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ROSEANE NEVES NUNES

DESENVOLVIMENTO INFANTIL VOLTADO A ATENÇÃO EM TDAH


COM DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM

SÃO PAULO / 2016


ROSEANE NEVES NUNES

DESENVOLVIMENTO INFANTIL VOLTADO A ATENÇÃO EM TDAH


COM DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM

Projeto de Pesquisa apresentado à


Universidade Nove de Julho sob a orientação da
Profª: Maria Carolina Casati Digiampietri como
requesito parcial para a conclusão do curso de
Pedagogia.

SÃO PAULO / 2016

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SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO 04

2. JUSTIFICATIVA 06

3. PROBLEMATIZAÇÃO 08

4. OBJETIVOS 09
4.1. OBJETIVOS GERAIS 09
4.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 09

5. HIPÓTESE 09

6. METODOLOGIA 10

7. REFERNCIAL TEÓRICO 12

8. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 13

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1. INTRODUÇÃO

Este trabalho consiste no desenvolvimento cognitivo e psicomatricidade no


desenvolvimento da leitura e escrita no processo de alfabetização da criança de 0 a 6
anos do ensino fundamental, o professor em educação infantil é formado para atuar
no desenvolvimento e aprendizagem da criança, devendo educar e cuidar,
promovendo e avaliando o desenvolvimento e aprendizagem, elaborando,
coordenando,fazendo projetos voltados a elas.
Foi feita essa pesquisa em vários campos a respeito do desenvolvimento
infantil, alguns têm dados coletáveis para verificar a importância que instituições dão
no processo de alfabetização e dificuldades enfrentadas pela coordenação e corpo
docente. O transtorno de déficit de atenção e hiperatividade são temas mais discutidos
por neurologistas, psicólogos, psiquiatras, neuropsicologos, entre outros profissionais.
As crianças com TDAH se distraem facilmente, não conseguindo prestar
atenção e esquecendo o que foi ensinado, as avaliações do desenvolvimento motor
da criança com dificuldades de aprendizagem apresentam algum comprometimento
motor, no desenvolvimento dos componentes da motricidade.
Foi feito essa investigação com trinta crianças, com dificuldades de
aprendizagem escolar as crianças foram avaliadas por meio da “Escala de
Desenvolvimento Motor, para avaliação do desenvolvimento nos componentes de
motricidade fina, motricidade global, equilíbrio, esquema corporal, organização
espacial e organização temporal,” verificou-se maior atraso no desenvolvimento do
esquema corporal para os três grupos etários, e maior idade motora no equilíbrio e
motricidade global. Não foram identificadas diferenças significativas na idade motora
geral entre os grupos etários. Concluindo-se que essas crianças apresentam atraso
motor no desenvolvimento da maioria dos componentes avaliados, em especial, as
crianças mais velhas.
O estudo sobre os distúrbios de aprendizagem, inicialmente foi abordada a
questão da educação infantil, em seguida, foram analisadas as dificuldades de
aprendizagem na criança, o trabalho prosseguiu com o estudo sobre o déficit de
atenção e a hiperatividade, bem como a classificação de alguns tipos de distúrbios de
aprendizagem existentes, tais como os distúrbios orais, os distúrbios na escrita, os

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distúrbios no cálculo e os distúrbios na expressão e no pensamento. O trabalho
encerrou - se alertando para a necessidade de transformações na escola infantil.
O estudo foi traçar o perfil de maturidade dos padrões fundamentais de
movimento da pré-escolar, que participam do programa de desenvolvimento infantil,
foram 50 crianças, sendo 28 meninas e 22 meninos. Os movimentos fundamentais
analisados foram: andar sobre a trave, correr, saltar na horizontal, arremessar, chutar
e quicar. A coleta dos dados foi feita através de gravação em VT. Utilizou-se para a
análise dos dados, a matriz analítica proposta por Gallahue (1995). Os resultados
mostraram que as maiorias das crianças atingiram o nível elementar em todos os
movimentos, como podemos observar, no movimento andar sobre a trave 72,73% dos
meninos e 85,71% das meninas, no movimento correrem 77,27% dos meninos e
78,57% das meninas, no movimento saltar na horizontal 68,18% dos meninos e
60,71% das meninas, no movimento arremessarem 68,18% dos meninos e 53,57%
das meninas, no movimento quicar 81,82% dos meninos e 67,86% das meninas e por
fim no movimento chutar 77,27% dos meninos e 85,71% das meninas. Concluiu-se
que o motivo do estágio elementar ser predominante nestas crianças, esta relacionada
com a pouca oportunidade para a prática diversificada de atividades motoras e pela
inexistência de instrução.
O brincar tem um papel muito significativo no desenvolvimento infantil. A
brincadeira é uma linguagem natural da criança, que está presente na escola desde a
educação infantil, lugar onde aluno deve colocar e expressar através de atividades
lúdicas, considerando-se como lúdicos as brincadeiras e os jogos. Segundo os RCNS
(1998, P.27) “para que as crianças possam exercer sua capacidade de criar é
imprescindível que haja riqueza e diversidade nas experiências”, a experiência é
oferecida tanto pelas instituições de ensino, por meio de brincadeira ou aprendizagens
feitas por intervenção direta ou pela família.
A presença do lúdico na educação infantil é indispensável, pois é por meio dele
que as crianças descobrem o mundo, se inserem em um contexto social. A
brincadeira, segundo Brougére (2001), “supõe contexto social e cultural, sendo um
processo de relações interindividuais” Se o brincar é social, a criança não brinca
sozinha, ela tem um brinquedo, um ambiente, uma história, um colega, um professor
que fazem do brincar algo criativo e estimulante, esse fato é mediado pelo contexto
da escola.

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2. JUSTIFICATIVA

Como professores nos deparam com crianças que possuem o respectivo


transtorno, como desenvolver atividades sem uma formação especifica e satisfatória,
essa dificuldade é encontrada por vários educadores que vivenciam no dia a dia sendo
muito corriqueiro necessário o conhecimento de elementos práticos e teóricos para
trabalhar de forma diferenciada levando em conta a importância para seu
desenvolvimento.
Podemos destacar hipóteses de que dificuldades psicomotoras contribuem
para os docentes elaborarem metodologias/estratégias que auxiliem no
desenvolvimento motor da escrita do educando para um aprendizado mais
sistemático.
Deparei-me com um caso de TDAH, estagiando no primeiro ano, a escola que
meu filho estuda me apresentou um diagnostico de que estava tendo um déficit de
atenção foi ai que me despertou o interesse de relatar e pesquisar esse assunto.
Causou-me também uma má impressão vivida em sala de aula em que se
tratando de uma profissional da educação que se dirigindo a um aluno agredindo o
verbalmente chamando de “burro” podendo ser considerado bulling deixando a
criança bem assustada, fiquei impressionada com a atitude pensando que poderia ser
algum problema, ou mesmo um déficit de aprendizagem, achei um absurdo a postura
dessa educadora e levo como aprendizado para a minha vida acadêmica.
Em sala de aula, no acompanhamento das atividades, observei que os alunos
não acompanham as aulas por igual, que cada um tem seu momento, cada um tem
sua dificuldade, uns acompanham mais rápido outros não. É importante estar atento
aos sons da fala, se a criança está falando o mesmo que está lendo, ou seja, se tem
coerência entre a fala e a escrita. É um dos passos que nos educadores precisamos
seguir para não tirar conclusões precipitadas pode ser identificado déficit de atenção
ou TDAH.
Diante disso, surgiu a necessidade de passar aos alunos com dificuldades,
atividades diferenciadas como, por exemplo, atividade feita nos cadernos dos alunos.
Não se pode deixar de mencionar que o ambiente compromete a qualidade das aulas,
uma vez que o espaço muito apertado não permite que a professora acompanhe de
perto as atividades dos alunos, além da dificuldade de concentração e constante

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dispersão por parte das crianças. Nesse sentido, é possível relacionar as dificuldades
de aprendizagem dos alunos às condições desfavoráveis do ambiente. Dessa
maneira, a situação percebida na sala de aula investigada leva a refletir a teoria
piagetiana. Segundo Piaget, a adaptação só é bem sucedida quando o organismo
atinge o equilíbrio entre, por um lado à assimilação dos elementos da realidade
exterior e, por outro, a acomodação a essa realidade dos esquemas internos de
assimilação.
A sugestão de uma análise mais detalhada das tarefas escolares e das
dificuldades específicas de aprendizagem escolar, a s quais parecem demonstrar
relação com os aspectos motores, deve ser foco de maiores estudos, além de um
acompanhamento, por meio de avaliação motora, do desenvolvimento motor das
crianças ao longo do programa.
Muitos são os desafios encontrados na escola nos dias atuais no que se refere
à aprendizagem, um dos principais é o que se refere às dificuldades de aprendizagem,
essas dificuldades que são detectadas nos alunos procedem, essencialmente, da
capacidade de conceitualizar e processar a informação, assim como o
desenvolvimento das destrezas, que são causadas por diferenças no funcionamento
cerebral e na forma pelo qual o cérebro processa a informação. As habilidades
afetadas com maior frequência são: leitura, escrita, processamento auditivo e de fala,
raciocínio e matemática.
Nesse contexto, um dos maiores desafios da escola está diretamente
relacionado à integração e socialização dos alunos com dificuldades de
aprendizagem, pois ao contrário do que se pensam, eles não são incapazes ou
preguiçosos, mas apresentam um processamento cerebral diferenciado dos demais,
que precisa ser compreendido. Em alguns casos, estes alunos apresentam um nível
de inteligência similar ou superior à média. Esta mesma dificuldade é enfrentada pela
família das crianças, que são desafiadas constantemente no seu cotidiano no sentido
de possibilitar um desenvolvimento de qualidade aos filhos. Para o diagnóstico das
dificuldades de aprendizagem, existe uma série de indicadores que os especialistas
observam, analisam e acompanham na sua constância. Como tais dificuldades não
têm cura, é necessário que os profissionais envolvidos no processo percebam e
compreendam as limitações existentes, estimulando-as nas suas potencialidades, ou
seja, naquilo que a criança faz bem feito. Também é importante que a criança tenha

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consciência das suas dificuldades e construa uma auto-imagem positiva de si, o que
favorece a construção de formas de superar tais limitações.
Nesta oficina visa orientar os profissionais da educação no que diz respeito às
dificuldades de aprendizagem, colaborando no diagnóstico e acompanhamento
desses alunos, para que todos sejam respeitados nas suas individualidades e
desenvolvam suas potencialidades com mais segurança.

3. PROBLEMATIZAÇÃO

➢ De que forma a família, a escola e a sociedade, de um modo geral, podem


contribuir para ajudar uma criança com dificuldades de aprendizagem e
hiperatividade?
➢ Como atuar no desenvolvimento e a aprendizagem da criança e qual a
importância da psicomotricidade no desenvolvimento da leitura e da escrita no
processo de alfabetização da criança nos anos iniciais do ensino fundamental.
➢ Como sugerir a inclusão de tarefas que auxilie no desenvolvimento dos
componentes motores, além das tarefas escolares, a escola, além de oferecer
uma educação de qualidade, deve também incentivar a brincadeira na
educação infantil.
➢ O educador deve incentivar sempre a criança a participar de variadas situação
de comunicação oral, para interagir e expressar desejos, necessidades e
sentimentos por meio de linguagem oral contando suas vivencias.
➢ Interessar-se pela leitura de historias.

4. OBJETIVOS

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4.1. OBJETIVOS GERAIS

Analisar as crianças com dificuldades de aprendizagem, mais precisamente,


com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, buscando enfocar como a
família, a escola e a sociedade devem lidar com crianças que possuem este tipo de
transtorno.

4.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS

➢ Relacionar a dinâmica familiar e sua influência no desenvolvimento e


aprendizagem da criança;
➢ Investigar o que é a hiperatividade e as formas de lidar com esse transtorno do
desenvolvimento.

5. HIPÓTESE

Uma avaliação, uma sondagem a respeito do TDAH sendo diagnosticado esse


déficit de aprendizado tratando aquela criança aquele aluno respeitando as suas
dificuldades e fazendo com que facilite o seu desenvolvimento. Tratando aquela
criança aquele aluno respeitando suas dificuldades e fazendo com que facilite o seu
desenvolvimento.
Reconhecer os sintomas e a forma como a pessoa com distúrbio se comporta,
transtorno de déficit de atenção e hiperatividade são temas discutidos atualmente
ficando explicita a sua importância para o desenvolvimento da nossa educação.
Gordon (1991.apud BENCZIK,2000) afirma que as crianças com hiperatividade
no ensino regular tem duas a três vezes mais possibilidades de fracasso escolar do
que uma criança que não apresente dificuldades escolares mais com inteligência
equivalente, as dificuldades na execução e frustrações de expectativas fazem parte
de qualquer estudo e reafirmam a necessidade de formação e recursos para atuação
na área, reafirma se a necessidade de colaboração entre diferentes profissionais da
área da saúde e da pedagogia para que se possa melhor responder as necessidades
das crianças em núcleo familiar.

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6. METODOLOGIA

O desenvolvimento deste projeto está pautado em dados quanti-qualitativos:


Quantitativa porque se faz necessário o uso de dados numéricos, que ajudam
a melhor, descreverem o perfil da criança analisada, está orientado para a solução de
problemas sociais, visto que desde o início, envolvem no processo de pesquisa as
pessoas que fazem parte do grupo social em que a criança está inserida.
As dificuldades na execução e frustrações de expectativas fazem parte de
qualquer estudo e reafirmam a necessidade de formação e recursos para atuação na
área, reafirma se a necessidade de colaboração entre diferentes profissionais da área
da saúde e da pedagogia para que se possa melhor responder as necessidades das
crianças em núcleo familiar. Crianças entre 0 e 6 anos de idade que apresentam
deficiências, desvios ou atrasos no desenvolvimento neuropsicomotor.
Os Instrumentos utilizados para o desenvolvimento da pesquisa foram:
➢ Entrevista com a professora e a Orientação Pedagógica da escola em que a
criança estuda;
➢ Entrevista de apresentação com a criança;
➢ Roteiro de anamnese psicodagógico, com o propósito de fazer uma avaliação
da história de vida da criança;
➢ Testes piageanos distribuídos em dez sessões;
➢ Testes projetivos também distribuídos em dez sessões;
➢ Teste de Desenvolvimento Escolar;
➢ Entrevista com a professora;
➢ Possível diagnóstico psicopedagógico;
➢ Entrevista devolutiva para a família e para a escola.
A apresentação das dificuldades de aprendizagem será retomada através de
slides, tendo em vista que em data anterior os professores já tiveram uma palestra
sobre o assunto.
Para formação de grupos de trabalho serão distribuídos, numerados, diversas
situações de dificuldades de aprendizagem encontrados em sala de aula, para serem
analisados. Os nomes utilizados serão fictícios, porém as situações estarão

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respaldadas em casos reais. As atividades práticas serão desenvolvidas a partir da
leitura e análise dessas situações, favorecendo a troca de experiências entre os
professores e a discussão sobre os diversos transtornos e dificuldades de
aprendizagem que são detectados em sala. Após leitura e discussão, os professores
deverão propor metodologias de trabalho para com os alunos. Ainda também é
preciso avaliar de uma foram diferenciada as crianças menores de 4 anos que
necessitam de intervenção precoce especializada. O quanto mais precoce o início do
tratamento e estimulação e intervenções melhor o aproveitamento da
neuroplasticidade.
A estimulação é essencial ao desenvolvimento de qualquer criança tenha ela
deficiências ou atrasos em seu desenvolvimento ou não.
Por seguinte é preciso levar em conta as necessidades, aspirações, e a forma
de funcionamento da família, bem como respeitar valores e aspectos culturais
presentes no âmbito familiar. A partir daí iniciaram o estudo que dependia do tempo e
da disponibilidade da família, ao longo do tratamento foram atendidas crianças com
diferentes diagnósticos tais como síndrome de Dawn, paralisia cerebral, transtornos
do espectro autista (TEA), atraso de linguagem, transtornos de déficit de atenção e
hiperatividade (TDAH)e atraso ou desvio no desenvolvimento neuropsicomotor sem
diagnóstico. Esse estudo teve intervenção individualizada objetiva de forma global a
estimular todas as áreas do desenvolvimento da criança de forma integrada e
direcionada às necessidades de cada criança e sua família.
Trazendo contribuições relevantes para a formação acadêmica bem como para
a compreensão do universo das crianças com atrasos em seu desenvolvimento, nos
relatórios apresentados foram observados os comportamentos de famílias e as
modificações e ganhos.

7. REFERENCIAL TEÓRICO

“A questão do meio na pedologia”.


Essa série é considerada como representativa do projeto de Vigotski para uma
ciência do desenvolvimento infantil. A quarta conferência enfoca principalmente as
tendências específicas do desenvolvimento psicológico.

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É importante esclarecer que os títulos das conferências foram reconstruídos
em 1996, quando publicadas. Não obstante, são idênticas às expressões utilizadas
pelo próprio Vigotski.
Vigotski explica aos ouvintes que todo o curso é propedêutico, ou seja, apenas
trata dos termos principais da pedologia e metodologias de pesquisa do
desenvolvimento infantil, esses ouvintes eram os trabalhadores do sistema
educacional, sem uma educação psicológica específica;
Vigotski caracteriza os três grupos de teorias do desenvolvimento infantil, duas
das quais não demandam a definição de desenvolvimento.
‘’Se a primeira teoria rejeita o desenvolvimento ao ensinar que
todo o desenvolvimento é dado logo no início, a segunda
também rejeita o desenvolvimento, porque o substitui, de
processo interno da criança, por uma simples aquisição de
experiência, como simples reflexo da influência do
ambiente.(Vigotski, 2001, p. 28)’’
O primeiro aprendizado vem de casa, a criança se acostuma ao seu ambiente
tendo que aprender regras e respeito com as outras crianças respeitando o espaço
de cada uma.
‘’Deste modo, quando falo que a pedologia usa o método clínico
para estudar o desenvolvimento infantil, quero dizer que se
aproxima de todas as manifestações externas observáveis no
desenvolvimento infantil somente como atributos (signos), que
mostram como o processo ocorreu, como o próprio processo
aconteceu,lembrando o que iniciou esses sintomas. (Vigotski,
2001, p. 45)’’
Ao lado disto, Vigotski enfatizou especialmente outro método comparativo em
pedologia, que considerou muito importante, sob o ponto de vista do diagnóstico
clínico:
“um método comparativo também é usado na pedologia de um
modo diferente, significando o modo como é usado em qualquer
disciplina clínica, quando a criança é comparada não consigo
mesma, mas com crianças que tiveram diversos cursos de
desenvolvimento” (Vigotski, 2001, p. 50).

“Para ilustrá-lo, Vigotski passou muito tempo discutindo a


diferença entre as crianças com desenvolvimento mais rápidas,
então denominadas.”

‘’A genética estuda as próprias leis da hereditariedade, portanto


requer características puras, na sua forma pura, requer
características que são muito estáveis e consistentes. A
pedologia estuda o papel da hereditariedade no processo de
desenvolvimento, portanto demanda indicações mistas que são
instáveis e sujeitas à mudança no processo de desenvolvimento.
( Vigotski, 2001,p. 55)’’

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8. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

http://www.scielo.br/pdf/rbcdh/v12n1/a06v12n1

http://www.avm.edu.br/monopdf/7/MARIA%20DULCE%20DOS%20SANTOS%20MO
RAIS.pdf

https://periodicos.ufsm.br/index.php/kinesis/article/view/8121

http://dspace.bc.uepb.edu.br/jspui/bitstream/123456789/7060/1/PDF%20-
%20Lidiane%20Solange%20da%20Silva.pdf

http://www.ead.cesumar.br/moodle2009/lib/ead/arquivosApostilas/313.pdf

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