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Juizados Especiais Cíveis (Lei n° 9.

099/95)

- Natureza: Considerado FACULTATIVO, podendo a parte optar pelo ajuizamento da demanda na Justiça
Comum

- Limite: vinte (20) salários-mínimos, SEM ADVOGADO / quarenta (40) salários-mínimos, COM
ADVOGADO

- Partes: Art. 8°: Não poderão ser partes, no processo instituído por esta Lei, o incapaz, o preso, as pessoas
jurídicas de direito público, as empresas públicas da União, a massa falida e o insolvente civil. Podem ser
partes as pessoas físicas, as pessoas enquadradas como microempreendedores individuais, microempresas e
empresas de pequeno porte e as OSCIP's.

Juizados Especiais Federais (Lei n° 10.259)

- Natureza: Considerado OBRIGATÓRIO, não podendo a parte, caso intente determinada ação, optar pelo rito
comum quando cabível a ação no JEF

- Limite: sessenta (60) salários-mínimos, com ou sem advogado

- Partes: Art. 6o Podem ser partes no Juizado Especial Federal Cível: como autores, as pessoas físicas e as
microempresas e empresas de pequeno porte, como rés, a União, autarquias, fundações e empresas públicas
federais.

Juizados Especiais da Fazenda Pública (Lei n° 12.153)

- Natureza: Considerado OBRIGATÓRIO (competência absoluta), não havendo opção ao demandante.

- Partes: Inovação em relação à Lei n° 9.099/95: Podem ser partes no Juizado Especial da Fazenda Pública
como autores, as pessoas físicas e as microempresas e empresas de pequeno porte, como réus, os Estados, o
Distrito Federal, os Territórios e os Municípios, bem como autarquias, fundações e empresas públicas a eles
vinculadas.

-Limite: 60 salários-mínimos, com ou sem advogado!

DESPESAS PROCESSUAIS

O acesso ao JEC em primeira instância independe de pagamento de custas, taxas ou emolumentos. Em sede recursal há
o pagamento do preparo, que incluirá as despesas de primeiro grau.

Na sentença de primeiro grau não haverá condenação de custas e honorários, salvo litigância de má-fé.
Em sede recursal, vencido o recorrente, será devido as custas e honorários de 10% a 20% do valor da condenação ou da
causa.

Na execução só serão devidas custas se:


· Reconhecida a litigância de má-fé;
· Improcedentes os embargos do devedor;
· Tratar-se de execução de sentença que tenha sido objeto de recurso improvido do devedor.