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De volta à Venezuela, Guaidó


promete continuar mobilizações
e faz novo apelo a militares
Opositor de Maduro faz chamado para Exército deter coletivos, grupos paramilitares
que apoiam o governo

O Globo
04/03/2019 - 16:46 / Atualizado em 04/03/2019 - 20:52

O líder opositor Juan Guaidó, reconhecido por 50 países como presidente da Venezuela, fala a apoiadores durante
comício em Caracas Foto: CARLOS GARCIA RAWLINS / REUTERS

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CARACAS - Logo após desafiar


uma ameaça de prisão por parte do

governo de Nicolás Maduro e voltar
à Venezuela sem sofrer nenhum
tipo de repressão, Juan Guaidó,
que se proclamou presidente
interino com apoio da Assembleia
Nacional e assim foi reconhecido
por 50 países, prometeu continuar
as mobilizações para derrubar o atual governo, convocando um novo
protesto para o próximo sábado.

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— O que virá para cessar a usurpação? A mobilização, a rua, a união de


todos os setores, a cooperação internacional — afirmou ao lado de sua
mulher, em discurso em um comício em Caracas que ele próprio havia
convocado pelas redes sociais na véspera. — Há dois elementos hoje que
asseguram a transição: a união e nos mantermos mobilizados.

Autoproclamado presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó desembarcou no Aeroporto de Caracas

Guaidó conclamou o Exército a “deter” os chamados "coletivos" pró-


governo que participaram dos enfrentamentos no dia 23 de fevereiro,
quando liderou uma tentativa fracassada de ingressar no país com ajuda
internacional.

Em uma tentativa de separar as Forças Armadas de outros grupos que


apoiam Maduro, ele definiu esse grupos paramilitares como a “última
linha de defesa” do governo, reconhecendo todavia que “não podemos
definir como um êxito a iniciativa de 23 de fevereiro”. Guaidó também
deixou de atribuir responsabilidade direta pela repressão que deixou sete
mortos e dezenas de feridos às Forças Armadas, de cujo apoio ele precisa
para efetivar seu projeto de tirar Maduro do Palácio de Miraflores.

— Exigimos justiça diante de nosso povo. Os

SAIBA MAIS
senhores das Forças Armadas devem deter
os coletivos armados que atuaram no dia 23
Guaidó anuncia retorno à
Venezuela e convoca novos de fevereiro. Ser cúmplice por omissão
protestos também é ser cúmplice de crimes de lesa
humanidade. Basta de impunidade — disse.
72 horas na fronteira: o colapso — Senhores das Forças Armadas: é evidente
irreversível da Venezuela que depois das ameaças (de prendê-lo)
alguém não cumpriu. (...) A cadeia de
comando está quebrada.
10 perguntas para Ivan Briscoe,
diretor para América Latina e
Caribe do International Crisis
Group

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Ele repetiu a última frase ao afirmar a jornalistas que foi saudado como
"presidente" pelos funcionários da Imigração. O político definiu sua volta
como uma "pequena vitória" e comunicou que se reunirá com sindicatos e
funcionários públicos venezuelanos nesta terça-feira para “um importante
anúncio”, sem explicar o que este será, acrescentando somente que “não
se pode permitir que a burocracia esteja sequestrada”.

— É preciso deixar sem funcionamento este regime que nos oprime —


disse.

O líder da oposição a Maduro fez um agradecimento aos presidentes da


Colômbia, Iván Duque, do Brasil, Jair Bolsonaro, do Chile, Sebastián
Piñera, do Paraguai, Mario Abdo Benítez, e do Panamá, Juan Carlos
Varela, por “respaldar a luta da Venezuela”.

Minutos depois, no Twitter, Guaidó agradeceu a representantes


diplomáticos que o receberam no aeroporto, de “Argentina, Brasil,
Canadá, Chile, Peru, Equador, Estados Unidos, Alemanha, Espanha,
França, Holanda, Portugal e Romênia, que acompanharam a nossa
chegada à Venezuela em uma demonstração do firme compromisso do
mundo com a nossa democracia”. A reportagem não conseguiu identificar
por uma fonte independente se o Brasil enviou algum representante para
o aeroporto.

Guaidó reiterou que voltará a tentar que a ajuda internacional entre no


país, sem detalhar o próximo passo a este respeito. Ele também lamentou
a morte de três índios por apoiadores de Maduro, dizendo, que, ao
cometer as mortes, “o regime mostrou a sua pior cara”.

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O governo de Maduro ainda não comentou a volta de Guaidó. Maduro


postou nas redes sociais vídeos de promoção do turismo na Venezuela.

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