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CONDOMÍNIO DE

LABORATÓRIOS DO
CENTRO POLITÉCNICO

OMMA/NMCC
CADERNO DE ENCARGOS
MEMORIAL DESCRITIVO

JANEIRO 2013
ÍNDICE

1.0 - CADERNO DE ENCARGOS 004


1.01 - APRESENTAÇÃO 004
1.02 - DADOS DA OBRA 005
1.03 - TABELA DE ÁREAS 008
1.04 - PROGRAMA OMMA/NMCC 009
1.05 - EQUIPE TÉCNICA 010
1.06 - DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA - RELAÇÃO DE PRANCHAS 011
1.07 - CONSIDERAÇÕES INICIAIS 017
1.08 - NORMAS DE EXECUÇÃO 022
1.09 - PLANEJAMENTO DA OBRA 024
1.10 - MANUAL DE MANUTENÇÃO, CONSERVAÇÃO, INSTRUÇÕES DE USO 034
1.11 - ETAPAS DE EXECUÇÃO A OBRA 034

2.0 – MEMORIAL DESCRITIVO 035


2.1 - PROJETO ARQUITETÔNICO E PAISAGISMO 036
01– TAXAS DE OBRA E REQUISITOS GERAIS 036
02 - INSTALAÇÕES PRELIMINARES E CANTEIRO DE OBRA 036
03 – TRABALHOS EM TERRA 038
04 – FUNDAÇÕES E CONTENÇÕES 039
05 – SUPERESTRUTURA 040
06 – PAREDES E PAINÉIS 040
07 – COBERTURA 041
08 – IMPERMEABILIZAÇÃO 041
09 – ESQUADRIAS E FERRAGENS 042
10 – INSTALAÇÃO HIDROSSANITÁRIA, INCÊNDIO 046
11 – INSTALAÇÃO ELÉTRICA, TELEFONE, LÓGICA 046
12 – INSTALAÇÃO DE AR CONDICIONADO 046
13 – REVESTIMENTO DE PISO 046
14 - REVESTIMENTOS DE PAREDES 048
15 – REVESTIMENTOS DE FORROS 049
16 – PINTURA 050
17 – LOUÇAS E METAIS 050
18 – SERVIÇOS DIVERSOS 051
19 – SERVIÇOS EXTERNOS 053
20 - LIMPEZA DA OBRA 061

2.2 - PROJETO HIDRO-SANITÁRIO, PREVENÇÃO DE INCÊNDIO 062


01 - INSTALAÇÃO DE AGUA POTÁVEL 062
02 - INSTALAÇÕES SANITÁRIAS 063
03 - INSTALAÇÕES PLUVIAIS 064
04 – PREVENÇÃO DE INCENDIO 066
MEMORIAL DE CALCULO DAS VIAS DE ABANDONO - MVA 067

2.3 - PROJETO ELÉTRICO, REDE ESTRUTURADA, AUTOMAÇÃO PREDIAL,


SPDA, SEGURANÇA PATRIMONIAL, ALARME, CFTV E SONORIZAÇÃO 070
01 – PROJETO ELÉTRICO 070
02 – OBJETIVOS 070
03 – CRITÉRIOS DO PROJETO 070
04 – DIVISÃO DO SISTEMA 070
05 - CONCEPÇÃO ADOTADA 072
06 – ATERRAMENTO 073
07 – ILUMINAÇÃO 073
08 - REDE ESTRUTURADA 077
09 - SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS – SPDA 086
10 - CIRCUITO FECHADO DE TV – CFTV 086
11 - SISTEMA DE DETECÇÃO E ALARME CONTRA INCÊNDIO – SDAI 087
MEMORIAL DE CÁLCULO PROJETO ELÉTRICO 089

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2.4 - PROJETO DE AR CONDICIONADO E VENTILAÇÃO MECÂNICA 095
01 - OBJETO 095
02 - CRITÉRIOS DE CÁLCULOS 095
03 - BASE DE DADOS 095
04 - DESCRIÇÃO DAS INSTALAÇÕES E DOS EQUIPAMENTOS 096
05 - CONDICIONADORES DE AR 097
06 - REDES FRIGORÍFICAS 099
07 - REDES DE DUTOS - SUPRIMENTO DE AR EXTERNO 101
08 - REDES ELÉTRICAS 103
09 - CAMARA FRIGORÍFICA 104
10 - CÂMARA FRIA 105
11 - MÃO DE OBRA 106
12 - TAB - TESTES, AJUSTES E BALANCEAMENTO 108
13 - PROJETO EXECUTIVO 108
14 – GARANTIAS 109
15 - TERMO DE RESPONSABILIDADE 109

2.5 - PROJETO DE ESTRUTURA METÁLICA 110


01 - METODOLOGIA EXECUTIVA 110
02 - LAJES TIPO STEEL DECK 112
03 - CONCRETO PARA LAJE STEEL DECK 113
04 - MATERIAIS 113
05 - MONTAGEM DE ESTRUTURAS METÁLICAS 113
06 – COBERTURAS 116

2.6 - PROJETO DE ESTRUTURA DE CONCRETO 117


01 - NORMAS, ESPECIFICAÇÕES E MÉTODOS OFICIAIS 117
02 - ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO 117
03 - DEFINIÇÃO DOS SISTEMAS ESTRUTURAIS 122
04 - PAREDES DE CONTENÇÃO 122
CARTA RESPOSTA CARREGAMENTO NAS LAJES BLOCO OMMA/NMCC 123

2.7 - PROJETO INSTALAÇÕES DE GASES INDUSTRIAIS 124


01 – OBJETIVOS 124
02 – TUBULAÇÕES 124
03 - MATERIAIS UTILIZADOS PARA AS TUBULAÇÕES 124
04 - CENTRAL DE DISTRIBUIÇÃO E CONSUMO PARA GASES ESPECIAIS 125
05 - REGULADORES DE PRESSÃO PARA O POSTO DE CONSUMO 125
06 - TESTES HIDROSTÁTICO E LIMPEZA DA TUBULAÇÃO 125
07 – SEGURANÇA 125

3.0 – ESPECIFICAÇÃO MATERIAIS DE ACABAMENTO: localização 127

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1.0 – CADERNO DE ENCARGOS

1.01 - APRESENTAÇÃO
O Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico compreende dois blocos
localizados dentro do Campus III da Universidade Federal do Paraná, próximo
à entrada da Rua Cel. Francisco Heráclito dos Santos, no bairro Jardim das
Américas em Curitiba.
Estas construções se propõem a abrigar diversos laboratórios de diferentes
áreas do conhecimento. Para tal, contam com planta flexível e espaços modu-
lares capazes de cumprir as exigências técnicas de cada especialidade.
Este documento trata da primeira etapa do Condomínio de Laboratórios, de-
nominada de edifício do Observatório Multidisciplinar de Meio Ambiente e do
Núcleo de Modelagem e Computação Científica - OMMA/NMCC.
O edifício OMMA/NMCC é composto por dois volumes. O elemento principal é
construído em concreto e alvenaria, onde estão os laboratórios, os sanitários,
os elevadores, uma escada de emergência, o conjunto de caixas d’água sobre
a última laje. O segundo volume, em aço e vidro, compõe a fachada frontal e
abriga a escada principal. O terceiro componente é um bloco de circulação ver-
tical em concreto e alvenaria ligado ao corpo principal do edifício por uma pe-
quena passarela. Além destes volumes o conjunto contém espaço construído
para abrigar as caixas d’água sobre a última laje, uma central de GLP e uma
sub-estação de energia elétrica.
A construção se apresenta com os seguintes pavimentos: Subsolo, com acesso
de pedestres em nível pela rua principal, contendo hall de elevadores, salas
técnicas e armazenamento de gases especiais; Térreo, com o acesso principal
e laboratórios; 3 pavimentos tipo, com laboratórios.
Quanto ao conforto térmico, o edifício dispõe de forro mineral com desempenho
compatível e superfícies envidraçadas com sistemas de proteção solar ade-
quadas. Os materiais escolhidos tiveram como critério sobriedade e durabilida-
de.
O novo Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico se propõe a ser um
edifício eficiente do ponto de vista energético e durável no que diz respeito a
linguagem arquitetônica e a disponibilidade de espaços de atendimento às ne-
cessidades dos cursos de graduação e pós graduação.

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1.02 - DADOS DA OBRA

CONTRATANTE
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
Prefeitura da Cidade Universitária - PCU
Rua Cel. Francisco H. dos Santos, 210
Curitiba – Jardim das Américas - CEP: 81.530-000
Fone: (41) 3361-3288
E-mail: licita.pcu@ufpr.br

PROJETO DE ARQUITETURA - PCU


Denise Martins Lopes arquiteta: A 22.450-2 CAU
Felipe Sachs arquiteto: 87.453-1 CAU

PROJETO EXECUTIVO COMPLETO


SOBE Arquitetura
Alameda Cabral, 591 conj. 301
Curitiba - Centro – CEP 80.410-410
Fone: (41) 3779 7093
E-mail: sobe@sobearquitetura.com.br
Responsável técnico coordenação dos projetos executivos:
Salvador Gnoato arquiteto 6.964-7 CAU

FISCALIZAÇÃO DOS PROJETOS - PCU


Denise Martins Lopes arquiteta: A 22.450-2 CAU
Carlos Eduardo Stival arquiteto: A 47.614-5 CAU

LOCALIZAÇÃO DA OBRA
Rua Cel. Francisco H. dos Santos, 210
Curitiba – Jardim das Américas - CEP: 81.530-000

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1.03 - TABELA DE ÁREAS OMMA / NMCC

Subsolo (nível 3,30 m) ............................................................... 833,93 m²

Térreo (nível + 6,95 m) ................................................................ 818,88 m²

1°Pavimento (nível + 10,60 m) .................................................... 894,47 m²

2°Pavimento (nível + 14,25 m) .................................................... 823,44 m²

3º Pavimento (nível + 17,90 m ) .. ............................................. 827,54 m²

Pavimento Técnico (nível + 21,55 m) .......................................... 95,89 m²

Total Geral ............................................................................... 4.294,15 m²

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1.04 - PROGRAMA OMMA/NMCC

PAVIMENTO USOS
Subsolo - Almoxarifado
- Equipamentos
- Preparo de amostras
- Armazenamento de gases especiais
- Hall de elevadores

Térreo - Sanitários / DML / Sala técnica / Copa


- Geografia – Lab. De Análise Sócio-Ambiental Urbana
- MADE 1
- MADE 2
- MADE 3
- Biblioteca
- Sala de Coordenação e Secretaria do PPGMADE
- Lab. Audiovisual
- Lab. de Disseminação do Conhecimento
- CENACID

1º Pavimento - Sanitários / DML / Sala técnica / Copa


- Preparo de Amostras
- Reatores e Sistema Piloto
- Microbiologia Ambiental
- Câmara Séptica
- Lab. De Ruído Ind., Saúde do Trabalho e Qualidade Ambiental

2° Pavimento - Sanitários / DML / Sala técnica / Copa


- Laboratório Reatores e sistema Piloto
Laboratório Instrumental
Laboratório Micro-biologia e Câmera Asséptica
-Laboratório Multiusuário e Interdisciplinar para Estudos de Materiais Bioló-
gicos
-Laboratório de Ruído Industrial, Saúde do Trabalho e Qualidade Ambiental

3° Pavimento - Sanitários / DML / Sala técnica / Copa


- Centro de pesquisa em Educação Científica e Tecnológica
-Laboratório de simulação e Modelagem Computacional I
-Computação Científica
-Laboratório de Grupos de Pesquisa do NMCC
-Laboratório de visualização científica
-Sala de Reuniões do LabVis
-Coordenação e Apoio LabVis

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1.05 - EQUIPE TÉCNICA
Coordenação geral e compatibilização dos projetos executivos complementares
Bráulio Carollo: arquiteto: CAU 4692-2
Salvador Gnoato: arquiteto: CAU 6964-7
Fone: (41) 3779 7093 - e-mail: sobe@sobearquitetura.com.br

Projeto Arquitetônico Executivo


Bráulio Carollo: arquiteto: CAU 4.692-2 – RRT 766935
Salvador Gnoato: arquiteto: CAU 6.964-7 – RRT 763620
Gabriel Celligoi: arquiteto: CAU 92.697-3 – RRT 767101
Projeto Topográfico
Ivo Nicola: agrimensor – 1.572 TD CREA PR – ART 20124907832
Fone: (41) 3284-6208 - e-mail: ivo@ivonicola.com.br

Sondagem
Cesar Augusto Kury - engenheiro civil – 65.785 D CREA SP - 20123510521
Fone: (41) 3023-2408 - e-mail: cjk-engecivil@uol.com.br

Fundações
Cesar Augusto Kury - engenheiro civil – 65.785 D CREA SP – ART 20124924672
Fone: (41) 3023-2408 - e-mail: cjk-engecivil@uol.com.br

Projeto Estrutural de Concreto Armado


Mara Cristina Detsch: engenheira civil – 33.906 D CREA PR - ART 20124687689
Fone: (41) 3524-3235 - e-mail: maracd@terra.com.br

Projeto Estrutura de Aço


Tiago Henrique da SIlva: engenheiro civil – 115.594 D CREA PR
Fone: (41) 9255-6760 - e-mail: tiagohs@cwconsultoria.com.br

Projeto Elétrico, Rede e Voz


Osmar Nascimento Costa: engenheiro eletricista - 21.251 D CREA PR – ART 20124658484
Fone: 41-3364 7000 – e-mail: osmar@omsengenharia.com.br

Projeto Instalações Hidráulicas e Prevenção de Incêndio


Adolar Gauziski – engenheiro civil - 9.639 D CREA PR – ART 20124684760
Fone: (41) 3018 1680 – e-mail: adolar@creapr.org.br

Projeto Instalações Mecânicas e Climatização


Alberto Gatti Neto – engenheiro mecânico - 5.468 D CREA PR – ART 20124661620
Fone: (41) 3074 1129 - gatti@damiani.com.br

Orçamento e Planilha Orçamentária


Rosangela Zamberlan: engenheira civil – 13.174 D CREA RS - 20124906852
Fone: (41) 3779 7093 - e-mail: rosangela@sobearquitetura.com.br

Projeto de gases especiais


Roberto Pedrosa Luparelli – engenheiro mecânico - 110.477 D CREA PR
Fone: (41) 3335-9732 - rhoma@rhoma.com.br

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1.06 - DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA
RELAÇÃO DE PRANCHAS

Coordenação geral e compatibilização dos projetos complementares


Bráulio Carollo: arquiteto: CAU 4692-2
Salvador Gnoato: arquiteto: CAU 6964-7
Fone: (41) 3779 7093 - e-mail: sobe@sobearquitetura.com.br

1. IMPLANTAÇÃO
2. PLANTA BAIXA TÉRREO
3. PLANTA BAIXA - 1º PAVIMENTO
4. PLANTA BAIXA - 2º PAVIMENTO
5. PLANTA BAIXA - 3º PAVIMENTO
6. PLANTA BAIXA SUBSOLO
7. PLANTA BAIXA - PAV TÉCNICO E COBERTURA

Projeto Arquitetônico Executivo


Bráulio Carollo: arquiteto: CAU 4.692-2
Salvador Gnoato: arquiteto: CAU 6.964-7
Gabriel Celligoi: arquiteto: CAU 92.697-3

1. PERSPECTIVAS
2. IMPLANTAÇÃO
3. PLANTA DE LOCAÇÃO E MOVIMENTO DE TERRA
4. PERFIS DO TERRENO
5. PLANTA SUBSOLO
6. PLANTA – TÉRREO E 1° PAVIMENTO
7. PLANTA - 2° E 3° PAVIMENTO
8. PLANTA – COBERTURA E PVTO TÉCNICO
9. CORTES 1,2 e 4
10. CORTES 3 e 5
11. CORTES 4 e 6
12. ELEVAÇÕES SUL E OESTE
13. ELEVAÇÕES NORTE E LESTE
14. LAYOUT SUBSOLO
15. LAYOUT TÉRREO E 1° PVTO
16. LAYOUT 2° E 3° PVTO
17. PLANTA DE PISO – SUBSOLO E PVTO TÉCNICO
18. PLANTA DE PISO – TÉRREO E 1° PVTO
19. PLANTA DE PISO – 2° E 3° PVTO
20. PLANTA DE FORRO – SUBSOLO E PVTO TÉCNICO
21. PLANTA DE FORRO – TÉRREO E 1° PVTO
22. PLANTA DE FORRO – 2° E 3° PVTO
23. DETALHAMENTO – ESCADAS
24. DETALHAMENTO – ESCADAS
25. DETALHAMENTO – SANITÁRIOS
26. DETALHAMENTO - ELEVADORES

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27. DETALHAMENTO – GUARDA-CORPO
28. DETALHAMENTO - GUARDA-CORPO
29. DETALHAMENTO - GUARDA-CORPO
30. DETALHAMENTO – ESQUADRIAS
31. DETALHAMENTO – ESQUADRIAS
32. DETALHAMENTO – ESQUADRIAS
33. DETALHAMENTO – ESQUADRIAS
34. DETALHAMENTO - ESQUADRIAS
35. DETALHAMENTO - BANCADAS
36. DETALHAMENTO - BANCADAS
37. DETALHAMENTO - BANCADAS
38. COMUNICAÇÃO VISUAL
39. LOCAÇÃO DO CANTEIRO DE OBRAS

Projeto Topográfico
Ivo Nicola: agrimensor – 1.572 TD CREA PR – ART 20124907832
Fone: (41) 3284-6208 - e-mail: ivo@ivonicola.com.br

- Levantamento planialtimétrico cadastral

Sondagem
Cesar Augusto Kury - engenheiro civil – 65.785 D CREA SP - 20123510521
Fone: (41) 3023-2408 - e-mail: cjk-engecivil@uol.com.br

- Locação dos furos de sondagem


- Perfil de sondagem do furo S-1
- Perfil de sondagem do furo S-2
- Perfil de sondagem do furo S-3
- Perfil de sondagem do furo S-4
- Perfil de sondagem do furo S-5
- Perfil de sondagem do furo S-6
- Perfil de sondagem do furo S-7
- Perfil de sondagem do furo S-8
- Relatório de sondagem simples: reconhecimento à percussão

Fundações
Cesar Augusto Kury - engenheiro civil – 65.785 D CREA SP
Fone: (41) 3023-2408 - e-mail: cjk-engecivil@uol.com.br
01- FUNDAÇÃO: ESTACAS TIPO HÉLICE CONTÍNUA

Projeto Estrutural de Concreto Armado


Mara Cristina Detsch: engenheira civil – 33.906 D CREA PR - ART 20124687689
Fone: (41) 3524-3235 - e-mail: maracd@terra.com.br

01/76 Planta de cargas


02/76 Locação da fundação
03/76 Blocos de fundação 01.03
04/76 Blocos de fundação 02.03
05/76 Blocos de fundação 03.03
06/76 Formas subsolo

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07/76 Formas térreo
08/76 Formas pavimento 01
09/76 Formas pavimento 02
10/76 Formas pavimento 03
11/76 Formas pavimento técnico
12/76 Formas cobertura caixa d´água
13/76 Pilares subsolo
14/76 Pilares térreo 01.02
15/76 Pilares térreo 02.02
16/76 Pilares pavimento 01 – 01.02
17/76 Pilares pavimento 01 – 02.02
18/76 Pilares pavimento 02
19/76 Pilares pavimento 03
20/76 Pilares pavimento técnico – 01.02
21/76 Pilares pavimento técnico – 02.02
22/76 Pilares cobertura caixa d´água
23/76 Escadas térreo
24/76 Escada pavimento 01
25/76 Escada pavimento 02
26/76 Escada pavimento 03
27/76 Escada pavimento técnico
28/76 Lajes subsolo negativos
29/76 Lajes subsolo positivos
30/76 Lajes térreo negativos - X
31/76 Lajes térreo negativos - Y
32/76 Lajes térreo positivos - X
33/76 Lajes térreo positivos - Y
34/76 Lajes pavimento 01 negativos - X
35/76 Lajes pavimento 01 negativos - Y
36/76 Lajes pavimento 01 positivos
37/76 Lajes pavimento 02 negativos - X
38/76 Lajes pavimento 02 negativos - Y
39/76 Lajes pavimento 02 positivos
40/76 Lajes pavimento 03 negativos - X
41/76 Lajes pavimento 03 negativos - Y
42/76 Lajes pavimento 03 positivos
43/76 Lajes pavimento técnico negativos - X
44/76 Lajes pavimento técnico negativos - Y
45/76 Lajes pavimento técnico positivos
46/76 Lajes cobertura caixa d´água
47/76 Vigas subsolo 01.02
48/76 Vigas subsolo 02.02
49/76 Vigas térreo 01.04
50/76 Vigas térreo 02.04
51/76 Vigas térreo 03.04
52/76 Vigas térreo 04.04
53/76 Vigas pavimento 01 – 01.03
54/76 Vigas pavimento 01 – 02.03

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55/76 Vigas pavimento 01 – 03.03
56/76 Vigas pavimento 02 – 01.03
57/76 Vigas pavimento 02 – 02.03
58/76 Vigas pavimento 02 – 03.03
59/76 Vigas pavimento 03 – 01.03
60/76 Vigas pavimento 03 – 02.03
61/76 Vigas pavimento 03 – 03.03
62/76 Vigas pavimento técnico – 01.03
63/76 Vigas pavimento técnico – 02.03
64/76 Vigas pavimento técnico – 03.03
65/76 Vigas cobertura caixa d´água 01.02
66/76 Vigas cobertura caixa d´água 02.02
67/76 Vigas intermediárias elevador - térreo
68/76 Vigas intermediárias elevador – pavto 01
69/76 Vigas intermediárias elevador – pavto 02
70/76 Vigas intermediárias elevador – pavto 03
71/76 Vigas intermediárias elevador – pavto técnico
72/76 Elementos poço do elevador
73/76 Arrimos 01.03
74/76 Arrimos 02.03
75/76 Arrimos 03.03
76/76 Arrimos frente

Projeto Estrutura de Aço


Tiago Henrique da SIlva: engenheiro civil – 115.594 D CREA PR
Fone: (41) 9255-6760 - e-mail: tiagohs@cwconsultoria.com.br
ESTRUTURA METÁLICA DA FACHADA
1. DETALHES TÍPICOS
2. LOCAÇÃO E REAÇÕES
3. CORTE EIXO C E C'
4. CORTE EIXO D e E
5. CORTES EIXOS 1 à 9 E DETALHES
6. PLANTAS DOS NÍVEIS
7. DETALHES DE SOLDAGEM 1/3
8. DETALHES DE SOLDAGEM 2/3
9. DETALHES DE SOLDAGEM 3/3

ESTRUTURA METÁLICA DA COBERTURA


1. DETALHES DE LOCAÇÃO E MONTAGEM
2. DETALHES GENÉRICOS E SOLDAGEM

Projeto Elétrico, Rede e Voz


Osmar Nascimento Costa: engenheiro eletricista - 21.251 D CREA PR
Fone: 41-3364 7000 – e-mail: osmar@omsengenharia.com.br

1. ENTRADA DE ENERGIA - IMPLANTAÇÃO


2. ILUMINAÇÃO-SUBSOLO
3. ILUMINAÇÃO-PAVTO TÉRREO
4. ILUMINAÇÃO- 1º PAVTO
5. ILUMINAÇÃO- 2º PAVTO
6. ILUMINAÇÃO- 3º PAVTO E PAVTO TÉCNICO

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7. TOMADAS - SUBSOLO
8. TOMADAS – PAVTO TÉRREO
9. TOMADAS -1º PAVTO
10. TOMADAS -2º PAVTO
11. TOMADAS -3º PAVTO E PAVTO TÉCNICO
12. ELÉTRICO- DIAGRAMAS UNIFILARES 1
13. ELÉTRICO- DIAGRAMAS UNIFILARES 2
14. ELÉTRICO- DIAGRAMAS UNIFILARES 3
15. ELÉTRICO- SUBESTAÇÃO SEMI ENTERRADA 500CVA
16. CABEAMENTO ESTRUTURA DO- IMPLANTAÇÃO
17. CABEAMENTO ESTRUTURA DO- SUBSOLO
18. CABEAMENTO ESTRUTURA DO- PAVTO TÉRREO
19. CABEAMENTO ESTRUTURA DO-1ºPAVTO
20. CABEAMENTO ESTRUTURA DO- 2º PAVTO
21. CABEAMENTO ESTRUTURA DO- 3º PAVTO
22. CFTV- SUBSOLO
23. CFTV- PAVTO TÉRREO
24. CFTV- 1º PAVTO
25. CFTV- 2º PAVTO
26. CFTV- 3º PAVTO
27. AR COND- PAVTO TÉRREO
28. AR COND- 1º PAVTO
29. AR COND- 2º PAVTO
30. AR COND- 3º PAVTO
31. SDAI- SUBSOLO
32. SDAI- PAVTO TÉRREO
33. SDAI-1º PAVTO
34. SDAI-2º PAVTO
35. SDAI-3º PAVTO
36. ELÉTRICO-SPDA E ATERRAMENTO
37. ELÉTRICA E DADOS- DETALHES GERAIS

Projeto Instalações Hidráulicas e Prevenção de Incêndio


Adolar Gauziski – engenheiro civil - 9.639 D CREA PR
Fone: (41) 3018 1680 – e-mail: adolar@creapr.org.br

HIDRÁULICO:
1. FOLHA DE SITUAÇÃO E ESTATÍSTICA
2. PLANTA DE IMPLANTAÇÃO
3. PAVIMENTO TÉRREO E SUBSOLO
4. 1º E 2º PAVIMENTOS
5. COBERTURA E 3º PAVIMENTO
6. DETALHES E ISOMÉTRICAS
7. ESQUEMA DE ÁGUA E ESGOTO
PREVENÇÃO DE INCÊNDIO
1. PLANTA DE RISCO DE INCÊNDIO QUADRO DE ESTATÍSTÍCA
2. PLANTAS TÉRREO E SUBSOLO
3. PLANTAS DO 1º E 2ºPAVTO
4. PLANTAS DA COBERTURA E 3ºPAVTO E DETALHES SINALIZAÇÃO
EMERGÊNCIA
5. CORTE ESQUEMATICO E DETALHES

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Projeto Instalações Mecânicas e Climatização
Alberto Gatti Neto – engenheiro mecânico - 5.468 D CREA PR
Fone: (41) 3074 1129 - gatti@damiani.com.br

1. AR CONDICIONADO-OMMA/NMCC- TÉRREO
2. AR CONDICIONADO-OMMA/NMCC- 1ºPAVTO
3. AR CONDICIONADO-OMMA/NMCC- 2ºPAVTO
4. AR CONDICIONADO-OMMA/NMCC- 3ºPAVTO
5. AR CONDICIONADO-OMMA/NMCC- COBERTURA
6. AR CONDICIONADO-OMMA/NMCC-SUBSOLO
7. AR CONDICIONADO-OMMA/NMCC- CÂMARA FRIA
8. AR CONDICIONADO-OMMA/NMCC - CORTES E DETALHES

Projeto de gases especiais


Roberto Pedrosa Luparelli – engenheiro mecânico - 110.477 D CREA PR
Fone: (41) 3335-9732 - rhoma@rhoma.com.br

1. GASES ESPECIAIS-OMMA/NMCC- PLANTA DETALHAMENTO


2. GASES ESPECIAIS-OMMA/NMCC- PLANTA SUBSOLO
3. GASES ESPECIAIS-OMMA/NMCC- PLANTA TÉRREO E 1ºPAVTO
4. GASES ESPECIAIS-OMMA/NMCC- PLANTAS 2º E 3ºPAVTO

Orçamento e Planilha Orçamentária


Rosangela Zamberlan: engenheira civil – 13.174 D CREA RS
Fone: (41) 3779 7093 - e-mail: rosangela@sobearquitetura.com.br

FORNECEDORES
PLANILHA ORÇAMENTÁRIA
COMPOSIÇÃO
CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 16


1.07 – CONSIDERAÇÕES INICIAIS
1.7.1 – DEFINIÇÕES E DISPOSIÇÕES GERAIS
Fiscalização e gerenciamento
Atividade exercida de modo sistemático por Empresa especializada, definida pelo Con-
tratante, objetivando a verificação do cumprimento das disposições contratuais, técni-
cas e administrativas, em todos os seus aspectos.

Projeto executivo
Conjunto de desenhos, discriminações técnicas, Caderno de Encargos e demais ele-
mentos que formam a definição completa da obra ou serviço, suficientes à execução
completa da mesma.

Medição
Apuração dos quantitativos e valores realizados das obras e serviços.

Equivalencia
São os materiais ou equipamentos que apresentam analogia total ou equivalência, que
desempenham idêntica função construtiva e apresentam as mesmas características
exigidas na especificação ou no procedimento que a eles se refiram. Sejam de igual
valor ou preço. Igual em força, intensidade ou quantidade.

Similaridade
De acordo com a Lei Nº 8.666/93, Seção III, Art. 7º, § 5º, todos os materiais e equipa-
mentos especificados com marcas e tipos neste projeto, poderão ser substituídos por
outros similares propostos pelo construtor, desde que a alternativa proposta seja pre-
viamente aprovada pela fiscalização e pelo Arquiteto especificador.
A fiscalização poderá exigir a comprovação de similaridade a ser verificada por Institu-
ição especializada. O custo dos serviços de comprovação de similaridade correrá por
conta do construtor.

Licenças e franquias
A Contratada está obrigada a obter todas as licenças, aprovações e franquias neces-
sárias aos serviços contratados, pagando taxas e emolumentos previstos por lei, ob-
servando as leis, regulamentos e posturas referentes à obra e à segurança pública,
atender ao pagamento do seguro do pessoal, despesas decorrentes das leis trabalhis-
tas e impostos, de consumo de água, luz, força e telefone que digam respeito à obra e
serviços contratados.

Discrepâncias, prioridades, interpretações


Para efeito de interpretação de divergências entre documentos contratuais estabelece-
se que:
1. Em caso de divergência entre os desenhos de arquitetura e os dos demais
projetos, prevalecerão os desenhos de arquitetura;
2. Em caso de divergência entre a especificação de materiais e o caderno de en-
cargos prevalecerá o caderno de encargos;
3. Em caso de divergência entre os desenhos e o caderno de encargos, prevale-
cerão os desenhos;
4. Em caso de divergência entre os desenhos de escalas diferentes, prevalecerão
os de maior escala;
5. Em caso de divergência entre cotas dos desenhos e suas dimensões medidas
em escala, prevalecerão as cotas;

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 17


6. Em caso de divergência entre desenhos de datas diferentes, prevalecerão os
de data mais recente. Em caso de dúvida quanto à interpretação dos desenhos e das
normas ou instruções da concorrência, será consultada a Fiscalização e os autores
dos projetos.

Contratação
A Contratada não poderá, sob nenhum pretexto ou hipótese, subcontratar os serviços
e obras objeto do contrato.
A Contratada somente poderá subcontratar parte dos serviços se a subcontratação for
admitida em contrato, bem como, for aprovada prévia e expressamente pelo Contra-
tante. Se autorizada a efetuar a subcontratação de parte dos serviços e obras, a Con-
tratada realizará a supervisão e coordenação das atividades da subcontratada, bem
como responderá perante o Contratante pelo rigoroso cumprimento das obrigações
contratuais correspondentes ao objeto da subcontratação

1.7.2 - LEGISLAÇÃO, OBRIGAÇÕES E REGULAMENTOS


LEGISLAÇÃO
 Segurança e Medicina do Trabalho, conforme Lei nº 6.514 de 22 de dezembro de
1977, e pela Portaria do Ministério do Trabalho n° 3.214 de 08 de junho de 1978;

OBRIGAÇÕES
 A CONTRATADA deverá por exigência da legislação em vigor, verificar a obrigatorie-
dade de se implantar e manter o seguinte documento oficial: Programa das Condições
do Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção (PCMAT), de acordo com a
NR-18, conforme Portaria do Ministério do Trabalho n° 3.214 de 08 de junho de
1978, da Lei nº 6.514 de 22 de dezembro de 1977. Cópia do respectivo documento
deverá ser encaminhada a CONTRATANTE;
 A CONTRATADA deverá encaminhar a CONTRATANTE, cópia da ART/CREA-PR (
Anotação de Responsabilidade Técnica do CREA-PR ), devidamente preenchida e
recolhida, especificando corretamente, a natureza dos serviços envolvidos, sob sua
responsabilidade ou de seus sub empreiteiros, em conformidade com as exigências
daquele Órgão Fiscalizador (CREA-PR);
 A CONTRATADA deverá: atender às Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais
de Trabalho, de acordo com a NR-24, da Portaria n° 3.214(de 08/06/1978), e da Lei n°
6.514 de 22 de dezembro de 1977, no tocante ao requisito de dispor de áreas apro-
priadas e suficiente (de Vestiários, Armários para guarda de roupas e pertences, Re-
feitório e disponibilização de outros acessórios) destinados ao uso e conforto aos seus
funcionários;
 Para a realização de quaisquer trabalhos, em local pré-determinado, será exigido que
a CONTRATADA, através de seu responsável técnico, verifique e tome as seguintes
medidas necessárias: isolar, sinalizar, controlar o acesso, desenvolver e implementar
procedimentos de segurança a todos os seus e demais trabalhadores envolvidos com
a atividade, orientando de modo também a evitar, e não permitir a presença de pesso-
as não autorizadas;
 A CONTRATADA deverá manter a disposição no local da realização dos serviços:
Cópia legível, da(s) respectiva(s) folha(s) do Livro Oficial de Registro de Empregados,
inclusive constando o registro de abertura oficial deste Livro na Delegacia Regional do
Trabalho, com a finalidade de se comprovar, devidamente os registros do pessoal,
autorizado legalmente para atuar nas tarefas, e serviços, conforme contemplado no
processo de licitação;
 A CONTRATADA, deverá manter a disposição no local da realização dos serviços:
Cópia legível do Atestado de Saúde Ocupacional (exame admissional e/ou periódico),

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de cada funcionário que trabalhará na prestação de serviços, de acordo com a Norma
Regulamentadora NR-07, conforme Portaria n° 3.214 (de 08 de junho de 1978). Estas
cópias deverão acompanhadas de documento informando o seguinte: Nome do Médi-
co Responsável, Telefone de contato, Horário disponível para eventual contato;
 A CONTRATADA, deverá se encarregar de elaborar os seguintes documentos:
Ordem de Serviço Funcional e Ordem de Serviço Geral, devidamente identifica-
do(s) e assinado(s), pelo(s) funcionário(s), da CONTRATADA, que trabalharão na
prestação de serviços. Comprovando, deste modo, estar cada funcionário, plenamente
orientado e/ou capacitado pelas práticas, a efetuar de forma correta e segura os servi-
ços contratados. Fica a cargo da CONTRATADA a elaboração destas Ordens de Ser-
viço funcional, contendo neste documento instruções que envolvam procedimentos,
bem como conste descrição das condições de trabalho mais segura, e que cada fun-
cionário da CONTRATADA, assim comprove (mediante nome do funcionário, e da
assinatura própria) a sua ciência de que conhece o ambiente de trabalho onde opera,
de acordo com a função que executa e domina suas atribuições. Cópias legíveis des-
tes documentos deverão estar a disposição da CONTRATANTE no local da realização
dos serviços;
 A CONTRATADA deverá manter no local da realização dos serviços: Cópia legível,
do(s) Documento(s) do Termo de Responsabilidade de Treinamento e Forneci-
mento e uso de EPI’s – Equipamento de Proteção Individual, comprovando mediante
assinatura, pelo(s) funcionário(s), da CONTRATADA, estar(em) apto(s) a exercer(em)
as condições de trabalho, com segurança, nos termos da legislação vigente, de acordo
com as Normas Regulamentadoras da Segurança e Medicina do Trabalho, bem como
neste referido documento, devem possuir discriminação do(s) EPI’s, os seus respecti-
vos números do Certificado de Aprovação (C.A.), de acordo com a Norma Regulamen-
tadora NR-06, conforme Portaria n°3.214, de 08 de junho de 1978, da Lei 6.514(22 de
dezembro de 1977). Dependendo das situações de trabalho, a CONTRATANTE ou
qualquer Órgão Público Fiscalizador (MTE, Vigilância Sanitária, outros) poderá solicitar
a substituição e até acrescentar outro uso de EPI’s, que a CONTRATADA deverá a-
tender imediatamente a troca e/ou reposição/acréscimo, de acordo com os termos da
legislação em vigor, sem ônus a CONTRATANTE, pela troca e ou acrésci-
mo/reposição;
 Para o caso de serviços subcontratados (INSTALAÇÕES ELÉTRICAS,
INSTALAÇÕES DE AR CONDICIONADO E DE ELEVADOR etc...), será exigido a
mesma documentação de medidas de segurança mencionadas acima, complemen-
tando com a apresentação da documentação técnica pertinente ao ramo de atividade
e responsabilidade técnica assumida pelos serviços. Em nenhuma hipótese será acei-
to a realização de qualquer serviço (CONTRATADA e/ou SUBCONTRATADA) sem
autorização do CONTRATANTE, pela situação devida da CO-RESPONSABILIDADE
CIVIL E CRIMINAL;
 A falta de apresentação documental citada acima, bem como, após notificada a
CONTRATADA, e esta não vier dentro do prazo determinado, cumprir com o exigido.
A CONTRATANTE poderá automaticamente declarar a suspensão definitiva do contra-
to, sem que assista a CONTRATADA qualquer direito a reparação/repasse, por ônus
ou danos que vier a sofrer.

VIGILÂNCIA
É de responsabilidade da CONTRATADA, exercer severa vigilância na obra, tanto no
período diurno como noturno.

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CARGA E TRANSPORTE MANUAL
A carga e o transporte de material deverão ser feitos de forma a não danificar as insta-
lações existentes. Correrá por conta da CONTRATADA, todas as despesas porventura
necessárias a realização de reparações em instalações existentes.

CARGA E TRANSPORTE MECANIZADO


É de responsabilidade da CONTRATADA, toda a carga e transporte mecanizado, que
deverá ser feito obedecendo-se as normas de segurança do trabalho.

INSTALAÇÃO DE PROTEÇÕES
É de responsabilidade da CONTRATADA a execução das proteções necessárias, as-
sim como a sua segurança, atendendo as prescrições da NR8.

ANDAIMES
É de responsabilidade da CONTRATADA, a execução dos andaimes necessários,
assim como a sua segurança, atendendo as prescrições da NR 8.

1.7.3 - PROJETO E OBRAS


O CONTRATANTE fornecerá à contratada todos os projetos básicos e executivos que
compõem o objeto do contrato, de conformidade com as disposições do caderno de
encargos.
O contratante fornecerá em tempo hábil os projetos aprovados pelos órgãos federais,
estaduais e municipais e concessionárias de serviços públicos que exerçam controle
sobre a execução dos serviços e obras.
A contratada deverá executar os serviços e obras em conformidade com desenhos,
memoriais, especificações e demais elementos de projeto, bem como com as informa-
ções e instruções contidas no caderno de encargos.
Todos os elementos de projeto deverão ser minuciosamente estudados pela contrata-
da, antes e durante a execução dos serviços e obras, devendo informar à fiscalização
sobre qualquer eventual incoerência, falha ou omissão que for constatada.
Nenhum trabalho adicional ou modificação do projeto fornecido pelo contratante será
efetivado pela contratada sem a prévia e expressa autorização da fiscalização, respei-
tadas todas as disposições e condições estabelecidas no contrato.
Desde que prevista no projeto, a contratada submeterá previamente à aprovação da
fiscalização toda e qualquer alternativa de aplicação de materiais, serviços e equipa-
mentos a ser considerada na execução dos serviços e obras objeto do contrato, de-
vendo comprovar rigorosamente a sua equivalência, de conformidade com os requisi-
tos e condições estabelecidas no caderno de encargos e demais documentos técni-
cos.
Os projetos de fabricação e montagem de componentes, instalações e equipamentos,
elaborados com base no projeto fornecido pelo contratante, como os de fundações,
estruturas de concreto, estruturas metálicas, caixilhos, elevadores, instalações elétri-
cas, hidráulicas, mecânicas e de utilidades, deverão ser previamente submetidos à
aprovação da fiscalização.
Nenhuma alteração no projeto, seja nas plantas, cortes, detalhes ou discriminações de
especificações técnicas, sejam elas determinantes ou não na mudança do preço da
obra poderá ser executada, sem uma prévia e expressa autorização do Contratante,
para tanto, se houver tal situação, a CONTRATADA em tempo hábil, deverá
comunicar por escrito a fiscalização, que submeterá previamente a anuência dos
autores do presente projeto. Em nenhuma hipótese, ou a revelia, a CONTRATADA,
poderá modificar o projeto ou suas especificações, sendo considerada falta grave,
situação que enseja a demolição, refazimento dos serviços, bem como, depositar ou

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 20


ainda aplicar materiais e equipamentos em contrariedade as especificações,
implicando em remoção e substituição em atendimento ao que está previsto no projeto
e suas especificações.
Todos os materiais a serem empregados na execução da obra serão novos, de pri-
meiro uso, comprovadamente de primeira qualidade, e satisfarão rigorosamente as
condições estipuladas nestas Discriminações Técnicas, salvo disposição expressa e
diversa estabelecida em concordância com as partes envolvidas, cujas prescrições
prevalecerão. Correrão por conta da CONTRATADA, todas as despesas necessárias a
alteração de projetos, ou de realização de testes ou ensaios, que porventura se façam
necessário a comprovação da qualidade ou equivalência de materiais ou equipa-
mentos propostos em divergência com as especificações dos projetos.
As marcas e produtos indicados nos projetos, especificações e listas de material admi-
tem o equivalente, ou similar, se devidamente comprovado seu desempenho através
de testes e ensaios previstos por normas e desde que previamente aceito pela
FISCALIZAÇÃO.
A equivalência e similaridade indicada é em relação ao atendimento aos requisitos e
critérios mínimos de desempenho especificados e normatizados, coincidência de as-
pectos visuais (aparência/acabamento), de materiais de fabricação, de funcionalidade
e de ergonomia. As equivalências ou similaridades serão avaliadas pela
FISCALIZAÇÃO, antes do fornecimento efetivo, mediante apresentação do material
proposto pela CONTRATADA, laudos técnicos do material ou produto, laudos técnicos
comparativos entre o produto especificado e o produto alternativo, emitidos por labora-
tórios conceituados, com ônus para a CONTRATADA.
Se julgar necessário, a FISCALIZAÇÃO poderá solicitar à CONTRATADA a apresen-
tação de informação, por escrito, dos locais de origem ou de certificados de conformi-
dade ou de ensaios relativos aos materiais, aparelhos e equipamentos que pretende
aplicar, empregar ou utilizar, para comprovação da sua qualidade. Os ensaios e as
verificações serão providenciados pela CONTRATADA sem ônus para a UFPR e exe-
cutados por laboratórios reconhecidos pela ABNT ou outros aprovados pela
FISCALIZAÇÃO.
A CONTRATADA deverá submeter à aprovação da FISCALIZAÇÃO amostras dos
materiais a serem empregados, e cada lote ou partida de material será confrontado
com respectiva amostra previamente aprovada pela FISCALIZAÇÃO.
Depois de autenticadas pela FISCALIZAÇÃO e pela CONTRATADA, as amostras se-
rão cuidadosamente conservadas no canteiro de obras, até o final dos trabalhos, de
forma a facultar, a qualquer tempo, a verificação de sua perfeita correspondência com
os materiais fornecidos ou já empregados.

AS BUILT
Ao final da obra, antes da entrega definitiva, a CONTRATADA deverá apresentar o
respectivo “as built”, sendo que a sua elaboração deverá obedecer ao seguinte roteiro:
1º) representação sobre as plantas dos diversos projetos, denotando como os servi-
ços resultaram após a sua execução; (As retificações dos projetos deverão ser feitas
sobre cópias dos originais, devendo constar, acima do selo de cada prancha, a altera-
ção e respectiva data.)
2º) caderno contendo as retificações e complementações das Discriminações Técni-
cas do presente Caderno, compatibilizando-as às alterações introduzidas nas plantas.
Não será admitida nenhuma modificação nos desenhos originais dos projetos, bem
como nas suas Discriminações Técnicas. Desta forma, o “as built” consistirá em ex-
pressar todas as modificações, acréscimos ou reduções havidas durante a construção,
devidamente autorizadas pela Fiscalização, e cujos procedimentos tenham sido de
acordo com o previsto pelas Disposições Gerais deste Caderno.

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1.08 - NORMAS DE EXECUÇÃO
Serviços iniciais
A Contratada deverá:
1. Submeter à aprovação da Fiscalização até 5 (cinco) dias após o início dos tra-
balhos o projeto das instalações provisórias ou canteiro de serviço compatível com o
porte e características do objeto do contrato, definindo todas as áreas de vivência,
dependências, espaços, instalações e equipamentos necessários ao andamento dos
serviços e obras, inclusive escritórios e instalações para uso da Fiscalização, quando
previstas no Caderno de Encargos;
2. Providenciar as ligações provisórias das utilidades necessárias à execução dos
serviços e obras, como água, esgotos, energia elétrica e telefones, bem como respon-
der pelas despesas de consumo até o seu recebimento definitivo;
3. Manter no local dos serviços e obras instalações, funcionários e equipamentos
em número, qualificação e especificação adequados ao cumprimento do contrato;
4. Submeter à aprovação da Fiscalização até 5 (cinco) dias após o início dos tra-
balhos o plano de execução e o cronograma detalhado dos serviços e obras, elabora-
dos de conformidade com o cronograma do contrato e técnicas adequadas de plane-
jamento;
5. Providenciar para que os materiais, mão-de-obra e demais suprimentos este-
jam em tempo hábil nos locais de execução, de modo a satisfazer as necessidades
previstas no cronograma e plano de execução dos serviços e obras objeto do contrato;
6. Alocar os recursos necessários à administração e execução dos serviços e
obras, inclusive os destinados ao pagamento de todos os impostos, taxas e demais
obrigações fiscais incidentes ou que vierem a incidir sobre o objeto do contrato;
7. Submeter previamente à aprovação da Fiscalização eventuais ajustes no cro-
nograma e plano de execução dos serviços e obras, de modo a mantê-la perfeitamen-
te informada sobre o desenvolvimento dos trabalhos;
8. Executar os ajustes nos serviços concluídos ou em execução determinados
pela Fiscalização;
9. Comunicar imediatamente à Fiscalização qualquer ocorrência de fato anormal,
ou extraordinária, que ocorra no local dos trabalhos;
10. Submeter à aprovação da Fiscalização os protótipos ou amostras dos materiais
e equipamentos a serem aplicados nos serviços e obras objeto do contrato;
11. Realizar, através de laboratórios previamente aprovados pela Fiscalização, os
testes, ensaios, exames e provas necessárias ao controle de qualidade dos materiais,
serviços e equipamentos a serem aplicados nos trabalhos;
12. Evitar interferências com as propriedades, atividades e tráfego de veículos na
vizinhança do local dos serviços e obras, programando adequadamente as atividades
executivas;
13. Reelaborar os relatórios periódicos de execução dos serviços e obras, elabora-
dos de conformidade com os requisitos estabelecidos no Caderno de Encargos;
14. Providenciar as ligações definitivas das utilidades previstas no projeto, como
água, esgotos, gás, energia elétrica e telefones;
15. Providenciar junto aos órgãos Federais, Estaduais e Municipais e concessioná-
rias de serviços públicos a vistoria e regularização dos serviços e obras concluídos;
16. Retirar até 15 (quinze) dias após o recebimento definitivo dos serviços e obras,
todo pessoal, máquinas, equipamentos, materiais, e instalações provisórias do local
dos trabalhos, deixando todas as áreas do canteiro de serviço limpas e livres de entu-
lhos e detritos de qualquer natureza.
Responsabilidade
Durante 5 (cinco) anos após o Recebimento Definitivo dos serviços e obras, a Contra-
tada responderá por sua qualidade e segurança nos termos do Artigo 618 do Código

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 22


Civil Brasileiro, devendo efetuar a reparação de quaisquer falhas, vícios, defeitos ou
imperfeições que se apresentem nesse período, independentemente de qualquer pa-
gamento do Contratante.
A presença da Fiscalização durante a execução dos serviços e obras, quaisquer que
sejam os atos praticados no desempenho de suas atribuições, não implicará solidarie-
dade ou co-responsabilidade com a Contratada, que responderá única e integralmente
pela execução dos serviços, inclusive pelos serviços executados por suas subcontra-
tadas, na forma da legislação em vigor.
Se a Contratada recusar, demorar, negligenciar ou deixar de eliminar as falhas, vícios,
defeitos ou imperfeições apontadas, poderá o Contratante efetuar os reparos e substi-
tuições necessárias, seja por meios próprios ou de terceiros, transformando-se os cus-
tos decorrentes, independentemente do seu montante, em dívida líquida e certa da
Contratada.
A Contratada responderá diretamente por todas e quaisquer perdas e danos causados
em bens ou pessoas, inclusive em propriedades vizinhas, decorrentes de omissões e
atos praticados por seus funcionários e prepostos, fornecedores e subcontratadas,
bem como originados de infrações ou inobservância de leis, decretos, regulamentos,
portarias e posturas oficiais em vigor, devendo indenizar o Contratante por quaisquer
pagamentos que seja obrigado a fazer a esse título, incluindo multas, correções mone-
tárias e acréscimos de mora.
Normas e práticas complementares
A execução dos serviços e obras de construção, reforma ou ampliação de uma edifi-
cação ou conjunto de edificações, deverá atender também às seguintes Normas e
Práticas Complementares:
1. Práticas de Projeto, Construção e Manutenção de Edifícios Públicos Federais;
2. Normas da ABNT e do INMETRO;
3. Códigos, Leis, Decretos, Portarias e Normas Federais, Estaduais e Municipais, in-
clusive normas de concessionárias de serviços públicos;
4. Instruções e Resoluções dos Órgãos do Sistema CREA-CONFEA.
Garantia de qualidade
A Contratada deverá apresentar o Sistema de Gestão de Qualidade através de um
"Manual de Qualidade", que conterá a descrição completa e adequada do Sistema,
servindo de referência permanente para a sua implementação e manutenção. Deverá
apresentar as técnicas operacionais e atividades da Contratada para verificar o aten-
dimento dos requisitos de qualidade pertinentes aos serviços e obras objeto do contra-
to. Deverá conter ainda, a estrutura organizacional, responsabilidades, processos,
procedimentos e recursos mobilizados pela Contratada na gestão da qualidade dos
serviços e obras objeto do contrato.

Fiscalização
A fiscalização será exercida pela equipe de profissionais da UFPR que exercerá ativi-
dade de modo sistemático objetivando a verificação do cumprimento das disposições
contratuais, técnicas e administrativas, em todos os seus aspectos.

Medição e recebimento
Para medição e pagamento dos serviços executados pela Contratada só serão consi-
derados os serviços que efetivamente foram executados e aprovados pela Fiscaliza-
ção, respeitada a rigorosa correspondência com o projeto.
A medição de serviços e obras será baseada em relatórios periódicos elaborados pela
Contratada, registrando os levantamentos, cálculos e gráficos necessários à discrimi-
nação e determinação das quantidades dos serviços efetivamente executados.

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 23


A discriminação e quantificação dos serviços e obras considerados na medição deve-
rão respeitar rigorosamente as planilhas de orçamento anexas ao contrato, inclusive
critérios de medição e pagamento.
O Contratante deverá efetuar os pagamentos das faturas emitidas pela Contratada
com base nas medições de serviços aprovadas pela Fiscalização, obedecidas às con-
dições estabelecidas no contrato.
Recebimento provisório – o recebimento provisório será efetuado pela Fiscalização
após a conclusão dos serviços realizados pela Contratada. Nesta etapa a Contratada
deverá efetuar a entrega dos catálogos, folhetos e manuais de montagem, operação e
manutenção de todas as instalações, equipamentos e componentes pertinentes ao
objeto dos serviços e obras, inclusive certificados de garantia. Caso haja correções a
serem feitos, a Fiscalização estabelecerá um prazo para a execução dos ajustes.
Recebimento definitivo - após a conclusão das correções e complementações a Con-
tratada solicitará à Fiscalização o recebimento definitivo dos serviços e obras. O rece-
bimento definitivo somente será efetivado pelo Contratante conforme artigo 73 da Lei
8666/93 após a apresentação pela Contratada da Certidão Negativa de Débito forne-
cida pelo INSS, certificado de Recolhimento de FGTS e comprovação de pagamento
das demais taxas, impostos e encargos incidentes sobre o objeto do contrato.

1.09 – PLANEJAMENTO DA OBRA


Licenças, Alvarás, Aprovações e Ligações provisórias:
Serão recolhidas todas as taxas e impostos referentes à liberação por parte dos ór-
gãos públicos que se façam necessários legalmente e as taxas de energia elétrica,
água e demais para o início dos trabalhos.

Instalação do Canteiro da Obra, Mobilização e Desmobilização:


Prevê-se como as primeiras instalações, um canteiro de apoio o mais estratégico pos-
sível para atender o desenvolvimento dos serviços ao longo do tempo de obra, de a-
cordo com a fiscalização.
Conforme projeto, também é previsto o fechamento geral dos serviços por tapume,
uma vez que a obra esta em uma área urbana e requer segurança. O local onde o
canteiro deverá ser desenvolvido, sempre deve estar de acordo com a fiscalização.
Descrição Geral das Instalações do Canteiro da Obra:
As edificações provisórias, assim como os tapumes, serão construídas com chapas de
madeira compensada, resinadas de 1,10 x 2,20 m, com 10 mm de espessura, susten-
tadas por uma estrutura de pontaletes de madeira de 3" x 3" com travamentos em
ripas, sarrafos e tábuas de 1" de espessura.
As coberturas serão com telhas onduladas de fibrocimento e os pisos serão de cimen-
tado desempenado sobre lastro de concreto de 5 cm de espessura.
O sanitário do escritório terá um vaso sanitário e um lavatório comum de louça branca
e um chuveiro de plástico; os sanitários de campo serão com vasos turcos e os chu-
veiros serão de plástico. Toda tubulação de esgoto e de água será em PVC, ligada
nas redes existentes do local.
A rede elétrica será em baixa tensão com condutores e disjuntores de proteção de
acordo com as necessidades da obra. Serão instalados pontos de força em locais a-
dequados, principalmente para alimentação dos equipamentos fixos e alguns pontos
adicionais para necessidades eventuais como serras, bombas de esgotamento etc.
Tanto o espaço para escritório e guarda de materiais quanto às instalações provisórias
de água e esgoto serão dimensionados de modo a atender as exigências do Ministério
do Trabalho.

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 24


A contratada deverá fornecer as placas de obra com os dados da UFPR assim como
os dados da empresa executora e seus responsáveis técnicos, tudo dentro dos pa-
drões exigidos pelo contratante, bem como os aspectos legais do CREA-PR.
A disposição geral do canteiro, na obra, será feita de modo a favorecer o andamento
da obra e constará das seguintes partes principais:
- Escritório da obra. Para reuniões técnicas, mestre de obras, com sanitário.
- Almoxarifado e ferramentaria;
- Vestiário e sanitários de funcionário;
- Guarita de controle de entrada e saída do pessoal;
- Chapeira para controle de ponto;
- Área descoberta para estocagem de materiais;
- Área coberta para carpintaria e armadura;
Comunicação Visual da Obra
Serão afixadas em local a ser determinado pela fiscalização placas conforme solicita o
edital, de forma a atender aspectos legais e administrativos.
1.09.1 - PLANO DE AÇÃO DA OBRA
Introdução:
O planejamento executivo de uma obra é muito importante para que sua execução
seja levada a bom termo. Esta obra, em particular, possui algumas fases muito distin-
tas, porém não necessitando de qualquer tecnologia mais sofisticada ou de métodos
construtivos além dos tradicionais. Assim, o planejamento executivo, visa, principal-
mente, evitar improvisações no canteiro e obtenção de melhores índices de produtivi-
dade para que se consiga uma execução nos prazos e dentro dos custos previstos,
sem jamais deixar de atender às especificações, do memorial descritivo e projetos
específicos.
Conhecimento do Local:
Todo local deverá ser vistoriado preliminarmente, pois possui características específi-
cas, se encontra no centro da cidade, com fácil acesso, convivendo com sistemas im-
plantados e edificações existentes.
Caracterização dos Serviços e Estratégia Geral da Obra:
Paralelamente aos procedimentos estratégicos direto de obra, a contratada, após a
assinatura do contrato e emissão da ordem de início de serviço, através de seu pes-
soal, desenvolverá uma previsão de compras de material de maior significância onde
fornecedores se comprometerão com a entrega dos materiais especificados dentro da
logística geral e necessidades para execução da obra de acordo com o cronograma
previsto.
Juntamente com os serviços preliminares, serão constituídos os responsáveis que irão
conduzir e comandar a execução da obra.
O corpo técnico central deverá através de exposições e demonstrações, se encarregar
de explicar o plano geral de execução a todos os funcionários, incluindo o mestre de
obra e demais técnicos.
Na seqüência, após esses entendimentos preliminares, passar-se-á à limpeza geral da
área, com toda a se procederá a remoção necessária para os procedimentos técnicos
onde se desenvolverá os serviços da confirmação e locação plani-altimétrica com o
piqueteamento das balizas com testemunhos de concreto e madeira, caracterizando
os RNs para início dos trabalhos, confirmando o projetado bem como o acompanha-
mento e os finalmente executado com um cadastrado apropriado.
As frentes que atacarão os serviços desenvolverão seus trabalhos dentro de um plano,
sempre levando em conta as variáveis preestabelecidas do tempo, disponibilidade de
material, pessoal, clima, prazos, etc.

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 25


O mesmo ocorrerá com as equipes dos serviços especializados, com suas particulari-
dades.
Juntamente com a execução dos primeiros serviços, como o movimento de terra, será
escolhido e previsto o fornecimento de material básico, seu recebimento e o "bota-
fora" do material excedente, tudo em consonância com a municipalidade, fiscalização
e convivência com a nova política de sustentabilidade e respeito ao meio ambiente,
minimizando o impacto no meio.
Nas frentes de serviços que envolvem equipes específicas, cada tipo de serviço deve-
rá acontecer em etapas de maneira que uma complemente a outra, sempre de forma a
atender o cronograma previsto e permitir que as mesmas possam desenvolver o me-
lhor possível suas tarefas especializadas, sempre somando e avançando, não atrapa-
lhando e atrasando.
Frentes de Trabalho:
A contratada deverá criar um conjunto de frentes, para o ataque as obras civis e de
montagens, que poderão executar seus trabalhos praticamente de maneira indepen-
dente e concomitantemente, dentro do limite de tempo estipulado da obra e dentro das
conformidades físico-financeiras proposta, devidamente ajustadas com o momento da
contratante e da fiscalização.
Todo este serviço deverá ter no comando um responsável técnico local, e também um,
formado por profissional da área de engenharia ou arquitetura que responderá pelo
”todo” administrativo e técnico.
Suprimento de Materiais e Equipamentos:
Materiais:
O suprimento de materiais para a obra será feito através de programações baseadas
na acurada análise do cronograma, usando o atendimento da demanda, de forma con-
tínua e segura, para que sejam atendidas as metas de produção. Sua aquisição será
feita com antecedência suficiente de maneira a estar presente no canteiro de obras no
prazo para atender a demanda das frentes de trabalho.

Equipamentos:
Todos os equipamentos de apoio que se fizerem necessário para execução dos servi-
ços estarão disponibilizados em tempo, procurando atender suprir as necessidades
técnicas do cronograma previsto.

1.09.2 MÉTODOS CONSTRUTIVOS:


Fundações:
Serão executadas nas dimensões e diâmetro indicado em projeto, por equipamento
adequado, assentadas na profundidade em que se obtiver a nega ou conforme especi-
ficação técnica.
Blocos e Baldrames:
As formas dos blocos e baldrames serão executadas em tábuas ou em compensado
resinado nas dimensões indicadas no projeto.
As armaduras serão executadas de acordo com projeto executivo observando-se o
dobramento, número de barras e suas bitolas, posição correta das barras, e recobri-
mento.
Concreto Estrutural:
O concreto estrutural, com resistências especificadas nos projetos, será usinado ou
feito na obra, com traço previamente dosado e controlado por laboratório especializa-
do e levando-se em consideração o padrão de qualidade das NBs específicas.

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 26


Todo o concreto empregado obedecerá as dimensões indicadas em projeto devendo
ser executado com forma de compensado resinado, e todos os painéis deverão ser
perfeitamente travados com mãos francesas metálicas ou de madeira, reforçadas com
tensores, barras de aço ou arames, atravessando transversalmente a seção da estru-
tura, “vestidos” por uma mangueira cristal de diâmetro imediatamente superior ao das
hastes tracionadas, sendo amarradas, rosqueadas ou travadas, dependendo do sis-
tema adotado.
O concreto deverá ser lançado imediatamente após o amassamento, ou a chegada do
caminhão betoneira evitando-se alturas superiores a 3 m.
O adensamento será feito com auxílio de vibradores de imersão tomando-se o cuidado
para que o concreto envolva completamente as armaduras e atinja todos os pontos
das formas e que não se alterem as posições das armaduras.
No caso de se interromper uma concretagem, deverão ser adotados os procedimentos
de limpeza, desbaste e ligação antes de se reiniciar a nova concretagem.
Serão exigidos ensaios do concreto (resistência à compressão), e aço (tração e do-
bramento) que deverão ser entregues à fiscalização em número compatível com as
determinações das NBs.

Forma, Estrutura e Escoramento:


As formas serão executadas em compensado resinado, com toda a técnica de trava-
mento, principalmente para as vigas e paredes que tenham acabamento especificado
em concreto aparente.
As lajes moldadas no local serão executadas com forma de fundo em tábua ou com-
pensadas resinadas.
O escoramento será executado com pés direitos e longarinas de madeira ou tubular
metálico.
A execução deverá obedecer rigorosamente os desenhos, no que se refere as dimen-
sões, posicionamento, cotas, contra flecha, passagens de tubulações etc.
Deverão ser seguidas as mesmas recomendações do item anterior no que se refere à
armação, forma e concretagem das estruturas.
Após a concretagem, as superfícies deverão ser mantidas úmidas por no mínimo 7
dias, sendo que o prazo para a desforma dependerá de fatores diversos tais como:
resistência do concreto, tipo de peça estrutural, tipo de acabamento, reescora, etc.

Alvenarias e Fechamentos:
As alvenarias serão em bloco de tijolos cerâmicos, conforme indicação do projeto, com
material de primeira qualidade, dimensões regulares, executados por profissionais
especializados. Serão rigorosamente respeitados: alinhamento, prumo, nível e esqua-
drejamento, para permitir um padrão ideal de acabamento.
Os blocos serão assentados com argamassa mista 1:4+ 130 Kg cimento m³ com junta
de amarração.
Haverá um cuidado especial na descarga estocagem e transporte dos materiais a se-
rem empregados.
Sobre os vãos, serão encaixadas vergas de concreto pré-moldado.
Instalações Especiais: Elétricas, Telefonia, Hidráulicas, Ar Condicionado:
Todos esses serviços estão previstos e dimensionados dentro doe seus projetos es-
pecíficos e bem como discriminados nas planilhas e memoriais específicos.
Impermeabilizações:
As vigas baldrames em contato com o terreno, serão revestidas com 2 demãos de
emulsão asfáltica tipo IGOL ou NEUTROL (Sika ou Otto Baumgart)
As paredes de alvenaria de blocos em contato com o terreno deverão ser chapiscadas
com argamassa 1:2 c + a adicionada com impermeabilizante de pega normal na pro-
porção 1:10, aplicada de forma contínua e vigorosa.

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Após 24 h da execução do chapisco, aplicar uma camada de argamassa 1:3, c + a
preparada com impermeabilizante de pega normal, na espessura de 1,5 cm, estendida
com colher de pedreiro, deixando a superfície áspera.
Depois que a camada anterior tiver “puxado” (em média, após 5 h), aplicar nova ca-
mada idêntica à anterior.
Após 12 h, proceder ao alisamento com argamassa de cimento e areia na proporção
1:1, utilizando-se desempenadeira de aço.
Importante: No caso de interrupção do revestimento, a zona de contato deverá ser
coberta com chapisco 1:1 antes da aplicação da camada seguinte. As juntas verticais
de uma camada deverão estar sempre desencontradas das juntas da camada anterior.

Revestimentos de Paredes e Forros:


Os revestimentos de forros e paredes se iniciarão após a conclusão dos rasgos para
passagens de tubulações e caixas nas alvenarias.
Será aplicada uma demão de chapisco de argamassa de cimento e areia nas áreas
indicadas, na proporção 1:5, após a qual, será executado o emboço de argamassa
mista na proporção 1:2:6 com espessura de 2.5 cm. O reboco será em argamassa de
cal e areia fina com acabamento alisado a feltro e espessura de 0.5 cm
Em locais indicados no projeto, serão aplicados conforme paginação indicada, reves-
timento cerâmico, assentados com argamassa de cimento, areia, no traço 1:6:2, rejun-
tado com argamassa especial indicada pelo fabricante, na cor especificada.

Pintura:
As pinturas seguirão as seguintes recomendações:
Todas as superfícies a pintar serão minuciosamente examinadas, cuidadosamente
limpas e convenientemente preparadas para o tipo de pintura a que se destina.
A eliminação de toda a poeira depositada na superfície a pintar será completa, toman-
do-se as precauções especiais contra o levantamento de pó durante os trabalhos nas
superfícies não destinadas a pintura, tais como: vidro, tijolo à vista, pisos, ferragens,
madeira, etc., convindo prevenir-se a grande dificuldade ulterior de pintura aderida a
superfícies rugosas.
Com o objetivo de proteger as superfícies acima mencionadas serão tomadas precau-
ções especiais.
Caso os salpicos não puderem ser evitados, serão removidos enquanto a tinta ainda
estiver fresca, empregando-se removedor adequado.
As tintas virão preparadas de fábrica, com sua embalagem original intacta.
Para se evitar a sedimentação dos pigmentos mais densos, as tintas serão agitadas e
periodicamente mexidas com espátulas limpas.
Cada demão de tinta deverá estar devidamente seca antes da nova demão. Sempre
de acordo com o fabricante.

Urbanização:
Uma vez regularizado o local, inicia-se o plantio de grama em leivas nos locais indica-
dos no projeto. Estas últimas deverão ser plantadas em quadrados (Leivas) de apro-
ximadamente 40 x 40 cm.
Após o plantio, será lançada uma camada de terra vegetal. O gramado deverá ser
molhado regularmente até a pega completa da grama.
O demais componentes vegetais, serão plantadas em covas nas medidas apropriadas,
dependendo do porte, que deverão ser preenchidas posteriormente com terra vegetal.
O plantio das espécies arbóreas se houver, serão de acordo com o indicado em proje-
to específico, em covas preenchidas com material apropriado, com estacas para enra-
izamento ou estabilização, nos locais e dentro dos padrões estabelecidos.

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Entrega dos Serviços:
Todos os serviços uma vez executado, merecerão por parte da empresa, todos os
procedimentos para que as mesmas sejam entregues perfeitamente limpas, sem entu-
lhos ou resíduos sempre com a aprovação da fiscalização.

1.09.4 - GENERALIDADES E COMPLEMENTOS


Plano de Segurança, Higiene e Medicina do Trabalho:
Neste campo, a Empresa deverá adotar uma política envolvendo todos os níveis hie-
rárquicos, visando preservar o bem estar social e a integridade física de seus funcio-
nários, bem como os materiais e equipamentos.
As normas internas da proponente atenderão a legislação vigente como também, vi-
sam garantir o bom desempenho das atividades que serão desenvolvidas na obra.
O supervisor de segurança, com o apoio do Escritório Central, deverá estabelecer as
normas e regras de segurança coletiva e individual, as medidas necessárias para a
correção ou prevenção das condições inseguras observadas, às normas para a desti-
nação de resíduos e os coeficientes metas de absenteísmo por acidentes para as di-
versas funções da obra; controlar a obediência às normas de segurança estabelecidas
e o uso de equipamento de proteção individual; organizar e coordenar as atividades da
CIPA planejar e executar programas de treinamento relacionados a prevenção de aci-
dentes, prevenção de incêndios e primeiros socorros a acidentados.
Com a finalidade de propor medidas de segurança e colaborar na Investigação de todo
e qualquer acidente que houver, será constituída uma CIPA - Comissão Interna de
Prevenção de Acidentes, composta de representantes da empresa e de representan-
tes dos empregados.
Para a integração do novo empregado, à obra, à equipe, à empresa, será obrigatório o
treinamento, que constará de uma visão geral da obra, seus pontos críticos, serviços e
instalações a sua disposição, regulamentos, normas de segurança e uso adequado
dos equipamentos de proteção individual, com posterior entrega do manual.
Este treinamento, que poderá ser feito individualmente, através de palestras, será feito
pelo Supervisor de Segurança ou mesmo pelos encarregados, que deverão acompa-
nhar o comportamento nos novos empregados. Instruindo-os sempre que necessário,
até que estejam integrados em suas funções.
Toda a instalação, apesar de provisória, atenderá aos requisitos mínimos da Norma
Brasileira, no que se refere às instalações elétricas, iluminação e motores. Para o di-
mensionamento de chaves e fios elétricos, será obedecida a Tabela de Cargas. Todas
as redes serão estendidas sobre isoladores, tais como borracha ou porcelana, sendo
que a madeira não será considerada como isolador. Os equipamentos elétricos serão
dotados de chaves disjuntoras ou de fusíveis de proteção e tomadas de porcelana.
Equipamentos fixos acionados por energia elétrica, tais como serra circular, serra de
fita, esmerilhadeira e policorte, deverão possuir anteparos metálicos de proteção, evi-
tando-se acidentes com fagulhas ou estilhaços. A chave geral de força será desligada
logo após a jornada de trabalho.
A estocagem de inflamáveis, tais como varsol e thinner, solventes orgânicos, álcool,
querosene, gasolina e óleo diesel, cera líquida, tintas, vernizes e outros, deverá ser
localizada ao nível do solo, em local arejado e isolado, dotado de aberturas que permi-
tam ventilação e iluminação naturais.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) deverão atender todos os requisitos
exigidos pela ABNT e pela Norma regulamentadora NR. da Portaria 3214/78-MT.
A distribuição, substituição e controle dos EPIs, serão efetuados pelo Supervisor de
Segurança, e todo EPI, será cautelado em nome do funcionário usuário.
Todos os funcionários, independentes de sua atividade específica, deverão usar capa-
cetes de segurança, regra esta extensível aos visitantes.

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 29


Para proteção facial, conforme o grau de risco do trabalho a exigir, será recomendado
o uso de protetores faciais e óculos de segurança.
Para proteção das mãos e braços, em trabalhos de carga e descarga de peças pesa-
das, equipamentos energizados, materiais quentes e outros, serão recomendados o
uso de luvas e mangas de proteção.
Para proteger os pés e pernas, será recomendado o uso de botas de PVC com palmi-
lha de aço, para trabalhos em locais úmidos ou com produtos químicos, botinas de
couro com solado de borracha, para trabalhos que apresentam risco de lesão no pé.
Para trabalhos em que haja risco de queda de altura considerada perigosas, como
proteção será requerido o uso de cintos de segurança.
Para trabalhos em que o nível de ruído for superior ao estabelecido na legislação es-
pecífica, adotar-se-á proteção auditiva; e nos trabalhos com jato de areia ou similar,
será recomendada vestimenta protetora.
Os encarregados de serviços, coordenados pelo Supervisor de Segurança, serão os
responsáveis pela fiscalização do uso EPIs.
Tendo em vista, a segurança dos trabalhadores e dos pedestres nos arredores da o-
bra, deverá se implantar um sistema de comunicação visual, através da fixação de
placas de sinalização, cartazes educativos e preventivos; a sinalização terá a função
de informar a direção a seguir, tanto interna como externamente, regulamentar e ad-
vertir quanto ao uso de equipamentos e ações inseguras ao próprio trabalho ou situa-
ção.

Jornada de Trabalho:
Considerando-se as características da obra, os diversos tipos de serviços e etapas a
serem concluídas, o prazo total da obra e os índices de produtividade médios para
cada serviço, definiram-se a Jornada de Trabalho, como sendo de apenas um turno.
O início será às 07:30 horas e encerramento as 17:30 horas, com intervalo das 11:30
horas às 12:30 horas para almoço, de segunda a quintas-feiras; às sextas-feiras, o
expediente será encerrado as 18:30 horas, de tal forma a completar as 44 horas se-
manais, instituídas por lei. Todos os funcionários da obra deverão portar crachá de
identificação, colocado de forma visível no seu vestuário, e equipamentos de proteção
individual.
Não serão tolerados atrasos além de 10 minutos, após o início do expediente e, quan-
do houver necessidade, horas extras somente serão permitidas, com autorização do
Engenheiro Residente da Obra.
Quando necessário, serão feitas jornadas em horário extra a fim de se cumprir as me-
tas estabelecidas.
Estes procedimentos todos se submeterão ao padrão SRH e a fiscalização.
Gerenciamento de Resíduos da Construção
Preliminarmente, no início da execução dos serviços, a CONTRATADA desenvolverá
e apresentará o PGRCC (Plano de Gerenciamento de Resíduos na Construção Civil)
conforme NBR, devendo o mesmo ser elaborado em forma de projeto, e por um res-
ponsável técnico habilitado no CREA-PR, emitindo a respectiva ART. Deverá ainda
dentro do referido plano/projeto identificar os receptores de resíduos, onde estes de-
vem estar licenciados junto aos órgãos municipais e estaduais de meio ambiente (ter
licença de operação). Prevendo ainda local para coleta seletiva e separação de resí-
duos conforme classes. Devendo atender legislação ambiental municipal, estadual e
federal se pertinente for.
Se necessário for, a CONTRATADA, poderá retirar junto a fiscalização a qualquer
tempo, o TERMO DE REFERÊNCIA PARA O PROGRAMA DE GERENCIAMENTO
DE RESÍDUOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL, formatado em conformidade com a legisla-
ção em vigor.

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Será de responsabilidade da CONTRATADA, o transporte, reciclagem e bota fora de
restos de desmontagem e inservíveis gerados na execução da obra, estando os cus-
tos inerentes a tal realização já contemplados nos custos dos serviços propostos.
Os serviços de desmontagem de parte da edificação existente, a remoções de árvores
e plantas deverão ser executados cuidadosamente, não colocando em risco pessoas,
instalações existentes ou construções vizinhas. Toda a limpeza do terreno, será da
responsabilidade da CONTRATADA, assim como a manutenção do terreno limpo.

Garantia de Qualidade:
O mais importante fator de garantia de qualidade está no planejamento e na formaliza-
ção dos processos executivos.
Formalização esta que se estrutura na documentação escrita que deverá ser de fácil
acesso a fim de permitir identificar o caminho percorrido durante um processo produti-
vo.
O registro e controle de todas as etapas relativas à garantia, proporcionam maior con-
fiabilidade ao produto.
Através da utilização da gerência de processo, nossa meta será sempre fazer certo na
primeira vez.
Ao falarmos de qualidade é necessário citarmos alguns conceitos clássicos que deve-
remos praticar especialmente neste empreendimento.

Gerência de Processos:
Através do estabelecimento de uma cadeia cliente - fornecedor, iniciado pelo cliente
externo e estendendo - se aos clientes - fornecedores internos em todos os níveis da
obra.
Desta forma, a administração central será cliente do gerente de contrato que por sua
vez será cliente do engenheiro residente que será cliente das centrais de concreto,
armação, forma, da topografia, segurança, mestre de obras e assim por diante.
Torna-se a obra portanto, um grande processo com a finalidade de atender as neces-
sidades dos clientes - usuários, promovendo de uma forma mais eficiente a integração
entre os diversos níveis.

Desenvolvimento de Recursos Humanos:


Através da conscientização de cada funcionário sobre as metas do empreendimento,
promovendo o treinamento e também aproveitando as experiências anteriores de cada
elemento do processo.

Gerência participativa:
Feita através da delegação de poderes, dando autonomia a cada funcionário para a
tomada de decisões dentro de sua área de influência, procurando assim desenvolver
ao máximo o potencial de cada um.

Não aceitar Erros:


Ter como meta o “zero defeito”.
Disseminação de Informações:

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Participação coletiva na definição dos objetivos do empreendimento, promovendo
também o maior conhecimento do papel de cada um no processo.
Neste ponto enfatizamos o envolvimento da população diretamente atingida com a
obra, que conscientizaremos através de pessoal especializado (assistentes sociais) e
comunicação visual através de placas e panfletos.
Adoção / Qualidade:
Em termos práticos e específicos para este empreendimento, promoveremos a busca
pela qualidade total na obra, visando a perfeita satisfação do cliente no que diz respei-
to a prazo, segurança e boa execução dos trabalhos nos diversos setores da obra que
podemos dividir e definir a função de cada um destes, de acordo com o que se segue.
Administração Central.
Prover a obra com todos os recursos humanos, físicos e financeiros solicitados pelo
Gerente de Contrato e Engenheiro Residente.
Centralizar todas as operações contábeis e financeiras.
Gerente de Contrato.
Em conjunto com o Engenheiro Residente, planejar e programar a obra a fim de se
alcançar a meta desejada.
Elaborar e acompanhar o fluxo de caixa da obra.
Fornecer todo o apoio logístico a fim de manter a obra sempre suprida de todos os
insumos e recursos humanos necessários.
Atuar com ponte obra - cliente atendendo as solicitações deste último e transmitindo-
as à produção.

Engenheiro Residente.
Planejar juntamente com a equipe técnica da obra, todos os passos de cada fase ou
processo executivo , definindo materiais, técnicas, mão de obra e prazo requeridos.
Controlar a qualidade e prazos de execução através de punch-list, formulários de
campo, inspeções visuais e controle tecnológico.
Programação e acompanhamento de todos os recursos necessários para a execução
da obra, elaboração de relatórios previstos x realizado físicos e financeiro.
Participação direta ou indireta e conhecimento total de cada fase da obra.
Conhecimento total do projeto, apontando eventuais falhas ou omissões, dando suges-
tões para otimização na execução deste.
Possuir controle e informações sempre atualizadas sobre clima, estoque, índices de
produtividade, etc.
Almoxarifado.
Acompanhamento e cobrança das requisições de materiais e equipamentos.
Controle de estoque de materiais, de entrada e saída de máquinas e equipamentos.
Estocagem e acondicionamento adequado de materiais, principalmente inflamáveis e
perecíveis.
Manutenção da higiene e segurança do local.
Promover pequenas compras.
Departamento Administrativo, Segurança e RH.
Manter o engenheiro sempre informado do efetivo no que diz respeito a número, pro-
dução, grau de satisfação, salários, treinamento e atividades sociais.
Recrutar e selecionar juntamente com mestre e encarregados, o pessoal necessário a
cada setor.
Manutenção e fiscalização de cantina, alojamento, sanitários e outras instalações afins
Controle de refeições, passagens, adiantamentos.

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 32


Controle e fechamento de ponto.
Controle de portaria
Pagamento de pessoal
Juntamente com o supervisor de segurança, promover palestras, exibir vídeos educa-
tivos com este tema.
Suprir o pessoal com todo EPI necessário.
Providenciar o pagamento de taxas, alvarás, licenças e impostos.
Mestre - encarregados - topógrafo
Mestre e encarregados dos diversos setores, são responsáveis diretos pela equipe de
execução da obra. Cada encarregado deverá selecionar seu pessoal em conjunto com
o RH.
A execução de cada serviço seguirá um planejamento pré-estabelecido em conjunto
com o engenheiro residente, seguindo-se a técnica e processos de execução, materi-
ais, equipamentos e equipe dimensionados.
O controle de execução será feito em 3 etapas:
Etapa 1 conferência prévia
Etapa 2 acompanhamento durante a execução
Etapa 3 checagem posterior
Desta forma, em concretagem, por exemplo, será efetuada conferência prévia da loca-
ção, formas, armadura, afastadores, fck do concreto, hora de concretagem, etc.
Durante a concretagem, serão observadas as formas, a fim de se evitar aberturas,
alturas máximas de lançamento, perfeito adensamento do concreto, rigidez das formas
e armaduras, manutenção do prumo e da locação.
Posteriormente à concretagem serão tomados todos os cuidados com a cura, desfor-
ma, e quando necessários promovidos ensaios no aço e no concreto.
Foi descritos aqui, de forma sucinta os processos de promoção e manutenção da qua-
lidade, visando obter a Qualidade Total Satisfação do cliente.
Com o desenvolvimento e conclusão do projeto definitivo, poderemos detalhar nossos
processos executivos com adoção da Qualidade Total, de maneira específica e deta-
lhada.
Informatização:
Todas as fases, iniciando-se pelo orçamento da obra, passando planejamento, acom-
panhamento e execução, bem como os setores administrativos da obra, possuirão o
maior grau possível de informatização.
O acompanhamento físico-financeiro será feito através de relatórios previsto-realizado.
Os controles de estoque, requisições, fechamento de folha, fluxo de caixa e custo da
obra, serão executados com auxílio de micro-computadores.
A comunicação com a matriz para transferência de documentos e outros dados será
feita através de meios eletrônicos, como E-mail enviados via Internet ou na impossibi-
lidade disto, via disquete ou diretamente via modem, (fax / telefone), integrando o mais
possível a obra com os diversos setores da administração central e a contratante.

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1.10 – MANUAL DE MANUTENÇÃO, CONSERVAÇÃO,
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO E USO
Ao final da obra, antes da sua entrega definitiva, a CONTRATADA deverá apresentar
o Manual de Manutenção e Conservação e as Instruções de Operação e Uso, sendo
que a sua apresentação deverá obedecer ao roteiro a seguir:
a) o Manual de Manutenção e Conservação deverá reunir as especificações dos
fabricantes de todos os equipamentos, as normas técnicas pertinentes, os termos de
garantia e a rede nacional de assistência técnica, bem como as recomendações de
manutenção e conservação de tais equipamentos;

b) as Instruções de Operação e Uso deverão reunir todas as recomendações forne-


cidas pelos fabricantes dos equipamentos acerca de seu funcionamento e operação, a
fim de permitir sua adequada utilização.

SERVIÇOS QUE DEVERÃO SER CONSIDERADOS:


 Implantação e Instalação Geral da Obra;
 Movimentação de Terra;
 Fundações
 Estruturas Metálicas e de Concreto
 Impermeabilizações;
 Coberturas;
 Revestimentos de paredes, pisos e forros;
 Esquadrias Novas, divisórias, ferragens, vidros;
 Instalações elétricas, hidro-sanitárias, de proteção contra incêndio, de so-
norização, de alarme, de telefonia, lógica e CFTV;
 Sistema de Ar Condicionado;
 Pavimentação Externa;
 Todos os outros demais serviços necessários à execução da obra.

1.11 – ETAPAS DE EXECUÇÃO DA OBRA


A obra será executada em duas etapas, sendo que a primeira etapa contempla os se-
guintes serviços:

1ª Etapa
Execução parcial dos serviços abaixo conforme a planilha em anexo.
Administração local, serviços preliminares, trabalhos em terra e contenções, funda-
ções, superestrutura, paredes e painéis, cobertura, impermeabilização, proteções e
tratamento, instalações hidrossanitárias, instalações elétricas, revestimentos de pare-
des, serviços diversos, serviços externos, limpeza da obra.

Curitiba, janeiro de 2013

Salvador Gnoato
arquiteto: CAU 6964-7
sobe@sobearquitetura.com.br

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 34


2.0 - MEMORIAL DESCRITIVO
Este Memorial Descritivo de discriminações técnicas tem como finalidade complemen-
tar as informações contidas nas pranchas do Projeto Arquitetônico e Projetos Com-
plementares do Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico, Pri-
meira Etapa - edifício do Observatório Multidisciplinar de Meio Ambi-
ente e do Núcleo de Modelagem e Computação Científica -
OMMA/NMCC, descrevendo os materiais de construções a serem utilizados, indi-
cando os locais onde estes materiais serão aplicados, determinando além das técnicas
normais tradicionais, as condições especiais exigidas para seu emprego e enunciando
as demais condições necessárias à licitação, contratação e execução desta obra.

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2.1 – PROJETO ARQUITETÔNICO E PAISAGISMO

01– TAXAS DE OBRA E REQUISITOS GERAIS


Ver Planilha Orçamentária

02 - INSTALAÇÕES PRELIMINARES E CANTEIRO DE OBRA


Placa da Obra
Será de responsabilidade da CONTRATADA, providenciar a confecção e afixação das
placas de obra conforme modelo apresentado pela UFPR:
- dos profissionais da PCU responsáveis pela fiscalização dos projetos e fiscalização
da obra
- dos projetistas com os responsáveis técnicos pelo projeto;
- da CONTRATANTE e do Programa financiador;
- da CONTRATADA, com os responsáveis técnicos pela execução;
Deverão ser colocadas em local visível, de acordo com as exigências do CREA/CAU,
da Prefeitura Municipal, do Programa Financiador e da Fiscalização da obra.
A placa de obra deverá ser executada com material resistente a permanecer durante
todo o período da obra, contendo os dados dos responsáveis técnicos da obra, de
acordo com as determinações da Resolução n° 250, de 16.12.77, do Conselho Federal
de Engenharia, Arquitetura e Agronomia - CONFEA que regula o tipo e uso de placas
de identificação de exercício profissional em obras, instalações e serviços de Enge-
nharia, Arquitetura e Agronomia, assim como as demais exigências do contratante.
Deverão ser utilizados os modelos apresentados pela UFPR.

Limpeza do terreno
O terreno em questão deverá ser preparado par receber os serviços de instalação pro-
visória, locação da obra e demais serviços complementares. Deverá estar limpo, sen-
do necessário remover todas as interferências existentes como resíduos materiais e
vegetais, mecânica e manualmente, destocando e arrasando antigas construções,
removendo todo o material para destino específico, permitindo o início das instalações
e trabalhos em campo. Prever e permitir acesso de equipamentos e veículos conforme
plano do construtor, tudo devidamente aprovado pela fiscalização.

Locação de Obra com Equipamentos


A obra deverá ser locada de acordo com o projeto arquitetônico, com auxilio de equi-
pamento apropriado, por pessoa habilitada, que deverá referenciar através de marcos
permanentes e gabaritos, a planimetria e a altimetria (nível) de todas as medidas bási-
cas estabelecidas em projeto, a partir do RN - Básico.
Deverá obedecer ao projeto de implantação quanto a seus alinhamentos, cotas de
níveis indicadas nos projetos arquitetônico e estrutural. O terreno deve estar conveni-
entemente limpo e preparado de forma a permitir a perfeita implantação da edificação
dentro das conformidades pré-determinadas.
Recomenda-se que o engenheiro da obra e o mestre devem acompanhar esses servi-
ços que são fundamentais.

Tapume de vedação
O tapume deverá ser executado de acordo com chapa tipo telha trapeizodal
GALVALUME, ou equivalente, espessura 0,43 mm fixado em perfis metálicos com
altura de 2,20 m, acabamento pintura tinta esmalte cor branca, conforme o padrão
apresentado pela UFPR.
Modelo das Placas

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 36


Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 37
Ligações Provisórias
Deverão ser executadas instalações provisórias de água, esgoto e energia elétrica de
acordo com as exigências das concessionárias e a legislação local. Todas as ligações
provisórias serão de responsabilidade da CONTRATADA e deverão ser feitas de acor-
do com as normas vigentes. No caso de utilização da rede existente a empresa fará o
ressarcimento a UFPR, por aferição da quantidade excedente ao consumo dos meses
anteriores a realização da obra, ou por arbitramento pela fiscalização do quantum cor-
respondente ao quinhão da conta apresentada pela concessionária dos serviços. Não
se incluem a utilização da rede de telefonia e dados de uso exclusivo da UFPR.

Canteiro de obras e instalações provisórias


O canteiro de obra deverá ter acesso e ser executado em local determinado, interferir
o mínimo possível no trânsito local, (obter licença junto à prefeitura) com todas as
instalações necessárias básicas atendendo as normas NR18, bem como programar e
atender o PCMAT a ser implantado, conforme o projeto do canteiro de obras
apresentado.
Em anexo se propõe um layout básico e quantitativo para efeito de orçamento, que
deverá ser adaptado às necessidades do construtor e submetido à aprovação
fiscalização da obra. Minimamente deverão essas instalações conter espaços para
escritório de obra, almoxarifado, refeitório e vestiário e sanitário dimensionado para o
número de funcionários previsto.
A CONTRATADA deverá prever proteções em volta das áreas a serem trabalhadas.
Estas proteções serão removíveis e executadas de forma a resguardar contra qual-
quer tipo de acidente.
Áreas de Vivência: no canteiro de obras deverá ser instalado, local apropriado, aten-
dendo as Normas de Segurança do Trabalho e do Código de Obras e Legislação Tra-
balhista pertinente. Poderá a CONTRATADA, substituir a execução do item, utilizando
parte das instalações existentes na qual se realizará a obra para a instalação das á-
reas de vivência. Neste caso, a responsabilidade pelos serviços de adequação do es-
paço, pelos deslocamentos e mudanças em decorrência do andamento das obras de-
verão estar incluídas na proposta.
Será executado barracão de depósito de materiais e escritório em chapa de madeira
compensada de espessura de 10mm em dimensões compatíveis. Este barracão deve-
rá permanecer em condições adequadas por todo o tempo da obra.
Após as desmontagens, demolições a área de trabalho deverá ser limpa pelo menos
uma vez por dia, devendo ser instalados containers específicos para o uso de entu-
lhos, em local acordado com a Fiscalização.
Os containers com entulhos deverão ser periodicamente removidos do canteiro e, en-
caminhadas às áreas de deposição liberadas pelo órgão competente.

03 – TRABALHOS EM TERRA
Ficarão a cargo e responsabilidade da CONTRATADA, todos os serviços de movimen-
tação de terra e terraplanagem, incluindo o transporte do material retirado até o local
definitivo, assim como a segurança de escavações e aterros. Deverá ser executado
todo movimento de terra necessário para obter um perfil de superfície adequado a
execução da obra. Toda a movimentação de terra lançada na Planilha do Orçamento
Quantitativo não leva em consideração o empolamento do material a ser escavado,
retirado e recolocado, devendo desta forma ser considerado nos preços propostos
para a realização dos serviços segundo critério técnico da empresa executora. Da
mesma forma, nos quantitativos não são levadas em considerações medidas adicio-
nais a projeção da implantação das formas da estrutura de fundações e baldrames,

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 38


situação que deverá ser computada as aberturas de valas e escavações adicionais
pela proponente considerando no preços dos serviços apresentados na sua proposta,
dentro das diretrizes propostas para a execução de cada serviço.

Drenagem do terreno
No caso de necessidade de drenagem do terreno, a CONTRATADA deverá executar
os serviços, levando-se em conta os efeitos em terrenos vizinhos.

Escavações
As escavações necessárias deverão ser executadas com toda a segurança à proteção
da vida e do imóvel. As escavações com profundidade maior que 1,50 m deverão ser
taludadas ou escoradas. No caso de escavações permanentes, deverão ser executa-
dos muros de arrimo. Todas as escavações deverão ser protegidas contra chuva.

Bota-Fora do Material Escavado


Compreende o transporte do material escavado além do local da escavação. O destino
do bota-fora será determinado pela CONTRATADA, sob sua inteira responsabilidade,
em local adequado, fora do terreno da CONTRATANTE. É de responsabilidade da
CONTRATADA, consultar os órgãos ambientais quanto ao destino do bota-fora e pro-
videnciar as licenças e aprovações necessárias à execução dos serviços.

Aterros, reaterros e compactações


Os aterros e compactações deverão ser executados em camadas de 20 cm, com ma-
terial compatível e previamente aprovado e de acordo com as Normas da ABNT. A
umidade deverá ser em torno da ótima e o grau de compactação deverá ser maior que
95%, com referência ao ensaio de compactação normal de solos. Será admitido o uso
de pilões manuais apenas em compactações secundárias e em locais de difícil aces-
so.

Compactação Final
Tanto em cortes quanto em aterros, a superfície do terreno deverá apresentar condi-
ções adequadas ao trânsito dos veículos durante a fase de construção, bem como dos
veículos de manutenção durante sua operação.
É importante atentar para os detalhes da classificação de solos, como: presença de
solos orgânicos, turfa, vegetação, aterros, pedregulhos, passagem de camadas, nível
d’água, pressão d’água, etc. Caso o material seja impenetrável ao trado nas condições
estabelecidas pela NBR-6484/79 da ABNT, esta observação deverá constar do boletim
para justificar a não execução do avanço a trado no trecho previsto. Nesse caso deve-
rão ser executados poços para permitir a determinação do perfil do subsolo.
Caso a CONTRATADA julgue necessário tomar providências complementares, tais
como sondagens, ensaios, projetos, consultoria ou ensaios para controle de execução,
as despesas e prazos deverão ser previstos e incluídos na proposta, pois não serão
aceitos como justificativa para alterações e acréscimos posteriores.
As providências necessárias para garantir a circulação na área durante a fase de
construção e montagem, ficarão integralmente a cargo e por conta da empreiteira,
independentemente de conclusões que venham a ser tiradas dos elementos forneci-
dos com o edital.

04 – FUNDAÇÕES E CONTENÇÕES
Verificar projeto específico.

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 39


05 - SUPERESTRUTURA
Ver projetos e memoriais específicos.

06 – PAREDES E PAINÉIS
Alvenaria de tijolos
As paredes em alvenaria serão executadas com tijolo cerâmico seis furos (9 x 14 x 19)
cm assentados com argamassa mista (1:4 + 130Kg cim/m3) e as dimensões das pa-
redes devem seguir as determinações do projeto arquitetônico (parede dupla 20 cm e
25 cm – parede simples 15 cm acabada)

Paredes em drywall
Executadas em gesso sistema drywall, com espessura de 10cm.

Instruções básicas de montagem:


Marcar no piso a localização das guias e os pontos de referência dos vãos de portas e
dos locais de fixação de cargas pesadas, previamente definidas em projeto. Observar
um espaçamento entre as guias na junção das paredes em "L" ou "T" para colocação
das placas de gesso. As guias devem ser fixadas no piso e teto no máximo a cada 60
cm, com parafuso e bucha ou pino de aço.
Os montantes devem possuir aproximadamente a altura do piso ao teto, com 10 mm a
menos. Eles devem ser solidarizados entre si com parafusos espaçados de no máximo
40 cm. Fixar os montantes de partida nas paredes laterais e nas guias. Os demais são
colocados verticalmente no interior das guias e posicionados a cada 60 cm.
As placas de gesso devem possuir aproximadamente a altura do pé direito. As abertu-
ras para caixas elétricas e outras instalações podem ser feitas antes ou após a monta-
gem, dependendo da sequencia executiva. Posicionar as placas de encontro aos mon-
tantes, encostadas no teto, deixando a folga na parte inferior. Pode também ser deixa-
da folga na parte superior quando do emprego de molduras. As juntas em uma face da
parede devem ser desencontradas em relação às da outra face. No caso de paredes
com placas duplas, as juntas da segunda camada devem ser defasadas da primeira. A
junta entre as placas deve ser feita sempre sobre um montante. As placas são parafu-
sadas aos montantes, com espaçamento máximo de 30 cm entre os parafusos, no
mínimo a 1 cm da borda da placa. Quando os montantes são duplos, parafusar alter-
nadamente sobre cada montante na região fora da junta. Tomar cuidado no parafusa-
mento, para que a cabeça do parafuso não perfure totalmente o cartão e para que não
fique saliente em relação à face da placa. Após a colocação das placas em uma das
faces da parede, certificar-se do correto posicionamento e execução das instalações
elétricas, hidráulicas e outras, da eventual colocação de lã mineral, e da colocação de
eventuais reforços para fixação de peças suspensas pesadas, antes da colocação das
placas na outra face da parede. As tubulações de cobre ou bronze deverão ser isola-
das dos perfis de aço para evitar corrosão, inclusive quando passarem nos furos exis-
tentes nos montantes. As fiações elétricas devem ser colocadas em eletrodutos, prin-
cipalmente quando passarem nos furos dos montantes. Poderão também ser adotado
componente de proteção nos furos dos montantes, principalmente quando do emprego
de eletrodutos corrugados.
É feito com uma primeira aplicação de massa de rejuntamento sobre a região da junta.
Em seguida, colocar a fita de papel microperfurada Placo ou equivalente sobre o eixo
da junta e pressionar firmemente de forma a eliminar o material excedente, por meio
de espátula. Com a desempenadeira metálica, dar acabamento à junta, de forma que
a massa de rejuntamento fique faceando as superfícies das placas de gesso contí-
nuas. Após a secagem, variável em função do tipo de massa, da temperatura e da
umidade relativa, poderá ser dado o acabamento final na junta, com nova aplicação de

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 40


fina camada de massa, por meio de desempenadeira metálica. As cabeças dos para-
fusos devem ser emassadas. Após secagem do primeiro emassamento deve ser apli-
cada uma camada no sentido cruzado.
As placas deverão ser transportadas na vertical uma a uma ou cintadas duas a duas.
De preferência, devem ser colocadas próximo aos locais de aplicação.
As placas podem ser cortadas com estilete e régua, com serrote ou serras circulares.
Os perfis são cortados com tesoura própria para chapa metálica.

Obs:
A licitante com proposta classificada em primeiro lugar para este item deverá apresentar uma a-
mostra em forma de protótipo em tamanho real, confeccionado de acordo com as especificações
técnicas deste edital, para ser aprovado pelos arquitetos e pelo PCU da UFPR.

07 - COBERTURA
Telha fibrocimento
Telha e cumeeira de fibrocimento (livre de cimento-amianto) ondulada e=8mm instala-
da em estrutura metálica. Utilizar os acessórios adequados para fixação das telhas. O
produto deve atender à Norma Brasileira ABNT NBR 15210. Dimensões mínimas da
placa: 1,22 x 1,10 m. A inclinação da cobertura é de 10%. O recobrimento lateral mí-
nimo deve ser de 1/4 de onda com cordão de vedação Selamax adesivo PU ou equi-
valente.
As telhas podem ser perfuradas para passagem de tubos em um diâmetro de até 250
mm. Telhas que recebem abertura devem ter apoios suplementares (vide figura abai-
xo). Essas perfurações devem ser executadas com broca de aço rápido, serra e grosa
para ajustes finais. Deve-se prever um sistema de vedação com saia metálica e mate-
riais vedantes.
Os acessórios para fixação devem estar de acordo com a norma NBR 8055 da ABNT.
Referência: Telha Ondulada Brasilit, ou equivalente.

Funilaria
Colocação de rufo, contra rufo e calha em chapa de aço galvanizado nº24 executados
conforme projeto arquitetônico.
Os pontos de descidas para os condutores verticais serão em chapa galvanizada nº.
24 USG, diâmetro indicado em projeto, executado de forma suficiente para garantir o
perfeito escoamento das águas pluviais provenientes da cobertura.
As calhas serão assentadas sobre a laje de concreto da cobertura que deve estar im-
permeabilizada.
Deverão ser executadas e ou instaladas pingadeiras em todos os locais necessários
das coberturas, mesmo que não indicadas no projeto arquitetônico, inclusive onde
deságua em calhas.

Estrutura do Telhado
Ver características no memorial de estrutura metálica.

08 - IMPERMEABILIZAÇÃO
IMP-1
Lajes expostas, calhas, casa de gás e baldrames:
Manta asfáltica poliéster 4mm Tipo III aplicadas a maçarico em superfície previamente
imprimada de acordo com NB 9975 + proteção mecânica com argamassa de cimento
e areia traço 1:5 com 2 cm de espessura. As superfícies devem estar conveniente-
mente regularizadas, livres de grachas, óleos, etc

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 41


IMP-2
Áreas Molhadas (Lajes de piso de sanitários e copa):
Manta asfáltica glass 3mm Tipo II aplicadas a maçarico em superfície previamente
imprimada de acordo com NB 9975 + proteção mecânica com argamassa de cimento
e areia traço 1:5 com 2 cm de espessura. As superfícies devem estar conveniente-
mente regularizadas, livres de graxas, óleos, etc

IMP-3
Poço de Elevadores, tomadas de ar e arrimo:
Cimento modificado com Polímero tipo VIAPLUS 1000.
Impermeabilização com aplicação de argamassa polimérica aplicada em quatro de-
mãos. As superfícies devem estar convenientemente regularizadas, livres de graxas,
óleos, etc.

09 – ESQUADRIAS E FERRAGENS
PORTAS DE MADEIRA
Portas em madeira chapeada
Porta de abrir em madeira itaúba com pintura em verniz fosco incolor. As madeiras
empregadas na execução das portas serão de lei, de boa qualidade, seca e isentas de
defeitos, serradas, e beneficiadas nas dimensões do projeto. As folhas das portas se-
rão do tipo compensadas, miolo cheio, com espessura mínima de 35 mm. Os caixi-
lhos, batentes e guarnições serão em madeira de lei tipo Itaúba fixados com parafu-
sos. Nas portas de acesso aos sanitários do PNE deverá ser colada chapa em aço
inox na dimensão de 80 x 40 cm em ambos os lados, conforme projeto arquitetônico.

FERRAGENS
Portas de Madeira
Fechaduras da IMAB em latão, ref. Duna, ou equivalente, com máquina de 55 mm,
maçaneta montada com ferro duplex em aço e parafusos M6. Acabamento cromado
acetinado. dobradiças com anéis de 3 ½”x 3” ref. 0224 da IMAB, acabamento cromado
acetinado.

Barra de apoio para portas PNE


Barra de apoio Acess, JACKWAL ou equivalente, em aço inox AISI 304, acabamento
polido, reta, 390x60x90mm, Ø 32mm. Atende aos requisitos das norma NBR-9050.

Barra antipânico
Barra antipânico Evolution Plus, LA FONTE, ou equivalente, com acionamento através
de alavanca, feita em aço com pintura epóxi, cor prata, para aplicação em portas sim-
ples e duplas de acessos de segurança. Possui sistema de reversão da barra, possibi-
litando a instalação em portas esquerdas e direitas.

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ESQUADRIAS METÁLICAS E VIDROS

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 43


Esquadrias
As esquadrias de alumínio deverão ser fabricadas e instaladas em conformidade com
o projeto arquitetônico e de acordo com as normas técnicas da ABNT. Qualquer modi-
ficação de materiais e acabamentos aqui especificados só será admitida com a con-
cordância e aprovação por escrito do Arquiteto.
As esquadrias de alumínio serão confeccionadas com perfis extrudados em liga 6063,
Têmpera T5, e os perfis de ancoragens na liga 6351, Têmpera T6, atendendo as Nor-
mas NBR 8116, devendo o material ser novo, limpo, desempenado, sem defeito de
fabricação, e com as seguintes características mecânicas:
Limite de resistência à tração: Mínimo de 150 MPa.
Limite de escoamento: Mínimo de 110 MPa.
Alongamento (%50 mm): 8%.
Espessura mínima dos perfis de alumínio extrudados: 1,5mm
Tratamento: pintura eletrostática polyester na cor preta fosca.

A usinagem dos perfis de alumínio será feita com ferramental adequado e não deverão
apresentar ranhuras ou rebarbas por defeito de ferramentas. Os cortes serão precisos
e as meia esquadrias deverão se ajustar perfeitamente. A mão de obra para a
fabricação, montagem e instalação das esquadrias e para instalação dos vidros será
especializada, com comprovada experiência.
Os acessórios a serem utilizados serão todos de primeira linha, testados e aprovados
em protótipo pela fiscalização.

Observação importante
Sempre que houver necessidade de componentes de ferro, eles serão de aço patinável resistente à
corrosão, do tipo do tipo SAC-41/Cosacor/Corten ou similar, e receberão proteção primer e pintura
de acabamento na cor branca. Terão proteção que evite o contato bimetálico com o alumínio por
meio de fitas isolantes 3M do tipo Scotch Rap, especiais para esta finalidade. Nos casos que a
aplicação da fita não seja possível, o contato deverá ser evitado com pintura protetora emborra-
chada.

A empresa CONTRATADA para execução das esquadrias deverá apresentar projeto


executivo detalhado com memorial de Cálculo Estrutural dos perfis, para verificação e
aprovação da contratante, antes da execução dos serviços. O projeto deverá detalhar
as fixações dos montantes à estrutura do edifício, telescópicas, de forma que as mes-
mas permitam movimentações da estrutura de até 20 mm, sem provocar quebra de
vidros ou danos às esquadrias.
No dimensionamento dos perfis, das vedações e das fixações deverão ser
considerados os parâmetros estabelecidos nas NBR-10821 e NBR-10830 para
estanqueidade à água e ar, bem como resistência à carga de vento e acústica dos
edifícios.
A fabricação dos contramarcos só poderá ser iniciada após a análise e aprovação da
CONTRATANTE do projeto de execução das esquadrias.
A inspeção da fabricação e instalação das esquadrias, pela CONTRATANTE não tira a
responsabilidade total da CONTRATADA quanto à qualidade dos materiais e serviços,
resistência, vedação e perfeito funcionamento das esquadrias.
Todas as esquadrias devem ser vedadas entre o contramarco e o marco, utilizando-se
sempre gaxetas ou através de silicone de vedação Dow Corning DC 791, aplicado
sobre calço de polietileno expandido TARUCEL, ou equivalente.
As ancoragens, inserts, barras de transição e conexões necessárias para a fixação
dos montantes de alumínio deverão ser alumínio na liga estrutural 6351 – T6.
Os perfis de alumínio receberão pintura eletrostática polyester na cor branca fosca,
conforme amostra APROVADA pelo Arquiteto.

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 44


As esquadrias, ao serem instaladas, deverão ser protegidas com material adequado a
evitar danos à pintura, provenientes do ataque de cimento, cal, ácidos, etc. Em
nenhuma hipótese será utilizado vaselina como proteção.
Ensaios: A fim de garantir a qualidade e o desempenho das esquadrias, se for do inte-
resse da contratante, a contratada deverá executar às suas custas, os ensaios abaixo
enumerados em laboratório a ser indicado pela contratante:
Os testes deverão seguir as normas da NBR 10821:
Estanqueidade à água e penetração de ar.
Resistência às cargas de vento.
Espessura, selagem, corrosão e solidez à luz da camada anódica.
Os testes antibalísticos deverão seguir as normas da NBR -15000: Blindagens para Impactos Balís-
ticos – Classificação e Critérios de Avaliação.

Linha Atlanta
Esquadrias da Linha Atlanta da BELMETAL, ou equivalente, em alumínio pintado na
cor branca ou preta, conforme projeto arquitetônico e tabela de esquadrias, compostas
por montantes de alumínio chumbados na estrutura, ancoragens, folhas de máximo ar
e fixas, com vidros encaixilhados, instalados com todos os acessórios e vedações ne-
cessárias, com modulações e dimensões de acordo com o projeto. Os montantes se-
rão em perfis de alumínio de acordo com as séries e tipos especificados, e as veda-
ções serão em gaxetas de neoprene ou silicone e escovas de polipropileno. Na sua
execução serão utilizados perfis adequados, devidamente encaixados para atender a
estabilidade e estanqueidade de cada tipo de esquadria, eliminando-se ao máximo a
aplicação de parafusos. As guarnições e peças de arremates serão encaixadas a
pressão, não sendo permitidos parafusos ou rebites aparentes. Todas as unidades dos
caixilhos deverão ser adequadamente contraventadas e ancoradas. Todos os caixilhos
deverão ser, antes da colocação, guardados em local coberto, seco e ventilado. Não
será permitido, quando armazenados, o contato do alumínio com outros materiais.
Esquadrias brancas: AL11, AL12a, AL12b
Esquadrias pretas: AL4, AL5, AL6, AL7a, AL8, AL9, AL10

Linha Imperial
Esquadrias na Linha Imperial da BELMETAL 2.5, ou equivalente, em alumínio pintado
nas cores branca e preta, de acordo com o projeto arquitetônico e tabela de esquadri-
as, instaladas com todos os acessórios e vedações necessárias, com modulações e
dimensões de acordo com projeto arquitetônico.
O acabamento deve ser sem arestas e com o perfil de reforço harmonicamente inte-
grado à esquadria. O conjunto conta com apenas um perfil para a folha e um para o
marco. O sistema de vedação é executado com duplo perímetro de gaxetas na própria
folha, criando o efeito “câmara de descompressão”, que produz uma vedação perfeita.
Os acessórios são em nylon ajustados e devem fazer parte da instalação das esqua-
drias.
Esquadrias brancas: AL1, AL2, AL3b, AL14, AL15
Esquadrias pretas: AL3a, AL7b

Venezianas
Esquadrias na Linha 42 da BELMETAL, ou equivalente, em alumínio pintado na cor
branca ou preta, seguindo o projeto arquitetônico. Todas as unidades dos caixilhos
deverão ser adequadamente contraventadas e ancoradas. Todos os caixilhos deverão
ser antes da colocação, guardados em local coberto, seco e ventilado.
Não será permitido, quando armazenados, o contato do alumínio com outros materiais.
Esquadrias brancas: VZ01, VZ03, VZ04a, VZ04b, VZ5, VZ6, VZ7, VZ8, VZ9, VZ10, VZ11
Esquadria preta: VZ02

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Vidro Incolor 6mm
Cristal incolor 6mm.

Vidro Laminado Cinza 08mm


Cristal laminado cinza 08mm, composto por folhas fixas e de giro, instalados com fer-
ragens e perfis de alumínio e todos os acessórios. O vidro é composto por float incolor
4mm + pvb + float incolor 4mm.

Vidro Laminado Incolor 10mm


Vidro cristal laminado incolor, espessura 10mm, comporto por uma lâmina de cristal
incolor 5mm + PVB incolor + uma lâmina de cristal incolor 5mm, instalados nos caixi-
lhos em alumínio.

Vidro Aramado de Segurança


Vidro aramado de segurança 6mm que possui, em seu interior, uma malha quadricu-
lada de arame de aço. Essa proteção deve ser capaz de reter os cacos no caso de
quebra, impedindo que eles se projetem no ar ou que criem pontas perfurantes. A tela
metálica deve ser inserida ainda durante a própria fabricação do vidro, no momento
em que a massa vítrea vai para a estenderia.

Portas Corta-Fogo
Porta corta-fogo, metálica, com 80 x 210 cm, confeccionadas em chapa galvanizada
natural, com núcleo em manta refratária, contendo folha, batente, dobradiças com mo-
la regulável e fechadura de sobrepor com chave, pintura cor branca.

10 – INSTALAÇÃO HIDROSSANITÁRIA, INCÊNDIO


Verificar memorial específico.

11 – INSTALAÇÃO ELÉTRICA, TELEFONE, LÓGICA


Verificar memorial específico.

12 – INSTALAÇÃO DE AR CONDICIONADO
Verificar memorial específico.

13 – REVESTIMENTO DE PISO
Regularização
Regularização de piso executado com argamassa de cimento e areia traço 1:3. A su-
perfície das bases não deve apresentar desvios de prumo e planeza superiores aos
previstos pela NBR 13.749, devendo estar firme, seca, curada e absolutamente limpa,
sem pó, óleo, tinta e outros resíduos que impeçam a aderência da argamassa colante.

Revestimento em Granito GP
Executar em granito CINZA ANDORINHA polido com espessura de 2 cm, 55 x 55cm.
Nas escadas prever detalhe de faixa antiderrapante apicoada.
No processo de fixação providenciar isolamento da placa para não ocorrer manchas.
As placas devem ser assentadas com argamassa colante. O embosso e argamassa
de contrapiso devem estar sarrafeados ou desempenados, curados há pelo menos 14
dias. O verso das placas a serem aplicadas deve estar seco, limpo, livre de poeiras,
resíduos ou películas que impeçam o contato da argamassa.

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Revestimento em Granito GS
Executar em granito CINZA ANDORINHA serrado com espessura de 2cm, 55 x 55cm.
No processo de fixação providenciar isolamento da placa para não ocorrer manchas.
As placas devem ser assentadas com argamassa colante. O embosso e argamassa
de contrapiso devem estar sarrafeados ou desempenados, curados há pelo menos 14
dias. O verso das placas a serem aplicadas deve estar seco, limpo, livre de poeiras,
resíduos ou películas que impeçam o contato da argamassa.

Soleira em Granito SG
Soleira de granito CINZA ANDORINHA L=20cm e=2cm.
No processo de fixação providenciar isolamento da placa para não ocorrer manchas.
As placas devem ser assentadas com argamassa colante. O embosso e argamassa
de contrapiso devem estar sarrafeados ou desempenados, curados há pelo menos 14
dias. O verso das placas a serem aplicadas deve estar seco, limpo, livre de poeiras,
resíduos ou películas que impeçam o contato da argamassa.

Revestimento Granitina GR
Piso de concreto vibroprensado de alta resistência em placas de 40x40x1,6cm
com agregados minerais nobres e acacabamento polido marca tecnogran mo-
delo Reggia 6061, ou similar, assentado sobre contrapiso regularizado com mas-
sa colante do tipo AC-III ou similar, rejuntado com material específico para este
tipo de piso e polimento final após o rejuntamento tratado com endurecedor e
densificador de silicato de lítio e selador e endurecedor de lítio brilhoso para
concreto marca becker ou similar.

Cimento Alisado CA
O piso de cimento alisado será executado na seguinte proporção: Argamassa de ci-
mento e areia média, no traço 1:3, espessura mínima de 2 cm, com caimentos con-
forme indicado no projeto. Toda superfície de concreto, para receber a argamassa,
deverá estar sempre totalmente limpa e isenta de nata de cimento, manchas de óleo,
graxa, etc. A argamassa será assentada diretamente sobre a laje de concreto estrutu-
ral, decorridas no máximo 24 horas de contagem, estando o concreto ainda úmido.
Não sendo possível a execução do piso nesse período, deverão ser tomadas precau-
ções que garantam perfeita aderência do piso com o concreto através da utilização de
aditivo de pega entre o concreto já executado e a argamassa ou outro processo técni-
co, devidamente aprovado. A superfície deverá ser molhada até a saturação pelo me-
nos 24 horas antes da execução do cimentado. Após a aplicação, a argamassa será
sarrafeada e batida, desempenada e levemente alisada, não sendo permitidas corre-
ções após o material começar a endurecer. Deverão ser obedecidos os caimentos,
bem como modulação e materiais para juntas, quando indicados no projeto. As super-
fícies dos cimentados serão cuidadosamente curadas, sendo, portanto, conservadas
permanentemente úmidas durante um período de aproximadamente 7 dias após a
execução.

Rodapé em Granitina
Rodapé em granitina branca (igual à utilizada no piso) com 2 cm de espessura e altura
7cm. Todo o piso de granitina deve receber o acabamento com rodapé em granitina.

Soleiras SG
Executar soleiras em granito CINZA ANDORINHA polido com espessura de 2 cm con-
forme projeto arquitetônico.

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14 - REVESTIMENTOS DE PAREDES
Paredes internas e externas
As paredes deverão receber chapisco executado com argamassa mista de cimento e
areia traço 1:4, com espessura de 5mm; e emboço executado com argamassa mista
traço 1:2:11, com espessura de 20mm e reboco parte interna e laje – argamassa areia
e cal hidratada 1:4,5 e= 5mm.

Revestimento paredes externas – PT


Revestimento Cerâmico PORTOBELLO – cor branca linha arquiteto design 9,5x9,5cm
ou equivalente. Rejunte branco para revestimento cerâmico marca PORTOBELLO.

Revestimento paredes externas – PP


Revestimento Cerâmico PORTOBELLO – cor preta linha arquiteto design 9,5x9,5cm
ou equivalente. Rejunte preto para revestimento cerâmico marca PORTOBELLO.

Revestimento paredes internas sanitários – PT


Revestimento Cerâmico PORTOBELLO – cor branca linha arquiteto design 9,5x9,5cm
ou equivalente. Rejunte branco para revestimento cerâmico marca PORTOBELLO.

Colocação de revestimento cerâmico


Para a aplicação das pastilhas cerâmicas, as paredes de alvenaria devem ter sido
feitas há pelo menos 14 dias e as superfícies de concreto devem estar curadas há no
mínimo 28 dias.
Neste serviço deve ser usada argamassa colante especial para assentamento e rejun-
tamento simultâneos de pastilhas em áreas internas e externas
O verso das pastilhas a serem aplicadas deve estar seco, limpo, livre de poeiras, resí-
duos ou películas que impeçam o contato da argamassa colante.
Para proteger os revestimentos de dilatações, utilize juntas de assentamento, movi-
mentação, dessolidarização e respeite as juntas estruturais determinadas pelo projetis-
ta.
A superfície das bases não deve apresentar desvios de prumo e planeza superiores
aos previstos pela NBR 13.749, devendo estar firme, seca, curada e absolutamente
limpa, sem pó, óleo, tinta e outros resíduos que impeçam a aderência da argamassa
colante.
A desempenadeira a ser usada no assentamento das pastilhas deve ter o formato do
dente adequado ao tipo de colocação desejado, ou seja, para áreas internas deve ser
utilizada desempenadeira de 6 x 6 x 6 mm e para áreas externas deve ser utilizada
desempenadeira de 8 x 8 x 8 mm. Quando os dentes da desempenadeira se desgas-
tarem em mais de 1mm na altura, o equipamento deve ser substituído.

Grafiato – GF:
Os muros e arrimos devem ser pintados com tinta texturizada tipo grafiato na cor gelo.

Aplicação
Antes de se aplicar o grafiato, deve-se fazer a regularização da superfície com arga-
massa (areia e cimento) e aguardar um tempo de cura de no mínimo 28 dias.
A textura deve ser aplicada em painéis de até 2m² com o auxílio de uma desempena-
deira de aço, deixando uma camada uniforme. O excesso do produto deve ser retirado
com uma desempenadeira de forma que a altura da camada seja equivalente ao ta-

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manho da maior partícula de quartzo contida no produto. Utilizando uma desempena-
deira plástica, devem ser feitos movimentos verticais para obter um desenho uniforme.

15 – REVESTIMENTOS DE FORROS
Laje Pintada
As lajes internas deverão receber chapisco executado com argamassa mista de ci-
mento e areia traço 1:4, com espessura de 5mm; e emboço executado com argamas-
sa mista traço 1:2:11, com espessura de 20mm e reboco parte interna e laje – arga-
massa areia e cal hidratada 1:4,5 e= 5mm.

Revestimento de Gesso Acartonado FG - (c/ destaque de 2cm)


Placas de gesso acartonado, com destaque (tabica) aplicado nos locais indicados no
projeto através de mão-de-obra especializada. Fazendo parte do fornecimento todas
as fixações e remates que se fizerem necessários, assim como estruturas metálicas
auxiliares, andaimes e suportes adicionais. As juntas entre chapas serão vedadas com
fitas de poliéster e gesso, de maneira a se obter uma superfície final completamente
lisa, uniforme e prumada. Para uniformização do revestimento deverá ser aplicada
massa corrida antes de qualquer pintura. Pintura em tinta RENNER Acrílico Profissio-
nal ou equivalente, cor: branco.

Forro Mineral FM
Forro Armstrong Bioguard Acoustic ou equivalente.
Sistema de forro em Fibra Mineral modelada úmida com membrana acusticamente
transparente e aplicação de anti-fungicida BioBlock, borda tipo Lay-in (reta), espessura
17mm; modulação 625x625mm; Conteúdo reciclado 45,4%; Peso 3,8Kg/m²; Coeficien-
te de absorção sonora (NRC): 0.60 (mínimo) conforme ASTM C 423-01; Coeficiente de
isolamento Acústico (CAC): 36 dB (mínimo) conforme EM ISO 717-1; SRA (mínimo)
0,70; Resistência ao fogo Classe A conforme NBR 9442; Refletância Luminosa (RL):
0.87 conforme EM ISO 7742-2&3; Resistência à deformação causada pela umidade
relativa do ar até Rh 95% à uma temperatura de 49ºC no Plenum; estruturado em per-
fil metálico Armstrong, modelo RETAIL, tipo “T” invertido, base de 24mm, em aço
galvanizado por imersão à quente e com costura dupla de fábrica, revestido com capa
de Poliéster na cor Branco, sistema clicado.
Os valores apresentados referente ao produto são valores mínimos, em função de sua
certificação UL. Isto garante que o desempenho acústico dos forros alcance ou exceda
os valores publicados.
Os valores de NRC são referentes ao “Coeficiente de Redução do Ruído”, sendo este
relacionado à reverberação sonora. Os valores de CAC são referentes a “Classe de
Atenuação do Forro”, sendo este relacionado ao isolamento sonoro. Os valores de
SRA são referentes à “Absorção na gama da voz humana”.

Foro de Placa Cimentícia


Instalação de forro em placa cimentícia livre de amianto, em conformidade com a NBR
15498. As placas devem possuir alta resistência a impactos, elevada durabilidade,
resistente à ataque de cupins e microorganismos, resistente à umidade e incombustí-
veis. Espessura mínima da placa: 10mm. Para fixação deverão ser utilizados somente
perfis de aço galvanizado para steel framing (espessura da chapa a pertir de 0,80mm).
Para uniformização do revestimento deverá ser aplicada massa corrida antes de qual-
quer pintura. Pintura em tinta RENNER Acrílico Profissional ou equivalente, cor: bran-
co.
Referência: Placa Cimentícia Impermeabilizada Brasilit ou equivalente.

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 49


16 – PINTURA
Massa corrida
Massa acrílica com uma demão sobre emboço. Para aplicar a massa na superfície é
necessário lixar bem a parede e remover toda a poeira. A massa corrida deve ser apli-
cada com o uso de uma espátula e uma desempenadeira de aço liso. Sempre aplicar
a massa acrílica no sentido vertical ou horizontal.

Paredes internas e forro de gesso


Depois de preparadas as superfícies, através de limpeza manual com escova para
eliminação do pó, sem quaisquer ondulações ou defeitos para garantir um serviço per-
feito. A pintura sobre emboço será executada quando o mesmo estiver seco e curado.
Serão aplicadas duas demãos de massa acrílica nas paredes internas e lajes e poste-
riormente aplicação de selador. Pintura em tinta RENNER Acrílico Profissional ou e-
quivalente, cor: branco.
As paredes de alvenaria devem receber chapisco, emboço e reboco antes da pintura.
As paredes de drywall devem ser emassadas antes de receber a pintura.

Laje
Depois de preparadas as superfícies, através de limpeza manual com escova para
eliminação do pó, sem quaisquer ondulações ou defeitos para garantir um serviço per-
feito. A pintura sobre emboço será executada quando o mesmo estiver seco e curado.
Serão aplicadas duas demãos de massa acrílica nas paredes internas e lajes e poste-
riormente aplicação de selador. Pintura em tinta RENNER Acrílico Profissional ou e-
quivalente, cor branca ou preta, conforme indicado no projeto.

Esmalte sobre ferro


Pintura em tinta esmalte sintético com duas demãos na cor branca nas portas de ferro
corta-fogo.
Rufos e calhas
Pintura em esmalte sintético RENNER ou equivalente, na cor branca.

Muros
Os muros e arrimos devem ser pintados com tinta texturizada tipo grafiato na cor gelo.

17 – LOUÇAS E METAIS
A locação das peças e acessórios, bem como altura de colocação, deverá atender as
medidas especificadas em projeto. Para o rejuntamento das peças, usar argamassa
de cimento branco e areia no traço 1:3. Todas as louças, metais e acessórios serão
instalados de acordo com o projeto e instrução do fabricante, e serão cuidadosamente
verificadas quanto a sua instalação ou fixação. As peças que estiverem parciais ou
totalmente embutidas terão sempre a borda superior coincidindo com as juntas hori-
zontais do revestimento cerâmico. A equivalência será aceita desde que aprovada
pelo arquiteto responsável com aprovação da Fiscalização.

1 – Bacia convencional, linha Ravena, cor branca, código P9 - DECA com assento
plástico, linha Ravena - DECA e válvula de descarga, linha Hydra Max Pro Antivanda-
lismo DECA ou EQUIVALENTE
2 – Bacia convencional para PNE, cor branca, linha conforto Vogue Plus código P51 -
DECA com assento plástico linha Vogue Plus cod. AP50 - DECA, válvula de descarga
linha Hydra Max Pro Antivandalismo DECA ou EQUIVALENTE
3 – Cuba de embutir universal, oval 49x36cm cor branca ref. L37 - DECA com Torneira
de bancada, Decamatic Eco - ME - DECA, código 1173,C

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 50


4 – Lavatório 530x440mm c/ coluna suspensa, cor branca linha Conforto Vogue Plus -
com Torneira de bancada, Decamatic Eco - ME - DECA, código 1173,C
5 – Barra de apoio em aço inox linha Conforto
6 – Mictório com sifão integrado e entrada de água embutida, cor branca, modelo
M711 - DECA com válvula horizontal com fechamento automático para mictório, linha
Decamatic Eco, DECA, cód. 2572C
7 – Dispenser para papel higiênico rolão, na cor branca, JOFEL, linha Clássica, AE
41000PS
8 – Dispenser de sabonete líquido, tipo reservattório, cor branca, JOFEL, Liac 800
9 – Toalheiro de alavanca, cor branco, JOFEL, linha Clássica, AG 16000
10 – Espelho de cristal bisotado com altura 100cm conforme detalhe
11 – Torneira de mesa para cozinha, cromada, linha Izy, código 1167 C37, DECA ou
equivalente
12 – Cuba simples de aço inox 40 x 34 x 11,5cm de profundidade FRANKE ou equiva-
lente
13 – Barra Espelho de cristal bisotado para PNE com altura 100cm, comprimento
60cm, conforme detalhe
14 – Tanque de louça branca com coluna, 60x50cm 40 litros cód TQ3 - DECA, incluin-
do acessórios de fixação
15 – Bebedouro refrigerado de pressão, em inox - LIBEL
16 – Barra em aço inox Ø 3,5 CM, código EAN: 921, marca PHD SYSTEMS ou equi-
valente
17 – Cabide para banheiro cromado linha Izy DECA código 2060-C37
18 – Cuba em aço inox modelo Dritta Pró 70x50x32cm TRAMONTINA ou equivalente
19 – Torneira uso público 1/2" de mesa Docoleletric, modelo CR218106 - DOCOL ou
equivalente

18 – SERVIÇOS DIVERSOS
Guarda corpo tipo 1
Em aço com chapa perfurada e pintura eletrostática branca, com corrimão em aço inox
h=1,10m conforme o projeto

Guarda corpo tipo 2


Em aço inox com longarinas h=1,10m conforme o projeto

Corrimão em tubo inox


Corrimão em aço inox 304, de Ø2” com acabamento polido, fixos na parede e em con-
creto. Conforme projeto arquitetônico.

Elevadores
BLOCO OMMA/NMCC
Quantidade: 2
Capacidade: 975 kg ou 13 Pessoas
Velocidade Nominal: 60 m/min ou 1,00 m/s
Número de Paradas: 5
Número de Entradas: 5
Pavimentos: -1, T, 2, 3, 4
Destinação: Residencial.
Passageiros.
Percurso total: 14,8 m

Dimensões Básicas da Caixa de Corrida:

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Dimensões Internas:
Largura: 2,2 m
Profundidade: 1,85 m
Última Altura: 4 m
Profundidade de Poço: 1,5 m

Linha: Frequencedyne: Acionamento em corrente


alternada com variação de voltagem e variação de
frequência (V.V.V.F.).

Estratégia de Atendimento: Automático Coletivo Seletivo na Descida.

Cabina: Export: Painéis em chapa de aço inoxidável escovado.


Dimensões nominais (LxPxH): 1,5 x 1,5 x 2,4 m.
Painéis: Com acabamento em aço inoxidável escovado.
Piso: Rebaixado em 30mm para acabamento por conta do(a) Comprador(a).

Porta de Cabina:
Tipo: Abertura Central.
Operador de Porta: Corrente alternada com variação de voltagem e variação de fre-
qüencia (V.V.V.F.).

Pavimento:
Porta de Pavimento:
Dimensões (LxH): 0,90 x 2,00 m.
Tipo: Abertura Central.
Acabamento: Em chapa de aço inoxidável escovado com marco largo.
Características Gerais:
Elevador Synergy Synergy (Elevador s/ casa de Máquinas).

Comando: Sistema de Controle Lógico ThyssenKrupp, ou equivalente.


Elevadores.
Comando em Grupo: ST-52: Controlador para gerenciamento em grupo.
Comando Duplex com duas colunas de botoeiras.
Detecção de Excesso de Carga: Dispositivo de excesso de carga e despacho para
carro lotado.
Eliminador de Chamadas Falsas: Evita que o elevador se desloque sem necessidade.
Digitalizador de Voz: TK-31V: Sistema de voz digitalizada para anuncio de andar e
sentido da cabina.
Indicador de Posição: TK-921 Plus: Indicador matricial alfanumérico com setas de di-
reção e acabamento em inox instalado no(s) pavimento(s) "-1,T,2,3,4".
Indicador acoplado ao Marco.
Indicador de Cabina: TK-99 Plus: Indicador matricial alfanumérico
Espelho: Na metade superior do painel de fundo.

Guarda Corpo: Guarda corpo fundo cromado


Central Telefônica: Sistema de comunicação interligando cabina, casa de máquinas e
portaria - viva voz.
Segurança: Régua de Segurança Eletrônica.
Apoio de Soleira: Apoio metálico de soleira.
Contrapeso: Localizado na lateral da caixa de corrida.
Botoeira acoplada ao Marco.

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Botoeira de Cabina
Botoeira de Cabina Botoeira de Cabina Soft Press (New).
Botoeira de pavimento

Botoeira de pavimento Botoeira de pavimento New Soft Press


Dispositivo de Alarme: Sistema sinalizador de alarme de elevadores, localizado na
portaria ou recepção.
Serviço de Bombeiro: Sistema de operação em emergência, no caso de pânico e in-
cêndio.
Autotransformador.
Alimentação: Trifásica, 220 volts, Frequência 60 hertz.
Tensão de Luz: 110 v.
O funcionamento normal do(s) equipamento(s) é assegurado entre os seguintes limites
de tensão da rede, medidas na casa de máquinas e sob corrente de arranque: 10%
como valor mínimo e 10% como valor máximo de tensão nominal.

IPE Espessura da Laje: 2


Casa de máquinas de 1 nível.
Altura nivel 1: 0
Pavto | Piso a Piso | Pavto. Atendido
4|04,000|Sim
3/-1|03,700|Sim

Normas:
Fabricado segundo norma: NBR NM 207, com padrão ISO 9001.

19 – SERVIÇOS EXTERNOS
Muro e arrimos
Executar conforme projeto arquitetônico

Calçadas de pedestres
Pavimentação para circulação de pedestres em blocos de concreto intertravados
10x20x6cm, sobre camada de areia espessura 5cm, com a utilização de guias de con-
creto para confinamento do pavimento.

Circulação de veículos
Pavimentação para acesso de veículos em blocos de concreto intertravados
10x20x8cm, sobre camada de areia espessura 10cm, com a utilização de guias de
concreto para confinamento do pavimento.

Guias com sarjeta


Guia com sarjeta em concreto. Usada entre pavimentação asfáltica e grama ou entre
pavimentação asfáltica e bloco intertravado de concreto.

Guias sem sarjeta


Guia sem sarjeta em concreto, tipo fincadinha. Utilizada entre pavimentação com bloco
intertravado de concreto e grama.

Grama
Executar grama em placa São Carlos.

Blocos de concreto

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a) BLOCOS DE CONCRETO INTERTRAVADOS – TIPO PAVER PARA CALÇADAS
Referência: Piso Tipo Bloco de Concreto Intertravado – Paver, conforme indicação do
Projeto Arquitetônico e Detalhamentos, dimensões: 10x20x6cm, em conformidade com
a NBR 9781/87 (Resistência à compressão de 35 MPa a 50 MPa) e certificado pela
ABCP – Associação Brasileira de Cimento Portland; ou EQUIVALENTE, desde que
com autorização da FISCALIZAÇÃO.
Verificar a indicação do Projeto Arquitetônico – Executivo ou Detalhamento, quanto à
coloração do paver ou, na falta desta indicação, consultar a FISCALIZAÇÃO.

b) MEIO-FIO DE CONCRETO INTERTRAVADO – CONFINAMENTO EXTERNO


Referência: Meio-fio de Concreto, conforme indicação do Projeto Arquitetônico e Detalhamen-
tos, dimensões: 15x30x50cm, em conformidade com a NBR 9781/87 (Resistência à compres-
são de 35 MPa a 50 MPa) e certificado pela ABCP – Associação Brasileira de Cimento Por-
tland; ou EQUIVALENTE, desde que com autorização da FISCALIZAÇÃO.

d) GUIA DE CONCRETO INTERTRAVADO – CONFINAMENTO INTERNO


Referência: Guia de Concreto, conforme indicação do Projeto Arquitetônico e Detalhamentos,
dimensões: 9x19x49cm, em conformidade com a NBR 9781/87 (Resistência à compressão de
35 MPa a 50 MPa) e certificado pela ABCP – Associação Brasileira de Cimento Portland; ou
EQUIVALENTE, desde que com autorização da FISCALIZAÇÃO.

Contenção lateral - Execução

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 54


O pavimento intertravado deverá obrigatoriamente ter contenções laterais que evitem o desli-
zamento dos blocos, seja pelos procedimentos de compactação durante a construção seja pelo
tráfego durante sua vida útil, mantendo a continuidade da camada de blocos de concreto evi-
tando a separação entre eles e a perda do intertravamento.
Tais contenções, chamadas de confinamento, devem ser construídas antes da colocação da
camada de pó-de-pedra, formando uma espécie de caixa em que a estrutura funciona como
parede e a base compactada serve de fundo.

EXEMPLOS DE CONFINAMENTO

O confinamento externo é constituído por um passeio associado a uma sarjeta, guia ou meio-
fio de concreto; e o confinamento interno é utilizado quando houver encontro do pavimento de
blocos de concreto com outro tipo de pavimento, separando os dois por uma guia de concreto.
Quando a borda do outro pavimento for de concreto e estiver em bom estado e alinhada já
serve de estrutura para o confinamento.
Quando o confinamento interno estiver junto a um dispositivo de drenagem do pavimento, de-
verão ter paredes drenantes, ou seja, atravessadas por tubos de 12 mm de diâmetro a cada
25cm, posicionados ao nível da camada de areia de assentamento dos blocos, tomando-se o
cuidado de protegê-los com uma manta para evitar a fuga da areia.
Alinhamento
- O alinhamento correto dos blocos depende de pavers de boa qualidade e com dimensões
homogêneas, assim como dos cuidados colocadores na montagem. Blocos alinhados correta-
mente ou de forma descuidada afetam pouco o rendimento, mas fazem toda a diferença na
aparência do piso.
Para garantir a qualidade da aparência, é preciso manter controle sobre os padrões de posicio-
namento e alinhamento dos blocos ao longo da via. Para isto, é preciso utilizar linhas longitudi-
nais e transversais fixadas e esticadas com estacas, varetas ou blocos.
· Definida a direção em que o trabalho vai avançar, é importante verificar a correção no alinha-
mento dos blocos a partir de linha longitudinal e linhas transversais dispostas a cada 5 m.
· Eventuais desajustes podem ser corrigidos sem a necessidade de retirar blocos, apenas com
o uso de cunha ou talhadeira Para checar ângulos retos – especialmente no início do serviço –
utiliza−se linha de 12m com as extremidades unidas e marcas correspondentes a 5 m, 4 m e 3
m.
· Colocando as marcas de 3 m e 4 m sobre estacas e esticando o conjunto, a diagonal do tri-
ângulo deve coincidir com a marca dos 5 m.

Controle em caso de interrupções


· Quando há interrupções na via – como sumidouros, caixas de inspeção ou outros confina-
mentos internos – é preciso colocar linhas em forma de quadrícula em volta delas para contro-
lar a sequencia de colocação e o alinhamento das peças.

Regularização e Compactação
Em seguida, faz-se a regularização e compactação da base (com placa vibratória em pequenos
passeios ou rolo compactador em áreas maiores).

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Preparando para o pó-de-brita ou areia
Após compactada e regularizada a base, é hora de colocar o pó-de-brita ou areia para assen-
tamento. Recomenda-se uma espessura de 3 a 5 cm de material e o melhor método para que
se obtenha uma camada uniforme, é adquirir dois tubos de material resistente com o diâmetro
de 3 a 5 cm, para utilizar como guias na hora de reguar.

Nivelamento do pó-de-brita ou da camada de Areia


Passe uma régua metálica nivelada sobre os dois tubos, fazendo assim um perfeito nivelamen-
to do pó-de-brita.

Removendo os Tubos Guias


Remova os tubos da área reguada.

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Preencha o restante
Não esqueça de preencher as aberturas deixadas pelo tubo, para que o paver não vire neste
trilho, depois de assentado.

Colocação
A colocação deverá seguir o detalhe especificado em projeto. Ver desenhos, bem como o mo-
do final de acabamento previsto.

Modo de Assentamento
Começa-se então o assentamento das peças. Como no caso ilustrado temos um passeio com
menos de 3 metros de largura, é possível tirar o esquadro entre as paredes e o meio-fio e colo-
car o meio-fio perfeitamente paralelo à parede existente. Por se tratar de uma área pequena,
um assentador com experiência consegue alinhar o paver perfeitamente apenas utilizando
como referência a linha da parede e a linha do meio-fio. Para áreas maiores, é imprescindível o
uso de linhas a cada 2 metros, tanto no sentido transversal quanto longitudinal do paver para
que não se perca o alinhamento das peças.

Cuidado com as fugas


Não deixe uma fuga maior do que 2mm entre as peças, salvo sob recomendação do responsá-
vel técnico. Para um melhor acabamento, faça nas bordas uma “fiada morta”, deixando ao lon-
go do meio-fio e dos demais confinamentos, uma borda com peças inteiras e deixe para fazer
os recortes internamente a essa borda, e não ao longo do meio-fio.

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Continue assentando mas atenção
Continue o assentamento conforme a paginação desejada. No caso ilustrado, não será neces-
sário um recorte ao longo de uma das bordas mas caso isso fosse necessário, conforme dito
na dica do item 10, faríamos esse recorte nas pedras vermelhas, onde ocorre a paginação
escolhida e deixaríamos a borda em cinza natural, com peças inteiras, para dar um melhor
acabamento.

Serra de policorte
Faça os recortes necessários com a serra policorte. Finalizado o expediente e não concluída
toda a área a ser assentada, faça um confinamento provisório para que haja um bom trava-
mento da região onde está pronto o calçamento do paver e passe a placa vibratória duas vezes
por todo o pavimento. Esta etapa é muito importante para que haja um preenchimento correto
das fugas. É a etapa onde o preenchimento é feito de baixo para cima (do pó-de-brita ou areia
de assentamento).

Fugas bem preenchidas


No detalhe, retiramos uma pedra para que seja observado como houve um bom preenchimento
das fugas, de baixo para cima, após passada a placa vibratória no pavimento.

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Rejuntamento ou Selamento
Somente em seguida, é feito o rejuntamento ou selamento de juntas do pavimento com areia.
Passe bem o vassourão para garantir que todos os vazios ficaram completamente cheios.

Placa vibratória
Se necessário e para garantir uma perfeito rejuntamento e selamento da superfície, passe no-
vamente a placa vibratória por duas vezes, nesta etapa, para garantir que a areia preencha
totalmente as fugas entre as peças de cima para baixo.

Limpeza Grossa
Varra o restante da areia e pó-de-brita que se excederam após a passagem da placa vibratória.

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Não lave o pavimento por pelo menos sete dias, pois o selamento das juntas vai se estabili-
zando com as intempéries, circulação de pessoas, etc.

Limpeza Final - Aspecto Final quando Pronto


Lave o piso e aguarde a secagem.

Fonte: Maski – Revestimento de Pisos – Bricka Pisos Pré-moldados

Podotátil Cimentício: Direcional e Alerta


Características Técnicas e Especificações do Material
As placas cimentícias alerta e direcional - podotátil - serão de procedência conhecida e idônea,
textura homogênea, compactas, suficientemente resistentes para o fim a que se destinam.
Deverão apresentar arestas vivas, faces planas, coloração uniforme, sem rachaduras e dimen-
sões perfeitamente regulares.

Referência: Piso Podotátil "Alerta" ou "Direcional", conforme indicação do Projeto Arquitetônico


e Detalhamentos, em placas cimentícias de 40x40cm, espessura de 30mm, absorção máx. de
água de 6%, Referência Tecnogran, Linha Podotátil, em conformidade com as normas NBR
9778 e NBR 9050; ou EQUIVALENTE, desde que com autorização da FISCALIZAÇÃO

PISOS CIMENTÍCIOS: DIRECIONAL – ALERTA – REF. TECNOGRAN


Deverão também estar de acordo com os Itens 5.14.1 e 5.14.2, da NBR 9050 – Acessibilidade
a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos.

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O armazenamento e o transporte das placas cimentícias serão realizados de modo a evitar
quebras, trincas, contato com substâncias nocivas e outras condições prejudiciais. As caixas
serão empilhadas e agrupadas por tipo e discriminação da área a que se destinam.

23 - LIMPEZA DA OBRA
A obra deverá ser mantida limpa permanentemente através de ações diária e bota-fora
semanal. A mesma deverá ser entregue em perfeito estado de limpeza e conservação.
Deverão também apresentar funcionamento perfeito todas suas instalações, equipa-
mentos e aparelhos, com as instalações definitivamente ligadas às redes (água, esgo-
to, água pluvial, água de combate a incêndio, etc.).
Serão lavados convenientemente e de acordo com as especificações, os pisos cerâ-
micos bem como os azulejos, aparelhos sanitários, vidro, ferragens, e metais divisórios
devendo ser removidos quaisquer vestígios de tintas, manchas e argamassa.
A limpeza de todas as superfícies revestidas ou pavimentadas com material cerâmico
deverá ser feita com água e sabão, ou com o emprego de outros materiais de remo-
ção, recomendados pelos fabricantes dos materiais de revestimento e pavimentação.
Só deverão ser aplicadas soluções de soda cáustica, potassa ou ácido clorídrico, nu-
ma proporção de 1 parte de ácido para 3 a 6 partes de água, quando o material cerâ-
mico não ficar completamente limpo.
Após a aplicação de soluções químicas nos pisos cerâmicos ou revestimentos do
mesmo material, os mesmos deverão ser lavados com adequada e abundante aplica-
ção de água limpa.

Curitiba, janeiro de 2013.

Salvador Gnoato
arquiteto: 6.964-7 CAU
salvador@sobearquitetura.com.br

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2.2 - PROJETO HIDRO-SANITÁRIO
PREVENÇÃO DE INCENDIO

01 - INSTALAÇÃO DE AGUA POTÁVEL


Considerações gerais
1 - Instalações hidráulicas foram projetadas objetivando:
2- Garantir o fornecimento de água de forma contínua, em quantidade adequada, com
pressões e velocidades compatível com o perfeito funcionamento dos aparelhos sani-
tários, peças de utilização e demais componentes.
3 - Mover a economia de água e energia.
4 - Propiciar manutenção fácil e econômica.
5 - Preservar a potabilidade da água.
6 - Proteger a rede de distribuição de esforços que os tubos conexões estão submeti-
dos, evitando ruídos.

Fonte de abastecimento de água potável:


Alimentação será pela rede pública da Sanepar, através de ramal com diâmetro de
50mm, a ser interligado na rede existente no local.

Seleção do hidrômetro de água potável:


1-Consumo per capita tab. Sanepar: 80 litros/pessoa/dia.
2-População prevista: 750 pessoas
3- Consumo diário: 80 x 750 = 60.000 litros / dia
4- Consumo mensal: 20 x 60.000 = 1200.000 litros/mês
5-Hidrômetro: DN=11/2”, Qnominal = 10m3/h classe C
6-Instalado em caixa de alvenaria, com tampa de ferro fundido com dimensões de
60x40cm, conforme detalhe na parte gráfica.

Reservatórios de água potável:


Para função de cisterna foram projetadas duas caixas em fibra com capacidade de
15.000 litros instalada em construção no nível do subsolo ao lado da edificação. Para
fins de distribuição de água potável e alimentação da rede dos hidrantes, foram proje-
tadas três caixas em fibra com capacidade de 20.000 litros cada, situadas na cobertu-
ra da edificação.

Reservatórios de água não potável:


Prevista a captação de águas pluviais em tres caixas em fibra com capacidade de
15.000 litros situada no nível do subsolo, em construção própria ao lado da edificação.
A água coletada na cisterna será recalcada através de moto-bombas com potencia de
2.0cv para a caixa de 25.000litros situada na cobertura, dessa caixa a água pluvial
coletada será distribuída para alimentar bacias sanitárias, torneiras de limpeza e irrigar
jardim.

Alimentação automática das cisternas de aguas pluviais com agua potável.


A alimentação das 3 caixas de água pluvial (cisternas), em caso de estiagem prolon-
gada ou consumo acima da capacidade de captação,uma bóia de nível detecta o bai-
xo nível de água nas caixas e aciona a válvula solenóide que se abre permitindo a
entrada de água potável até ao nível desejado, quando então a bóia de nível aciona a
válvula solenóide bloqueando a entrada de água potável.

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 62


O kit de alimentação automática, especificado na parte gráfica, com diâmetro de ¾”
para vazão de 8,48m3/h (da marca Wisy) possuem os seguintes componentes:
a) Registro de bloqueio, mangueira, acionador da válvula solenóide, conector e bóia
de nível.
b) Bocal separador para evitar o contato de água pluvial e água potável.
c) Bóia de nível eletrônica.

Barrilete de distribuição:
A distribuição de água das caixas para os aparelhos, foi dimensionada pelo critério
“Consumo Máximo Possível” obtendo-se a bitola de 4” para saída de água não potável
e também de 3” para a saída de água potável.

Dispositivo de limpeza e extravasor:


Previstos registros de 2” para limpeza e extravasores em PVC 60mm para cada caixa
de água.

02 - INSTALAÇÕES SANITÁRIAS
Considerações gerais:
As instalações sanitárias foram projetadas objetivando:
a. Lançar o efluente das instalações, na rede pública coletora de esgoto da Sanepar
b- Propiciar o rápido escoamento do efluente.
c- Facilidade e economia na manutenção.
d- Impedir a passagem de gases para o interior da edificação.
e-Proteger a rede coletoras de esforços que os tubos e conexões estão submetidos.

Ramais de descarga:
Para especificação dos ramais de descarga foi utilizado o número de Unidades Hunter
de contribuição dos aparelhos instalados, assim para:

Aparelhos NUH Ramal de descarga


Bacia sanitária 6 100 mm
Lavatório 2 40mm
Mictório 2 40mm
Pia 3 40mm
Tanque 3 40mm
Chuveiro 4 40mm

Tubos de queda:
Todas as prumadas de esgoto provenientes dos sanitários serão em PVC 100mm.
As prumadas provenientes das pias terão diâmetro de 75mm.

Colunas de ventilação
As colunas de ventilação destinadas a lançar no exterior da edificação os gases for-
mados no interior dos tubos, foi dimensionado de acordo com a tabela-2 da NB-8160

Colunas NUH Diâmetro da Coluna


1 32 75mm
2 164 75mm
3 164 75mm
4 8 50mm
5 80 75mm

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 63


6 28 75mm
7 80 75mm
8 202 75mm
9 324 75mm
10 64 75mm
11 336 75mm
12 64 75mm
13 32 75mm
14 12 75mm
15 64 75mm
16 32 75mm
17 16 75mm

Caixas de inspeção / poços de visita:


As caixas de inspeção estão situadas nos pontos de junção de redes, terão tampão em
ferro fundido com diâmetro de 60cm, propiciando facilidade na inspeção dos trechos
da rede e na desobstrução da mesma.

Caixa de gordura
Prevista caixa de gordura para reter o efluente da cozinha . Dimensionada conforme
item 5.1.5.1.1 da NBR 8160 com diâmetro de 60cm, altura submersa do septo de
25cm e diâmetro de saída de 100mm.

Materiais / declividades:
Foram especificados tubos e conexões fabricados de acordo com a NBR 5688, os
quais deverão ser insta-lados com declividade mínima de 2%, os quais deverão ser
implantados com acompanhamento topográfico, visando a obtenção de condições mí-
nimas para o escoamento do efluente.

03 - INSTALAÇÕES PLUVIAIS
Considerações gerais:
As instalações pluviais foram projetadas objetivando:
a) Coletar as águas pluviais das coberturas até caixas de areia, situadas no nível do
térreo e sub-solo. Parte das águas pluviais do nível do térreo será conduzida até um
filtro e deste filtro serão lançadas em duas caixas de 10.000 litros instaladas no nível
do subsolo para aproveitamento nos pontos que não necessitem de água potável, tais
como bacias sanitárias, torneiras para irrigação de jardins e lavagem de calçadas. O
restante é lançado na galeria de águas pluviais.

a)Propiciar o rápido escoamento do efluente.


b) Facilidade e economia na manutenção.

Calhas:
As calhas foram dimensionadas, conforme as prescrições da NBR 10844 para a In-
tensidade Pluviométrica de 250mm/h para um Período de Retorno de 25anos e a
utilização da fórmula de Manning-Strickler.

Q = K . S/N . Rh . i onde:
Q = Vazão de projeto em l/min
K = 60.000
S = seção da área molhada em m2

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 64


N = Coeficiente de rugosidade = 0,011
Rh= Raio hidráulico: 0.15m
i = Declividade da calha = 0,25%
Q = 15.662,84 l/min (superior a vazão dos condutores)

Condutores verticais:
Para retirar as águas pluviais das calhas, foram previstos os condutores conforme ta-
bela abaixo:
Conforme NBR 10.844, o diâmetro dos condutores verticais deve ser dimensionados a
partir do ábaco da figura 4.6 da referida norma, a partir dos seguintes dados:

Q = vazão de projeto ( l/min )


H = Altura da lamina de água na calha ( mm )
L = Comprimento do condutor vertical ( m )

A.C Q Nº Q/Nº H L Diâmetro


( m2) l/min l/min ( mm ) ( m ) ( mm )

1 = 260 1083,33 2 541,66 250 23.0 100


2 = 3000 12500,00 9 1389,00 250 50.0 200
3 = 4600 19167,00 12 1598,00 250 50,0 250
4 = 3450 14375,00 10 1437,50 250 56,2 250

Condutores horizontais.
As águas pluviais, conduzidas pelos condutores verticais são lançadas nos condutores
horizontais que conduzem o efluente até os poços de visita situados no térreo. Parte
dessas águas é aproveitada para utilização no consumo de água não potável e o res-
tante é lançada na galeria publica.

Reaproveitamento de aguas pluviais.


As águas pluviais destinadas a reaproveitamento, são conduzidas para um filtro, cujas
especificações estão indicadas na parte gráfica, sendo então lançadas em 2
caixas de 15.000 litros, as quais tem função de cisterna. Dessas caixas o efluente é
conduzido por recalque até a caixa de 25.000L situada no barrilete da qual o efluente é
distribuído para consumo.

Poços de visita.
Os poços de visita estão situados nos pontos de interligação horizontal de trechos redes,
esses poços terão tampão com diâmetro de 60cm, propiciando facilidade na verificação
dos trechos da rede e na sua desobstrução.

Materiais e declividades:
Foram especificados tubos e conexões fabricados de acordo com a NBR 5688, os quais
deverão ser instalados com declividade mínima de 1%, os quais deverão ser implantados
com acompanhamento topográfico,visando obter as condições
adequadas para o escoamento do efluente.

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04 - PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIOS
Considerações gerais:
As instalações de prevenção contra incêndios foram projetadas objetivando:
a) Proteger integralmente o risco da edificação através de 2 jatos simultâneos
b) Atender as exigências do código de prevenção de incêndios do Corpo de Bombei-
ros e normas técnicas pertinentes.

Equipamentos para prevenção:


A proteção da edificação será através de:
a) Extintores de pó químico 4kg, gás carbônico 6kg instalados em pontos apropriados
de forma a proteger o risco com caminhamento máximo de 20m, conforme especifica-
ções na parte gráfica.
b) Hidrantes duplos de parede, de forma a propiciar dois jatos simultâneos de água,
através de mangueiras tipo-2 com diâmetro de 38mm e comprimento de 30m, na
extremidade das quais serão instalados esguichos com diâmetros variados.
c) Detectores de temperatura: Terão área de abrangência máxima de 36m2, serão
instalados nas área de cozinha.
d) Detectores de fumaça: Terão área de abrangência máxima de 64m2, de forma a
não deixar pontos sem cobertura no sem raio de proteção serão instalados em todas
as dependências exceto áreas de cozinha.
e) - Sistema de Alarme Junto aos pontos de hidrantes, estão previstas botoeiras do
tipo: “quebre o vidro” para acionar as sirenes dos alarmes em caso de sinistro. Estas
sirenes deverão ser instaladas nos pontos de monitoramento da edificação.

Rede alimentadora dos hidrantes:


Os hidrantes serão alimentados por tubo de cobre com diâmetro de 104 e 66mm, tubu-
lação essa interligada com os hidrantes de recalque instalados conforme indicado na
parte gráfica.

Reserva técnica de incêndios:


Para alimentar o sistema de hidrantes foram projetadas três caixas em fibra com ca-
pacidade de 20.000 litros cada, totalizando 60.000 litros dos quais 20.000 litros para
uso exclusivo do sistema preventivo.

Curitiba, janeiro de 2013

Adolar Gauziski
engenheiro civil - 9.639 D CREA PR
adolar@creapr.org.br

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MEMORIAL DE CÁLCULO DAS VIAS DE ABANDONO - MVA
UFPR – LABORATÓRIOS 0MMA / NMCC

1- Identificação do Imóvel
Rua: Francisco H. dos Santos, 210
Lote: s/n
Quadra: s/n
Bairro: Jardim das Américas - CURITIBA - PARANÁ

2- Características da Edificação
Área: 4.192,85m2
Pavimentos: 04
Altura: 10,95m
Área do maior pavimento: 894,47m2 ( 1º PAVTO.)
Pé direito do maior pavimento: 3,65m
Ocupação: Edificação para fins educacionais

3- Classificação da Edificação
3.1- Pavimentos: 4 pavimentos
a) Quanto à ocupação

Grupo Ocupação Divisão Descrição da atividade

E Centros de treinamento E-4 Escolas profissionais em geral

b) Quanto à altura

Código Tipo da Edificação Altura da edificação

Total Computável

M Edificação de medianamente alta 10,95

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 67


c) Quanto às dimensões

Enfoque Código Classe da edificação Área

 Q De grande pavimento 894,47 m2

ß S De grande pavimento 722,72m2

 V Edificações grande 4.182,94m2

d) Quanto à característica construtiva

Código Tipo de referencia Tipologia da construção

Y Edificação com mediana resistên- Construção em concreto e alvenaria


cia ao fogo

e) Quanto a dimensões de saídas: para 2º pavimentos

Grupo Divisão População total Capacidade Numero Largura

Índice Quantidade Unidades de unidades necessária


Passagem
passagem para saída

E E-4 conforme 170 pessoas Acesso: 100 170/100=2 -


. escolas lay-out Escada: 60 170/60=3 1,80m

Porta: 100 170/100=2 -

Necessário adotar - ACESSOS:


Para o 3º ,2ºe 1º pav-
- SAÍDAS: 2 escadas
to
- ESCADAS: 2 escadas protegidas com largura=1,20m
- DISTÂNCIA MÁXIMA A PERCORRER: 45,00m

Sistema adotado - ACESSOS: Largura 1,60m


- SAÍDAS: 2 escadas protegidas e uma escada normal

- ESCADAS: 2 escadas protegidas =1.20m........ 4UP


-1 escada normal L=2,00m
- DISTÂNCIA MÁXIMA A PERCORRER: 45,00m

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 68


f) Quanto a dimensões de saídas: para o pavimento térreo

Grupo Divisão População total Capacidade Numero Largura


Índice Quant Unidades de unidades necessária
Passagem
passagem para saída

E E-4 Conforme 131 pessoas Acesso: 100 131/100= 2 -


Escola lay-out Escada: 60 131/60=3 -
profission
Porta: 100 131/100= 2 -

Necessário adotar - ACESSOS:


Para o pavto. térreo
- SAÍDAS: 2 portas
- ESCADAS: 2 escadas protegidas =1,20m....... 4 UP
- PORTAS: para 4 UP
- DISTÂNCIA MÁXIMA A PERCORRER: 60,00m

Sistema adotado - ACESSOS: largura 1,60m


- SAÍDAS: 2 portas
- ESCADAS:
- PORTAS: 1x1,70m e 1x0,80m ......... 4 UP
- Totalizando 4 UP
- DISTÂNCIA MÁXIMA A PERCORRER: 65,00m

Curitiba, janeiro de 2013

Adolar Gauziski
engenheiro civil - 9.639 D CREA PR
adolar@creapr.org.br

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2.3 - Projeto Elétrico, Rede Estruturada, Automação Pre-
dial, SPDA, Segurança Patrimonial, Alarme, CFTV e Sono-
rização

01 - PROJETO ELÉTRICO
Entrada de Energia, Subestação, Iluminação (normal e de emergência); Tomadas (co-
muns e estabilizadas – no break); Cabeamento Estruturado; Sistema de Proteção Con-
tra Descargas Atmosféricas; Circuito Fechado de TV e Sistema de Detecção de Alarme
de Incêndio.

02 - OBJETIVOS
O presente memorial tem como objetivo, descrever as instalações elétricas do projeto
de execução do Prédio OMMA/NMCC do Condomínio de Laboratórios a ser construído
na no câmpus da Universidade Federal do Paraná em Curitiba/PR.
O projeto visa atender desde a subestação até os diversos pontos de utilização
indicados nos projetos, distribuição de pontos, alimentação de tomadas comuns,
sistema de iluminação, sistema de tomadas estabilizadas, sistema de segurança,
alimentadores para ar condicionado, sistema de proteção contra descargas
atmosféricas e cabeamento estruturado.

03 - CRITÉRIOS DO PROJETO
O projeto aqui descrito tem como objetivo principal, suprir as necessidades de eletrici-
dade alimentadas diretamente de uma subestação e tem como premissas básicas os
seguintes itens:
Confiabilidade de fornecimento, reduzindo o nível de falhas do sistema;
Simplicidade no sistema de controle, comando e operação, evitando procedimentos
complicados e aplicação de mão de obra rara e de custo elevado;
Simplicidade de manutenção, buscando trabalhar com materiais de fácil aquisição no
mercado interno, evitando, sempre que possível, a necessidade de materiais com fa-
bricação “sob encomenda”;
Baixo custo de implantação, com materiais com a melhor relação custo/benefício;
Baixo custo de operação / manutenção, o que se traduz na baixa aplicação de mão de
obra, bem como do material aplicado;
Facilidade de manobra com as proteções, em futuras manutenções.

04 - DIVISÃO DO SISTEMA
As INSTALAÇÕES ELÉTRICAS, escopo deste fornecimento, compreendem as diretri-
zes, definições, especificações genéricas, fornecimentos e serviços que atendem a
todos os objetos abaixo:

Sistema de Instalações Elétricas em média tensão em 13,8kV:


O Sistema será alimentado em média tensão, com condutores de cobre #35 mm2, iso-
lamento 12/20 kV, tipo eprotenax, unipolar, para sistema neutro isolado, em 02 (dois)
eletrodutos de PVC ø4” KANAFLEX embutidos no piso em banco de dutos sinalizado
com fita de alerta contra escavações, que vem da Cabine de Média Tensão a ser pro-
jetada e construída pela UFPR, conforme indicado em implantação. A partir desta vai
até a subestaçãosemi-enterrada descrita a seguir.

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 70


Sistema de Instalações Elétricas de Baixa Tensão:
Sistema completo de distribuição de energia em Baixa Tensão, desde a subestação
até os diversos pontos de utilização.

Sistema de Instalações Elétricas de Energia Estabilizada:


Sistema completo de energia elétrica filtrada e estabilizada para alimentação dos sis-
temas essenciais e eletrônicos.

Sistema de Instalações Elétricas de motores:


Formado por elevadores, bombas e central de ar condicionado.
1º – Os motores deverão ser fornecidos com dispositivos de partida adequados ao seu
nível de potência, tipo soft-starter, inversores de freqüência ou estrela/triângulo.
2º – Separação física dos encaminhamentos dos circuitos dos alimentadores dos
quadros e dos distribuidores para as cargas pontuais. Facilitando desta maneira a
montagem das instalações e também criando condições facilitadoras para futuras
manutenções.

04.1 Conceitos Normativos


Todas as notas e observações direcionadas ao sistema de fornecimento de energia
elétrica, para atender a demanda necessária, deverão ser obedecidas as normas NB-
3, da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as normas e padrões em
vigor da concessionária local e Resolução ANEEL 456 de 29/11/2000 Sendo estas:
NBR 11301 – ABNT – Cálculo da capacidade de condução de corrente de cabos
isolados em regime permanente (fator de carga 100%) – Procedimento.
NBR 11840 – ABNT – Dispositivos fusíveis de baixa tensão – Especificação.
NBR/IEC 60898 - ABNT – Disjuntores de Baixa Tensão Residencial – Especificação.
NBR 5413 - ABNT – Iluminância de interiores – Procedimento.
NBR 6146 – ABNT – Invólucros de equipamentos elétricos – Proteção. Especificação.
NBR 6148 – ABNT – Condutores isolados com isolação extrudada de cloreto de
polivinila (PVC) para tensões até 750 V – Sem cobertura – Especificação.
NBR 6150 – ABNT – Eletroduto de PVC rígido – Especificação.
NBR 6151 – ABNT – Classificação de equipamentos elétricos e Eletrônicos quanto à
proteção contra os choques elétricos – Classificação.
NBR 9513 – ABNT – Emendas para cabos de potência, isolados para tensões até 750
V – Especificação.
NBR IEC 50 (826) – Vocabulário eletrotécnico internacional – Capítulo 826 instalações
elétricas em edificações.
NBR 5410 – Instalações elétricas em baixa tensão
NBR 14039 - Instalações elétricas em média tensão
NBR 5456 – Eletricidade geral – terminologia
NBR 13570 – Instalações elétricas em locais de afluência de público – Requisitos es-
pecíficos.
NBR- 13570 02/1996 - Instalações elétricas em locais de afluência de público –
Requisitos específicos.
NBR- 8196 12/1999 - Desenho técnico - Emprego de escalas;
NBR-10068 10/1987 - Folha de desenho - Leiaute e dimensões;
NBR- 5361 09/1998 - Disjuntores de baixa tensão;
NBR- 5419 02/2001 - Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas;
NBR- 7290 - Cabos de controle com isolação sólida extrudada com polietileno
reticulado (XLPE) ou borracha etileno-propileno (EPR) para tensões até 1KV –
Especificações.
NBR- 6808/81 - Conjunto de manobras e controle de baixa tensão.

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 71


Norma COPEL - NTC 903100 - Fornecimento em tensão primária de distribuição,
Dez/2002.
Norma COPEL - NTC 900100 - Projetos de Entrada de Serviço - Critérios de
Apresentação.

05 - CONCEPÇÃO ADOTADA
05.1 Sistema de Força:
Ramal de Entrada:
A partir do ponto de fornecimento da UFPR (cabine de MT indicada na implantação),
derivará um ramal em média tensão composto por condutores de cobre 4x #35 mm2,
isolamento 12/20 kV, tipo eprotenax, unipolar, para sistema neutro isolado,em 02 (dois)
eletrodutos de PVC ø4” KANAFLEX embutidos no piso em banco de dutos sinalizado
com fita de alerta contra escavações, que vai até a cabinesemi-enterrada descrita a
seguir.

Subestação
Para atender às cargas elétricas previstas na edificação e atender as normas da
concessionária de energia, foi projetada em local externo e ao lado do prédio em
questão, uma cabine semi-enterrada contendo 03 (três) cubículos com tampas em
chapa de ferro nº16 USG, anteparo de proteção em tela F.G. nº14 AWG, malha 22
mmlacrável, sendo um para entrada em AT, outro para proteção AT e um para
transformação.O disjuntor geral em AT será de 400 A -15 kV – 25kA, NBI de 95kV,com
bobina de abertura, Kirk e caixa para comando em F.G., chapa nº16 USG, ao lado,
também em caixa para comando,teremos o relé micro-processado funções 50/51 e
50/51N, com curva MI ou EI-Regulagem conforme cálculo de curto-circuito,modelo
Pextron 7104. As Interligacoes dentro dos cubículos deverão ser através barramento
de cobre eletrolítico ø 3/8”. Toda a SE semi-enterrada deverá estar devidamente
identificada de acordo com o projeto específico, através de placas de alerta e
advertência, também as chaves seccionadoras deverão ser intertravadas
mecanicamente. Ao redor da subestação existirá uma malha de terra com cabo de
cobre nú50 mm2, a qual será interligada com o sistema de proteção contra descargas
atmosféricas (SPDA). Todos os equipamentos deverão ser aterrados com conectores
de pressão para cabo de cobre 50 mm2.A SE semi-enterrada deverá ser de fabricante
cadastrado na COPEL, conforme projeto específico.

Composição da SE semi-enterrada:
-Um conjunto de tampas metálicas 4 setores em F.G. n. 16 USG (entrada)
-Um conjunto de tampas metálicas 6 setores em F.G. n. 16 USG (proteção)
-Um conjunto de tampas metálicas 9 setores em F.G. n. 16 USG (transformação)
-Três anteparos em tela F.G., malha 20 mm
-Um suporte interno para muflas em F.G. n. 14 USG;
-Uma seccionadora tripolar tipo B.P. classe 15 kV - 400 A, modelo guilh., uso interno;
-Um conjunto tripolar de bucha de passagem classe 15 kV 400 A
-Uma caixa para comando do disjuntor A.T. em F.G. n. 16 USG;
-Uma caixa para relé secundário
-Um suporte para TCs de proteção
-Um suporte pata TP auxiliar
-Um jogo de placas de concreto pré-moldado com cantoneiras e parafusos para
montagem;
-Duas flanges para tampas
-Um bloqueio mecânico para séc. AT

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 72


Especificações do Transformador:
- Potência nominal: 500 kVA;
- Tensão primária nominal: 13,8/13,2/12,6 kV;
- Ligação primária: triângulo;
- Tensão secundária: 220/127 V;
- Ligação secundária: estrela com neutro;
- Grupo de Ligação: Dyn1;
- Freqüência: 60 Hz;
- NBI: 95 kV;
- Fator k: 1;
- Material isolante: Óleo mineral;
- Instalação: Externa;
- Instalação em ambiente agressivo: Não;
- Pintura hidrossolúvel, não agressiva ao meio ambiente;
- Acessórios inclusos:

o;

OBS.: Transformador conforme respectiva norma ABNT 5356 e derivações Copel.


Carga instalada total: 469.490kW
Observar os memorial de cálculo anexo e os diagramas em prancha para o
detalhamento de todas as cargas.

0.6 - ATERRAMENTO
O aterramento da SE semi-enterradadeverá estar no mesmo potencial do aterramento
do prédio, portanto deverão ser conectados a uma única malha de aterramento,
detalhada no projeto de SPDA/Aterramento. O quadro de medição do aterramento
(BEP) estará localizado na sala técnica do pavimento térreo. A malha de terra deverá
ter uma resistência máxima de 10 ohms. A execução do sistema utilizado deverá ser
acompanhado por um Eng. Eletricista.
O aterramento será executado com hastes de terra tipo copperweld de 3,00m x Ø 3/4”,
com cabos de 50 mm² - cobrenú, sendo suas emendas executadas com solda
exotérmicas.
Todas as emendas cabo – cabos no solo deverão ser executados com solda
exotérmicas.
Os reatores das luminárias, as tomadas, os pontos de força para equipamentos
especiais, e todos os quadros serão aterrados inclusive as partes metálicas dos
quadros.

0.7 - ILUMINAÇÃO
O nível de iluminação foi projetado de acordo com as recomendações da NBR 5413
para cada tipo de ambiente a ser iluminado, sendo respeitado o índice médio que foi
definido anteriormente. O nível anteriormente definido foi conforme abaixo:
- Área de trabalho – 500 lux/m²
- Circulação internas – 300 lux/m²
- Halls, corredores, copas e sanitarios – 250 lux/m²
- Garagens – 150 lux/m²

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 73


A especificação das luminárias foi elaborada visando atender a critérios técnicos e
estéticos, em comum acordo com os arquitetos e projetistas. Do ponto de vista técnico
foi levada em consideração a utilização de luminárias eficientes e que garantissem um
bom rendimento, visto que o forro é modulado, e para permitir facilidade de
manutenção. Foram especificadas luminárias com design que atenda a modulação do
forro 625 mmx625 mm.

Especificações da luminárias principais:


Foram projetados 3 (três) tipos principais de luminárias, sendo elas:
1) Para áreas onde haverá forro modulado 62,5x62,5cm:

Luminária de embutir, com corpo


em chapa de aço fosfatizada e
pintada eletrostaticamente, refletor
e aletas parabólicas em alumínio
anodizado de alta pureza e refle-
tância.

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 74


2) Para áreas onde haverá somente laje.

Luminária de sobrepor, com corpo


em chapa de aço fosfatizada e
pintada eletrostaticamente, refletor
e aletas parabólicas em alumínio
anodizado de alta pureza e refle-
tância.

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 75


3) Para áreas onde haverá forro de gesso, principalmente utilizada em halls e cor-
redores.

Luminária cilíndrica de embutir,


com corpo em chapa de aço fosfa-
tizada e pintada eletrostaticamente
e refletor repuxado em alumínio
anodizado.

Para a central de gás foi previsto luminárias a prova de explosão, grau de proteção
IP65, corpo e grade de proteção em alumínio fundido cooperfree, acabamento epóxi
cinza claro, globo de vidro em boro silicato resistente a choque térmico e impacto, en-
trada rosqueada ∅3/4" bsp ou npt, certificadas, com lâmpada incandescente de 100W
E-27 ø3/4".

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 76


0.8 - REDE ESTRUTURADA

Rack fechado de 42 U Desmontavel


1. APLICAÇÃO
Dispositivo projetado especificamente para o acondicionamento dos equipamentos de
processamento de dados (servidores de rede) e outros equipamentos ativos de rede
local de computadores, tais como, switches e roteadores.
Indicado para a proteção dos componentes de rede nele acondicionados contra a ação
de poeira e umidade, mantendo estável a temperatura interna através da ação dos
ventiladores.
Permite controle de acesso por possuir portas com chaves.

2. CARACTERÍSTICAS ESTRUTURAIS :
• Rack de piso padrão 19”;
• Largura: 800mm;
• Altura: 42Us (2055mm);
• Profundidade: 1000mm;
• Deve possuir portas frontais e traseiras em aço perfurado e fechadura tipo cilindro
escamoteável automático, com duas chaves;
• Deve possuir, taxa de eficiência de operação e ventilação de 71%;
• Ser montado em estrutura em aço SAE 1010/1020 # 2,0mm, montada, com quatro
perfis de montagem 19” em aço, com furação 9 x 9 mm;
• Deve possuir estruturas transversais em chapa de aço de 1,5mm;
• Deve ser fornecido com tampas laterais em aço com chapas de 1,2mm, removíveis
através de fechos rápidos;
• Deve possuir 2 (duas) guias frontais verticais com tampa, para organização dos ca-
bos de manobras;
• Deve possuir base soleira, com tampa pré-perfurada para passagem dos cabos, em
chapa de aço, bitola 2.0mm;
• Deve possuir 2 (dois) planos de fixação móveis em 19”;
• Permitir a abertura das portas com um ângulo de 180°;
• Deve possuir portas fabricadas em aço SAE 1010/1020 (1,2) perfurado;
• Deve possuir o teto preparado para instalação de ventilação forçada com 4
ventiladores axiais;
• Dever ser fornecido com pés niveladores e sistema de rodízio que preparado para
suportar peso elevado 240Kg por rodízio;
• Deve ser fornecido com pintura epóxi à pó na cor preta;
• Deve possuir dispositivo anti-tombamento.

Cabo U/UTP cat. 6


 Possuir certificado de performance elétrica (VERIFIED) pela UL ou ETL, conforme
especificações da norma ANSI/TIA/EIA-568-C.2 e ISO/IEC 11801 bem como certifi-
cado para flamabilidade (UL LISTED ou ETL LISTED) CM ou CMR conforme UL;
 O cabo utilizado deverá possuircertificação Anatel impressas na capa.
 O produto deve cumprir com os requisitos quanto a taxa máxima de compostos que
não agridam ao meio ambiente conforme a norma RoHS.
 Possuir certificação de canal para 6 conexões por laboratório de 3a. Parte ETL ou
UL.
 Possuir impresso na capa externa nome do fabricante, marca do produto, e sistema
de rastreabilidade que permita identificar a data de fabricação dos cabos.

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 77


 Ser composto por condutores de cobre sólido; capa externa em PVC não propagan-
te à chama, com possibilidade de fornecimento nas cores azul, amarelo, preto, ver-
de, branco, bege, marrom, laranja, vermelha ou cinza;
 Deve atender ao código de cores especificado abaixo:
 par 1: azul-branco, com uma faixa azul (stripe) no condutor branco;
 par 2: laranja-branco, com uma faixa laranja (stripe) no condutor branco;
 par 3: verde-branco, com uma faixa verde (stripe) no condutor branco;
 par 4: marrom-branco, com uma faixa marrom (stripe) no condutor branco.
 Exceder as características elétricas contidas na norma ANSI/TIA/EIA-568-C.2 Ca-
tegoria 6;
 Impedância característica de 100 (Ohms);
 Ser certificado através do Teste de POWER SUM, comprovado através de catálogo
e/ou folders do fabricante;
 Deverá ser apresentado através de catálogos, testes das principais características
elétricas em transmissões de altas velocidades (valores típicos) de ATENUAÇÃO
(dB/100m), NEXT (dB), PSNEXT(dB), RL(dB), ACR(dB), para freqüências de 100,
200, 350 e 550Mhz;
 O fabricante preferencialmente deverá possuir Certificado ISO 9001 e ISO 14001.

Conector RJ-45 fêmea cat. 6


 Possuir Certificação UL ou ETL LISTED
 Possuir Certificação ETL VERIFIED;
 Possuir certificação de canal para6 conexões por laboratório de 3a. ParteETL;
 Ter corpo em material termoplástico de alto impacto não propagante à chama que
atenda a norma UL 94 V-0 (flamabilidade);
 Possuir protetores 110IDC traseiros para as conexões e tampa de proteção frontal
(dust cover) removível e articulada com local para inserção, (na própria tampa), do
ícone de identificação;
 Possuir vias de contato produzidas em bronze fosforoso com camadas de 2,54 m
de níquel e 1,27 m de ouro;
 Apresentar disponibilidade de fornecimento nas cores (branca, bege, cinza, verme-
lha, azul, amarela, marrom, laranja, verde e preta);
 O keystone deve ser compatível para as terminações T-568A e T-568B, segundo a
ANSI/TIA/EIA-568-B.2;
 Possuir terminação do tipo 110 IDC (conexão traseira) estanhados para a proteção
contra oxidação e permitir inserção de condutores de 22 AWG a 26 AWG, permitin-
do ângulos de conexão do cabo, em até 180 graus;
 O conector fêmeadeverá possibilitar a crimpagem dos 8 condutores ao mesmo
tempo proporcionando deste modo uma conectorização homogênea.
 Suportar ciclos de inserção, na parte frontal, igual ou superior a 750 (setecentas e
cinqüenta) vezes com conectores RJ-45 e 200 inserções com RJ11;
 Suportar ciclos de inserção, igual ou superior a 200 (duzentas) vezes com termina-
ções 110 IDC;
 Identificação do conector como Categoria 6A, gravado na parte frontal do conector;
 Exceder as características elétricas contidas na norma ANSI/TIA/EIA-568-B.2-1
Categoria 6;
 O produto deve cumprir com os requisitos quanto a taxa máxima de compostos que
não agridam ao meio ambiente conforme a diretiva RoHS.
 O fabricante preferencialmente deverá apresentar certificação ISO 9001 e ISO
14001.

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 78


Patch Panel 24 posições cat. 6
 Possuir Certificação UL ou ETL LISTED
 Possuir Certificação ETL VERIFIED;
 O produto deve cumprir com os requisitos quanto a taxa máxima de compostos que
não agridam ao meio ambiente conforme a norma RoHS.
 Possuir certificação de canal para 6 conexões por laboratório de 3a. Parte ETL;
 Painel frontal em termoplástico de alto impacto, não propagante a chama que aten-
da a norma UL 94 V-0 (flamabilidade), com porta etiquetas de identificação em acrí-
lico para proteção;
 Apresentar largura de 19 “, e altura de 1 U ou 44,5mm para os Patch Panels de 24
portas e 2U ou 89mm para os Patch Panels de 48 portas.
 Ser disponibilizado em 24 ou 48 portas com conectores RJ-45 fêmea na parte fron-
tal, estes devem ser fixados a circuitos impressos (para proporcionar melhor per-
formance elétrica);
 Os conectores fêmea RJ-45 devem possuir as seguintes características: Atender a
ANSI/TIA/EIA-568-B.2-1 Categoria 6A, possuir vias de contato produzidas em bron-
ze fosforoso com camadas de 2,54 m de níquel e 1,27 m de ouro, possuir termi-
nação do tipo 110 IDC (conexão traseira) estanhados para a proteção contra oxida-
ção, permitindo inserção de condutores de 22 AWG a 26 AWG;
 Identificação do fabricante no corpo do produto;
 Possuir local para aplicação de ícones de identificação (para codificação);
 Fornecido de fábrica com ícones de identificação (nas cores azul e vermelha);
 Ser fornecido com guia traseiro perfurado, em material termoplástico de alto impac-
to, não propagante a chama que atenda a norma UL 94 V-0 (flamabilidade) com
possibilidade fixação individual dos cabos, proporcionando segurança, flexibilidade
e rapidez na montagem;
 Ser fornecido com acessórios para fixação dos cabos (velcros e cintas de amarra-
ção);
 Possuir em sua estrutura, elementos laterais em material metálico, que eliminem o
risco de torção do corpo do Patch Panel;
 Suportar ciclos de inserção, igual ou superior a 200 (duzentas) vezes com termina-
ções 110 IDC;
 Suportar ciclos de inserção, na parte frontal, igual ou superior a 750 (setecentas e
cinqüenta) vezes com conectores RJ-45 e 200 inserções com RJ11;
 Ser fornecido em módulos de 8 posições;
 Fornecido com instrução de montagem na língua Portuguesa;
 Exceder as características elétricas contidas na norma ANSI/TIA/EIA-568-B.2-1
Categoria 6A;
 Compatível com as terminações T568A e T568B, segundo a norma ANSI/TIA/EIA-
568-B.2, sem a necessidade de trocas de etiqueta;
 O fabricante preferencialmente deverá apresentar certificação ISO 9001 e ISO
14001.

Patch Cable RJ45 – RJ45 cat. 6


 Patch Cord para interligação entre a “tomada lógica“ e a “estação de trabalho“ ou
para manobra na Sala de Telecomunicações;
 Possui Certificação UL ou ETL LISTED
 Possuir Certificação ETL VERIFIED.
 Deve ter duas certificações Anatel conforme regulamento da entidade: a do cabo
flexível e do cordão de manobra;

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 79


 Deve cumprir com os requisitos quanto à taxa máxima de compostos que não agri-
dam ao meio ambiente conforme a norma RoHS.
 Deve possuir certificação de canal para 6 conexões por laboratório de 3a. Parte
ETL;
 Deverão ser montados e testados em fábrica, com garantia de performance;
 O acessório deve ser confeccionado em cabo par trançado, U/UTP Categoria 6
(UnshieldedTwistedPair), 24 AWG x 4 pares, composto por condutores de cobre
flexível, multifilar, isolamento em poliolefina e capa externa em PVC não propagan-
te a chama, conectorizados à RJ-45 macho Categoria 6 nas duas extremidades, es-
tes conectores (RJ-45 macho), devem atender às especificações contidas na norma
ANSI/TIA/EIA-568-B.2-1 Categoria 6A, ter corpo em material termoplástico de alto
impacto não propagante a chama que atenda a norma UL 94 V-0 (flamabilidade),
possuir vias de contato produzidas em bronze fosforoso com camadas de 2,54 m
de níquel e 1,27 m de ouro, para a proteção contra oxidação, garras duplas para
garantia de vinculação elétrica com as veias do cabo;
 Deve possuir classe de flamabilidade no mínimo CM;
 O Cabo utilizado deve apresentar Certificação ETL em conformidade com a norma
ANSI/TIA/EIA-568-B.2-1 CATEGORIA 6A (strandedcable);
 Deve possuir capa protetora (bota) do mesmo dimensional do RJ-45 plug e prote-
ção à lingüeta de travamento. Esta capa protetora deve ajudar a evitar a curvatura
excessiva do cabo em movimentos na conexão bem como proteger o pino de des-
travamento dos conectores contra enroscamentos e quebras;
 Deve ser disponibilizado pelo fabricante em pelo menos 8 cores atendendo às es-
pecificações da ANSI/TIA/EIA-606-A;
 Exceder as características elétricas contidas na norma ANSI/TIA/EIA-568-B.2-1
Categoria 6;
 Possuir características elétricas e performance testada em freqüências de até 250
MHz;
 O fabricante preferencialmente deverá possuir certificação ISO 9001 e ISO 14001.

Cabo óptico multimodo 62,5/125µm para uso externo e interno


 Permitir aplicação em ambiente interno, com construção do tipo “tight”, composto
por fibras ópticas multImodo especiais para aplicações 10 gigabit com revestimen-
to primário em acrilato e revestimento secundário em material polimérico colorido
(900 m), reunidas e revestidas por fibras sintéticas dielétricas para suporte mecâ-
nico (resistência à tração) e cobertas por uma capa externa em polímero especial
para uso interno;
 Permitir aplicações 10 gigabit em até 320 metros (OM3);
 Fabricante deste cabo óptico preferencialmente deverá possuir certificação ISO
9001 E ISO 14001.
 Apresentar Certificação UL (OFNR);
 Apresentar Certificação Anatel;
 Este cabo deverá ser constituído por fibras multimodo 50/125 m  3m, proof-
test100Kpsi.
 Apresentar atenuação máxima de:
3,5 dB/km em 850m;
1,5 dB/km em 1300m
 Apresentar largura de banda mínima de:
2000MHz.km em 850m
500MHz.km em 1300m.

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 80


 Ser totalmente dielétrico, garantindo a proteção dos equipamentos ativos de
transmissão contra propagação de descargas elétricas atmosféricas.
 Possuir raio mínimo de curvatura de 40 mm após a instalação e de 100mm durante
a instalação;
 Possuir resistência à tração durante a instalação (kgf) de 0,2 x massa do cabo;
 Temperatura de operação de 10 a 40 graus, comprovada através de teste ciclo
térmico.
 Possuir impresso na capa externa nome do fabricante, marca do produto, data de
fabricação, gravação seqüencial métrica (em sistema de medida internacional SI);
 Aplicação em Sistemas de cabeamento intrabuilding, segundo as normas ANSI
EIA/TIA 568B e ANSI EIA/TIA 568-B.3.
 Demais características de acordo com a norma ABNT NBR 14771.

Distribuidor interno óptico para 24/48 fibras padrão 19”


 Distribuidor óptico para até 48/24 fibras para Rack de 19”
 Deve suportar conectores SmallFormFactory, para até 48 fibras com conectores LC
e MT-RJ e até 24 fibras com outros conectores.
 Deverá ter a função de acomodar e proteger as emendas de transição entre o cabo
ótico e as extensões óticas;
 Ser compatível com os adaptadores óticos (ST, SC, LC Duplex, FC, MT-RJ e
E2000);
 Ser modular permitindo expansão do sistema;
 Deve possuir altura (1U) e ser compatíveis com o padrão 19” e 23”;
 Deve possuir áreas de armazenamento de excesso de fibras, acomodação, emen-
da devem ficar internos à estrutura (conferindo maior segurança ao sistema);
 Ser fornecido com bandejas de acomodação de emendas em material plástico e
todos os acessórios necessários para a realização de fusão;
 Ser fornecido com os pigtails e adaptadores ópticos.
 Deve suportar um máximo de 02 bandejas de fusão para 24 fibras, totalizando 48
fibras;
 Ser fabricado em aço SAE 1020;
 Deve utilizar pintura do tipo epóxi de alta resistência a riscos.
 Deve possuir gaveta deslizante com sistema de trilhos (facilitar manuten-
ção/instalação e trabalhos posteriores sem retirá-los do rack);
 Deve possuir painel frontal articulável, permitindo o acesso aos cordões sem expor
as fibras conectorizadas internamente;
 Deve possibilitar terminação direta ou fusão, utilizando um mesmo módulo básico;
 Os adaptadores ópticos devem estar dispostos de forma angular em relação a fren-
te do DIO, permitindo assim uma maior organização dos cordões.
 Deve ser fornecido com suportes para adaptadores ópticos separados de 02 em 02
para uma melhor distribuição dos adaptadores ópticos.
 Deve possuir 04 acessos para cabos ópticos, sendo 02 pela parte traseira e 02 pela
parte lateral;
 O fabricante preferencialmente deverá apresentar certificação ISO 9001 e ISO
14001.

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 81


Cordões e extensões ópticas
Cordões ópticos:
 Este cordão deverá ser constituído por um par de fibras ópticas multimodo
50/125m OM3, tipo “tight“;
 Utilizar padrão “zip-cord” de reunião das fibras para diâmetro de 2mm;
 A fibra óptica deste cordão deverá possuir revestimento primário em acrilato e re-
vestimento secundário em PVC;
 Sobre o revestimento secundário deverão existir elementos de tração e capa em
PVC não propagante à chama;
 As extremidades deste cordão óptico duplo devem vir devidamente conectorizadas
e testadas de fábrica;
 O fabricante deverá apresentar certificados ISO 9001 e ISO 14001;
 Possuir impresso na capa externa nome do fabricante, identificação do produto e
data de fabricação;
 Ser disponibilizado nas opções de terminações com conectores ST/ FC / SC / MT-
RJ/ LC E2000-APC.
 O fabricante deve possuir certificação Anatel para os conectores ópticos ST / FC /
SC / MT-RJ/ LC e E2000-APC
 O cabo (cordão) óptico deverá possuir certificação ANATEL.

Extensões ópticas:
 A extensão óptica deverá ser constituída por fibras ópticas multimodo 50/125m
OM3, tipo “tight“;
 A fibra óptica deste cordão deverá possuir revestimento primário em acrilato e re-
vestimento secundário em PVC;
 A extremidade desta extensão óptica deve vir devidamente conectorizada e testa-
das de fábrica;
 O fabricante deverá apresentar certificados ISO 9001 e ISO 14001;
 Ser disponibiliza nas opções de terminações com conectores ST/ FC / SC / MT-RJ/
LC E2000-APC.
 O fabricante deve possuir certificação Anatel para os conectores ópticos ST / FC /
SC / MT-RJ/ LC e E2000-APC

Switch Core – Camada 3


Switch Ethernet, composto de hardware, software, firmware e acessórios necessá-
rios a sua instalação, configuração e operação completas, bem como a respectiva
garantia, e deverá ter as seguintes características:
1) Dispositivo fisicamente independente, com gabinete e fonte de alimentação pró-
prios, que implemente função de chaveamento de pacotes em rede Ethernet e ro-
teamento, possibilitando a segmentação da rede em camada 2 e roteamento ca-
mada 3 com referência ao modelo OSI. O equipamento deverá ser uma solução
em gabinete único de 1RU de altura;
2) O equipamento deverá possuir fonte de alimentação interna e operar com ten-
sões entre 100 e 240 V 50-60Hz com chaveamento automático;
3) Deve possuir 24 portas 10/100/1000Mbps nos padrões IEEE 802.3 10Base-T,
IEEE 802.3u 100BaseTX e IEEE 802.3ab 1000Base-T respectivamente, com de-
tecção automática de velocidade;
4) Deve possuir 4 portas 1000Base-X de dupla personalidade para a instalação de
módulos padrão SFP 1000Base-TX, 1000Base-SX ou 1000Base-LX.
5) Deve suportar a adição de módulos opcionais para instalação de até duas portas
10GbE em módulo padrão XFP;

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 82


6) Deve possuir uma matriz de comutação de no mínimo 128 Gbps (cento e vinte e
oito gigabits por segundo);
7) Deve possuir uma taxa de encaminhamento de pacotes, de no mínimo 95 Mpps
(noventa e cinco milhões de pacotes por segundo);
8) Seleção automática de transmissão half-duplex ou full-duplex em cada uma das
24 portas 10/100/1000Mbps quando operando a 10 ou 100Mbps;
9) Suportar o empilhamento de até 8 equipamentos com porta especifica, não sen-
do utilizada as portas 10GbE para up link e a velocidade mínima de 40Gbps, por
pilha (stack), através de barramento redundante e dedicado. O empilhamento de-
verá ser resiliente, de forma que a retirada ou inserção de unidades não implique
em disrupção da pilha, perda de endereço de gerenciamento nem necessidade
de se reinicializar a pilha;
10) Permitir agregação de links, de no mínimo 32 (trinta e dois) grupos de 8 (oito)
interfaces Giga Ethernet por grupo, permitindo que os links de um mesmo grupo
possam ser distribuídos em unidades diferentes de uma mesma pilha;
11) Deve suportar Jumbo Frames;
12) Deve possuir capacidade de até 16.000 (dezesseis mil) endereços MAC;
13) Controle de supressão de tráfego “broadcast”, “multicast”, e “unicast” por porta
através de comando específico para esta função;
14) Deve possuir controle de banda bidirecional por porta;
15) Suportar o protocolo IEEE 802.1d SpanningTreeProtocol (STP) e IEEE 802.1w
RapidSpanningTreeProtocol (RSTP);
16) Deve implementar o protocolo MultipleSpanningTree (802.1s);
17) IGMP Snooping v1, v2 e v3;
18) DHCP Snooping;
19) Deve suportar a criação de 255 Vlans e ID de 1 a 4.093 segundo o padrão IEEE
802.1Q;
20) Suportar a facilidade de proteção de BPDU, que permita desabilitar automati-
camente uma porta de acesso que esteja recebendo pacotes BPDU;
21) Suportar o protocolo IEEE 802.1x com autenticação local, Radius e Tacacs+;
22) Deve implementar roteamento IPv4 e IPv6 por hardware;
23) Deve implementar roteamento entre as VLANs internamente, sem a necessida-
de de equipamentos externos;
24) Deve implementar os seguintes protocolos de roteamento: RIP, RIPII, OSPF,
,DVMRP, PIM-DM e PIM-SM;
25) Suportar que toda a pilha seja gerenciada pela atribuição de um único endereço
IP;
26) Suportar o protocolo de roteamento redundante VRRP;
27) Deve implementar DHCP Client e DHCP Server;
28) Suportar o redirecionamento das solicitações de DHCP (DHCP Relay);
29) Suporte a classificação (QoS) de pacotes de dados baseado em Camada 2,
Camada 3 ou Camada 4 através do endereço MAC de origem, destino, endere-
ços IP de origem e destino e portas TCP/UDP de origem e destino;
30) Suporte a classificação de pacotes, baseado no tipo de serviço (ToS) e “Diffe-
rentiated Service Code Point” (DSCP);
31) Suporte a classificação e a re-marcação de pacotes baseados no tipo de servi-
ço (ToS), IEEE 802.1p Classe de Serviço (CoS), precedência de IP, VLAN e E-
thertype;
32) Possibilitar a implementação dos métodos de processamento de filas Weighte-
dRound Robin ou StrictPriority por porta;
33) Suporte ao protocolo “Network Time Protocol” (NTP) ou “Simple Network Time
Protocol” (SNTP) para a sincronização do relógio com outros dispositivos;
34) Deve suportar gerenciamento via SNMP v1, SNMP v2c e SNMP v3

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 83


35) Deve implementar espelhamento de tráfego (PortMirror) a partir de múltiplas
portas de origem (Source) para uma porta destino (Monitor);
36) Deve permitir a criação de no mínimo 256 listas de controle de acesso (ACL);
37) Deve possuir os grupos de RMON History, Statistics, Alarms e Events;
38) Deve possuir uma porta serial de console para o gerenciamento e configuração
do equipamento com controle de acesso através de usuário e senha;
39) Deve suportar conexões seguras através de SSHv2
40) Deve implementar DNS Client;
41) Deve implementar gerenciamento através de IPv6;
42) Deve permitir a configuração via linha de comando (CLI);
43) Deve oferecer ferramentas de gerência com interface gráfica (GUI) via web, fa-
cilitando o monitoramento da rede;
44) Deve possuir LEDs indicadores de velocidade 10Base-T/100Base-TX ou
1000Base-T e atividade em cada porta do equipamento.
45) Suporte a armazenamento de mensagens geradas pelo sistema em servidor
padrão syslog externo;
46) Deve ter a possibilidade de operar com fonte redundante externa;
47) Deve permitir autenticação através de interface Web para permissão de tráfego
WEB;
48) Deve implementar ARP Proxy;
49) Deve possibilitar que se configurem portas de uma mesma VLAN que não se
comuniquem entre si (Private VLAN);
50) O equipamento deverá possuir suporte a IP sourceguard;
51) Deve possuir MTBF de no mínimo 8 anos;
52) O equipamento deverá ter garantia total, “on-site” por um período de 12 (doze)
meses, a partir da data de recebimento definitivo, e a garantia padrão do fabri-
cante Life Time Limited.

Switch Giga – Camada 2


Switch Ethernet, composto de hardware, software, firmware e acessórios necessá-
rios a sua instalação, configuração e operação completas, bem como a respectiva
garantia, e deverá ter as seguintes características:
53) Dispositivo fisicamente independente, com gabinete e fonte de alimentação
próprios, que implemente função de chaveamento de pacotes em rede Ethernet e
roteamento, possibilitando a segmentação da rede em camada 2 com referência
ao modelo OSI. O equipamento deverá ser uma solução em gabinete único de
1RU de altura;
54) O equipamento deverá possuir fonte de alimentação interna e operar com ten-
sões entre 100 e 240 V 50-60Hz com chaveamento automático;
55) Deve possuir 24 portas 10/100/1000Mbps nos padrões IEEE 802.3 10Base-T,
IEEE 802.3u 100BaseTX e IEEE 802.3ab 1000Base-T respectivamente, com de-
tecção automática de velocidade;
56) Deve possuir mais 4 portas 10/100/1000Mbps/1000Base-X de dupla persona-
lidade para a instalação de módulos padrão SFP 1000Base-TX, 1000Base-SX ou
1000Base-LX.
57) Deve possuir uma matriz de comutação de no mínimo 56 Gbps (cinqüenta e
seis gigabits por segundo);
58) Deve possuir uma taxa de encaminhamento de pacotes, de no mínimo 41,7
Mpps (noventa e cinco milhões de pacotes por segundo);
59) Seleção automática de transmissão half-duplex ou full-duplex em cada uma
das 24 portas 10/100/1000Mbps quando operando a 10 ou 100Mbps;
60) Suportar o empilhamento virtual com ele mesmo ou outro modelo da mesma
marca, podendo chegar até 36 equipamentos empilhados virtualmente;

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 84


61) Permitir agregação de links, de no mínimo 8 (oito) grupos de 8 (oito) interfaces
Giga Ethernet por grupo, permitindo que os links de um mesmo grupo possam
ser distribuídos em unidades diferentes de uma mesma pilha;
62) Deve suportar Jumbo Frames;
63) Deve possuir capacidade de até 8.000 (oitois mil) endereços MAC;
64) Controle de supressão de tráfego “broadcast”, “multicast”, e “unicast” por porta
através de comando específico para esta função;
65) Deve possuir controle de banda bidirecional por porta;
66) Suportar o protocolo IEEE 802.1d SpanningTreeProtocol (STP) e IEEE 802.1w
RapidSpanningTreeProtocol (RSTP);
67) Deve implementar o protocolo MultipleSpanningTree (802.1s);
68) IGMP Snooping v1, v2;
69) DHCP Snooping;
70) Deve suportar a criação de 255 Vlans e ID de 1 a 4.093 segundo o padrão IEEE
802.1Q;
71) Suportar a facilidade de proteção de BPDU, que permita desabilitar automati-
camente uma porta de acesso que esteja recebendo pacotes BPDU;
72) Suportar o protocolo IEEE 802.1x com autenticação local, Radius e Tacacs+;
73) Deve implementar DHCP Client e DHCP Server;
74) Suportar o redirecionamento das solicitações de DHCP (DHCP Relay);
75) Suporte a classificação (QoS) de pacotes de dados baseado em Camada 2,
Camada 3 ou Camada 4 através do endereço MAC de origem, destino, endere-
ços IP de origem e destino e portas TCP/UDP de origem e destino;
76) Suporte a classificação de pacotes, baseado no tipo de serviço (ToS) e “Diffe-
rentiated Service Code Point” (DSCP);
77) Suporte a classificação e a re-marcação de pacotes baseados no tipo de servi-
ço (ToS), IEEE 802.1p Classe de Serviço (CoS), precedência de IP, VLAN e E-
thertype;
78) Possibilitar a implementação dos métodos de processamento de filas Weighte-
dRound Robin ou StrictPriority por porta;
79) Suporte ao protocolo “Network Time Protocol” (NTP) ou “Simple Network Time
Protocol” (SNTP) para a sincronização do relógio com outros dispositivos;
80) Deve suportar gerenciamento via SNMP v1, SNMP v2c e SNMP v3
81) Deve implementar espelhamento de tráfego (PortMirror) a partir de múltiplas
portas de origem (Source) para uma porta destino (Monitor);
82) Deve permitir a criação de no mínimo 256 listas de controle de acesso (ACL);
83) Deve possuir os grupos de RMON History, Statistics, Alarms e Events;
84) Deve possuir uma porta serial de console para o gerenciamento e configuração
do equipamento com controle de acesso através de usuário e senha;
85) Deve suportar conexões seguras através de SSHv2
86) Deve implementar DNS Client;
87) Deve implementar gerenciamento através de IPv6;
88) Deve permitir a configuração via linha de comando (CLI);
89) Deve oferecer ferramentas de gerência com interface gráfica (GUI) via web, fa-
cilitando o monitoramento da rede;
90) Deve possuir LEDs indicadores de velocidade 10Base-T/100Base-TX ou
1000Base-T e atividade em cada porta do equipamento.
91) Suporte a armazenamento de mensagens geradas pelo sistema em servidor
padrão syslog externo;
92) Deve permitir autenticação através de interface Web para permissão de tráfego
WEB;
93) Deve implementar ARP Proxy;

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 85


94) Deve possibilitar que se configurem portas de uma mesma VLAN que não se
comuniquem entre si (Private VLAN);
95) Deve possuir MTBF de no mínimo 8 anos;
96) O equipamento deverá ter garantia total, “on-site” por um período de 12 (doze)
meses, a partir da data de recebimento definitivo, e a garantia padrão do fabri-
cante Life Time Limited.
97) Deve ser exigido carta do farbicante dizendo que o revendedor é autorizado a
comercializar e prestar assistência técnica ao equipamento ofertado.

Todo o material da rede estruturada exceto Rack deverão necessariamente ser do


mesmo fabricante.

0.9 - SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS –


SPDA
O projeto do sistema contra descargas atmosféricas (SPDA)foi elaborado baseado nas
normas vigentes preconizadas pela ABNT, em especial as NBR 5410 e 5419 (edição
de Junho/93).
O projeto destina-se a proteger a estrutura contra os efeitos das descargas
atmosféricas.
Foi adotado o método de utilização Gaiola de Faraday, utilizando junto a cobertura, 02
pára raios tipo Franklin, com mastro de 3,0 m de altura, fixado através de suportes
fixos para tubo com 3 apoios. Através de uma conexão bimetálica cobre / alumínio, os
para-raios serão conectados com uma barra chata de alumínio 1/8” e 5/16” de largura,
fixadas junto ao telhado e paredes conforme indicado em projeto. A 3 m do piso será
instalado caixas de passagem embutidas na parede com conectores de medição e
conexãobimetálica com cabo de cobre #50mm2 que interliga com caixas de passagem
em alvenaria de 30x30cm contendo em cada uma delas uma haste de aterramento tipo
“Copperweld” de 19x3000mm em alta camada. Nela deverão ser feitas as conexões
exotérmicas com o cabo de cobre #50mm2 que percorrerá todo o perímetro do prédio
e com conexões com as malhas das 02 subestações locadas ao lado do prédio.
Por fim a malha de aterramento deverá ser conectada a Caixa de Equipotencialização
(BEP) localizada na sala técnica do subsolo. Esta deverá conter em seu interior
terminais de pressão de 25mm2 e 50mm2, conforme detalhe em projeto.
Todos os equipamentos estão detalhados e descritos em projeto e relação de
materiais.
Deve ser lembrado que um SPDA não impede a ocorrência das descargas atmosféri-
cas.
O tipo e o posicionamento do SPDA devem ser estudados cuidadosamente no estágio
de projeto da edificação, parase tirar o máximo proveito dos elementos condutores da
própria estrutura. Isto facilita o projeto e a construção de umainstalação integrada,
permite melhorar o aspecto estético, aumenta a eficiência do SPDA e minimiza custos.
Para evitar trabalhos desnecessários, é primordial que haja entendimentos regulares
entre os projetistas do SPDA, osarquitetos e os construtores da estrutura.
Não sãoadmitidos quaisquer recursos artificiais destinados a aumentar o raio de prote-
ção dos captores, tais como captores comformatos especiais, ou de metais de alta
condutividade, ou ainda ionizantes, radioativos ou não.

10 - CIRCUITO FECHADO DE TV - CFTV


O Circuito Fechado de Televisão tem como objetivo, a monitoração visual das áreas
internas, externas e de acesso com a finalidade de visualizar seu interior, prevenir e
comprovar qualquer ação indesejada e monitorar eventos de emergência. A captação
de imagens é feita por câmeras de vídeo coloridas fixas, com tecnologia digital. Como

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 86


padrão é exigido o uso de compressão digital de imagem em H264 e qualidade de 30
imagens por segundo (IPS) com resolução de 4 CIF (704x480 pixels). O
armazenamento das imagens de câmeras fixas/PTZ e eventos de alarmes deverá ser
feito em disco rígido no servidor exclusivo para este fim.
O servidor deverá integrar-se com o SDAI de maneira que ao receber um alarme
passe a gravar todas as câmeras no modo contínuo a 30IPS/4CIF. A visualização das
imagens deverá ser com 30IPS/4CIF. O software deverá gerenciar a transmissão
remota das imagens e alarme aproveitando o máximo da capacidade de comunicação
entre os pontos, priorizando a comunicação de dados de serviço, desta forma o
servidor deverá possuir controle automático de banda.

Ao receber uma notificação de alarme. O servidor deverá enviar automaticamente


quatro E.Mail e SMS para os gestores vinculados com a segurança da UFPR.
As câmeras de uso interno deverão possuir lente varifocalauto íris com correção DC
acondicionada em caixa de proteção com suporte tubular multidirecional, de maneira
que os cabos sejam passados por dentro do suporte para que os mesmos não fiquem
aparentes.Assim, os cabos sairão pelo suporte central inferior da caixa e entrarão no
tubo metálico, terminando na caixa de passagem embutida na parede. Desta maneira,
a ligação câmera servidor não será violada.A caixa de proteção deverá possuir tampa
de abertura na parte superior com grampos de fechamento e identificação. Deverá
possuir tamper NA/NF para acusar qualquer violação. Após a câmera ser dirigida para
a posição ideal de visualização, a cabeça do suporte deverá ser travada, de maneira a
ser manipulada somente com ferramenta especial, não permitindo que seja facilmente
movimentada.
O Rack que comportorá os equipamentos de divisão e distribuição para as câmeras
está localizado no pavimento térreo, será de 19" x 42U´s , 800x1000mm, fab. ATTIC
ou equivalente, com unidade de teto com 4 ventiladores 1000mm 110V, régua com 12
tomadas 2P+T padrão 19", bandeja fixa para rack padrão 19" 1U, quadruplex em
tempo real tipo quad.

11 - SISTEMA DE DETECÇÃO E ALARME CONTRA INCÊNDIO - SDAI


A detecção de fumaça é uma prevenção de incêndio, deverá ser rápida e precisa para
que se possa tomar medidas de evitar um sinistro. Uma vez o incêndio seja iniciado, o
sistema deverá ser autônomo o suficiente para executar ações de combate imediato,
de forma automática, independente do procedimento humano. Portanto, é importante
que o fornecedor opte por equipamentos que atendam esta filosofia e que permita
interagir com os demais sistemas de segurança.
Toda a detecção de fumaça deverá ser endereçável e algorítimica, e utilizar de todos
os recursos desta tecnologia para beneficiar o sistema.
Seguindo o projeto, o instalador deverá utilizar acionadores manuais também
endereçáveis, de ação reversível e compatíveis com a central, possibilitando que, após
sua utilização, seja novamente utilizado sem a necessidade de sua substituição.
A central SDAI deverá supervisionar o laço endereçável em classe “A”, fornecer
supervisão e tensão contínua para os Circuitos de Notificação de Alarme (NAC),
fornecer alimentação auxiliar de 24 Vdc para os módulos de extinção utilizando relés
programáveis, além de acionar os discadores telefônico com mensagem e comunicar-
se com CFTV.
A central de alarme de incêndio deverá ser algorítimica, operar com laço de
endereçamento em classe Ae laço NAC também em classe A. Possuir módulo relé
suficiente para interagir com outros periféricos e sistemas, acionar cada unidade de
extinção de incêndio independente uma da outra. Alimentar os detectores
convencionais com tensão auxiliar e buffer para pelo menos 500 eventos. Serão

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 87


aceitos a substituição de relés programáveis por interfaces de laço endereçáveis,
desde que possam ser programados independentemente. Equipada com painel frontal
e remoto em LCD do tipo “touchscrin” indicando a posição exata da detecção de
fumaça. Possuir uma programação para laço, NAC e relés (interfaces), de modo a
atender as exigências operacionais descritas neste Memorial. Possuir software
supervisório que possa monitorar todos os detectores, acionadores e interfaces através
de telas gráficas em Auto Cad através do servidor de segurança ou de uma estação
remota credenciada.
Deverá ser em gabinete metálico em sobrepor ou embutir e instalado na parede da
sala técnica no pavimento térreo.

O instalador deverá preocupar-se com a demanda de corrente elétrica DC de todos os


periféricos que consomem 24Volts e dimensionar a fonte da central SDAI de acordo
com este consumo, ou utilizar fonte auxiliar.
Deverão ser utilizados detectores óticos de fumaça endereçáveis algorítimicos tanto
para os ambientes como para o forro e shaft. Os detectores termoelétricos deverão
possuir sensores capazes de detectar temperatura entre 50ºC e 57ºC. A partir deste
limite, alguns equipamentos eletrônicos podem gerar incêndio.
Os acionadores manuais são dispositivos endereçáveis do tipo retornável com chave,
para uso em locais de saída de pessoas e ao lado dos hidrantes (quebre o vidro),
utilizado para confirmar um incêndio.Os hidrantes funcionam por queda dágua (força
da gravidade), portanto não necessitam que os acionadores acionam qualquer bomba.

Curitiba, janeiro de 2013

Osmar Nascimento Costa


engenheiro eletricista - 21.251 D CREA PR
osmar@omsengenharia.com.br

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 88


MEMORIAL DE CÁLCULO PROJETO ELÉTRICO

01. PREMISSAS E PARÂMETROS DE PROJETO


O presente memorial de cálculo tem como objetivo, descrever os cálculos utilizados
para o projeto elétrico doPrédio OMMA/NMCC do Condomínio de Laboratórios a ser
construído na no campus da Universidade Federal do Paraná em Curitiba/PR.

02. ALIMENTAÇÃO ELÉTRICA


Tensão Nominal – 220/127 Volts (entre fases e entre fase e neutro) Faixa II (50 V < U
<= 1000 V entre fases);
Frequência nominal – 60 Hz;
Corrente de Curto Circuito Presumida – 15,8 kA.

03. ESQUEMA DE ATERRAMENTO


Em toda a instalação a função do condutor neutro e do condutor de proteção serão
executados por alimentadores distintos, caracterizando um esquema TN-S.

04. QUEDA DE TENSÃO


Os limites de queda de tensão a partir de um transformador ou de uma geração pró-
pria são de no máximo 7 %.
Abaixo indicamos os valores de queda de tensão percentual considerados, baseado
no diagrama unifilar geral da instalação:
2% 5%
QDG QUADROS DE CARGA DE
DISTRIBUIÇÃO ILUMINAÇÃO E
TOMADAS

05. TEMPERATURA AMBIENTE


Como temperatura ambiente foi considerada a temperatura média, obtida através do
site do INMET, para a região baseada nos últimos doze meses.
A temperatura média considerada foi de 35º C.
Este fator foi considerado como índice para cálculos de correção de agrupamento de
condutores e de ajuste dos dispositivos de proteção, caso a temperatura de ajuste
padrão fornecida pelo fabricante seja diferente da considerada neste cálculo.

06. PROJETO LUMINOTÉCNICO


O projeto foi desenvolvido obedecendo os critérios da NBR 5413 – Iluminância de inte-
riores, e também as iluminâncias em lux por tipo de atividade, ou seja, cada local de
acordo com sua atividade conforme item 5.3 da NBR 5413.
O projeto luminotécnico não se restringe apenas a quantidade de luminárias e ilumi-
nância ideal para cada ambiente, mas também segue as diretrizes do projeto arquite-
tônico com a compatibilização entre luminárias, paginação de forro e equipamentos de
ar condicionado.
Foram utilizados interruptores de até 03 (três) teclas, visando a setorização do acio-
namento e a utilização racionalizada de energia elétrica.
Todos os equipamentos de infra estrutura como Interruptores, Cabos, Eletrodutos,
Perfilados e Eletrocalhas estão descrito no Memorial Descritivo Elétrico.
Toda a iluminação do prédio, tanto interna como, foi dimensionada em comum acordo
com o projeto arquitetônico e obedecem os critérios e normas citadas.

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 89


Seguindo a iluminância sugerida por norma, utilizamos o software LUMISOFT da em-
presa Lumicenter para o cálculo e dimensionamento de cada ambiente do Fórum.

Abaixo segue um exemplo de cálculo para o Laboratório 1com a utilização do


LUMISOFT:
Parâmetros:
Ambiente: Laboratório 1
Largura do ambiente: ............................................. 5,25 m
Comprimento do ambiente: .................................... 8,09 m
Altura do ambiente: ................................................ 2,85 m
Plano de trabalho considerado: ............................. 0,80 m
Índice de reflexão: ................................................... Teto: 70,0%
............................................................................ Parede: 50,0%
............................................................................... Chão: 20,0%
Fator de perda: .......................................................... 0,85
Lista de luminária(s)

Qtde...................................................................... Modelo Fluxo (lumens)


12 ................................................................ CAA01-E416 4200
CAA01-E416

Luminária de embutir,
com corpo em chapa de
aço fosfatizada e pinta-
daeletrostaticamente,
refletor e aletas parabóli-
cas em alumínio anodi-
zado de alta pureza e
refletância.

Cd/1000 lm 73%
100
200
300
400
500
600
Transv ersal Longitudinal

Teto (%) 70 50 30 0 Número de Luminárias por Área


Parede (%) 50 30 10 50 30 10 50 30 10 0 Fluxo 4.200 lm
Chão (%) 20 20 20 0 Iluminância 300 lx 500 lx
RCR Fator de Utilização (%) Pé direito 2,5 m 3,0 m 2,5 m 3,0 m
0 85 85 85 81 81 81 78 78 78 73 Área Número de luminárias
1 77 75 73 74 73 71 72 70 69 66 10 m² 1,7 1,9 2,8 3,2
2 70 67 64 68 65 62 65 63 61 58 20 m² 2,9 3,2 4,8 5,3
3 63 59 56 61 58 55 59 56 54 51 30 m² 4,0 4,4 6,7 7,3
4 58 53 49 56 52 48 54 51 48 46 40 m² 5,2 5,6 8,6 9,3
5 53 47 44 51 47 43 50 46 43 41 50 m² 6,3 6,7 10,4 11,2
6 48 43 39 47 42 39 46 42 38 37 Ambiente com teto e parede claro, chão escuro;
Fator de perda 0,85;
7 44 39 35 43 38 35 42 38 35 33
Plano de trabalho 0,80.
8 41 36 32 40 35 32 39 35 32 30
9 38 33 29 37 32 29 36 32 29 28
10 35 30 27 35 30 27 34 30 27 26

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 90


TOMOGRAFIA SIMPLES

TOMOGRAFIA 3D

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 91


Considerações gerais sobre o cálculo:
O estudo luminotécnico oferecido pelo Lumisoft® visa auxiliar na determinação
do modelo, quantidade e dimensionamento de luminárias.

A iluminância média ideal, de acordo com a atividade desenvolvida no ambie n-


te, é uma escolha do USUÁRIO, assim como as dimensões, os índice de refle-
xão do ambiente, o fluxo luminoso das lâmpadas, o fator do reator, o fator de
perda e de manutenção, etc. Portanto, o USUÁRIO é o único e exclusivo re s-
ponsável pela precisão dos dados fornecidos.

Os dados gerados neste estudo podem ser variáveis, em função de alguns fatores
como:
 Quadros, placas de sinalização, plantas, objetos decorativos nas par e-
des, Dry-wall de meia altura, mesas, cadeiras, computadores, objetos dive r-
sos;
 Possível variação na tensão da rede da alimentação das luminárias;
 Janelas e portas com incidência de luz natural;
 Cor aparente do teto, piso e paredes bem como texturas aplicadas s o-
bre elas;
 Condições térmicas do ambiente;
 Qualquer fator que possa obstruir a iluminação;
 Variação do desempenho dos equipamentos nas luminárias.
Utilizamos no dimensionamento do projeto um nível ligeiramente maior de iluminância
nos ambientes, visando a depreciação das luminárias, reatores e lâmpadas no decor-
rer dos anos.

07. COMPOSIÇÃO DE CARGAS


Para o projeto em questão foram consideradas as seguintes potências unitárias.

7.1 – Pontos de tomadas:


7.1.1 Tomadas de Uso Geral
Nomenclatura: TUG-xx
Potência: 100VA por tomada para locais de trabalho; 300VA para a tomada
dos corredores; ou conforme indicado em projeto.
Tensão: 127V ou conforme indicado em projeto;
Fator de potência: 0,8

7.1.1 Rede Estabilizada (No Break)


Nomenclatura: TNB-xx
Potência: 150VA por tomada
Tensão: 127V
Fator de potência: 0,77
7.2 – Pontos de iluminação:

7.2.1 Luminárias 4x1 4W de embutir e sobrepor


04 lâmpadas de 14 W
Tensão: 127 V
Fator de potência: 0,9
Rendimento: 90%

7.2.2 Luminárias cilíndricas de embutir e sobrepor

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 92


02 lâmpadas PL de 26 W
Tensão: 127 V
Fator de potência: 0,9
Rendimento: 90%

Observação :
As tomadas para alimentação de equipamentos específicos, tais como impressoras, elevadores,
bombas, serão consideradas como Tomadas de Uso Específico (TUE) e terão a potência nominal,
FP, nº de fases (nº de condutores) dimensionados de acordo com as características do equipamen-
to, a serem fornecidas pelo fabricante do aparelho.

08. DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES


O dimensionamento técnico dos condutores corresponde à aplicação dos diversos
itens da NBR 5410:2004 relativos à escolha da seção de um condutor e do seu res-
pectivo dispositivo de proteção. Os critérios observados foram:
Capacidade de condução de corrente: De acordo com os métodos de instalação, cál-
culo da corrente de projeto, número de condutores carregados e fatores de correção.
Queda de tensão conforme citado no item 4 deste documento.Foi utilizado como pa-
râmetros para o dimensionamento as tabelas fornecidas pelo fabricante Pirelli (Dimen-
sionamento de Condutores de Baixa Tensão – Tabela 19 – Pirelli pg 61.
Seção mínima: Não foi utilizada seção inferior que 2,5mm2 embora a NBR admita para
alguns casos. O condutor neutro foi dimensionado na mesma seção que os conduto-
res fase. Cada circuito individual foi dimensionado de acordo com sua potência, tensão
e distância do quadro de alimentação (queda de tensão).

Sobrecarga:
A sobrecarga não é exatamente um critério de dimensionamento dos condutores, en-
tretanto, intervêm na determinação de sua seção.

Curto-circuito:
A suportabilidade a correntes de curto-circuito dos condutores, determina o tipo de
dispositivo de proteção dos mesmos, podendo modificar sua seção.

Choques elétricos:
Foram respeitados os requisitos básicos para a proteção contra choques elétricos co-
mo a equipotencialização da proteção (ver item do SPDA e Aterramento no Memorial
Descritivo Elétrico), o seccionamento automático (dispostivos de proteção a sobrecor-
rentes e a corrente diferencial-residual).

0.9 DIMENSIONAMENTO DE ELETRODUTOS


Dimensionar eletrodutos é determinar o tamanho nominal do eletroduto para cada tre-
cho da instalação e a utilização de condutos fechados (eletrodutos) foram observados
conforme itens da NBR 5410:2004 e conforme as seguintes exigências:
Observação da taxa máxima de ocupação de 40%;
Em um mesmo eletroduto só podem ser instalados condutores de circuitos diferentes
quando eles pertencerem à mesma instalação;
Para tanto, foram utilizadas tabelas da NBR 6150 e de fabricantes renomados no mer-
cado.

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 93


10. DIMENSIONAMENTO DE ELETROCALHAS
Para o dimensionamento das eletrocalhas foi considerado a seguinte tabela composta
por informações de fabricantes.

11.CONSIDERAÇÕES FINAIS
O memorial descritivo elétrico complementa o memorial de cálculo, além dos projetos e
relação de materiais.
Todas as notas e observações direcionadas ao sistema de fornecimento de energia
elétrica, para atender a demanda necessária, deverão ser obedecidas as normas NB-
3, da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as normas e padrões em
vigor da concessionária local e Resolução ANEEL 456 de 29/11/2000 Sendo estas:
NBR 11301 – ABNT – Cálculo da capacidade de condução de corrente de cabos
isolados em regime permanente (fator de carga 100%) – Procedimento.
NBR 5413 - ABNT – Iluminância de interiores – Procedimento.
NBR 6150 – ABNT – Eletroduto de PVC rígido – Especificação.
NBR 5410 – Instalações elétricas em baixa tensão
NBR 14039 - Instalações elétricas em média tensão
NBR 5456 – Eletricidade geral – terminologia
NBR 13570 – Instalações elétricas em locais de afluência de público – Requisitos es-
pecíficos.
NBR- 13570 02/1996 - Instalações elétricas em locais de afluência de público –
Requisitos específicos.
Norma COPEL - NTC 903100 - Fornecimento em tensão primária de distribuição,
Dez/2002.
Norma COPEL - NTC 900100 - Projetos de Entrada de Serviço - Critérios de
Apresentação.

Curitiba, janeiro de 2013

Osmar Nascimento Costa


engenheiro eletricista - 21.251 D CREA PR
osmar@omsengenharia.com.br

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 94


2.4 - PROJETO DE AR CONDICIONADO E VENTILAÇÃO
MECÂNICA
01 - OBJETO
Especificar as condições técnicas de fornecimento e instalação do sistema de ar con-
dicionado e ventilação mecânica para atender o BLOCO OMMA / NMCC - UFPR loca-
lizado no campus Centro Politécnico, em Curitiba, PR.
Definir as características técnicas dos equipamentos, acessórios e materiais que deve-
rão compor a instalação;

02 - CRITÉRIOS DE CÁLCULOS
Os critérios adotados nos cálculos foram baseados nas prescrições contidas nas nor-
mas e recomendações técnicas descritas abaixo. Portanto para o fornecimento e insta-
lação dos materiais e equipamentos, deverão ser seguidas as últimas edições das
mesmas:
Os equipamentos deverão adequar-se, sob todos os aspectos, à finalidade específica
a que se destinam.
O Instalador não será eximido de suas responsabilidades sob alegação de ter atendido
às normas técnicas, nos casos em que as exigências de adequação à finalidade não
tenham sido cumpridas.
NBR 16401 – Instalações de Centrais de Ar Condicionado para Conforto. Parâmetros
Básicos do Projeto.
NBR 5410 – Instalações Elétricas de Baixa Tensão.
ASHRAE (American Society of Heating, Refrigerating, and Air Conditioning Engineers)
SMACNA (Sheet Metal and Air Conditioning Contractors National Association)
Portaria 3523/98 do Ministério da Saúde.
Recomendações da UFPR.

03 - BASE DE DADOS
Local
Curitiba (PR)
- Altitude: 800 m
- Latitude: 23°S
- Longitude: 48°W

Condições Externas
Verão
- Temperatura de Bulbo Seco: 30ºC
- Temperatura de Bulbo Úmido: 24ºC
Inverno
- Temperatura de Bulbo Seco: 5ºC
- Umidade Relativa: 80%

Condições Internas
Verão
- Temperatura de Bulbo Seco: 24 ± 2ºC
- Umidade Relativa: sem controle.
Inverno
- Temperatura de Bulbo Seco: sem controle.
- Umidade Relativa: sem controle

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 95


Coeficiente Global de Transmissão de Calor
- Paredes externas: 2,7 W/m².ºC
- Paredes entre lojas: 1,35 W/m².ºC
- Laje entre pavimentos: 2,7 W/m².ºC

Energia Elétrica Disponível


A tensão elétrica disponível para atender ao sistema de condicionamento de ar será
em 220 V / 2F + T / 60 Hz e 127 V / 1F + N + T / 60 Hz.

Características Arquitetônicas das Salas


Faces Externas:
Considerou-se parede de alvenaria de 15 cm, com pintura de cor média.

Vidros:
Simples, laminados, incolores com espessura 04 mm protegidos por persianas claras.

Cobertura:
Considerou-se composta por laje de concreto com espessura de 10 cm, guarnecida
por telhas tipo fibrocimento.

Portas:
Normalmente fechadas às portas que se comunica com o exterior ou ambiente não
condicionado.

Notas:
Todos os vãos de comunicação dos recintos condicionados com o exterior foram considerados
normalmente fechados.
Não foram considerados outros ganhos de calor e / ou umidade nos ambientes condicionados.

04 - DESCRIÇÃO DAS INSTALAÇÕES E DOS EQUIPAMENTOS


Deverá ser adotado sistema de expansão direta, com o uso de unidades condiciona-
doras do tipo split system.
Equipamentos estrangeiros somente poderão ser fornecidos quando possuírem repre-
sentante ou distribuidor autorizado no Brasil e preferencialmente no estado do Paraná,
e quando esteja assegurada a disponibilidade de peças de reposição, assistência téc-
nica e garantia pelo período mínimo de 05 anos.
Para obter a captação de ar exterior necessária as renovações das salas deverão ser
fornecidas unidades ventiladoras conforme descritas nas planilhas anexas aos dese-
nhos, intertravados com o comando dos respectivos condicionadores.
Deve-se atentar para as legislações federais que tratam do controle de poluição do ar
e Qualidade do Ar Interior - IAQ.
As unidades condensadoras deverão ser locadas nas lajes externas de cada pavimen-
to, em área ventilada e principalmente livre de curto circuito de ar quente oriundos das
demais unidades condensadoras e das venezianas da fachada do prédio, conforme
requisitos dos equipamentos a serem fornecidos, montadas sobre suportes coxins de
borracha.
Na locação dos equipamentos devem ser considerados os espaços mínimos requeri-
dos para manutenção e operação conforme recomendações do fabricante.

Fornecimento Geral:
Os componentes dos sistemas descritos nestas especificações deverão ser fornecidos
e instalados conforme detalhados nos itens específicos, constituindo-se basicamente
de:

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 96


Condicionadores de ar completos com cargas de gás, controles individuais, aqueci-
mento por ciclo reverso, painéis elétricos, filtros de ar, etc.
Ventiladores para suprimento de ar externo;
Redes de dutos para ventilação ar externos;
Redes frigoríficas, redes elétricas e drenos para os condicionadores e ventiladores;
Interligações elétricas do comando dos condicionadores de ar com os sistemas de
segurança e detecção a incêndio do prédio se houver;
Transportes horizontais, verticais, embalagens, seguros e movimentação dos equipa-
mentos e materiais;
Balanceamento e testes das redes frigoríficas e controles bem como realização de
testes operacionais dos sistemas de ar condicionado e ventilação;
Recomposição das paredes, pisos, lajes e demais serviços necessários à conclusão
final da obra, compreendendo todos os aspectos estéticos e funcionais.
Fechamento das aberturas de passagem das tubulações após a conclusão da obra.
Fornecimento de projeto executivo e de projeto “as built” (como construído), data-book
com catálogos de materiais, desenhos, fluxogramas e relatórios de TAB e partidas
técnicas;
Tubulações de drenagem interligadas aos condicionadores;

Serviços de obras civis a cargo da empresa instaladora:


Integrar os serviços com o projeto arquitetônico com antecedência, informando espa-
ços, necessidades, utilidades, etc. para instalação dos equipamentos.
Prestar todo e qualquer serviço decorrente da obra de ar condicionado tais como: ba-
ses, canaletas, reparos, pintura em paredes, abertura de buracos em paredes, lajes,
acabamento em vidros, adaptações em esquadrias, telhados, vedações, suportes para
apoio dos condensadores, etc.

05 - CONDICIONADORES DE AR
As unidades deverão ser totalmente montadas em fábrica, inclusive com as fiações
necessárias para comando e força, devendo ser necessário instalar na obra somente
as conexões elétricas, redes frigoríficas e drenos.

Gabinetes
Cassetes, piso teto e hi wall, dotados de gabinetes, construídos em plástico de alta
resistência ou chapa galvanizada, protegidos contra a corrosão por processo de fosfa-
tização, com pintura eletrostática em tinta esmalte, aplicada sobre "primer" anticorrosi-
vo.
Os gabinetes das unidades condensadoras deverão receber acabamento adequado
para instalação ao tempo, construídos em alumínio ou aço galvanizado com alta resis-
tência a corrosão.

Evaporadores
Compostos por serpentinas confeccionadas com tubos de cobre sem costura e aletas
integrais de alumínio, fixadas aos tubos por expansão mecânica, de forma a obter-se
um perfeito contato.
Deverão ser previamente testadas contra vazamentos a uma pressão de 350 psi e ser
equipado com distribuidor e coletores de fluido refrigerante.
As bandejas de condensado deverão ser fabricadas em poliestireno de alto impacto.

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 97


Condensadores
Compostos por serpentina confeccionada com tubos de cobre sem costura e aletas
integrais de alumínio, fixadas aos tubos por expansão mecânica, de forma a obter-se
um perfeito contato.
Os condensadores deverão conter os quadros elétricos dos condicionadores.
Deverão ser previamente testados contra vazamentos a uma pressão de 350 psi. Será
dotado de sub-resfriador integral que assegure um sub-resfriamento adequado.

Ventiladores
Nas unidades evaporadoras, serão do tipo centrífugo, de dupla aspiração, com rotores
do tipo “sirocco”, com pás voltadas para frentes, confeccionados em aço ou plástico,
com motores balanceados estática e dinamicamente. Serão acionados por motores
elétricos de indução, monofásicos, com acoplamento direto.
Os ventiladores dos condensadores deverão ser do tipo axial, com descarga horizon-
tal, acoplados diretamente aos motores elétricos, com rotor e pás em aço galvanizado
ou plástico.

Compressores
Rotativos, do tipo “Scroll”, instalados sobre isoladores de vibração, acionados por mo-
tores elétricos, protegidos contra sobrecargas e adequados para tolerar variações de
tensão de até 10% do valor nominal e receber garantia mínima de 03 (três) anos do
fabricante.
Os motores serão refrigerados pelo fluxo de sucção de refrigerante.
Deverão ser montados sobre elementos absorvedores de vibração, possuir pressosta-
tos de baixa, de alta e pressão diferencial, dispositivos de proteção contra reciclagem
automática de funcionamento, relê de sequenciamento e falta de fase, dispositivo con-
tra sobrecargas e sobreaquecimento do motor.

Circuitos Frigorígenos
Ciclos reversos, construídos em tubos de cobre sem costura, com carga completa de
refrigerante.
Cada circuito deverá apresentar, no mínimo, os componentes relacionados nos itens a
seguir, instalados em fábrica, ou pelo montador quando este for autorizado pelo fabri-
cante sem que ocorra a perda da garantia do equipamento.

Filtro secador
Pressostato de alta e baixa, com transdutor de pressão;
Controle do fluxo de refrigerante através de válvula de expansão ou tubo capilar;
Válvulas de serviço capazes de interromper o fluxo de refrigerante e permitir a leitura
de pressão, recolhimento e carga de gás, instaladas nas linhas de sucção e descarga
do compressor.

Quadros Elétrico
Montados nos interiores dos gabinetes dos condensadores, devendo o acesso possí-
vel sem interrupção do funcionamento da máquina. Abrigarão todos os elementos de
operação e controle da unidade, contendo no mínimo os seguintes elementos, dimen-
sionados conforme a NB-5410 - Instalações elétricas de baixa tensão:
Fusíveis para o circuito de comando;
Chave contatora e relé térmico de sobrecarga para cada motor elétrico’
Relés auxiliares para intertravamento;
Relé para seqüência de fases (para compressor Scroll);
Os circuitos de comando das unidades deverão impedir a partida dos compressores
quando as chaves contatoras dos ventiladores não estiverem energizadas.

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Filtros de Ar
A filtragem do ar deverá ser conforme padrão fabricante observando NBR 16401.
Os elementos deverão ser facilmente removíveis, com áreas totais de filtragem no
mínimo iguais à área de face da serpentina.
Bandejas de Recolhimento de Condensado
Deverão se construídas em chapa de aço ou em material antibactericida, com espes-
sura mínima de 1,5 mm, montada com acentuado caimento em direção a ponto de
coleta de drenagem, de forma a impedir radicalmente o acúmulo de água em sua su-
perfície.
A bandeja deverá ainda ser isolada termicamente com o mesmo material utilizado no
gabinete.

Recomendações
Assegure-se que as unidades evaporadoras estejam niveladas e com pequena inclinação para o
lado do dreno, de forma a garantir o escoamento total da água condensada.
Observar as recomendações dos fabricantes no que diz respeito às distâncias horizontais, verti-
cais e totais, relativas aos diâmetros a serem aplicados nos tubos de refrigerante. As ligações ao
circuito frigorígeno deverão ser executadas com conexões padronizadas, fabricadas por processo
industrial, não se admitindo a utilização de peças improvisadas no local da obra.
Obter declividades apropriadas nas tubulações de drenagem.
Testar todas as conexões soldadas e flangeadas quanto a vazamentos (pressão máxima de teste:
200 psig) antes de executar o isolamento das tubulações.
As linhas hidráulicas de drenagem deverão possuir diâmetros Ø 35 mm, e formar sifão com fecho
hídrico. As drenagens deverão ser executadas individualmente para cada bandeja de condensado.
Quando da partida inicial o sifão deverá ser preenchido com água para evitar que o ar da linha de
drenagem seja succionado.
As unidades condensadoras deverão ser montadas sobre calços de borracha sintética, com medi-
das mínimas de 100x100x25 mm.
Deverão ser usados limitadores laterais de modo a evitar que os esforços devidos aos movimen-
tos vibratórios não sobrecarreguem as tubulações frigoríficas.
O local da instalação devera possuir espaço suficiente para permitir reparos ou serviços de manu-
tenção em geral.

06 - REDES FRIGORÍFICAS
As redes frigoríficas deverão atender às normas da ABNT, instruções do fabricante e
as recomendações descritas a seguir:
As linhas de interligações das unidades internas e condensadoras deverão ser as mais
curtas possíveis, devendo ser minimizado o número de curvas e acessórios dos circui-
tos.
As linhas de descarga dos compressores deverão ser providas de sifão de modo a
evitar o retorno de condensado para o mesmo após a sua parada e prevenir a acumu-
lação do óleo dentro da tubulação de descarga.
Estando totalmente concluídas e limpas, deverá se proceder a pressurização das li-
nhas para detecção e eliminação de eventuais vazamentos.
Antes da interligação das unidades, deverá ser procedida rigorosa evacuação (250 a
500 micra) das linhas com bomba de vácuo de alto rendimento aferida por vacuôme-
tro. Deverão ser executadas estritamente de acordo com o manual do fabricante.
Destacamos os seguintes cuidados a serem observados:
Manter as inclinações exigidas para prover o retorno de óleo ao compressor;
No corte a frio dos tubos, evitar o estrangulamento no ponto de corte;
Eliminar as rebarbas de corte, impedindo que as aparas caiam no interior dos tubos;
As curvas deverão ser executadas com "curvadores" adequados para cada bitola de tubo, evitan-
do-se o estrangulamento e enrugamento das paredes dos tubos;
Usar curvas de raio longo, evitando o uso de cotovelos;
A Fiscalização, a seu critério, deverá exigir a substituição de tubos quando forem constatados
pontos de estrangulamento.

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Materiais
As tubulações poderão ser do tipo maleável para evitar emendas, ou em cobre rígido e
quando usados tubos de cobre rígido, as conexões devem ser do tipo soldável.
Para conexões das tubulações entre as unidades interna e externa, devem ser utiliza-
dos sistemas de flanges e porcas curtas.
As soldas para ligação dos tubos devem ser do tipo brasagem, com material de adição
tipo foscoper.
Devem ser previstos sifões na base de tubulações de descarga ou sucção, para tre-
chos verticais com fluxo ascendente, para desníveis maiores de 2,5 m e mais um a
cada intervalo mínimo de 8m. Deverá ser prevista inclinação na linha de vapor no sen-
tido do fluxo do refrigerante.
Devem ser previstas nas linhas de gás e líquido curvas de expansão, para evitar os
efeitos da dilatação e contração da tubulação.
A brasagem dos elementos deverá ser executada com fluxo de gás inerte - nitrogênio -
por dentro dos mesmos, evitando a formação de resíduos de oxidação ou impurezas
outras no circuito frigorífico.

Isolamento Térmico
Deverá ser executado isolamento térmico nas linhas de sucção e descarga. As linhas
deverão ser envolvidas por tubos de espuma elastomérica e proteção mecânica em
alumínio corrugado, com a finalidade de evitar a condensação de água nas paredes do
tubo e aumento do superaquecimento do gás refrigerante.
Além do isolamento térmico, as linhas deverão ter isolamento especial, com materiais
adequados, formando uma barreira de vapor, impedindo assim a condensação de á-
gua na superfície externa da tubulação, causada pela migração do vapor de água pela
parede do referido isolamento.
Deverão ser deixadas folgas entre as calhas, a cada determinado trecho, de modo a
formarem-se juntas de expansão, as quais deverão ser preenchidas com massa iso-
lante macia e elástica.
O isolamento só poderá ser aplicado após a pressurização das linhas e eliminação de
eventuais vazamentos.
Será admitido o emprego de tubulações pré-fabricadas, flexíveis, com isolamento tér-
mico e carga de gás.
A instalação das linhas deverá seguir as recomendações do fabricante do equipamen-
to, no que tange a bitolas, fixações e conexões.
Nos trechos externos as tubulações deverão ser convenientemente protegidas contra
intempéries, impactos ou qualquer possibilidade de ocorrer danos à instalação.

Fixação e Suporte
Nos trechos horizontais, as linhas serão suportadas através de apoios tipo pendural
com fita perfurada.
Os suportes deverão ser chumbados de modo firme nas posições calculadas para
apoio. Na definição desses pontos, terá importância a perfeita flexibilidade da linha
para a movimentação devido à expansão térmica.
Para fixação e suporte devem ser utilizadas braçadeiras para tubos fixadas em pare-
des ou lajes.
Após a confirmação da escolha do equipamento o Instalador deverá apresentar junto
com as especificações técnicas do condicionador o projeto da rede de fluido refrige-
rante que fará a interligação entre as unidades evaporadoras e condensadoras.

Testes de vazamento
Depois da rede concluída e antes de seu isolamento, todo o circuito deverá passar por
teste de vazamento na presença da Fiscalização, obedecendo as seguintes etapas:

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 100


Abrir todas as válvulas das redes de refrigeração, inclusive as válvulas solenoides das
linhas de líquido, fechando as válvulas dos compressores e conectando manômetro
em uma das linhas de interligação;
Pressurizar a rede com nitrogênio super seco através da tomada de pressão de des-
carga dos compressores (pressão aproximada de 350 psig);
Manter as linhas com pressão durante mínimo de 12 horas, observando estabilidade
através de leituras no manômetro;
Verificar existência de vazamento aplicando-se solução de água com sabão;
Retirar o nitrogênio e efetuar uma carga de gás refrigerante até pressão de 10 psig.
Acrescentar nova carga de nitrogênio até pressão próxima a 150 psig;
Checar o circuito e componentes com detector eletrônico de vazamento;
Efetuar vácuo no sistema.

07 - REDES DE DUTOS - SUPRIMENTO DE AR EXTERNO


Os dutos de ar deverão estar de acordo com o indicado nos desenhos de referencia e
com as recomendações da SMACNA.
As chapas devem possuir as bitolas determinadas conforme a tabela abaixo, conside-
rada para dutos retangulares de baixa pressão:
Bitola Espessura Lado maior (mm)
26 0.50 até 300
24 0.64 310 a 750
22 0.79 760 a 1400
20 0.95 1410 a 2100
18 1.27 2110 a 3000

Todos os materiais usados na fabricação e instalação dos dutos, tais como: tirantes,
barras chatas, cantoneiras, etc. deverão ser galvanizadas e fabricadas dentro das
melhores praticas de construção, estando sujeitas a aprovação por parte do contratan-
te.
Todos os dutos serão cuidadosamente fabricados e montados de modo a se obter
uma construção rígida, sólida, limpa, sem distorções, deflexões entre suportes, vibra-
ções e vazamentos.
Deverão confeccionados em chapas novas de aço galvanizado nas bitolas indicadas
na NBR 6401 da ABTN, sendo 26 GSG a menor bitola.
Todas as reduções ou ampliações deverão ter um comprimento mínimo igual a 4 (qua-
tro) vezes a diferença entre as dimensões maiores para as reduções ou ampliações
excêntricas e 2 (duas) vezes para as reduções ou ampliações concêntricas.
As juntas longitudinais deverão ser do tipo “Pittsburg lock”;
Os dutos deverão ser unidos por sistema de flangeamento tipo TDC (transverse duct
conector system), para pressão até 200mmca, com perfil, cantos e grampos em aço
galvanizado, podendo ser de fabricação POWERMATIC ou similar;
Deverão ser instaladas janelas de inspeção nos dutos para manutenção e limpeza.
As janelas deverão ser aparafusadas aos dutos usando-se juntas de borracha para
vedação, de modo a garantir a estanqueidade. As dimensões das janelas não devem
ser inferiores a 35X25cm.
Todas as dobras em que ocorrerem danos da galvanização, bem como nos pontos
de união com os suportes, deverão ser pintadas com tinta à base de cromato de
zinco.
Transições em dutos, inclusive conexões entre equipamentos e dutos, deverão ter
uma conicidade não maior que 20° em ambos os planos.

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Os dutos deverão ser executados em chapa de aço galvanizado, com as espessuras
indicadas na NBR-6401, sendo que a espessura mínima a ser usada será de 0,65 mm
( # 24), independentemente das dimensões dos dutos.
Antes de serem isolados termicamente os dutos de ar deverão ter as juntas calafeta-
das com frio asfalto e testados quanto a sua estanqueidade.
Não será permitido o ocultamente de um trecho de duto por forros ou paredes antes
dos testes de estanqueidade dos dutos de ar e apresentação de projeto “as-built” do
trecho a ser ocultado.
Todas as superfícies internas dos dutos de ar, visíveis através das bocas de
insuflamento ou retorno, serão pintadas com tinta preta fosca.
Deverão ser previstas conexões para teste de pressão, localizadas próximas a des-
carga dos condicionadores e em todos locais necessários para se fazer o balancea-
mento das vazões de ar. Essas conexões de testes destinam-se à leitura de pressões
com o tubo "Pitot".

Registros:
Os registros de ar deverão ser de uma lâmina (borboleta), conforme indicado nos de-
senhos de referencia.
Cada registro deverá ser dotado de quadrante do lado externo, indicando a fração de
abertura do mesmo (0, 1/4, 1/2, ¾ e 1 ).
Os defletores de ar deverão ser confeccionados em chapa de aço galvanizada, bitola
mínima de 22 USG, e dotados de quadrantes e dispositivos de fixação das laminas.

Grelhas e Difusores:
Todas as grelhas deverão ser marca TROX construídos em perfis de alumínio extru-
dado e anodizado na cor natural, providos de registros para ajuste de vazão de ar.
Todos os difusores, grelhas e venezianas, deverão ser instalados com perfeita veda-
ção de forma a garantir a estanqueidade adequada.
A localização dos difusores, grelhas e venezianas deverá ser de acordo com o indica-
do nos desenhos de referencia.
Todos os difusores, grelhas e venezianas deverão ser de fabricação TROX, conforme
os modelos indicados nos desenhos de referência, ou de outro fabricante, porém, de-
vendo fornecer amostras dos modelos para aprovação do contratante.

Estanqueidade:
Vazamento previsto para dutos dessa classe é, em média, de 8% da vazão total.
A fabricação dos dutos deverá ser de boa qualidade para permitir o bom ajuste das
peças, reduzindo o espaço das frestas, principalmente nas peças que penetram as
paredes dos dutos.
Pelo menos nas ligações transversais deverá ser aplicada junta de vedação ou massa
selante com flexibilidade permanente.
Todos os joelhos e curvas deverão possuir veios defletores com espaçamento e di-
mensão adequados, de forma manter um fluxo de ar uniforme.
Deverão atender as recomendações constantes na norma DW / 143 (“A practical guide
to ductwork leakagetesting”), classe A até 200 Pa e classe B para pressões superiores
até 800 Pa.

Aterramento:
Os dutos deverão ser aterrados à carcaça dos equipamentos utilizando-se cordoalha
de seção mínima de 16 mm2 e arruelas bimetálicas.

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Tomadas de Ar Exterior:
Compostas de registro de controle de vazão e acionamento manual e filtro de ar clas-
se G3 e especificado no desenho, juntamente com uma tela de proteção de 12 mm
para impedir a entrada de detritos e pequenos insetos.

Diversos:
Os ramais deverão possuir dispositivos captores de ar tipo splitters.
As grelhas instaladas em paredes deverão ser selecionadas para montagem sobre
caixilhos de madeira de lei.
Todos os joelhos e curvas possuirão veios defletores com espaçamento e dimensão
adequados, de forma manter um fluxo de ar uniforme.
Deverão ser utilizados para interligar os difusores de insuflamento aos dutos de distri-
buição de do ar condicionado.

08 - REDES ELÉTRICAS
Fazem parte do escopo desta especificação técnica todas interligações elétricas entre
os painéis e os equipamentos e todas as interligações dos sistemas de controle.
Os cabos de força e comando serão unipolares, em condutor de cobre, com encapa-
mento termoplástico, antichama classe de isolação 750V, temperatura de operação de
70° C em cabos singelos.
Deverão ser utilizadas cores diferentes para a identificação de circuitos e sistemas.
Os cabos de força e os de comando deverão ser encaminhados em eletrodutos ou
eletrocalhas, independentes.
Eletrodutos e eletrocalhas deverão ser do tipo meio - pesado, em aço esmaltado com
costura removida e pontas roscadas para conexões.
Toda mudança de direção deverá ser executada por caixas de passagem.
As conexões (arruelas, buchas, conectores, boxes, etc.) deverão ser, também, em aço
esmaltado e fornecidos completos com porcas, parafusos e arruelas, quando necessá-
rio.
As caixas de passagem deverão ser em alumínio fundido, fixado com parafusos de
rosca paralela, junta de vedação de borracha, gaxetas de vedação, entradas sem ros-
ca.
As ligações finais entre os eletrodutos rígidos e os equipamentos deverão ser execu-
tadas com eletrodutos flexíveis fixados por meio de buchas e boxes apropriados.
Os cabos de força e os de controle deverão ser encaminhados em eletrodutos inde-
pendentes.
Os controles deverão ser do tipo remoto, sem fio, com temporizador para programação
do acionamento do equipamento, contendo todos os dispositivos de acionamento da
máquina perfeitamente identificados, bem como lâmpadas piloto ou display para sina-
lização do estado operacional da máquina.

Características Básicas:
Velocidade do ar ajustável (baixa média e alta);
Controle remoto sem fio;
Temporizador;
Proteções Contra Incêndio.
Todos os materiais e equipamentos deverão obedecer aos regulamentos locais de
proteção contra incêndio, devendo também ser obtidas todas as licenças aplicáveis
que se fizerem necessárias.
Todos os equipamentos e materiais deverão ser do tipo “não combustível” ou “auto
extinguíveis”, sendo dada preferência sempre ao primeiro. Na existência do material
dentro das especificações acima citadas, não serão aceitos materiais combustíveis.

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09 - CAMARA FRIGORÍFICA
O sistema de refrigeração objetiva manter em condições ideais de temperatura para
produtos de pesquisas científicas, tais como frascos de vidros ou plásticos com volu-
mes de 01L a 10L, contendo água de rio, esgoto bruto ou tratados (líquidos residuais).

Condições Operacionais:
- Temperatura interna requerida do ar: +4ºC (não congelar);
- Carga de produtos: ingresso de até 100L/dia;
- Tempo de retenção das amostras: 02 semanas;
- Aberturas e fechamento porta: 20 x dia;
- Temperatura entrada amostras: +4°C a +30°C.

O conjunto frigorífico será composto por compressor hermético para gás refrigerante
R-22 (monoclorodifluormetano) que possui maior eficiência onde existe grande varia-
ção nos regimes de trabalho em termos de temperaturas de evaporação.
O conjunto será monobloco tipo plug-in com condensação do gás refrigerante a ar.
O monobloco frigorífico Plug-in combina evaporador e unidade condensadora em uma
única unidade, dispensando o uso da casa de máquinas, proporcionando menor tempo
de instalação e reduzindo a quantidade de refrigerante no sistema.
O equipamento deverá ser fornecido com carga de gás refrigerante e testado em câ-
mara de teste na fábrica. Nenhum trabalho ou componente adicional deverá ser ne-
cessário.
Deverá possuir estrutura em perfil de aço de modo a garantir segurança durante a
instalação.
Possuir pontos de içamento e fixação, compressor com proteção de sobrecarga, qua-
dro elétrico protegido contra curto circuito dos compressores e de todos os componen-
tes elétricos, disjuntores individuais de cada circuito possibilitando manobras e facili-
tando a sua manutenção proporcionando mais segurança.
Todos os componentes do quadro elétrico deverão ser identificados e possuir fácil
acesso.

Dados dimensionais:

O descongelamento do evaporador será feito por termostato, que além de controlar a


temperatura, controlará o tempo necessário para descongelamento com programação
prévia,

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 104


No descongelamento do evaporador, o compressor deixará de funcionar após recolhi-
mento de líquido, voltando a funcionar tão logo complete o descongelamento.
O descongelamento deverá ser feito de duas formas, sendo uma naturalmente e outra
através de resistências elétricas.
Quando o descongelamento é feito naturalmente os ventiladores dos evaporadores
continuam em funcionamento, e quando o descongelamento é através de resistências
elétricas os ventiladores não funcionarão.
Todos os circuitos de comandos elétricos serão independentes, de conjunto frigorífico
para conjunto frigorífico, evitando assim, interferência em manutenção periódica, as-
sim como em eventual pane.
No quadro elétrico deverá ser previsto, sistema visual e sonoro para detectar e sinali-
zar problemas que possam ocorrer durante o funcionamento, permitindo assim fácil
identificação para rápida correção.
A unidade deverá ser do tipo de fixação na parede com ventilação forçada a qual de-
verá ser construída levando-se em conta o peso do equipamento e alta eficiência na
troca de calor.
Os ventiladores axiais da unidade deverão ser acoplados diretamente ao motor elétri-
co de tipo TFVE com lubrificação especial contra baixa temperatura.
A bandeja de recolhimento de água de degelo da unidade da câmara fria deverá ser
isolada com poliuretano expandido, na forma de placas ou injetado na espessura mí-
nima de 25mm e revestida com chapa de alumínio para proteção mecânica.
Deverá também possuir termostato de segurança para a operação de término de de-
gelo.

Fabricantes Aceitáveis: HEATCRAFT (Mc QUAY), MIPAL.


Fabricante de Referência: HEATCRAFT

10 - CÂMARA FRIA
A câmara deverá ser isolada termicamente com painéis termo isolantes de poliuretano
expandido nas paredes e teto, no piso com placas de mesmo material aplicadas em
duas camadas de forma convencional.
Os painéis termo isolantes em poliuretano expandido rígido, com massa específica
mínima de 32 kg/m³, deverão ser revestidos com chapa de aço zincado na espessura
de 0,5 mm, com vincos trapezoidais.
As faces dos painéis que ficarão aparentes deverão ser pré-pintadas e as faces contra
as paredes e/ou teto, apenas com o zincado natural da chapa.
Os pisos deverão ser isolados termicamente de forma convencional, com placas de
poliuretano expandido rígido, com massa específica mínima de 40 kg/m³, deverão ser
aplicadas em 2 camadas totalizando a espessura de 100mm.
A aplicação do isolamento térmico no piso deverá ter a sequência de tinta primária na
superfície do contra piso por asfalto oxidado 0,84, feltro asfáltico 15 lb, filme de alumí-
nio 0,05mm, 2 camadas de placas termo isolantes, tinta primária por asfalto oxidado
0,84, e por fim feltro asfáltico 15 lb por sobre o qual deverá ser construído o piso.

Fabricantes Aceitáveis:
TUPINIQUIM, MADEF, ISOLTEC
Fabricante de Referência:
TUPINIQUIM.

A porta da câmara deverá conter folhas e batentes revestidas com chapa de aço inox
AISI 304, com espessura na bitola 24, com isolante térmico em poliuretano expandido
injetado com massa específica mínima de 32 kg/m³ ou em chapa de aço pré-pintada.

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A porta frigorífica da câmara deverá possuir espessura de 100 mm e sistema de aque-
cimento com resistência elétrica nos batentes e soleira.

11 - MÃO DE OBRA
A mão-de-obra deve compreender a execução dos equipamentos, montagem dos
mesmos no local de funcionamento e ensaio final para efeito de entrega da instalação.
Deve ser executada por pessoal especializado sob a responsabilidade de engenheiro
credenciado.
A contratada deverá fornecer todos os detalhes e desenhos finais de execução e mon-
tagem para os dutos e equipamentos, bem como, dar ao construtor ampla assistência
técnica para a execução dos serviços complementares e o bom andamento da obra,
até a entrega da instalação em perfeitas condições de funcionamento.
A firma fornecedora deve submeter todos os desenhos de fabricação, não só dos
equipamentos como dos dutos, à aprovação do Engenheiro fiscal da obra.
Concluída a montagem e o teste final para efeito de entrega da instalação, a
CONTRATADA deve entregar um jogo de desenhos atualizados, contendo todas as
eventuais modificações havidas durante a execução, bem como instruções detalha-
das por escrito, da operação e manutenção do sistema.

Levantamento, Medidas e Adequações:


Instalador deverá basear todo o seu trabalho nas medidas realizadas em campo a
partir dos pontos chaves da estrutura, tais como pilares, vigas, etc. Estas medidas
deverão ser conferidas com os desenhos de execução e da instalação dos equipa-
mentos.
Em caso detectar medidas diferentes daquelas indicadas, o Instalador deverá notificar
o responsável pela execução da obra antes de prosseguir com o seu trabalho, reali-
zando neste caso todas as correções que se façam necessárias, sem qualquer ônus
para o Cliente.
O Instalador, antes da execução dos serviços, deverá verificar se existem pontos de
interferência do sistema proposto com os outros previstos para o prédio, tais como
projeto das instalações elétricas, hidráulicas, incêndio, etc. Pequenas interferências,
como desvios de dutos e tubulações deverão ser executados sem qualquer ônus.
O Instalador deverá ter em mente que todos os equipamentos deverão ser instalados
de maneira a permitir sua manutenção e a localização dos mesmos nas casas de má-
quinas deverá ser feita de forma a possibilitar o seu completo acesso.

Responsabilidade Técnica:
Obrigatoriamente o CONTRATADO deverá apresentar:
 Responsável técnico pela execução da obra;
 Anotações de Responsabilidade Técnica (ART) recolhidas junto ao CREA-PR;
 Projetos assinados pelos respectivos responsáveis técnicos.
Os profissionais terão que atender às exigências da legislação vigente aplicável ao
exercício de sua habilitação profissional.
O CONTRATANTE não se responsabilizará por qualquer descumprimento da legisla-
ção por parte do CONTRATADO, ficando esta sujeita as penalidades da lei.
Não será permitido o ingresso na obra de funcionários e operários que não estejam
devidamente identificados e credenciados pela empresa contratante.
A CONTRATADA deverá atender todos os requisitos de segurança fixados pela CIPA,
e indicar os responsáveis pelos diversos serviços a serem executados tais como:
construção civil, hidráulicos, mecânicos, elétricos, montagens, testes, controles, etc.

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A omissão ainda que eventual da FISCALIZAÇÃO no desempenho de suas atribui-
ções, não eximirá a CONTRATADA da responsabilidade pela perfeita execução dos
serviços contratados.
A CONTRATADA deverá ser representada na obra pelo engenheiro responsável téc-
nico indicado na sua proposta, o qual dirigirá os trabalhos e representará a mesma
legalmente, com amplos poderes para decidir, em seu nome, nos assuntos relativos
aos serviços contratados.
As adequações nos projetos, porventura necessárias no decorrer da execução dos
serviços, serão realizadas às expensas da CONTRATADA e deverão ser comunica-
das expressamente, e de imediato, à CONTRATANTE, de modo a se tomar pronta
decisão.
A CONTRATADA deverá confirmar os valores das alturas manométricas das bombas
e ventiladores dos condicionadores com base nas reais condições físicas do prédio
antes da aquisição dos equipamentos.

Canteiro de Obras:
O CONTRATADO será responsável:
Pela instalação do canteiro de obras necessário à execução das instalações.
Pela manutenção da posse e pelo estado de conservação dos objetos de sua proprie-
dade ou dos que estiverem sob sua responsabilidade.
Pela manutenção dos equipamentos contra incêndio em perfeito estado de funciona-
mento e de capacidade coerente com o montante e a natureza dos trabalhos a execu-
tar.
Pela manutenção do canteiro de serviço tão limpo quanto possível, removendo todos
os materiais, equipamentos, sobras e instalações provisórias de modo a deixar os am-
bientes limpos antes do início dos testes finais em campo.
Pela apresentação da relação completa dos equipamentos de serviços, instrumentos e
ferramentas, na entrada dos mesmos, que servirá como referência para sua liberação,
na época da retirada da obra.
Pelas instalações dos equipamentos de serviços com a segurança exigida pelas nor-
mas, não sendo admitidas ligações provisórias precárias. Os equipamentos com con-
sumo significativo de energia elétrica só devem entrar em operação após verificação
de que as condições momentâneas do local o permitam.
Por conservar no escritório da obra, a cópia do contrato, da descrição dos serviços,
das especificações, das planilhas de preços preenchidas, bem como um jogo de de-
senhos do projeto executivo, onde serão marcadas todas as alterações efetuadas du-
rante a execução da instalação.
Afastar do local dos trabalhos e substituir, dentro de 24 (vinte e quatro) horas, qual-
quer empregado ou contratado, cuja atuação ou permanência prejudique o prosse-
guimento regular dos trabalhos ou cujo comportamento seja julgado inconveniente
pela FISCALIZAÇÃO.
Manter no recinto dos serviços livro "Diário de Ocorrência", onde serão registrados o
andamento dos serviços e os fatos relativos às reclamações da FISCALIZAÇÃO. Os
registros feitos receberão vistos das partes.
Proceder no final de cada turno à limpeza de todas as áreas trabalhadas, devendo
remover sobras de materiais e lixo, sendo esses serviços considerados incluídos no
preço contratado.
A Fiscalização irá determinar os locais onde deverão ser feitas as tomadas de água e
energia elétrica para a execução da obra.

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Seguro, Embalagem e Transporte:
O Instalador deverá possuir a proteção de apólices de seguro dos materiais e
equipamentos incluídos em seu fornecimento, bem como o seguro de acidentes de
trabalho.
O seguro de materiais e equipamentos deverá incluir riscos de incêndio, danos
durante o transporte, etc.
Embalagens apropriadas contra insetos, umidade, poeira, roedores, etc. serão
requeridas para proteção dos equipamentos e materiais durante a fase de
armazenamento na obra. Danos decorrentes de mau armazenamento ou embalagens
inapropriadas serão de exclusiva responsabilidade do Instalador.
Ficam excluídos os danos causados por terceiros, vândalos, roubos etc. cuja
responsabilidade será da administração da obra.
O içamento dos equipamentos para a cobertura ficará a critério do INSTALADOR,
porém cabe a este informar a Construtora e/ou Fiscalização sobre as atividades
necessárias, bem como datas, medidas de segurança a serem adotadas, planejar
devidamente com os órgãos públicos o fechamento da via pública.
Incluir na proposta os custos de todos os trabalhos necessários na execução dos
transportes verticais e horizontais.

Proteção Contra Incêndio:


Todos os materiais e equipamentos deverão obedecer aos regulamentos locais de
proteção contra incêndio, devendo também ser obtidas todas as licenças aplicáveis
que se fizerem necessárias.
Todos os equipamentos e materiais deverão ser do tipo “não combustível” ou “auto-
extinguíveis”, sendo dada preferência sempre ao primeiro. Na existência do material
dentro das especificações acima citadas, não serão aceitos materiais combustíveis.

12 - TAB - TESTES, AJUSTES E BALANCEAMENTO


Antes do início dos testes, o instalador deverá limpar todos os equipamentos e as á-
reas que possam afetar os testes;
O instalador deverá realizar todo o serviço na presença da fiscalização do contratante,
e deverá fornecer todos os materiais, equipamentos e instrumentos necessários para
testar, ajustar e balancear todos os sistemas de ar condicionado e ventilação;
Depois de realizados os testes, ajustes e ensaios, colocando-se em marcha os equi-
pamentos, serão emitidos pela fiscalização do contratante laudo de aceitação provisó-
ria da instalação, constando neste laudo as irregularidades e pendências encontradas.
O Instalador deverá corrigir as irregularidades e sanar as pendências no prazo de 90
(noventa) dias após a data do recebimento provisório. Feito isto, será emitido pelo con-
tratante um certificado de aceitação definitiva das instalações.

13 - PROJETO EXECUTIVO
Devem constar no projeto executivo, as seguintes informações:
 Especificação dos equipamentos e materiais;
 Lista de materiais quantificados,
 Plantas baixas e cortes, com a indicação de dutos, tubulações e interligações elétricas;
 Plantas de diagramas elétricos de força, comando e controle;
Todos os desenhos existentes que sofrerem alterações em função da proposta de
solução deverão ser totalmente refeitos.

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 108


14 - GARANTIAS
Os materiais, equipamentos e serviços de instalação devem ser garantidos por um
período mínimo de 24 (vinte e quatro) meses a partir da data de aceitação final do sis-
tema de Ar Condicionado.
A garantia deve ser entendida com a obrigatoriedade da contratada em substituir, sem
ônus para a CONTRATANTE todos os componentes que venham a ter desgaste a-
normal, oriundo de falhas de fabricação, montagem ou instalação.
Devem estar excluídos de garantia apenas os componentes que por sua natureza te-
nham vida reduzida, tais como: lâmpadas, fusíveis, filtros, etc...
Todo componente que for substituído no período de garantia deve resultar imediata-
mente em novo período de garantia de 24 (vinte e quatro) meses, a partir da data de
substituição, para o equipamento em que ocorrer a substituição.
Fornecimento de manutenção preventiva e corretiva pelo instalador do sistema duran-
te os prazos de garantia devendo o respectivo custo estar incluído no preço global
proposto.

15 - TERMO DE RESPONSABILIDADE
Antes dos inícios dos serviços a CONTRATADA deverá analisar e endossar os dados,
diretrizes e exeqüidade do projeto, apontando com antecedência os pontos que even-
tualmente possa discordar, responsabilizando-se conseqüentemente por seus resulta-
dos para todos os efeitos futuros.
Compete ao proponente fazer PRÉVIA E OBRIGATÓRIA VISITA AO LOCAL DA
OBRA efetuando minucioso estudo e verificação dos projetos básicos fornecidos para
a execução dos serviços, devendo antes de apresentar a proposta, indicar discrepân-
cias, omissões ou erros por ventura observados, de forma a serem sanados quaisquer
problemas que prejudiquem o correto desenvolvimento dos serviços.
Omissão por parte do proponente implicará na aceitação da responsabilidade por e-
ventuais necessidades de alterações de projetos e adaptações nas instalações que
porventura tiverem interferências com as demais instalações prediais.
A existência de omissão, do que se levantou anteriormente, implicará em entendimen-
to prévio entre o proponente e a CONTRATANTE, para que se esclareçam dúvidas,
não sendo acolhida qualquer reivindicação posterior com base neste fato.
A inexistência da comunicação escrita no item anterior implicará na tácita admissão de
que a documentação foi julgada perfeita e a CONTRATANTE não acolherá, em ne-
nhuma hipótese, qualquer reivindicação posterior com base em imperfeições, incorre-
ções, omissões ou falhas na referida documentação.
Alterações que ocorrerem durante o fornecimento e/ou instalação devem ser previa-
mente analisadas e aceitas pelo responsável técnico e sem custos para a
CONTRATANTE.

Curitiba, janeiro de 2013

Alberto Gatti Neto


engenheiro mecânico - 5.468 D CREA PR
gatti@damiani.com.br

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 109


2.5 - PROJETO DE ESTRUTURA METÁLICA

01 - METODOLOGIA EXECUTIVA
A execução das estruturas metálicas da fachada e de cobertura compõe-se da compa-
tibilização:
Com o projeto arquitetônico do sistema de coberturas projetado;
Com os tipos de telhas e demais componentes do sistema de coberta especificados
nos projetos e neste memorial;
Com a estrutura em concreto armado projetada, conferindo-se distâncias de apoios,
terças, etc.
Com todos os materiais, fabricação de peças, acabamentos finais, carga, transporte
até o local da obra, descarga, armazenamento e proteção até a entrega definitiva da
obra; incluindo-se todos os elementos para montagem que se fizerem necessários e
toda mão de obra especializada para a sua perfeita montagem e execução, inclusive
acabamentos e pinturas finais.
Toda a adaptação da estrutura metálica, bem como todos os materiais utilizados, e
acabamentos, como pinturas, etc., deverão ter garantia mínima de 05 anos, sendo
substituído à custa da CONTRATADA, sem nenhum ônus para a CONTRATANTE. Se
apresentarem defeitos ou deficiências, erros de execução, etc., durante este período,
portanto as pinturas indicadas a seguir poderão ser substituídas por outros tipos e
marcas de melhor qualidade, visando assegurar a garantia necessária, desde que haja
aprovação da FISCALIZAÇÃO.
As normas mínimas a serem seguidas serão: perfis laminados ASTM A572 – Gr 50 e
ou perfis soldados ASTM A588, t<= 100, ligações parafusadas - ASTM-A-(325X, 394).
Todas as partes aparentes da estruturas metálicas deverão ter pintura especial, con-
forme descrição no item Pinturas e tratamento para tal, ou seja, não possuir rebarbas,
nem carepas de soldas.
Não serão aceitos parafusos que não tenham na cabeça estampagem que indique o
seu tipo, ou sem arruelas.
Todos os parafusos foram dimensionados tendo a rosca e a saída da ferramenta fora
do plano de corte.
As ligações por meio de parafusos deverão ser acessíveis à inspeção até serem exa-
minadas pela FISCALIZAÇÃO.
Todas as soldas deverão ser contínuas e nas dimensões especificadas nos projetos, e
obedecer à AWS (Eletrodo revestido E-7018 ou MIG/MAG ER-7056), sendo executa-
das por mão-de-obra especializada de boa qualidade em todas as fases (inclusive
soldadores com qualificação mínima N1), assegurando assim uma perfeita montagem
das estruturas. Todos os serviços de solda deverão ser analisados e acompanhados
por Inspetor de solda qualificado.
Todos os cortes, furações e o dobramento deverão ser executados com precisão,
sendo que não serão tolerados rebarbas, trincas e outros defeitos.
Todo e qualquer material empregado, deverá ter seu respectivo Certificada de Quali-
dade, tendo em vista garantia solicitada, devendo apresentar condições de ser rastre-
ado.
Poderão, a critério da FISCALIZAÇÃO, ser efetuados testes nos materiais e estrutu-
ras, e serão à custa da CONTRATADA.
Todos os serviços serão executados e acabados, de primeira qualidade, seguindo a
melhor, mais moderna e adequada técnica de fabricação e montagem.
Todas as peças deverão ter aspecto estético agradável sem apresentar mordeduras
de maçarico, rebarbas nos furos, carepas de solda, etc., não sendo aceitáveis peças
que prejudiquem o conjunto.
As peças cortadas com maçarico só serão aceitas se perfeitamente limpas, livres de

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 110


rebarbas, saliências e reentrâncias.
Não deverão existir nas peças respingos de solda.
Peças com curvaturas moderadas deverão ser realinhadas por processos que não
introduzam tensões residuais apreciáveis.
Será admissível o corte de peças de aço com o maçarico guiado a mão, a critério da
FISCALIZAÇÃO, se elas durante o processo não estiverem sujeitas a grandes esfor-
ços.
O encurvamento de chapas ou barras será feito sem distorção da peça e de modo a
não apresentar fissuração ou ruptura.
Os cantos reentrantes serão arredondados com o maior raio possível.
As juntas deverão ser perfeitas e sem folgas, empenamentos ou falhas.
Os parafusos de montagem no campo deverão entrar sem dificuldade na justaposição
dos furos.
Será aceito o auxilio de espigas para facilitar a colocação dos parafusos, entretanto,
não será permitida em hipótese alguma a utilização de maçarico para acerto de fura-
ção.
Serão “aceitas variações máximas nas distâncias entre os furos de 1/16”, correspon-
dente à folga dos parafusos.
As peças com furação errada serão rejeitadas individualmente.
Todas as peças devem ser gravadas com punção de modo a proporcionar sua fácil
identificação após pintura e permitir que seja rastreado.
Não serão aceitas peças deformadas, com avarias, empenamentos, etc.
Os materiais depositados na obra deverão ser cobertos e protegidos contra possíveis
ferrugens, sujeiras, abrasão de superfície, óleo, condições climáticos, ambientes cor-
rosivos, etc.
As chapas de aço deverão ser depositadas em local bem seco e ventilado para evitar
condensação.
Os raios de curvatura deverão ser pelo menos iguais à espessura do metal considera-
do.
Todos os elementos deverão apresentar-se ao exame visual limpos, liso, com os can-
tos retos e alinhado. As superfícies não deverão apresentar ondulações ou amassa-
dos.
Materiais e peças sujas deverão ser limpos antes da sua montagem.
Deverão ser previstos, sendo os elementos fabricados e instalados de maneira a que
não sejam distorcidos ou danificados, assim como também para que os elementos de
fixação não fiquem muito solicitados por dilatação, contração ou outros movimentos.
Estes esforços poderão ser evitados na maior parte dos casos por meio de juntas de
sobreposição de 2 cm, preenchidos com mastique elástico aprovado pela
FISCALIZAÇÃO.
Todo material rejeitado pela FISCALIZAÇÃO deverá ser retirado do canteiro de obras
imediatamente, e prontamente substituído.
Para a solda de oficina deverão ser observados os seguintes cuidados mínimos:
Superfícies limpas de escórias, ferrugem, escamas, graxa, óleo de corte e outros ma-
teriais estranhos.
Ter sob controle os esforços de contração.
Usar gabaritos para pontear os conjuntos antes da solda completa, para minimizar
distorções de posição relativa das diversas chapas de um nó.
Em soldas que requeiram mais de um passe, limpar perfeitamente o passe anterior e
verificar se não há porosidade ou qualquer outro defeito que possa ser encoberto pelo
cordão seguinte.
Não resfriar bruscamente as soldas.
Os soldadores serão qualificados com métodos para qualificação dos processos de
soldagem de soldadores e operadores NB 262 ABNT.

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A estabilidade de montagem deve ser especialmente assegurada durante todo o pro-
cesso, e deverá ser feita com todo cuidado para não deformar os elementos esbeltos.
Todas as espias (de aço) ou ligações provisórias deverão ser mantidas enquanto ne-
cessárias à segurança dos trabalhos.
Os parafusos devem ser conferidos por junta antes da elevação dos conjuntos.
Não será permitida a elevação de conjuntos incompletos.
Os elementos das estruturas, aprumados e nivelados, serão considerados corretamen-
te aplicados quando a diferença em relação ao prumo a nível não exceder 1:500.
Seguir sempre as recomendações de cada fabricante.
A FISCALIZAÇÃO poderá designar um representante para acompanhar, na fábrica, as
estruturas, durante todo período de fabricação, com poderes para recusar peças defei-
tuosas e sustar serviços inadequados.
A CONTRATADA deverá programar antecipadamente todas as etapas previstas no
projeto e fabricação das estruturas, tendo em vista o prazo do cronograma da obra.
Todas as partes aparentes da estrutura metálica deverão ter pintura especial e trata-
mento para tal, ou seja, não possuir rebarbas, nem carepas de soldas.
O sistema de preparo da superfície das estruturas metálicas será feito da seguinte
forma:
Tratamento da superfície com jateamento comercial executado em granalha de aço
SA 2.1/2 – NBR 7348.
Aplicação de 02 demãos de pintura com 100mc de espessura na película seca de fun-
do, base epóxi, rico em zinco, bi-componente poliamida.
A cor da pintura final a ser utilizada para todas as estruturas metálicas será definida
pela arquitetura, tipo Combilux ou similar em duas ou mais demãos, sobre o tratamen-
to aplicado acima.
A estrutura metálica não deverá ser galvanizada a fogo.

02 - LAJES TIPO STEEL DECK


O sistema consiste na utilização de uma fôrma permanente de aço galvanizado, perfi-
lada e formada a frio, com nervuras (mossas). Antes da cura do concreto, essa chapa
metálica atua como plataforma de serviço e suporte para o concreto. Depois, os dois
materiais (aço e concreto) solidarizam-se, formando o sistema misto que atua como
armadura positiva. Assim, pode-se eliminar parcialmente ou totalmente a necessidade
de escoramentos para a execução das lajes.
Modelo de execução:
Antes de elevar as chapas, é necessário que a estrutura metálica esteja totalmente
executada. A montagem das chapas deve ser realizada de acordo com os planos de
execução. Para um espaçamento entre vigas de suporte superior a 2,5 m, torna-se
necessário escoramento durante a concretagem e período de endurecimento do con-
creto. É usual a necessidade de recortes e ajustes nos cantos e no contorno de pila-
res, a fim de adaptar a laje à geometria da edificação. Uma vez realizados todos os
ajustes, os painéis devem ser fixados à estrutura por meio de pontos de solda bujão
ou solda tampão.
Após o término da montagem da fôrma de aço, devem ser fixados os conectores de
cisalhamento. Esses conectores deverão ser soldados à viga, através da fôrma de
aço, com um equipamento de solda por eletrofusão. O conector mais utilizado no sis-
tema de lajes e vigas mistas é o tipo pino com cabeça (stud bolt). Os conectores são
colocados normalmente nas nervuras, alternadamente, em alguns casos aos pares.
Concluídas a montagem, a fixação da fôrma e a instalação dos conectores de cisa-
lhamento, pode-se dar início à instalação das armaduras adicionais das lajes. Como
regra utiliza-se armaduras em malha quadrada e de pequeno diâmetro, exceto em
grandes vãos, onde é necessário proceder ao cálculo de uma armadura superior.

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 112


Parte-se, então, para o lançamento do concreto por meio de bomba. A saída do con-
creto deve ser movimentada freqüentemente e cuidadosamente para minimizar os
problemas de acumulação em zonas críticas da laje como, por exemplo, no meio do
vão.
Como em toda concretagem, o tempo de cura deve ser respeitado rigorosamente. O
cobrimento mínimo definido em normas estrangeiras, bem como na "NBR 14323 –
Dimensionamento de Estruturas de Aço de Edifícios em Situação de Incêndio" é de 50
mm de concreto acima do topo do steel deck. Para lajes de piso, recomenda-se cobri-
mento maior ou igual a 65 mm

03 - CONCRETO PARA LAJE STEEL DECK


A CONTRATADA é a única responsável pela qualidade do concreto, pela correta exe-
cução da obra e pelo cumprimento das condições estabelecidas nos desenhos e de-
mais documentos do projeto.
Todo o equipamento da obra a ser empregado durante as etapas da execução das
estruturas e os instrumentos necessários para os ensaios e controle da qualidade dos
materiais e estruturas, será devidamente verificado e testado pela CONTRATADA na
presença da fiscalização; com a suficiente antecipação sobre a data de inicio das ope-
rações da obra e também posterior e periodicamente, com a finalidade de assegurar
seu eficiente e correto funcionamento. O equipamento e instrumental não controlado
previamente, não poderão ser utilizados na execução da obra.
Considerou-se nesta especificação, como concreto de cimento portland, os serviços a
seguir relacionados:
- Preparo do traço para aprovação;
- Preparo da mistura de areia, brita, cimento, água e aditivos (se houver), de acordo
com o traço aprovado;
- Transporte e lançamento do concreto nas formas
- Adensamento e acabamento do concreto;
- Cura do concreto durante o período regulamentar;
- Controle do concreto.
-O concreto utilizado nas obras terá o Fck= 35 MPa e cobrimento nominal igual a 3 cm
para vigas e pilares, 2,5 cm para as lajes e 4 cm para as fundações.

04 - MATERIAIS
Antes de serem armazenados na obra, os materiais deverão contar com a aprovação
da Fiscalização
A CONTRATADA, com uma antecedência de trinta dias sobre a data de utilização do
material, entregará a Fiscalização, os antecedentes e resultados dos ensaios que rea-
lizou para julgar a qualidade dos materiais que propõe utilizar na obra; assim como
amostras dos mesmos e todas as informações necessárias para a sua analise e apro-
vação.
A tomada de amostras será feita de acordo as normas da ABNT.

05 - MONTAGEM DE ESTRUTURAS METÁLICAS


Estruturas metálicas suportam diretamente equipamentos e sistemas e subdividem-se
em dois tipos:
Estruturas metálicas primárias: Quaisquer estruturas de suporte de equipamentos que
envolvam riscos de segurança operacional ou pessoal, tais como: pórticos ou suportes
de tubulação, suportes de equipamentos etc.
Estruturas metálicas secundárias: Quaisquer estruturas que não impliquem em riscos
de segurança operacional, tais como: escadas, plataformas de acesso etc.

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 113


Fabricação
Os materiais tais como: chapas, perfis, parafusos, etc, de estruturas metálicas estarão
disponíveis, quando da ocasião da pré-montagem.
O corte e biselamento deverá ser por oxicorte ( maçarico oxiacetileno ), devendo a
superfície final ser esmerilhada para a remoção de irregularidades e resíduos de corte.
A pintura e /ou retoques quando requeridos, deverão ser executados de acordo com o
procedimento de pintura industrial.
Deverão ser usados quando e onde necessário, travamentos e escoramentos tempo-
rários para assegurar a completa estabilidade das estruturas frente a todas as cargas
a que possam ficar submetidas durante a pré-fabricação. Os acessórios, batentes,
pecas, de içamento , instalados para auxílio de montagem, caso utilizados, deverão
ser soldados utilizando procedimentos de soldagem qualificados e soldadores qualifi-
cados.
O acoplamento em cruzamentos de perfis deverá ser verificado após a montagem e
antes da soldagem.
A distância mínima entre duas juntas deverá ser duas vezes a altura da viga ou um
metro ( o que for menor ), desde que não se tenha mais do que três juntas a cada três
metros.
O ponteamento será executado no bisel ou utilizando-se dispositivos auxiliares (bato-
ques. cachorros, batentes e guias),conforme o procedimento de soldagem aprovado.
Caso ocorram danos superficiais nos chanfros durante a operação de montagem, es-
tes deverão ser reparados por esmerilhamento ou soldagem (máximo 20 % de espes-
sura) mesmo que para tal as peças devam ser afastadas ou retiradas do local de mon-
tagem.
Após a operação de reparo, a superfície deverá ser ensaiada conforme estabelecido
na norma N-293d.

Tolerâncias
As tolerâncias dimensionais deverão estar de acordo com as tolerâncias estabelecidas
no projeto. Caso não haja indicação no projeto. as tolerâncias dos itens abaixo deve-
rão ser seguidas.
Para juntas de topo transversais ou circunferências, em tubos ou perfis o desalinha-
mento deverá ser menor que 0,15 t, máximo 4 mm, onde ‘t” e a espessura do elemen-
to mais fino.
As colunas e as vigas deverão ser perfeitamente alinhadas, admitindo-se tolerâncias
máximas de empenamento não maior que 3 mm por metro de vão.
A máxima ovalação permitida em tubos estruturais deverá ser menor que 1% do diâ-
metro nominal ou 6 pol. , medidas nas extremidades do tubo.
A máxima ovalação permitida ao longo de tubos estruturais deverá ser 1% do diâmetro
nominal ou 15,0 mm o que for menor, medida no meio das virolas que os compõem na
região adjacente as juntas circunferências soldadas.
As medidas dos diâmetros para cálculo da ovalação deverão ser feitas, no mínimo, em
quatro pontos espaçados de 45 º.
A face da raíz nas extremidades das peças estruturais não deverá apresentar-se fora
de esquadro. Não deverá exceder a 5 mm/m de diâmetro nominal para o máximo de 6
mm, medido com o esquadro topado na extremidade do tubo. Esta verificação deverá
ser feita em, no mínimo, duas posições defasadas de 90 º .
As estruturas metálicas e as plataformas montadas deverão estar dentro das seguin-
tes tolerâncias:
Desalinhamento: 0,15 t máximo 4 mm, onde “t” é a espessura do elemento mais fino.
Reforço de Solda: máximo 3,0 mm para t < 20 mm e 5,0 mm para t> 20 mm
Elevação das Plataformas: 12,0 mm do especificado no projeto.
A distância vertical e horizontal em degraus de escada deverá estar entre 

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 114


12,0 mm do especificado no projeto.
A diferença cm elevação do chapeamento ou gradeamento nas emendas não deverá
exceder a 2,0 mm.
Desalinhamento nas juntas cruciformes: rn =t/2 , máximo 8 mm, onde “t” é espessura
mais fina das chapas não continuas.
Na chaparia. a tolerância para deformações é de 20 mm da flecha máxima, medida
como gabarito de 1 000 mm.
As peças que deverão ser unidas a outros elementos estruturais de aço poderão ter
uma variação no seu comprimento não mais que 1,5 mm para elementos com com-
primento até 9,0 m, e não maior que 3,0 mm para elementos com comprimento maior
do que 9,0 m.

Conexões parafusadas
Fica expressamente proibido a ovalação dos furos por qualquer processo para provo-
car a coincidência dos mesmos. Os furos que estiverem em posição errada deverão
ser totalmente fechados com solda e reabertos.
Deverão ser obedecidas rigorosamente as indicações dos desenhos de projetos e lis-
tas de parafusos, as quais conterão o tipo, diâmetro e comprimento dos parafusos de
cada conexão.
O aperto dos parafusos deverá ser feito com o uso de chaves adequadas, não sendo
permitido o uso de extensão ou outros recursos que provoquem apertos excessivos.
A sequência de aperto dos parafusos será desenvolvida pela obra e obedecerá os
itens abaixo:
A sequência de aperto deverá ser estabelecida partindo-se das partes de maior rigidez
da estrutura para as partes livres.
A sequência de apertos deverá ser repetida tantas vezes quanto necessário, quando o
projeto especificar torque de aperto, utilizar torquímetro de estalo.
O aperto final dos parafusos só deverá ser feito após a verificação da correta posição
das peças por exame dimensional.

Conexões Soldadas
A soldagem deverá ser executada de acordo com os procedimentos aplicáveis e por
soldadores qualiticados.
As soldas provisórias e o ponteamento deverão atender as seguintes condições:
Os pontos de solda deverão ter , no mínimo 50,0 mm de comprimento e deverão ser
tantos quanto necessário para que o intervalo entre elas seja no máximo 400mm.
Os pontos de solda a serem incorporadas as soldas de topo deverão ser esmerilhados
e inspecionados visualmente.
As soldas não deverão ser interrompidas antes de que tenham sido completadas, em
pelo menos 25% da área da secção transversal da junta.

Método de Controle e Correção de Deformações


Deverá ser executado através de fios de pontos tendo como base os pontos de traba-
lho nos nós (bandeirolas), marcados nas vigas de apoio (viga para o load out). Durante
a soldagem deverá ser acompanhado pelo encarregado de montagem e pelos inspeto-
res dimensionais e soldagem, a tendência dos desvios do prumo decorrentes da sol-
dagem.
A correção de deformações deverá ser executada por um dos métodos a seguir:
Aquecimento localizado com resfriamento no lado oposto por maçarico e jato de ar;
respectivamente (apenas para material classe C), com controle de temperatura para
que a mesma não ultrapasse 5900 ºC;
Resoldagem conforme procedimento qualificado;

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 115


Aquecimento localizado pôr maçarico em forma de cunha ou pontos com resfriamento
natural ao ar.
Qualquer outro método de correção de deformações deverá ser acordado com a fisca-
lização da contratante.
Quando permitido, o uso de martelos e marretas deverá ser de forma cuidadosa para
que não sejam provocadas mais deformações do que se deseja retirar, as regiões da
estrutura que sofrerão o impacto de marretas deverão ser protegidas para se evitar a
formação de mossas ou deformações localizadas.
Para minimizar os efeitos das deformações nos aços , os seguintes cuidados deverão
ser tomados;

- Evitar soldagem em excesso


- Usar o menor número possível de passes (ver lEIS).
- Utilizar gabaritos e dispositivos auxiliares de fixação e montagem
- Planejar a sequência de soldagem.
- Minimizar o tempo de soldagem.
- Planejar a sequência de montagem.

06 – COBERTURAS
Para a cobertura do barracão será fornecida e instalada telha metálica trapezoidal com
tratamento termo acústico. O caimento mínimo recomendado é de pelo menos 8%.
Abaixo disso, mesmo pequenas imperfeições no telhado podem ser transmitidas para
as telhas, provocando ondulações na superfície da chapa.

Curitiba, janeiro de 2013

Tiago Henrique da SIlva


engenheiro civil – 115.594 D CREA PR
tiagohs@cwconsultoria.com.br

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2.6 - PROJETO DE ESTRUTURA DE CONCRETO

01 - NORMAS, ESPECIFICAÇÕES E MÉTODOS OFICIAIS


Estas especificações vêm complementar as seguintes especificações e métodos da
ABNT em suas últimas edições:
 NBR 5.673 – Diretrizes para o controle tecnológico de Processos executivos em
estruturas de concreto.
 NBR 5.732 – Cimento Portland comum – especificação.
 NBR 5.739 – Ensaio de compressão de corpos de prova cilíndricos de concreto.
 NBR-6.118/2003 – Projeto de Estruturas de Concreto.
 NBR-14.931 – Execução de Estruturas de Concreto.
 NBR 6.152 – Materiais metálicos – determinação das propriedades mecânicas a
tração – Método de Ensaio.
 NBR 6.153 – Produtos metálicos – ensaios de dobramento semiguiado – Método de
Ensaio.
 NBR 6.484 – Execução de sondagens de simples reconhecimento dos solos – Mé-
todo de Ensaio.
 NBR 7.211 – Agregados para concreto – especificação.
 NBR 7.212 – Execução de concreto dosado em central
 NBR 7.223 – Determinação da consistência do concreto pelo abatimento do tronco
de cone – Método de Ensaio.
 NBR 7.480 – Barras e fios de aço destinados a armadura para concreto armado –
especificação.
 NBR-8.036 – Programação de sondagens de simples reconhecimento dos solos
para fundações de edifícios.
 NBR-9.061 – Segurança de escavações a céu aberto – procedimento.
 NBR-12.131 – Estacas – Provas de carga estática – Método de Ensaio.
 NBR 12.655 – Preparo, controle e recebimento de concreto – especificação.

02 - ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO


2.1 CONSIDERAÇÕES GERAIS
Os serviços em concreto armado serão executados em estrita observância às disposi-
ções do projeto estrutural. Para cada caso, deverão ser seguidas as Normas Brasilei-
ras específicas, em sua edição mais recente.
Nenhum conjunto de elementos estruturais poderá ser concretado sem a prévia e mi-
nuciosa verificação, das fôrmas e armaduras, bem como do exame da correta coloca-
ção de tubulações elétricas, hidráulicas e outras que, eventualmente, sejam embutidas
na massa de concreto.
Qualquer tipo de aumento na estrutura ou sobrecarga acima da considerada em proje-
to deverá ser consultado o cálculo estrutural e seu respectivo projetista quanto à exe-
cução do mesmo.
Os furos de passagem de tubulação na laje (águas pluviais, colunas água fria e água
quente) deverão ser executados sempre nos espaços entre as nervuras da lajes.
Nenhum ferro deverá ser emendado ou substituído em desconformidade ao projeto de
ferragem de todos os elementos estruturais.
Todos equipamentos utilizados na execução da concretagem que vibrem ou forneça
alguma sobrecarga extra a estrutura deverão ser fixados ou apoiados por estruturas
auxiliares, sem o comprometimento da estrutura executada.

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 117


Pilares
Todos os pilares serão de concreto fck- 30MPa, com aço CA 50 e CA 60 e estribos de
acordo com o projeto,os materiais utilizados deverão estar imunes de qualquer imper-
feição. O cobrimento mínimo será de 3,0 cm.

Vigas
Todas as vigas serão de concreto fck- 30 MPa, com aço CA-50 e CA-60, deverão estar
imunes de qualquer imperfeição. O cobrimento mínimo será 3,0 cm.

Lajes
Todas as lajes serão do concreto fck- 30 MPa. As lajes deverão ser executadas, como
previsto em projeto.
As lajes maciças deverão ser executadas com as direções definidas na planta de for-
mas, com capacidade para suportar a sobrecarga definida no projeto estrutural. As
sobrecargas foram definidas respeitando a NBR 6120. A sobrecarga de utilização ul-
trapassa o valor mínimo definido em norma em função da utlilização de cada laborató-
rio e uma provável mobilidade na utilização do ambientes. As sobrecargas a serem
aplicadas à estrutura não pode em hipórese alguma ultrapassar os valores definidos
no prejeto estrutural

Armaduras e Acessórios
Materiais
As barras de aço utilizadas para as armaduras das peças de concreto armado, bem
como sua montagem, deverão atender às prescrições das Normas Brasileiras que
regem a matéria, a saber: NBR 6118, NBR 7187 e NBR 7480.
De um modo geral, as barras de aço deverão apresentar suficiente homogeneidade
quanto às suas características geométricas e não apresentar defeitos tais como bo-
lhas, fissuras, esfoliações e corrosão.

Cobrimento
Qualquer armadura terá cobrimento de concreto nunca menor que as espessuras
prescritas no projeto e na Norma NBR 6118 e NBR 14.931. Para garantia do cobri-
mento mínimo preconizado em projeto, serão utilizados distanciadores de plástico,
e/ou pastilhas de concreto.

Limpeza
As barras de aço deverão ser convenientemente limpas de qualquer substância preju-
dicial à aderência, retirando as camadas eventualmente agredidas por oxidação. A
limpeza da armação deverá ser feita fora das respectivas fôrmas.
Quando realizada em armaduras já montadas em fôrmas, será executada de modo a
garantir que os materiais provenientes da limpeza não permaneçam retidos nas fôr-
mas.

Dobramento
O dobramento das barras, inclusive para ganchos, deverá ser realizado com os raios
de curvatura previstos no projeto, respeitados os mínimos estabelecidos nos itens
6.3.4.1 e 6.3.4.2 da Norma NBR 6118, e NBR 14.931. As barras de aço serão sempre
dobradas a frio.

Emendas
As emendas por traspasse deverão ser executadas de conformidade com o projeto
executivo. As emendas por solda, ou outro tipo, deverão ser executadas de conformi-
dade com as recomendações da Norma NBR 6118. Em qualquer caso, o processo

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 118


deverá ser também aprovado através de ensaios executivos de acordo com a Norma
NBR 6152.

Fixadores e Espaçadores
Para manter o posicionamento da armadura durante as operações de montagem, lan-
çamento e adensamento do concreto, deverão ser utilizados fixadores e espaçadores,
a fim de garantir o cobrimento mínimo preconizado no projeto.
Estes dispositivos serão totalmente envolvidos pelo concreto, de modo a não provoca-
rem manchas ou deterioração nas superfícies externas.

Montagem
Para a montagem das armaduras deverão ser obedecidas as prescrições do item 10.5
da Norma NBR 6118 e NBR 14.931.

Proteção
Antes e durante o lançamento do concreto, as plataformas de serviço deverão estar
dispostas de modo a não acarretar deslocamento das armaduras. As barras de espera
deverão ser protegidas contra a oxidação, através de pintura com nata de cimento e
ao ser retomada a concretagem, serão limpas de modo a permitir uma boa aderência.

Formas
Materiais
Os materiais de execução das fôrmas serão compatíveis com o acabamento desejado
e indicado no projeto.

Processo Executivo
A execução das fôrmas deverá atender às prescrições da Norma NBR 14.931. As fôr-
mas e seus escoramentos deverão ter suficiente resistência para que as deformações,
devido à ação das cargas atuantes e das variações de temperatura e umidade, sejam
desprezíveis. As fôrmas serão construídas de forma a respeitar as dimensões, alinha-
mentos e contornos indicados no projeto.
As fôrmas deverão ser providas de escoramento e travamento, convenientemente di-
mensionados e dispostos de modo a evitar deformações e recalques na estrutura. De-
verão ser obedecidas as prescrições contidas na Norma NBR 14.931.
Antes do lançamento do concreto, as medidas e as posições das fôrmas deverão ser
conferidas, a fim de assegurar que a geometria da estrutura corresponda ao projeto,
com as tolerâncias previstas na Norma 14.231. As superfícies que ficarão em contato
com o concreto serão limpas, livres de incrustações de nata ou outros materiais estra-
nhos, e convenientemente molhadas e calafetadas, tomando-se ainda as demais pre-
cauções constantes no item 9.5 da Norma NBR 14.931.
As fôrmas serão mantidas até que o concreto tenha adquirido resistência para suportar
com segurança o seu peso próprio, as demais cargas atuantes e as superfícies te-
nham adquirido suficiente dureza para não sofrer danos durante a desforma. A retirada
das fôrmas, deverá obedecer a Norma NBR 14.931, de modo a não prejudicar as pe-
ças executadas.

Concreto
O concreto estrutural deverá apresentar a resistência (f ck) indicada no projeto. Regis-
trando-se resistência abaixo do valor previsto, o autor do projeto estrutural deverá ser
convocado para, determinar os procedimentos executivos necessários para garantir a
estabilidade da estrutura.

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 119


O Fator água/cimento adotado para o concreto, segundo a NBR 6118, item 7.4, Tabela
7.1, deverá ser menor ou igual a 0,60, correspondendo à uma obra com classe de a-
gressividade II – Moderada.

Transporte
O concreto será transportado até às fôrmas no menor intervalo de tempo possível. Os
meios de transporte deverão assegurar o tempo mínimo de transporte, a fim de evitar
a segregação dos agregados ou uma variação na trabalhabilidade da mistura. O tráfe-
go de pessoas e equipamentos no local da concretagem deverá ser disciplinado atra-
vés de tábuas e passarelas. Deverá ser obedecido o disposto no item 13.1 da Norma
NBR 6118.
O lançamento será contínuo e conduzido de forma a não haver interrupções superio-
res ao tempo de pega do concreto. Uma vez iniciada a concretagem de um lance, a
operação deverá ser contínua e somente terminada nas juntas de concretagem prees-
tabelecidas. A operação de lançamento também deverá ser realizada de modo a mi-
nimizar o efeito de retração inicial do concreto. Cada camada de concreto deverá ser
consolidada até o máximo praticável em termos de densidade. Deverão ser evitados
vazios ou ninhos, de tal forma que o concreto seja perfeitamente confinado junto às
fôrmas e peças embutidas.

Adensamento
Durante e imediatamente após o lançamento, o concreto deverá ser vibrado ou socado
continuamente com equipamento adequado à sua trabalhabilidade. O adensamento
será executado de modo a que o concreto preencha todos os vazios das fôrmas. Du-
rante o adensamento, deverão ser tomadas às precauções necessárias para que não
se formem ninhos ou haja segregação dos materiais. Dever-se-á evitar a vibração da
armadura para que não se formem vazios em seu redor, com prejuízo da aderência.
O adensamento do concreto será realizado por meio de equipamentos mecânicos,
através de vibradores de imersão, de configuração e dimensões adequadas às várias
peças a serem preenchidas. Para as lajes, poderão ser utilizados vibradores de placa.
Os vibradores de imersão não serão operados contra fôrmas, peças embutidas e ar-
maduras. Serão observadas as prescrições do item 13.2.2 da Norma NBR 6118.

Juntas de Concretagem
Nos locais onde serão previstas juntas de concretagem, estando o concreto em pro-
cesso de pega, a lavagem da superfície da junta será realizada por meio de jato de
água e ar sob pressão, com a finalidade de remover todo material solto e toda nata de
cimento eventualmente existente, tornando-a a mais rugosa possível. Se necessário,
deverá ser utilizado adesivo à base de epóxi, a fim de garantir perfeita aderência e
monoliticidade da peça.
Se, eventualmente, a operação somente for processada após o endurecimento do
cimento, a limpeza da junta será realizada mediante o emprego de jato de ar compri-
mido, após o apicoamento da superfície. Será executada a colagem com resinas e-
póxi. Deverá ser obedecido o disposto no item 13.2.3 da NBR 6118.

Cura
Será cuidadosamente executada a cura de todas as superfícies expostas com o objeti-
vo de impedir a perda de água destinada à hidratação do cimento. Durante o período
de endurecimento do concreto, as superfícies deverão ser protegidas contra chuvas,
secagem, mudanças bruscas de temperatura, choques e vibrações que possam pro-
duzir fissuras ou prejudicar a aderência com a armadura.
Para impedir a secagem prematura, as superfícies de concreto serão abundantemente
umedecidas com água durante pelo menos 3 dias após o lançamento. Todo o concreto

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 120


não protegido por fôrmas e todo aquele já desformado deverá ser curado imediata-
mente após ter endurecido o suficiente para evitar danos nas superfícies. O método de
cura dependerá das condições no campo e do tipo de estrutura.
A cura adequada também será fator relevante para a redução da permeabilidade e dos
efeitos da retração do concreto, fatores essenciais para a garantia da durabilidade da
estrutura.

Juntas de Dilatação
Nos locais onde foram previstas juntas de dilatação, estando o concreto em processo
de pega, a lavagem da superfície da junta será realizada por meio de jato de água e ar
sob pressão, com finalidade de remover todo material solto e toda nata de cimento
eventualmente existente tornando-a a mais rugosa possível.
Se, eventualmente, a operação somente for processada após o endurecimento do
cimento, a limpeza da junta será realizada mediante o emprego de jato de ar compri-
mido, após o apiloamento da superfície.
Para a aplicação da junta, o substrato nas áreas de colagem deverá estar isentas de
nata de concreto, partes soltas ou contaminadas. Após esta etapa aplicar o adesivo
apropriado para junta Jeene ou equivalente na parede do substrato. Limpar perfil c/
solução apropriada e aplicar o adesivo. Instalar o perfil c/ a mesma largura da junta a
20º C (ponto neutro), pressurizar e remover e excesso de adesivo. Após a cura do
adesivo remover a válvula de pressurização.
O material sugerido para execução das juntas de dilatação para este projeto é o Sika-
flex PRO-2 HP é um mastique monocomponente à base de poliuretano, para selagem
elástica de juntas. Adequado para utilizações no exterior ou interior, em juntas de dila-
tação e de ligação entre diferentes elementos. Entre os elementos estruturais pode ser
utilizado placas de EPS, com espessura de 2,0 cm. Segue detalhe:

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 121


03 DEFINIÇÃO DOS SISTEMAS ESTRUTURAIS
O edifício destinado ao condomínio de laboratórios OMMA, possui características de
utilização que requerem grandes vãos. O partido arquitetônido possui um balanço com
comprimento reazoavelmente grande, gerando elementos estruturais e bitolas de ar-
madura de grandes dimensões. O sistema utilizado para estruturar os pisos dos pa-
vimentos e cobertura foi um sistema modulado de pilares com vigas rígidas para apoio
de das lajes maciças em concreto armado.
Sobre a laje de cobertura do bloco didático tem-se um telhado em estrutura metálica,
de duas águas, formado pela associação de pontaletes fixados nas lajes e terças que
apóiam telhas trapezoidais em aço, contraventado por tirantes.

04 - PAREDES DE CONTENÇÃO
As estruturas de contenção deste edifício foram projetadas em paredes de concreto.
Estas estruturas devem receber uma impermeabilização adequada, além disso, deve
ser executado um sistema de drenagem convenientemente projetado. A impermeabili-
zação deve ser feita com argamassa polimérica.
Sobre a parede de concreto impermeabilizada sugere-se que seja aplicado um filtro
geotêxtil, o MacDrain® da MACAFERRI. Na base dos arrimos sugere-se que seja co-
locado tubo perfurado MacPipe®, que é um tubo flexível perfurado produzido com po-
lietileno de alta densidade, utilizado na condução da água filtrada e drenada pelo filtro.

Curitiba, janeiro de 2013

Mara Cristina Detsch


engenheira civil – 33.906 D CREA PR
maracd@terra.com.br

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 122


CARTA RESPOSTA
CARREGAMENTO NAS LAJES BÇOCO OMMA/NMCC

Prezados engenheiros e arquitetos da Prefeitura da Cidade Universitária PCU UFPR

Venho por meio desta, responder ao questionamento realizados pelos senhores refe-
rente às questões relacionadas às cargas de utilização consideradas no projeto estru-
tural do Edifício Condomínio de Laboratórios - OMMA.
As sobrecargas foram definidas respeitando a NBR 6120. A referida norma sugere um
valor mínimo de carga acidental de 300 kgf/m2.
Em uma primeira reunião na UFPR foi discutido o assunto sobre as cargas de utiliza-
ção e foi conversado que, em função da necessidade do projeto estrutural permitir a
possibilidade de variação na utilização dos ambientes dos laboratórios, seria necessá-
rio definir uma carga acidental para as lajes com um valor superior ao mínimo definido
por norma. As cargas acidentais adotadas para as lajes este projeto foram:
- Pavimento de cobertura: 150 kgf/m2, para suportas as cargas de telhado e manuten-
ção.
- Pavimento 01, pavimento 02 e pavimento 03: foram considerados 400 kgf/m2 de car-
ga acidental, valor este, um pouco maior que o mínimo definido em norma.
- Para poder futuramente alojar neste condomínio, laboratórios que necessitam de
equipamentos pesados, foi previsto no pavimento térreo, nas áreas destinadas aos
laboratórios, uma carga acidental de 700 kgf/m2. No restante das áreas, foi adotado o
valor de 400 kgf/m2.
Estes valores de carregamento representam números considerados razoáveis, em
função das necessidades apresentadas para a utilização do edifício ao longo da sua
vida útil.
Foi realizada uma avaliação detalhada da planilha de necessidades apresentada pela
UFPR, para verificar a posição de algum equipamento que acarretaria em cargas con-
centradas sobre as lajes.
Atenciosamente,

Curitiba, janeiro de 2013

Mara Cristina Detsch


engenheira civil – 33.906 D CREA PR
maracd@terra.com.br

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 123


2.7 - PROJETO INSTALAÇÕES DE GASES INDUSTRIAIS

01 - OBJETIVOS
Este memorial tem a função apresentar os critérios de dimensionamento e de projeto
empregados, além de informar de onde se originaram as soluções específicas aos
sistemas a seguir elencados:

Instalações canalizadas para Nitrogênio;


Instalações canalizadas para Oxigênio;
Instalações canalizadas para Dióxido de Carbono;
Instalações canalizadas para Hélio;
Instalações canalizadas para GLP;

O projeto de instalações prediais de gases especiais, desenvolvido para a Universi-


dade Federal do Paraná, foi elaborado de forma a atender o contido nas Normas
Brasileiras da ABNT pertinentes, às regulamentações legais e às legislações vigentes.

02 - TUBULAÇÕES
Toda as tubulações dispostas pelas canaletas, shaft e platibanda, deverão serem a-
poiadas sobre suportes constituídos por perfilados de aço carbono SAE 1010-1020
galvanizados por imersão a quente;
Sobre tais perfilados, os tubos serão assentados em berços e afixados por braçadeiras
de aço carbono galvanizado do tipo “ômega”, conforme detalhamento construtivo
constante nos desenhos do projeto;

03 - MATERIAIS UTILIZADOS PARA AS TUBULAÇÕES


Adotou-se o cobre para os tubos e o bronze para as conexões que conduzirão o
oxigênio e GLP ao longo de toda a instalação, por serem materiais compatíveis com a
natureza química do gás a transportar, de boa resistência à corrosão, de elevada es-
tanqueidade, de fácil execução, mediante soldagem a oxi-acetileno, liga prata 35%, de
fácil obtenção no mercado, e de fácil manutenção e reposição, quando necessária.
Os tubos de cobre a serem utilizados são fosforoso de têmpera dura, com composição
mínima de 99,90% de cobre, fabricados sem costura, marcados e acondicionados de
acordo com a NBR 7542/ABNT, atendendo a NBR 13206/ABNT, com requisitos gerais
e dimensões segundo NBR 5020/ABNT.
As conexões para peças/partes soldáveis até DN 15mm e DN 22mm, deverão serem
utilizados de cobre fosforoso de têmpera dura, com composição mínima de 99,90% de
cobre, conforme a NBR 6314/ABNT, com roscas no padrão BSP conforme NBR
6414/ABNT.
As conexões soldáveis deverão serem utilizadas as aptas para solda capilar de liga
prata 35%, com ponto de fusão mínimo de 180 graus Celsius, de acordo com a NBR
5883/ABNT.
Para a execução das instalações dos gases especiais, nitrogênio especial, dióxido de
carbono especial e hélio especial, adotou-se tubos de aço inox 304, de diâmetro ¼¨
de polegada interno, serão utilizados conexões,união,cotovelos em inox 304 anilha-
dos.
Todas as tubulações deverão serem identificadas no trajeto a cada 2m, ou onde hou-
ver conexão de dois tubos, com tarjas das cores dos gases.
As tarjas poderão serem substituídas por abraçadeiras coloridas nas respectivas cores
dos gases.

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 124


04 - CENTRAL DE DISTRIBUIÇÃO E CONSUMO PARA GASES
ESPECIAIS
As centrais obedecerão o mesmo padrão para todos os gases, será composto por dois
reguladores de pressão independentes, constituído corpo e diafragma em aço inox,
com duplo estágio, manômetros em aço inox, escala de entrada de 0 a 200kgf/cm²,
saída de 0 a 16kgf/cm².
Os reguladores deverão serem acoplados em chapa de aço inox polido, com a identifi-
cação do respectivo gás na central.
O sistema deverá possuir um sistema de purga, independente para cada regulador,
com válvulas de bloqueio no sistema de purga e bloqueio de rede, conforme detalha-
mento do projeto.
A central será do tipo 1+1, sendo um cilindro em uso e outro em reserva, dotado de
chicote de inox em ambos os lados.
Os chicotes deverão possuir conexão de entrada para o cilindro conforme norma
ABNT,para o gás utilizado na central e conexão ¼¨BSP-F,para o acoplamento no
manifold de cada regulador de pressão.

05 - REGULADORES DE PRESSÃO PARA O POSTO DE CONSUMO


Deverá ser confeccionado um sistema de suporte em chapa com pintura eletrostática,
conforme detalhe do projeto, para fixar os reguladores de posto de cada setor. Em
cada posto deverá ser identificado o gás utilizado, com impressão tipo serigrafia na
chapa pintada.
Os reguladores de posto deverão serem fabricados corpo e diafragma em aço inox,
com manômetro escala de 0- a 7 bar, dotados de válvula de bloqueio tipo agulha entre
a tubulação e o regulador, para permitir possíveis reparos sem despressurizar a rede
de gás.
A conexão de entrada e saída do regulador de posto deverá ter DN ¼ NPT fêmea.

06 - TESTES HIDROSTÁTICO E LIMPEZA DA TUBULAÇÃO


Todas as tubulações deverão serem limpas e desengorduradas com solução apropria-
da e realizar os testes de pressão hidrostática com nitrogênio à pressão de 10 kgf./cm²
pelo período mínimo de 72horas.
Após confirmação do teste hidrostático pelo fiscal da obra, as pressões serão reduzi-
das para 3 kgf./cm² e permanecerá esta pressão nas tubulações até a instalação defi-
nitiva de cada gás, evitando assim a contaminação da rede por ar atmosférico.

07 - SEGURANÇA
As centrais de hidrogênio especial, metano especial e monóxido de carbono, contarão
com o prolongamento do tubo do sistema de purga, a altura de 3m com cotovelo no
final, para a descarga da purga do produto com segurança.
As centrais de distribuição deverão possuir placas de identificação dos gases, alertan-
do para as propriedades e perigo de cada um, assim como placa de não fumar ou ali-
mentar chamas no local.
A central de metano especial e hidrogênio especial deverão ter parede corta fogo por
se tratar de produtos inflamáveis.
O shaft previsto para o abrigo e condução das tubulações de gases especiais, deverá
ter sistema de ventilação possibilitando a fuga de gases no caso de haver vazamen-
tos.

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 125


A comunicação interna ao shaft deverá ser com sistema vedado, não permitindo en-
trada de gases para o ambiente interno.
Ainda não deverá ser utilizado este shaft para nenhuma outra passagem de cabos de
energia elétrica, hidráulica, ar condicionado, lógica etc., somente para os gases espe-
ciais.
As caneletas que conduzirão os gases deverão ter drenagem de águas pluviais, fuga
de gases e possuir tampas em aço carbono ou concreto.

Curitiba, janeiro de 2013

Roberto Pedrosa Luparelli


engenheiro mecânico - 110.477 D CREA PR
rhoma@rhoma.com.br

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 126


3.0 – MATERIAIS DE ACABAMENTO: localização
REVESTIMENTOS DE PISO
GP - Granito Peto São Gabriel 55x55 polido
TÉRREO:
 HALL ESCADA METÁLICA
1º PAVTO:
 HALL ESCADA METÁLICA
2º PAVTO:
 HALL DA ESCADA METÁLICA
3º PAVTO:
 HALL DA ESCADA METÁLICA

GS - Granito Preto São Gabriel 55x55 serrado


TÉRREO:
 ESCADA METÁLICA
1º PAVTO:
 ESCADA METÁLICA
2º PAVTO:
 ESCADA METÁLICA
3º PAVTO:
 ESCADA METÁLICA

GR - GRANITINA BRANCA
SUBSOLO:
 LABORATÓRIO DE RECEPÇÃO E PREPARO DE AMOSTRAS
 ALMOXARIFADO
 CÂMARA FRIA E INCUBADORA
 INCUBADORA
 CIRCULAÇÃO
 CISTERNAS
 SALAS DOS GASES E GERADOR
 HALL DO ELEVADOR

TÉRREO:
 GEOGRAFIA - LAB. DE ANÁLISE SÓCIO-AMBIENTAL URBANA
 MADE 1
 MADE 2
 MADE 3
 BIBLIOTECA
 SALA DE COORDENAÇÃO E SECRETARIA DO PPGMADE
 LAB. AUDIOVISUAL
 LAB. DE DISSEMINAÇÃO DO CONHECIMENTO
 CENACID
 SALA TECNICA
 I.S. MASC.
 I.S. FEM.

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 127


 I.S. P.N.E.
 CIRCULAÇÕES
 ESCADAS PROTEGIDAS

1º PAVTO
 LABORATÓRIO REATORES E SISTEMA PILOTO
 LABORATÓRIO INSTRUMENTAL
 LABORATÓRIO MICRO-BIOLOGIA (E CÂMERA ASSÉPTICA)
 LAB. MULTIUSUÁRIO E INTERDISCIPLINAR PARA ESTUDOS DE
MATERIAIS BIOLÓGICOS
 LAB. DE RUÍDO IND., SAÚDE DO TRAB. E QUALIDADE AMBIENTAL
 SALA TECNICA
 I.S. MASC.
 I.S. FEM.
 I.S. P.N.E.
 CIRCULAÇÕES
 ESCADAS PROTEGIDAS

2º PAVTO
 CENTRO DE PESQUISA EM ED. CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA
 LAB. DE SIMULAÇÃO / MODELAGEM COMPUTACIONAL I
 COMPUTAÇÃO CIENTÍFICA
 LAB. DE GRUPOS DE PESQUISA DO NMCC
 LAB. DE CIÊNCIA COMPUTACIONAL E SECRETARIA
 LABORATÓRIO DE VISUALIZAÇÃO CIENTÍFICA
 SALA DE REUNIÕES DO LABVIS
 COORDENAÇÃO / APOIO LABVIS
 SALA TECNICA
 I.S. MASC.
 I.S. FEM.
 I.S. P.N.E.
 CIRCULAÇÕES
 ESCADAS PROTEGIDAS

3º PAVTO
 Laboratório de Sistemas Dinâmicos
 Lab. de Simulação / Modelagem Computacional I
 Laboratório de Computação Paralela
 Lab. Central de Processamento de Alto Desempenho
 Laboratório de Acesso LSPAD I
 Laboratório de Acesso LSPAD II
 SALA TECNICA
 I.S. MASC.
 I.S. FEM.
 I.S. P.N.E.

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 128


 CIRCULAÇÕES
 ESCADAS PROTEGIDAS

CA - Cimento Alisado
PAVTO TECNICO:
 CAIXAS D`ÁGUA

CH - Chapa em aço antiderrapante texturizada com padrão xadrez


1º PAVTO:
 PASSARELA DE MANUTENÇÃO ESCADA METÁLICA
2º PAVTO:
 PASSARELA DE MANUTENÇÃO ESCADA METÁLICA
3º PAVTO:
 PASSARELA DE MANUTENÇÃO ESCADA METÁLICA

REVESTIMENTOS DE FORRO
FG - Forro em gesso acartonado, pintado com tinta acrílica Suvinil ou similar, cor
Branco
SUBSOLO:
 HALL DO ELEVADOR

TÉRREO:
 I.S. MASC.
 I.S. FEM.
 I.S. P.N.E.

1º PAVTO:
 I.S. MASC.
 I.S. FEM.
 I.S. P.N.E.

2º PAVTO:
 I.S. MASC.
 I.S. FEM.
 I.S. P.N.E.

3º PAVTO:
 I.S. MASC.
 I.S. FEM.
 I.S. P.N.E.

LP - Laje pintada com tinta acrílica Suvinil ou similar, cor Branco


SUBSOLO:
 CIRCULAÇÃO
 CISTERNAS
 SALAS DOS GASES E GERADOR
 ESCADAS PROTEGIDAS

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 129


TÉRREO:
 ESCADAS PROTEGIDAS
1º PAVTO:
 ESCADAS PROTEGIDAS
2º PAVTO:
 ESCADAS PROTEGIDAS
3º PAVTO:
 ESCADAS PROTEGIDAS

PAVTO TÉCNICO:
 CAIXA D`ÁGUA
 ESCADA PROTEGIDA

FM - Forro Mineral 62,5x62,5cm


SUBSOLO:
 LABORATÓRIO DE RECEPÇÃO E PREPARO DE AMOSTRAS
 ALMOXARIFADO
 CÂMARA FRIA E INCUBADORA
 INCUBADORA

TÉRREO:
 GEOGRAFIA - LAB. DE ANÁLISE SÓCIO-AMBIENTAL URBANA
 MADE 1
 MADE 2
 MADE 3
 BIBLIOTECA
 SALA DE COORDENAÇÃO E SECRETARIA DO PPGMADE
 LAB. AUDIOVISUAL
 LAB. DE DISSEMINAÇÃO DO CONHECIMENTO
 CENACID
 SALA TECNICA
 CIRCULAÇÕES

1º PAVTO
 LABORATÓRIO REATORES E SISTEMA PILOTO
 LABORATÓRIO INSTRUMENTAL
 LABORATÓRIO MICRO-BIOLOGIA (E CÂMERA ASSÉPTICA)
 LAB. MULTIUSUÁRIO E INTERDISCIPLINAR PARA ESTUDOS DE
MATERIAIS BIOLÓGICOS
 LAB. DE RUÍDO IND., SAÚDE DO TRAB. E QUALIDADE AMBIENTAL
 SALA TECNICA
 CIRCULAÇÕES

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 130


2º PAVTO
 CENTRO DE PESQUISA EM ED. CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA
 LAB. DE SIMULAÇÃO / MODELAGEM COMPUTACIONAL I
 COMPUTAÇÃO CIENTÍFICA
 LAB. DE GRUPOS DE PESQUISA DO NMCC
 LAB. DE CIÊNCIA COMPUTACIONAL E SECRETARIA
 LABORATÓRIO DE VISUALIZAÇÃO CIENTÍFICA
 SALA DE REUNIÕES DO LABVIS
 COORDENAÇÃO / APOIO LABVIS
 SALA TECNICA
 CIRCULAÇÕES

3º PAVTO
 Laboratório de Sistemas Dinâmicos
 Lab. de Simulação / Modelagem Computacional I
 Laboratório de Computação Paralela
 Lab. Central de Processamento de Alto Desempenho
 Laboratório de Acesso LSPAD I
 Laboratório de Acesso LSPAD II
 SALA TECNICA
 CIRCULAÇÕES

AC – FORRO DE ALUMÍNIO COMPOSTO


TERREO:
 ESCADA METÁLICA

REVESTIMENTOS DE PAREDES

PB - Pintura látex acrílica, fosco, Suvinil ou similar cor branca


SUBSOLO:
 HALL DO ELEVADOR
 CISTERNAS
 CIRCULAÇÃO
 LAB. DE RECEPÇÃO E PREPARO DE AMOSTRAS
 ALMOXARIFADO
 CÂMARA FRIA
 INCUBADORA
 AMBIENTES DE ARMAZENAMENTO DOS GASES

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 131


TÉRREO:
 GEOGRAFIA - LAB. DE ANÁLISE SÓCIO-AMBIENTAL URBANA
 MADE 1
 MADE 2
 MADE 3
 BIBLIOTECA
 SALA DE COORDENAÇÃO E SECRETARIA DO PPGMADE
 LAB. AUDIOVISUAL
 LAB. DE DISSEMINAÇÃO DO CONHECIMENTO
 CENACID
 SALA TECNICA
 SALAS DE APOIO
 CIRCULAÇÃO
 ESCADAS PROTEGIDAS
 PILARES EXPOSTOS

1º PAVTO:
 LABORATÓRIO REATORES E SISTEMA PILOTO
 LABORATÓRIO INSTRUMENTAL
 LABORATÓRIO MICRO-BIOLOGIA (E CÂMERA ASSÉPTICA)
 LAB. MULTIUSUÁRIO E INTERDISCIPLINAR PARA ESTUDOS DE
MATERIAIS BIOLÓGICOS
 LAB. DE RUÍDO IND., SAÚDE DO TRAB. E QUALIDADE AMBIENTAL
 SALA TECNICA
 SALAS DE APOIO
 CIRCULAÇÃO
 ESCADAS PROTEGIDAS
 PILARES EXPOSTOS

2º PAVTO:
 CENTRO DE PESQUISA EM ED. CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA
 LAB. DE SIMULAÇÃO / MODELAGEM COMPUTACIONAL I
 COMPUTAÇÃO CIENTÍFICA
 LAB. DE GRUPOS DE PESQUISA DO NMCC
 LAB. DE CIÊNCIA COMPUTACIONAL E SECRETARIA
 LABORATÓRIO DE VISUALIZAÇÃO CIENTÍFICA
 SALA DE REUNIÕES DO LABVIS
 COORDENAÇÃO / APOIO LABVIS
 SALA TECNICA
 SALAS DE APOIO
 CIRCULAÇÃO
 ESCADAS PROTEGIDAS
 PILARES EXPOSTOS

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 132


3º PAVTO:
 Laboratório de Sistemas Dinâmicos
 Lab. de Simulação / Modelagem Computacional I
 Laboratório de Computação Paralela
 Lab. Central de Processamento de Alto Desempenho
 Laboratório de Acesso LSPAD I
 Laboratório de Acesso LSPAD II
 SALA TECNICA
 SALAS DE APOIO
 CIRCULAÇÃO
 ESCADAS PROTEGIDAS
 PILARES EXPOSTOS

PAVTO TÉCNICO:
 CAIXAS D'ÁGUA
 ESCADA PROTEGIDA
 LADO DE DENTRO DAS PLATIBANDAS

PT - Cerâmica Portobello cor branca linha arquiteto design 9,5x9,5cm


SUBSOLO:
 ÁREA EXTERNA / FACHADAS

TÉRREO:
 ÁREA EXTERNA / FACHADAS
 SANITÁRIO MASCULINO
 SANITÁRIO FEMININO
 SANITÁRIO P.N.E.
 D.M.L.
 COPA

1º PAVTO:
 ÁREA EXTERNA / FACHADAS
 SANITÁRIO MASCULINO
 SANITÁRIO FEMININO
 SANITÁRIO P.N.E.
 D.M.L.
 COPA

2º PAVTO:
 ÁREA EXTERNA / FACHADAS
 SANITÁRIO MASCULINO
 SANITÁRIO FEMININO
 SANITÁRIO P.N.E.
 D.M.L.
 COPA

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 133


3º PAVTO:
 ÁREA EXTERNA / FACHADAS
 SANITÁRIO MASCULINO
 SANITÁRIO FEMININO
 SANITÁRIO P.N.E.
 D.M.L.
 COPA

PAVIMENTO TÉCNICO:
 ÁREA EXTERNA / FACHADAS
 LADO EXTERNO DAS PLATIBANDAS

PP - Cerâmica Portobello cor preta linha arquiteto design 9,5x9,5cm


TÉRREO:
 ÁREA EXTERNA / FACHADA NORTE NO ENTORNO DAS JANELAS
1º PAVTO:
 ÁREA EXTERNA / FACHADA NORTE NO ENTORNO DAS JANELAS
2º PAVTO:
 ÁREA EXTERNA / FACHADA NORTE NO ENTORNO DAS JANELAS
3º PAVTO:
 ÁREA EXTERNA / FACHADA NORTE NO ENTORNO DAS JANELAS

GF - grafiato
 MUROS E ARRIMOS
 PILARES REDONDOS NO SUBSOLO

Curitiba, janeiro de 2013

Salvador Gnoato
arquiteto: CAU 6964-7
sobe@sobearquitetura.com.br

Condomínio de Laboratórios do Centro Politécnico 134