSHIDO Código dos guerreiros do período clássico no Japão
BUSHIN "Espírito marcial," o nível mais alto de maestria nas artes marciais

Topo

C
CHOKU ZUKI Soco direto
CHUDAN Posição intermediária ( das mãos, espada, etc.)
CHUDAN ZUKI Soco a altura média

Topo

D
DAN Graduação; no Karatê a graduação dos faixas pretas vai de shodan (1o
grau) à judan (10o grau)
DANKYU Sistema de graduação de Karatê moderno. Data de 1887 para frente.
Baseado no modelo militar de atribuição de Graus
DESHI Discípulo
DO Um determinado caminho de refinamento físico e espiritual; um modo de
vida
DO-GI Uniforme de treinamento usado por praticantes de artes marciais
DOJO Academia. Literalmente “lugar de iluminação”
DOMO ARIGATO GOZAIMASHITA Forma Japonesa de “Muito obrigato”, ao
término de uma aula é formal agradecer ao instrutor e esse aos alunos
DORI [também pronunciado tori] Pegar, segurar
DOSA Movimentos básicos; mais comumente kihon-dosa

Topo

E
EKKU Um remo de madeira usado em Okinawa como arma
EMPI Cotovelo
EMPI UCHI Pancada com o cotovelo
ENBUSEN Linha de atuação
ENCHO-SEN Prorrogação de uma luta, a qual reicia quando o Referee comanda
"SHOBU HAJIME."
EN-NO-IRIMI Entrada circular; entrar atrás de um ataque e controlá-lo num
movimento circular

Topo

F
FUDO DACHI Posição imutavel, firme.Semelhante
SOCHIN DACHI. FUDO-NO-SHISEI Postura "Imutável" (firme e equilibrada)
FUDO-SHIN "Espírito Imutável"; atitude mental inexpugnável
FUKUSHIDOIN Instrutor de primeiro nível
FUKUSHIN SHUGO "Reunião dos Judges"
FUMIKOMI Chute em forma de pisão, normalmente ao joelho ao pé

Topo

G
GANKAKU DACHI O mesmo que TSURU ASHI DACHI e SAGI ASHI DACHI.
GASSHUKU Período intenso de treino durando vários dias. Em português
poderia ser traduzido por "retiro"
GEDAN Posição de nível inferior (da espada, bastão,etc)
GEDAN BARAI Bloquear varrendo, por baixo
GEDAN UDE UKE Bloquear com antebraço para baixo
GEDAN ZUKI Socar para baixo
GI Uniforme usado na prática de artes marciais japonesas, vulgarmente
denominado Kimono
GODAN Faixa preta 5o Dan
GOHON KUMITE Forma de kumitê para iniciantes. Deslocamento de 5 passos,
usando técnicas de ataque e defesa basica
GOKYO Técnica de imobilização número cinco
GO NO SEN Técnica de permanecer na defenciva, para contra atacar
GYAKU-HANMI Posição reversa na qual os parceiros tem o pé oposto à frente.
GYAKU MAWASHI GERI Chute circular invertido
GYAKU ZUKI Soco invertido

Topo

H
HACHIDAN Faixa preta 8o Dan
HACHIJI DACHI Posição natural com os pés na largura dos ombros, pontas
ligeiramente voltados para fora
HAI "Sim"
HAISHU UCHI Pancada usando as costas da mão
HAISHU UKE Defesa usando as costas da mão
HAITO UCHI Pancada usando a faca interna da mão
HAJIME "Comando para iciciar , Kata, ou Kumite
HAKAMA "Saia-calça" samurai usada por praticantes de Aikido e Kendo
HANGETSU Kata avancado
HANGETSU DACHI base em forma de meia lua
HANMI Posição triangular
HANMI-HANDACHI Técnicas nas quais o nage fica sentado e o uke em pé
HANSHI “Mestre”, Um título dado aos faixas pretas de mais alta graduação de
uma organização e significa que este tem a compreensão total daquela arte
HANSOKU Penalidade por uma Infração grave, a qual eleva a pontuação do
oponente a SANBON
HANSOKU CHUI "Penalidade por uma infração média, na qual se dá IPPON
para o oponente
HANTAI Reverso, oposto
HANTEI "julgamento feito pelos Refer, para uma cituação de luta indefinida
HARA Região da barriga, três dedos abaixo e acima do umbigo
HARAI WAZA Técnicas longas
HENKA-WAZA Técnicas explorando variações possíveis
HEIKO DACHI Posição natural na qual os pés ficam a largura dos ombros, com
as pontas voltadas para frente
HEIKO ZUKI “Soco emparelhado”(Soco duplo simultâneo)
HEISOKU DACHI Posição natural, pés juntos voltados para frente
HIDARI Esquerda
HIJI Cotovelo, tambem chamado de EMPI
HIJI ATEMI Golpe com o cotovelo
HIJI UKE Bloqueio ou defesa com o cotovelo
HIJI-ATE Cotovelada tambem chamado de EMPI-UCHI
HIKITE Puxada de mão
HIKIWAKE “Empate no kumite”. Juiz mostra as mãos palmas para cima, na
lateral.
HITOSASHI IPPON KEN Junta do dedo indicados, o mesmo que IPPON KEN
HIZA GERI Joelhada
HIZA UKE Bloqueio usando o joelho
HOMBU DOJO Termo que se refere a Dojo central
HORAN NO KAMAE Posição de protidão
KAMAE, usado em kata onde uma mão cobre a outra

Topo

I
IAI-DO A arte de desembainhar e cortar com a espada
IKI Respiração; o ato físico de respirar
INASU Evasão de um ataque somente desviando o corpo da linha de ataque
IPPON KEN Golpe com a junta da segunda falange do dedo anular
IPPON KUMITE Luta de um passo
IPPON NUKITE Golpe de punhalada usando apenas um dedo estendido
IPPON SHOBU Luta de um ponto, usado em torneios
IRIMI Penetrar, entrar. Situação de luta muito próxima em que se desvia a
defesa ou ataque do oponente para entrar

Topo

J
JIKAN "tempo"
JIN-NO-KOKYU A respiração do ser humano; o terceiro estágio da meditação
com respiração
JIYU IPPON KUMITE Luta de um ataque, usando qualque técnica e
anunciando qual vai ser
JIYU KUMITE luta livre
JIYU-WAZA Técnicas livres
JO Bastão de madeira de 120 cm ( 4 pés)
JODAN Posição de nível superior ( da espada, bastão,etc)
JO-DORI Técnicas para desarmar um oponente armado com bastão
JOGAI “Sair da área de luta”
JOGAI HANSOKU CHUI Terceira saida da área de luta. Da IPON ao oponente
JOGAI HANSOKU Quarta saida da área de luta. Da sambom e
consequentemente a vitória ao oponente
JOGAI KEIKOKU Segunda saida da área de luta. Da WASA-ARI ao oponente
JO-TAI-KEN Treinamento de bastão contra espada
JU O principio da flexibilidade; o aspecto salgueiro das técnicas e da filosofia do
Aikido
JUDAN Faixa preta de décimo Dan (o maior grau concedido)
JUDO Sistema de arte marcial moderno criado por Jigoro Kano (1860-1938)
JUJI UKE Bloqueio em X
JUJUTSU Sistemas japoneses de combate desarmado
JUN ZUKI O termo usado na WADO RYU para OI-ZUKI
JUTSU Técnica. Denominava as artes marciais de combate (Jujutsu, Kenjutsu,
Karate-jutsu)

Topo

K
KACHI Victorioso. (por exemplo, AKA KACHI) em torneios
KAGI ZUKI Soco em gancho,(Jion)
KAISHO Mão aberta, se refere aos movimentos com a mão aberta ou que o
punho não esteja completamente fechado
KAKEJIKU Um pergaminho pendente
KAKE-TE Bloqueio ou defesa em gancho. (BASSAI-DAÍ)
KAKIWAKE Bloqueio duplo frontal , com a parte externa do pulsso, para um
ataque como agarramento
KAKUSHI WAZA "Técnicas secretas."
KAKUTO UCHI Golpe com a partes externa do pulso, também conhecido como
"KO UCHI."
KAKUTO UKE Defesa com a partes externa do pulso, também conhecido como
KO UKE
KAMAE Atitude; postura "combativa"
KAMAE-TE Comando dado pelo instrutor para o aluno entrar em posição
KAMI Deus, divindade, espírito divino, inspiração sagrada, anjo guardião, ser
humano iluminado
KAMIZA A parte do dojo onde pergaminhos, fotografias do fundador, e outras
coisas, são mostradas
KANSHA Gratidão profunda e sincera
KAPPO Tecnicas de ressuicitar pessoas que sucumbiram a um choque ao
sistema nervoso
KARATE Sistema de arte marcial moderno originado em Okinawa, introduzido
ao mundo por Gichin Funakoshi (1868-1957)
KARATE-DO Caminho das mãos vazias. Modo de vida do Karate. Isto não só
implica o aspécto físico de Karate, mas também os aspectos mentais e sociais de
Karate
KARATEKA O praticante de Karate
KATA "Forma Padrão," tipos de prática pré-determinados usados como veículo
de aprendizado
KATA-DORI Ser segurado na região do ombro
KATATE-DORI Ser segurado por uma mão
KATATE-RYOTE- DORI Ter o braço segurado por duas mãos
KEAGE Chutar para cima
KEIKO Treinando. O único segredo para o sucesso em Karate
KEIKOKU Advertencia com penalidade de WAZA-ARI para o oponente
KEKOMI Pontapé em forma de punhalada
KEMPO Termo usado para descrever sistemas de lutas que usam o punho.
Nesta consideração, KARATE também é KEMPO
KEN Espada
KENDO Esgrima moderna japonesa, praticada principalmente como um
esporte competitivo
KENSEI Técnicas com KIAI silencioso. Relacionado a meditação
KENTSUI o mesmo que TETTSUI
KENTSUI UCHI golpe de maretelada TETTSUI UCHI KERI pontapé
KI [Chi em chinês] Energia vital, força da vida; também o aspecto do ki relativo
as técnicas e a filosofia do Aikido
KIAI Grito penetrante; aplicação da técnica com emprego total da força
espiritual. grito libertado com o propósito de focalizar toda a energia em um
único momento, manifestação de KIME KIBA DACHI Base mais estavel,
motado no cavalo. Também conhecido NAIFANCHI ou NAIHANCHI DACHI
KIHON Técnicas básicas
KIKAI TANDEN O centro físico e espiritual do ser humano, localizado a, mais
ou menos, cinco centímetros abaixo do umbigo
KIKEN "Renunica." O arbritro aponta um dedo para o concorrente KIME foco
de potência; arremate; finalização
KI-NO-NAGARE Técnicas fluídas
KIMUSUBI O elo do ki, a mistura de energias
KI-O-TSUKE "Atenção". Posição em que o lutador está em Musubi Dachi
KIZAMI ZUKI Soco com a mão que está a frente alongando
KO BO ICHI O conceito de “conexão" de Ataque-defesa
KO UCHI Golpe com a parte externa do pulso, também conhecido como
KAKUTO UCHI
KO UKE Defesa com a parte externa do pulso, também conhecido como
KAKUTO UKE
KOHAI Júnior; alguém com menos experiência; ao contrário de Sempai.
KOKEN Articulação do pulso
KOKORO “Espírito, Coração”. Na cultura japonesa, o espírito mora no coração
KOKUTSU DACHI Posição ou base em que 70% do peso permanece atras
KOKYU O sopro da vida, sopro vital do cosmos; tecnicamente, "boa harmonia."
KOKYU-HO Exercícios especiais para desenvolver o poder da respiração
KOKYU-ROKU Poder da respiração com algo distinto do poder físico puro
KOKYU-UNDO Exercícios de movimentos respiratórios, realizados sentados ou
em pé
KOSA DACHI Posição em que as pernas estão cruzadas
KOSHIN Traseiro
KUATSU O método de ressuscitar uma pessoa por perdeu os sentidos devido a
estrangulamento ou choque
KUDEN "Ensinamentos secretos," transmitidos oralmente; implica numa
transmissão direta, pessoa-a-pessoa, coração-a-coração
KUMADE Agüente mão
KUMANO Distrito antigo na prefeitura de Wakayama, considerado o centro da
espiritualidade japonesa
KUMI-JO Treino de bastão com parceiro
KYU graduação de faixas inferior a preta, de 10º ao 1º
KYUDAN Faixa preta de nono grau
KYUSHO WAZA Técnicas de pontos de pressão

Topo

M
MA-AI Intervalo correto entre os parceiros; distanciamento perfeito
MAKIWARA alvo de treinamento feito de palha
MANDALA Diagrama sagrado; mapa cósmico
MASAKATSU AGATSU "Verdadeira vitória é auto-vitória,"
MEN-UCHI Golpe em direção a cabeça ou face
MIGI Direito(a)
MISOGI Purificação do corpo e da mente
MOKUSO meditação
MUNADORI Ser segurado na região do peito
MUSHIN Estado de integração entre a mente e o corpo no qual a mente acha-se
livre de ilusões
MAAI GA TOH distancia não formal (incorreta)
MAE Frente
MAE ASHI GERI Chutando com a perna dianteira
MAE EMPI golpe de cotovelo para frente
MAE GERI KEAGE Pontapé repentino dianteiro. Também MAE KEAGE
MAE GERI KEKOMI Pontapé dianteiro profundo. Também MAE KEKOMI
MAE UKEMI técnica para frente
MAKOTO Um sentimento de sinceridade absoluta e franquesa total que requer
uma mente totalmente livre de pensamentos
MANABU Método de aprender imitando e seguindo o instrutor
MANJI UKE Bloqueio ou defesa dupla, onde um braço executa GEDAN BARAI
para um lado, enquanto o outro executa JODAN UCHI UKE (ou JODAN SOTO
YOKO TE)
MATTE "Espera"
MAWASHI EMPI UCHI Cotovelada circula também conhecido como
MAWASHI HIJI ATE
MAWASHI GERI Chute circular
MAWASHI HIJI ATE Cotovelada circula também conhecido como MAWASHI
EMPI UCHI
MAWASHI ZUKI Soco circular
MAWAT-TE Comando do instrutor para os alunos se virar
MENKYU Sistema de atribuição de Títulos(relacionado a uma arte marcial
real)Kakuto Bu-jutsu. Data de 1600 para trás. Não é um sistema de atribuição
de "Graus", pelo modelo militar
MIENAI "Eu não pude ver." Indicação dos juizes auciliares sobre determinada
técnica
MIGI Direita
MIKAZUKI GERI Pontapé crescente
MOKUSO Meditação
MOROTE UKE Bloqueio aumentando Um braço apoia o outro com o punho
MOROTE ZUKI Perfurando simultaneamente com ambos os punhos. Também
conhecido como AWASE ZUKI
MOTO NO ICHI "posição original ." Comando do juiz para que os lutadores
voltem as suas linhas iniciais
MUDANSHA Alunos que se preparam para exame de faixa preta
MUBOBI Advertencia por descuido com sua própria segurança
N
NAGARE Fluxo; fluxo ininterrupto de ki durante a execução de uma técnica
NAGE "Aquele que arremessa," o defensor que aplica a técnica contra o atacante
NAOTE Voltar a posição
NEN Concentração
NUKITE "Mão de espada"
NUNCHAKU Arma Okinawense que consiste em bastões unidos por corda ou
corrente. Foi originalmente utilizado pelos Okinawenses como instrumento de
colheita para destroçar palha de arroz

Topo

O
OBI faixa que prende o uniforme de treino
ONEGAI SHIMASU "Boas vindas dado ao aluno qundo inicia a prática”
OSAE UKE Bloqueio ou defasa para baixo
OTOSHI EMPI UCHI Golpe de cotovelo para baixo
OTOCHI OSAE UKE Defesa para baixo como TEICHO UKE em forma de
pressão, também chamado de SHOTEI OSAE UKE OYAYUBI IPPON KEN
Junta do dedo polegar
OYO WAZA Aplicação da interpretação das técnicas de um KATA, varindo de
acordo com as condições do momento

Topo

R
REI Respeito, curvar-se abaixo do mais graduado
REIGI Etiqueta. Manter e buscar sempre a etiqueta formal. Mesmo em uma luta
manter sempre a sinceridade
REINOJI DACHI Base em que os pés forman um “L”
RENSEI Observar e criticar o desempenho dos competidores num torneio
RENSHI "Uma pessoa que dominou a si mesma." Um especialista das técnicas
daquele sistema

Topo

S
SAGI ASHI DACHI Igual a GANKAKU DACHI ou TSURU ASHI DACHI
SAI Uma arma de Okinawa que é amoldada em forma de tridente com o dente
do meio maior
SANBON KUMITE Luta de três passos
SANBON SHOBU Luta de três pontos. Usado em torneios
SANCHIN DACHI Postura ou base em forma circular
SASHITE Elevando a mão para golpear, agarrar, ou bloquear
SEIKEN junta frontal da mão formada pela articulação do dedo indicador e
anular
SEIRYUTO técnica que usa a base do SHUTO, proximo a articulação
SEIZA Maneira correta de sentar formalmente sobre os joelhos
SEMPAI O estudante mais antigo
SEN NO SEN Atacando no momento exato, não deixando o oponente fazer nada
SEN SEN NO SEN Atacando antes dos ataques do oponente. Antecipando-os
SENSEI professor; mestre
SHIAI Uma luta de uma competição
SHIDOIN Instrutor assistente
SHIHAN “Mestre” Título dado ao mais antigo ou sábio dos professores.
Professor dos professores
SHIKKAKU Desqualificação. Expulssão de uma competição SANBON
SHIKO DACHI base ou posição quadrada. Pés voltados para a lateral. Usado
pelo Goju-ryu e Shito-ryu
SHIRO Branca
SHIZENTAI posição natural - corpo fica relaxado mas alerta
SHOBU HAJIME Comando para comessar uma prorrogação de luta
SHOBU SANBON HAJIME Comando para início de luta de três ipons
SHOMEN Frente ou topo da cabeça Tambem a frente de um Dojo
SHUGO Juiz principal chama os auxiliares com movomento de braços
SHUTO TE O mesmo que SHUTO UKE
SHUTO UKE Defesa com a faca de mão
SOCHIN DACHI posição estavel também chamado de FUDO DACHI
SOKUTO lateral ou faca do pé
SOTO (UDE) UKE Bloqueio ou defesa com a parte de fora do braço
SOTO YOKO TE O mesmo que UCHI UDE UKE
SUKUI TE O mesmo que SUKUI UKE
SUKUI UKE Bloqueio ou defesa escavando
SUWARI WAZA Técnicas usadas a partir da posição sentado

Topo

T
TAI SABAKI esquiva
TAIMING GA OSOI parar a cronometragem
TATE EMPI Golpe de cotovelo para cima
TATE URAKEN UCHI Ataque Vertical com a parte de trás do punho
TATE ZUKI Soco Vertical com a outra mão apoiando o braço
TEIJI DACHI Base ou posição coms os pés formando um “T”
TEISHO UCHI pancada com a palma da mão
TEISHO UKE Bloqueio ou defesa com a palma da mão
TEISHO YOKO UKE Bloqueio lateral em kibadachi (Jion)
TETTSUI UCHI Pancada de martelo KENTSUI
TOBI GERI Chute Saltando
TONFA Ferramenta de agricultura transformada em arma pelos Okinawenses
TORANAI "Nenhum ponto"
TORIMASEN "nenhuma técnica pontuavel." Cancelamento de uma indicação
anterior
TSUKAMI WAZA técnica de agarrar a arma(arma, perna ou braço)do adversário
TSUKI Soco em forma de punhalada
TSURU ASHI DACHI Posição do Grou, também chamado de GANKAKU
DACHI e SAGI ASHI DACHI
TSUZUKETE Voltar à luta
TSUZUKETE HAJIME "Iniciar uma luta” o árbitro dá um passo atras em
ZENKUTSU DACHI
TUITE habilidades lutando

Topo

U
UCHI (UDE) UKE Bloqueio com a parte interna do antebraço
UCHI DESHI Estudante que vive em um dojo
Dedicando tempo integral ao treinamento e as vezes aos serviços pessoais do
Sensei
UCHI MAWASHI GERI Dentro de um chute circular
UCHI YOKO TE O mesmo que SOTO UDE UKE
UKE Bloqueio ou defesa
UKEMI WAZA tecnicas de traumatizar
URA ZUKI Soco subindo (mão invertida)
URAKEN Atrás das juntas dos dedos indicador e anular
USHIRO EMPI UCHI Golpeando com o cotovelo para tras
USHIRO GERI Chute para tras
UTOSHI-UKE Bloqueio como tetsui, (Jion)

Topo

W
WA-UKE Um bloqueio onde a mão percorre um caminho como se estivese
limpando uma parede a sua frente. No final enclinasse a mesma para fora.
Defesa usada no kata Shimpa. WAZA Técnicas WAZA ARI "Meio ponto" Y:
YAMA ZUKI Soco em forma de “U”. (Bassai-Daí) YAME Pare! YOI preparar
YOKO Lado. YOKO GERI KEAGE Pontapé repentino lateral. Também chamado
de YOKO KEAGE. YOKO GERI KEKOMI Pontapé de punhalada. Também
chamado de YOKO KEKOMI. YOKO MAWASHI EMPI UCHI Golpeando com o
cotovelo para o lado. YOKO TOBI GERI pontapé lateral voador. YORY ASHI
Movimento simultâneo de pés YOWAI fraco YUDANSHA praticante graduado;
faixa preta (qualquer grau)

ZANSHIN estado de reserva mental / espiritual


ZAREI cumprimento sentado
ZAZEN meditação sentado
ZENKUTSU DACHI base avançada. 70% do peso a frente.
ZENSHIN Posição a frente atento a luta.

Na história européia e especialmente na história inglesa, um homem de grande valor e dignidade que se
destacava tanto no campo de batalha como na sua vida social era premiado com o título de cavaleiro. Esta
designacão implicava que seu portador era um homem de honra e que possuia uma grande habilidade de
combate. No Japão, este tipo de homem era
denominado Samurai sendo objeto de grande
atenção e respeito.
Nestas épocas, tanto a Inglaterra como o Japão se
constituíam de estados feudais e tanto os cavaleiros
como os Samurais eram resultado das condições
sociais da eras em que viviam, situação que não
existe hoje em dia, mas apesar disto, o desejo de
alcançar um grande nível em uma arte marcial, na
autodisciplina e na defesa pessoal ainda persiste.
Atualmente o homem se esforça em uma arte
marcial tentando alcançar a faixa preta como
resultado de aprendizado para lutar, embora na
mesma medida em que progrida no treinamento se
torna mais consciente de um forte impulso: o de
moldar-se a si mesmo, tranformando-se em uma
pessoa melhor, não somente possuidora de uma
grande habilidade de combate mas também de
dignidade e honra. Tradicionalmente estes são
sempre os objetivos de um estudante de artes
marciais. A faixa preta é uma recompensa outorgada
ao cavaleiro atual, ao moderno samurai que
sacrificou muitas horas disciplinando sua mente e
fortalecendo seu corpo no intuito de alcançar o máximo de desenvolvimento físico e mental possíveis. A faixa
preta assim, é um símbolo de perícia. Inicialmente o sistema de grau foi estabelecido como uma série de níveis
com os quais o estudante podia avaliar o seu progresso e a primeira faixa preta alcançada era conhecida como
Shodan: primeiro grau ou passo inicial destes níveis. O Shodan significa que o estudante domina os
fundamentos da arte e está agora preparado para receber um treinamento mais avançado e se continuar
praticando poderá alcançar outros Dans indicativos de progresso. Esta escala de valores tem provado a sua
eficácia como grande motivador do estudante, mas também tem originado alguns problemas. Em primeiro lugar
existe internacionalmente uma grande disparidade de critérios. Um sistema de graduação universal deveria ser
normatizado da mesma forma que um centímetro é igual a outro em qualquer lugar do mundo. É preciso
também compreender que esta escala de valores consiste em examinar as reações humanas, e devido as
diferenças existentes em cada pessoa é difícil estabelecer regras únicas. O Judo e o Kendo tem suas regras
internacionais para avaliar, e isto se deve ao fato de suas origens são exclusivamente japonesas e estas regras
nasceram junto com cada uma destas artes marciais. O Karate ao contrário tem várias escolas diferentes, cada
uma das quais possuem suas particularidades e seus sistemas de exame separados. Quando o karate alcançou
uma dimensão internacional, vários países receberam estilos diferentes cada um deles com suas próprias regras
e isto permitiu que indivíduos sem escrúpulos criassem suas próprias organizações outorgando a faixa preta a
estudantes não qualificados que por sua vez decidiram abrir suas próprias escolas e entregar suas próprias
faixas pretas ao mesmo tempo que buscavam promover-se para obter benefícios econômicos. O resultado final é
que muitas faixas pretas constituem um mau exemplo e produzem uma má imagem do karate. Muitas pessoas
dizem que como existem as casas de câmbio para as trocas de moedas, deveriam haver centros de reavaliação
onde os faixas pretas pudessem ser reavaliados, embora a lista dos candidatos alcançasse a grossura de uma
lista telefônica. O público não é consciente das diferenças entre os sistemas diferentes do graduação e as
pessoas podem ser enganadas nos clubes que se outorgam faixas pretas rápido em um curo período de tempo
de treinamento com nítidos objetivos comerciais, atitude perigosa tanto para o estudante como para a qualidade
do ensino como um todo da arte marcial. Em um clube sério, a faixa preta se alcança após 3 a 5 anos de
treinamento assíduo e duro sob uma orientação competente. Cada karateca deveria saber que a faixa preta não
é sinônimo de um prêmio, mas um objetivo e um símbolo da realização de um grande esforço dentro de um
sistema de graduação de máxima qualidade da qual se beneficia o estudante de karate em geral. Esta
interpretação dos Dans deveria inspirar um sentimento de orgulho a quem recebe um DAN através de um
treinamento rigoroso. Os cavaleiros e os Samurais de antigamente evitavam a todo custo os atos que pudessem
ofuscar o juízo de sua honra. Será que os Faixas pretas modernos poderiam ter uma atitude diferente

Graduação:

Faixa Branca --------- 9º Kyu

Faixa Amarela--------- 8º Kyu

Faixa Vermelha --------- 7º Kyu

Faixa Larajanja-------- 6º Kyu

Faixa Verde ----------------- 5º Kyu

Faixa Roxa --------- 4º Kyu

Faixa Marrom ------------------- 3ºKyu

Faixa Marrom ------------------ 2º Kyu

Faixa Marrom ------------------ 1º Kyu

Faixa Preta ------------------ Shodan

2nd Dan Faixa Preta-------- Nidan

3rd Dan Faixa Preta-------- Sandan

4th Dan Faixa Preta-------- Yondan (or Yodan)

5th Dan Faixa Preta ------- Godan

6th Dan Faixa Preta ------- Rokudan

7th Dan Faixa Preta-------- Shichidan

8th Dan Faixa Preta ------- Hachidan


9th Dan Faixa Preta ------- Kudan

10th Dan Faixa Preta ------ Judan (Mais alto nível)

Exames:

KYU -
http://www.nkkbrasil.com.br/home/index.php?option=com_content&view=article&id=
108:manual-exame-de-kyu&catid=36:exames-cursos&Itemid=66

DAN –
http://www.nkkbrasil.com.br/home/index.php?option=com_content&view=article&id=
109:manual-exame-de-dan&catid=36:exames-cursos&Itemid=66

Na classificação de faixas coloridas, KYU significa classe, sendo que essa classificação é em ordem decrescente.

Na classificação de faixas pretas, DAN significa grau, sendo a primeira faixa preta a de 1º Dan, a segunda faixa preta 2º Dan e assim
por diante em ordem crescente até o 10º Dan (homenagem póstuma).(Acho que é mentira)

Em um plano simbólico, o branco representa a pureza do principiante, e o preto se refere aos conhecimentos apurados durante anos
de treinamento.

No Japão, o título mais alto que uma pessoa pode obter nas artes marciais se denomina HANSHI; um alto cargo, cujo significado
transcende as habilidades físicas ou técnicas, significa mestre exemplar.(pesquisar)

Porém, nenhum título é mais conhecido que “Sensei”. Mas , o que significa Sensei? Literalmente, SENSEI significa “ aquele que
nasceu antes para o caminho”. Isto significa em contexto oriental, que se está ante uma pessoa com conhecimento avançado da arte
e um nível de conhecimento humano elevado.

Portanto, Sensei não significa somente professor de arte marcial, mas também pessoa culta, educada e de conduta irrepreensível.

O Significado do OBI (FAIXA)

A princípio, o karatê não tinha colocração de faixas.. Foi introduzido posteriormente para ajudar na didática.O obi é um cinturão ou
faixa que serve para manter o kimôno fechado, a faixa tem um significado simbólico.
Esse aspecto simbólico são as cores.
Tradicionalmente, quando alguém começa a praticar Karatê, recebe a faixa branca.Após anos de treinamento, a faixa tende a ficar
cada vez mais escura, assumindo uma coloração marrom.Se continuar praticando, ela vai se tornando preta.A faixa preta significa
que a pessoa esteve treinando Karatê por muitos anos.

SIGNIFICADO DAS CORES


A FAIXA BRANCA (Shiro Obi) –
Sem graduação (Mu Kyu):Essa é a cor do desprendimento.

O branco reflete todas as cores. A própria cor dessa faixa indica que o seu portador ainda possui a ingenuidade e deve procurar
manter a mente limpa. Entretanto, ele tem em potencial, todas as cores das demais faixas posteriores e assim como o fogo está na
pedra, cabe a ele, faze-lo brotar através da fricção do treino árduo.

A busca nesse grau é pela purificação e transformação, diante do infinito conhecimento que tem diante de si.Essa faixa nos diz que o
iniciante deve buscar a humildade e a imaginação criativa, através da limpeza e da claridade dos pensamentos. É a cor síntese do
arco-íris e a mais associada ao sagrado, pois simboliza paz, pureza, perfeição e especialmente o absoluto.

Ela nos diz que devemos buscar a pureza, sinceridade e a verdade; repelindo os pensamentos negativos, procurando elevá-los, para
que encontremos o equilíbrio interior, segurança e desenvolvamos o instinto e a memória.

O branco simboliza uma espécie de coringa, para todos os propósitos, é o substituto para qualquer cor, assim como uma tela em
branco esperando para ser pintada.

A FAIXA AMARELA (Kiiro Obi) – 6º Kyu (Rokku Kyu):

Assim como um sol que desponta todos os dias, ela significa que é um iniciante ou um recém nascido no Karatê, que com o tempo
irá crescendo e fortalecendo-se, até chegar à maturidade que corresponde à faixa preta.

Assim como o sol nascente o conhecimento começa a aflorar para o iniciante. Agora ele pode vislumbrar um pouco da iluminação
da descoberta e da realidade do que é o Karatê. Entretanto, assim como o amarelo é uma cor primária, isto é, não pode ser formado
pela mistura de outras cores, ele também deve manter-se puro dentro da escola de Karatê que escolheu ainda evitando misturar
outras coisas aos conhecimentos que está recebendo para não se confundir dentro da senda do verdadeiro karatê.

Assim como essa cor, essa graduação lhe traz a alegria, a vida, o calor, a força, a glória, o poder mental e representa o
descobrimento. Ela lhe desperta novas esperanças no caminho, dando-lhe vivacidade, alegria, desprendimento e leveza. Agora ele
deve procurar desinibir-se para desenvolver seu brilho, mas também diminuir a ansiedade e as preocupações, construindo sua
confiança, energia e inteligência na solução dos problemas que surgirão.

A cor dessa graduação mostra que o praticante deve reter conhecimentos e desenvolver a luz da sabedoria e da criatividade, e assim
como o sol, ela deve trazer a luz para as situações difíceis.
O Amarelo simboliza: criatividade, as idéias, o conhecimento, alegria, juventude e nobreza. Apesar do amarelo estar relacionado ao
elemento terra, também é uma cor Yang e representa o descobrimento e a abertura para o conhecimento do Karatê.

A FAIXA VERMELHA (Aka Obi) – 5º Kyu (Go Kyu):

A cor vermelha sugere motivação, atividade e vontade. Ela atrai vida nova e pontos de partida inéditos.

Essa é a cor do fogo, da paixão do entusiasmo e dos impulsos é a cor mais quente, ativa e estimulante. Ainda é uma cor primária que
não pode ser formada pela mistura de outras cores, mostrando assim, que o praticante ainda deverá manter-se puro e fiel ao estilo de
Karatê que elegeu.

Essa faixa, pela sua vibração, dá mais energia física, mostrando que agora, mais do que nunca é necessária força de vontade para
não desistir da conquista dos seus ideais. Persistência, força física, estímulo e poder são seus traços típicos.

Embora o vermelho represente agressividade, perigo, fogo, sangue, paixão, destruição, raiva, guerra, combate e conquista, também
simboliza aquilo que deve ser contido pelo seu portador. Esta cor faz com que você se sinta mais vigoroso, expansivo e pronto para
avançar adiante em algum sentido evidente. Ela tende a atrair o olhar das pessoas e chamar a atenção. Se você usar vermelho, isso
pode indicar que tem ardor e paixão, ferocidade e força. As pessoas que gostam de ação e drama apreciam essa cor. É uma cor de
uma energia muito forte e o praticante deve ter o cuidado e a persistência para não se deixar ser vencido por ela e desistir do
caminho.Sendo a cor do sangue, o vermelho também está relacionado à vida e à força de uma energia vital máxima. Esta é uma cor
Yang.

A FAIXA LARANJA (Daidaiiro obi) – 4º Kyu (Yon Kyu):

Esta é uma cor que é a mistura do vermelho com o amarelo, representado que o conhecimento dos graus anteriores deve estar
contido nesta graduação e trazendo as qualidades dessas duas cores. Nos diz que devemos procurar o sucesso no treino diário,
agilidade, adaptabilidade, estimulação, atração e plenitude.

Essa cor também simboliza aquilo que o praticante deve buscar: o encorajamento, estimulação, robustez, atração, gentileza,
cordialidade e tolerância.

Esta é a cor da comunicação, do calor afetivo, do equilíbrio, da segurança e da confiança. Quem chega nessa faixa deve acreditar
que agora tudo é possível, pois essa cor estimula o otimismo, generosidade, entusiasmo e o encorajamento.

A cor laranja mostra ao praticante que ele deve fortalecer as energias e a sua vontade de vencer.A cor laranja está situada entre o
elemento fogo e o elemento terra, portanto, carrega um pouco das características dos dois elementos. Também é uma cor Yang.

A FAIXA VERDE (Midori Obi) – 3º Kyu (Sankyu):

O verde é uma cor que representa Esperança e a Fé. É a cor mais harmoniosa e calmante de todas. Ela simboliza harmonia e
equilíbrio.
Essa cor, que nos chega depois das cores quentes iniciais, nos dá a impressão de que chegamos a um oásis, depois de atravessar um
árduo deserto, mas devemos saber que ainda há mais deserto a vencer.

Ela também representa as energias da natureza, esperança, perseverança, segurança e satisfação; fertilidade. O portador deve
procurar desenvolver a sua sensibilidade para se comunicar com a natureza interna e externa a si mesmo.

Significa também a harmonia em que devemos estar com ela, junto com o ar, a água e o fogo, elementos da vida que proporcionam
bem-estar ao ser humano.

Essa cor simboliza uma vida nova, a energia, a fertilidade, o crescimento e a saúde. Por outro lado, quando em mau aspecto, mostra
um orgulho excessivo, superioridade e arrogância.

O verde é ligado ao elemento madeira e a primavera.

Representa o crescimento, desenvolvimento, natureza e saúde. Também significa a etapa da juventude, estando relacionado a este
estado emocional, mostrando, assim, que os conhecimentos ainda não se encontram bem claros ou maduros para os praticantes;
ainda lhes falta amadurecer mais e delineá-los melhor.

A FAIXA ROXA OU VIOLETA(Murasaki Obi) – 2º Kyu (Nikyu):

O roxo é uma mistura das cores azul e vermelho.Essa é a cor usada pelos sacerdotes católicos para refletir santidade e humildade.

Ela gera sentimentos como respeito próprio, dignidade e auto-estima.

Esta é uma cor metafísica. É também a cor da alquimia, das transformações e da magia. Ela é vista como a cor da energia cósmica e
da inspiração espiritual.

A cor violeta é excelente para purificação e cura dos níveis físico, emocional e mental.

Simboliza: dignidade, devoção, piedade, sinceridade, espiritualidade, purificação e transformação. Quando em mau aspecto
determina manias e fanatismo.

Representa o mistério, expressa sensação de individualidade, influenciando emoções e humores, mas também simboliza a dignidade,
a inspiração e justiça. Gera tensão, poder, tristeza, piedade, sentimentalidade.

Tendo isso tudo em mente, a cor desta graduação nos indica que devemos encontrar novos caminhos e a elevar nossa intuição
espiritual.

A FAIXA MARROM (Chairo Obi)– 1º Kyu (Ichi Kyu):

É a cor da solidificação. Representa a constância, a disciplina, a uniformidade adquirida e a observação das regras mantidas até
aqui.Representa a conexão do praticante com o patrono do estilo que lhe foi passado, representado por seus mestres.
Para criar essa cor, você precisa misturar o vermelho com o preto e, portanto, ela tem alguns dos seus atributos. Também representa
a autocrítica e a dependência dos mestres para chegar até aqui. Significa que se está completando o processo de amadurecimento,
tanto nos conhecimentos técnicos quanto no aspecto mental.

Essa faixa, pela sua cor, emana a impressão de algo maciço denso, compacto.

Sugere segurança e isolamento. Representa também uma poluição que deve sempre ser limpa, através da prática fiel aos princípios
do Budô.

Uma pessoa que gosta de vestir-se com marrom por certo é extremamente dedicada e comprometida com seu trabalho, sua família e
seus amigos.

A cor marrom gera organização e constância, especialmente nas responsabilidades do cotidiano. As pessoas que gostam de usar essa
cor são capazes de ir “à raiz das coisas” e lidar com questões complicadas de forma simples e direta. São pessoas “sensatas”.

A FAIXA PRETA (Kuro Obi) – 1º Dan (Sho Dan):

É a junção de todas as cores. Enfim o corpo e a mente chegaram ao final de uma jornada e ao início de outra mais elevada.A faixa
na cor preta, representa humildade, autocontrole, maturidade, serenidade, disciplina responsabilidade, dignidade e conhecimento. É
a cor do poder, induz a sensação de elegância e sobriedade. Onde o que está fora não entra e o que está dentro não sai.

Observe-se que na maioria das sociedades ocidentais, o preto quase sempre é a cor da morte, do luto e da penitência, mostrando
assim, o estado mental, para o mundo, de quem atingiu essa graduação.

Em geral, essa cor é usada por pessoas que rejeitam as regras convencionais ou são regidos por outras normas sociais, como é o caso
dos padres ou dos guerreiros que seguem ao Budô.

Essa cor também nos dá uma noção de tradição e responsabilidade.É a ausência de vibração da “não cor” que dá a sensação de
proteção ou afastamento.

Por outro lado, absorve, transmuta e devolve as energias negativas, transformadas em positivas.

A meditação nessa cor permite a introspecção, favorece a auto-análise e permite um aprofundamento do indivíduo no seu processo
existencial.

Remove obstáculos, vícios e emoções não desejadas. O excesso traz melancolia, depressão, tristeza, confusão, perdas e medo. A cor
preta relaciona-se ao elemento água que adapta-se a todas as formas e contorna todos obstáculos é o símbolo do máximo Yin.

EXISTEM TRÊS TIPOS DE FAIXAS PRETAS:


1-) Existe a pessoa que por colaborar na divulgação do Karatê-dô tem o reconhecimento de seu serviço com um certificado de Faixa
preta Honorário (chamado em japonês de Mey-dan ) .

2-) Existe a pessoa que é Karateka e treina regularmente, mas não possui índice técnico para ser aprovado em exame de faixas
oficial, por ser muito antigo, e para evitar constrangimentos, pode receber uma faixa preta em reconhecimento ao empenho
demonstrado.É o Suisen-dan (grau por antiguidade).

3-) E, por último, existe o Jitsu-Kyoku–dan ( que é o meu caso ), que foi aquele praticante que se submeteu a banca examinadora e
foi aprovado, possuindo nível técnico e treinamento que justifica a sua graduação.

IMPORTANTE: faixa preta de Karatê não é sinônimo de professor de Karatê, mas sim, de pessoa que se sacrificou o suficiente
para conseguir um relativo controle de seu corpo e de sua mente .

http://jiujitsubronline.blogspot.com.br/2011/02/hara-tanden-centro-do-corpo.html

http://www.mmallstars.com.br/post_detalhe.aspx?codpost=11

http://www.shobukanjka.com.br/home/index.php?option=com_content&task=view&id=136&
Itemid=43

http://cev.org.br/biblioteca/

http://www.kobukan.com.br/Kobukan_indice.htm

http://www.graciemag.com/pt/2012/04/campeao-de-jiu-jitsu-ensina-antes-de-ir-a-abu-dhabi-
o-segredo-e-nunca-se-afobar/

http://www.nogueirabrothers.com.br/wp-nb/?p=458

Core Training: Treino de estabilização para prevenir lesões

Hoje em dia, ouve-se muito falar em "Core Training", mas pouca gente sabe realmente do que se trata
esse treinamento. O Core Training traz uma proposta bem específica, principalmente, para aqueles que
sempre temiam por lesões ao ingressarem em uma atividade física qualquer. Ao contrário das atividades
normalmente encontradas, o trabalho do Core focaliza em estabilizar músculos que normalmente não
conseguimos "trabalhar" e preparam nossa postura tanto para atividades diárias quanto para nossa
prática esportiva preferida.

A estabilização, o maior objetivo alcançado com esse trabalho, é a habilidade de mover qualquer parte do
corpo enquanto se move outra, ou seja, é uma medida de estabilidade. Por exemplo, se você realiza um
agachamento, precisa ter a capacidade de manter o corpo ereto e equilibrado. A falta de estabilidade
acarretará um maior estresse às articulações e obviamente a eficácia do exercício estará prejudicada, o
que pode causar um grande impacto na performance das atividades. Outro exemplo é o movimento de
um chute; neste momento, é necessário um alto sincronismo entre os músculos estabilizadores do tronco
e os músculos que irão levantar a perna com alta velocidade e potência, para atingir com força o objetivo.
O Core Training, principalmente no segmento Core Balance, também é considerado um trabalho efetivo
de propriocepção, ou seja, por desafiar o praticante em situações de instabilidade nos movimentos
colocando as articulações em situações de risco, ativará impulsos proprioceptivos que são integrados em
vários centros sensoriomotores para regular automaticamente os ajustes na contração dos músculos
posturais, mantendo assim o equilíbrio postural geral. Assim, por exemplo, sensações de pressão em
alguma parte das solas dos pés indica que o corpo está posicionado mais anterior ou posterior, levando a
informação para que os músculos reajam para favorecer o equilíbrio numa plataforma.

Com o treinamento dos exercícios no core (centro do corpo), o praticante terá condições de fortalecer a
musculatura agonista e antagonista do tronco, ou seja, os constantes movimentos para frente e para trás,
na tentativa de conseguir se equilibrar, fortalecerão os músculos dorsais e abdominais estabilizando a
postura e os movimentos dinâmicos.

E o melhor de tudo: para realizar um belo trabalho de ativação do core, podemos utilizar simplesmente o
solo estável, ou plataformas simples, como a bola suíça (fit ball), balanços ou tábuas proprioceptivas,
onde o praticante terá condições de executar movimentos diferentes e rítmicos, total ou parcialmente
sobre a plataforma, tão bem como simples movimentos do dia-a-dia, trabalhados em diferentes planos e
eixos.

Para tanto, temos cada vez mais estudos e pesquisas específicas sobre este tema que trazem
informações que só vêm a enriquecer mais ainda os conhecimentos acerca da área, e corroboram com a
necessidade crescente da implantação e conscientização da importância do treinamento do Core. Sejam
nos estúdios de Pilates (o uso do "Power-house"), sejam nas academias ou centros esportivos, estes
exercícios tendem ser cada mais utilizados, tanto para fortalecimento, quanto para treinos de
estabilização e prevenção de lesões.

http://members.shaw.ca/pswk/Advanced%20Karate%20Terms.pdf

Princípios

Bushido – Caminho do Guerreiro

O Aikidô não é apenas uma arte marcial ou educação física. É uma disciplina, um processo
educacional para o adestramento da mente, corpo e espírito.
O objetivo não é lutar contra o parceiro, mas aprender as técnicas e descobrir o espírito do
Aikidô, graças à ajuda dele.

Nos treinamentos diários inicia-se com exercícios físicos leves, que gradualmente aumentam
de intensidade, mas não deve haver excessos.
É por isso que até mesmo uma pessoa idosa pode praticar o Aikidô com prazer e sem perigo.

A prática do Aikidô, portanto, deve sempre ser prazerosa e desenrolar-se harmoniosamente,


evitando ao máximo os acidentes, sem jamais perder tempo em
provas inúteis de força.

NADA HÁ PROVAR, HÁ APENAS QUE APRENDER E DESCOBRIR.

Os ensinamentos do seu instrutor constituem uma fração mínima do seu aprendizado. O


domínio das técnicas, dos movimentos, do seu espírito, depende quase
que inteiramente de seus esforços sérios e individuais.

topo

Bushido – Credo do Samurai

Samurai – Guerreiro em Seiza meditando

Eu não tenho pais,


Faço do céu e da terra meus pais.

Eu não tenho poder divino,


Faço da honestidade a minha força.

Eu não tenho condutas,


Faço da humildade minha maneira de relacionamento.

Eu não tenho dotes mágicos,


Faço da minha força de espírito meu poder mágico.

Eu não tenho nem vida nem morte,


Faço da eternidade minha vida e minha morte.

Eu não tenho corpo,


Faço da coragem o meu corpo.

Eu não tenho olhos,


Faço do relâmpago meus olhos.

Eu não tenho ouvidos,


Faço do bom senso meus ouvidos.
Eu não tenho membros,
Faço da vivacidade meus membros.

Eu não tenho projetos,


Faço da oportunidade meus planos.

Eu não sou um prodígio,


Faço do respeito à verdadeira doutrina o meu milagre.

Eu não tenho dogmas rígidos,


Faço da adaptabilidade a todas as coisas o meu princípio.

Eu não tenho amigos,


Faço do espírito meu amigo.

Eu não tenho inimigo,


Faço da distração meu inimigo.

Eu não tenho armadura,


Faço da minha sinceridade e retidão a minha armadura.

Eu não tenho castelo fortificado para me defender,


Faço da minha sabedoria de espírito o meu castelo.

Eu não tenho espada,


Faço da minha calma e silêncio espiritual minha espada.

topo

Alongamento

Série rápida de alongamentos simples

A importância do alongamento e do aquecimento como preparação do corpo para cada


atividade esportiva será diferente, pois cada uma tem um objetivo a ser alcançado, umas
exigem resistência, outras força muscular, outras flexibilidade e até combinações entre elas.

Em relação ao aquecimento este prepara o corpo para a atividade esportiva que será
realizada, este deverá ser gradual, sem causar fadiga e conseqüentemente reduzir os
estoques de energia, e evitando a possibilidade de lesões sejam as articulares, tendinosas,
musculares, entre outras.
Mas, seus principais objetivos são: aumento da temperatura corporal, tentativa de evitar
lesões, preparar as regiões corporais que serão envolvidas na atividade esportiva, ajudar a
prevenir dores musculares.

Existem fatores que influenciam no aquecimento: idade, quanto maior a idade mais gradual
e prolongada o aquecimento deve ser; estado do treinamento, quanto mais condicionado
maior o aquecimento; fatores de ordem psicológica, falta de motivação prejudicam o
mesmo; período do dia; modalidade esportiva; e temperatura do ambiente, quanto menor,
maior o tempo de aquecimento.

O alongamento geralmente é feito após o aquecimento, pois o corpo já está com sua
temperatura aumentada, e facilitando o alongamento muscular.

A questão de o alongamento ser feito antes, depois, ou antes, e depois da atividade


esportiva ainda é um assunto a ser pesquisado, mas dependendo da atividade esportiva
deve ser realizado antes e depois, reduzindo o risco de lesões e facilitando o relaxamento
muscular.

Em relação à amplitude que o alongamento deverá ser feito, este será gradual, de amplitude
moderada e por um tempo de permanência nesta amplitude maior, pois um alongamento
feito numa amplitude de movimento excessiva, a musculatura não responderá ao efeito
desejado do alongamento.

O alongamento deverá ser iniciado pelo tronco, em seguida pelos membros superiores e
inferiores, levando-se em conta nosso desenvolvimento neuropsicomotor, até mesmo
preparando o corpo em várias posturas, como alongar os músculos deitado, sentado,
ajoelhado ou em pé.

Os principais objetivos do alongamento: dar mobilidade a regiões envolvidas na atividade,


facilitar o relaxamento muscular e reduzir os riscos de lesões.

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Início e Término de uma Aula

Kissomaru Ueshiba – 02° Dooshu

Como iniciar uma aula:

Alunos perfilados por graduação e por idade.


Comandos executados pelo Sempai (Aluno mais graduado ou mais antigo):

 Seiza (Sentar)
 Shomen Ni Rei(Reverência ao Fundador)
 Sensei Ni Rei (Reverência ao Sensei)
 Otagai Ni Rei (Reverência a unidade da Arte ou a unidade dos praticantes presentes)
 Mokuso (Meditação)
 Tate (Levantar)

Como terminar uma aula:

Alunos perfilados por graduação e idade.


Comandos executados pelo Sempai (Aluno mais graduado ou mais antigo):

 Seiza (Sentar)
 Mokuso (Meditação)
 Otagai Ni Rei (Reverência a unidade da Arte ou a unidade dos praticantes presentes)
 Sensei Ni Rei (Reverência ao Sensei)
 Shomen Ni Rei (Reverência ao Fundador)
 Agradecimento: Domo Arigato Gozaimasu
 Tate (Levantar)

http://artesmarciais.no.sapo.pt/rei.htm

http://www.fpktradicional.com.br/home/index.php?option=com_content&view=article&id=8
7&Itemid=87

http://www.fksrj.com.br/index.php?option=com_content&view=category&layout=blo
g&id=50&Itemid=51