You are on page 1of 4

PLANO DE ENSINO

1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe
Curso: Administração
Professor: Leandro Darci Bareta bareta@vmcordas.com.br
Período/ Fase: 7º Semestre: 1º Ano: 2011
Disciplina: Pesquisa Operacional (PO) Carga Horária: 72 horas/aula

2. EMENTA
Programação linear e modelos matemáticos. Modelos de transporte e designação.
Redes. Programação dinâmica e simulação.

3. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA


Desenvolver a capacidade de análise e interpretação de problemas, para encontrar a
solução ideal em problemas de transporte, redes, programação linear e programação
dinâmica.

4. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA


 Possibilitar o desenvolvimento de uma visão ampla da necessidade de utilização de
métodos científicas na administração da produção;
 Estimular o desenvolvimento de um modelo cognitivo, teórico e pratico de
interpretação, análise e solução de problemas;
 Possibilitar aplicação prática das teorias de administração da produção na solução
de problemas de gargalos de linhas de produção.

5. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES
 Administração da Produção I e II;
 Custos.

6. HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO


 A capacidade de criar soluções com flexibilidade, adaptabilidade e com inovação;
de selecionar estratégias adequadas de ação visando a atender interesses
interpessoais e institucionais; raciocínio lógico, crítico e analítico; capacidade de
propor modelos de gestão inovadores; de ordenar atividades e programas, de
decidir entre alternativas.

1
7. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Introdução
1.1 Conceito;
1.2 Fases de um estudo em pesquisa operacional.
2. Redes
2.1 Árvore com ramificação mínima (ARM);
2.2 Fluxo máximo (FM);
2.3 Percurso mínimo (PM).
3. Programação dinâmica e simulação
3.1 Processos de decisão multiestágios;
3.2 Processos de decisão estocástica de multiestágios;
3.3 Utilização de planilha eletrônica para resolver o processo de decisão
estocástico de multiestágios.
4. Teoria da decisão
4.1 Método minimax;
4.2 Método mediano;
4.3 Método otimista;
4.4 Método probabilístico;
4.5 Utilização de planilha eletrônica para resolver os quatro métodos.
5. Programação linear e modelos matemáticos
5.1 Resolução gráfica;
5.2 Método simplex;
5.3 Função solver do Excel.

8. ESTRATÉGIAS DE ENSINO
A exposição do conteúdo ocorrerá por meio de atividades que facilitem e estimulem a
aprendizagem. Buscar-se-á interação constante com os alunos. Atividades propostas:
 Aulas expositivas;
 Resolução de problemas;
 Aulas de laboratório;
 Análise de problemas práticos;
 Aulas no modelo de ensino a distância.

9. SISTEMA DE AVALIAÇÃO

 No decorrer do semestre, os alunos terão três momentos para que os conhecimentos


adquiridos possam ser analisados (M1, M2, M3). Esta análise de aprendizagem será
feita por provas de forma individual e sem consulta, e por trabalhos, com pesos
diferenciados, conforme especificação a seguir:
M 1:
- Prova de conhecimento parcial = Peso 7 (70%)
- Trabalho (EAD1) = Peso 3 (30%)
M 2:
- Prova de conhecimento parcial = Peso 7 (70%)
- Trabalho (EAD2) = Peso 3 (30%)
M 3:
- Prova de conhecimento parcial = Peso 7 (70%)
- Trabalho (EAD3) = Peso 3 (30%)

MF:
A média final é a média aritmética simples das três médias.
(M1+M2+M3)/3

2
Observações Importantes:
 Para obter aprovação a média final deve ser maior ou igual a 6,0;
 O aluno que se ausentar no dia da realização da prova só terá direito à prova
substitutiva mediante processo administrativo devidamente protocolado e autorizado
pela Secretaria e Coordenação de Curso do Aluno, limitando-se a apenas 01 (uma)
prova substitutiva no semestre;
 Os trabalhos devem ser entregues na forma e data combinados em sala de aula;
 Os trabalhos entregues com atraso terão redução de 80% do valor e poderão ser
recebidos até a aula da semana seguinte, a partir da data de entrega determinada. Não
cabem formas substitutivas para os mesmos;
 Receberão nota 0 (zero) os trabalhos que apresentarem sinais de cópias de outros
trabalhos, contiverem evidências de material literalmente copiado ou traduzido de livros
ou Internet;
 Sobre os trabalhos: a avaliação tem como critérios de análise:
1. Qualidade das idéias: fundamento das idéias, correlação com os conceitos
ministrados nas aulas;
2. Uso de convenções: normas técnicas, gramaticais e de digitação. Serão
descontados os erros gramaticais das avaliações e trabalhos entregues. O aluno terá
direito a reaver os pontos perdidos desde que apresente a avaliação ou trabalho
corrigido na aula posterior à entrega do mesmo.
3. Sempre, criatividade. Sobre as apresentações: A apresentação oral é avaliada
individualmente e será observado o domínio do aluno sobre o assunto bem como sua
capacidade de fazer correlações, além de se valorizar formas criativas de exposição do
conteúdo. Caso haja interesse, será fornecido feedback particular quanto à postura e
apresentação do(a) acadêmico(a).
 Sobre a originalidade: Os trabalhos e provas que apresentarem qualquer sinal de
cópia serão desconsiderados e receberão nota zero e não têm direito à recuperação.

10. BIBLIOGRAFIA

10.1 BIBLIOGRAFIA BÁSICA


- ERLICH, Pierre Jacques, Pesquisa Operacional: curso introdutório, 7ª ed. São Paulo : Atlas, 1991
- LACHTERMACHER Gerson. Pesquisa Operacional na Tomada de Decisões (Modelagem em Excel)
Ed. Campus, 2002
- PRADO, Darci. Programação linear. Belo Horizonte : DG, 1999 (com aplicativo LINDO)
SILVA, Ermes Medeiros da., [et. Al.]. Pesquisa Operacional: para os cursos de economia,
administração e ciências contábeis. São Paulo: Atlas, 1995
- BRONSON, Richard. Pesquisa operacional. São Paulo: Editora McGraw Hill, 1985
- MARTINS, Petrônio Garcia; LAUGENI, Fernando P. – Administração da Produção, 2ª ed.
São Paulo: Saraiva, 2006.

10.2 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ACKOFF, Russell L.; SASIONI, Maurice W. Pesquisa Operacional, Rio de Janeiro : Liv.Téc. e
Cient., 1974
ANDRADE, E. L., 1998, Introdução à Pesquisa Operacional, LTC, Rio de Janeiro, Brasil.
BREGALDA, Paulo F., 1981, Introdução à Programação Linear, Campus, Rio de
Janeiro, Brasil.
CAIXETA FILHO, José Vicente, 2001, Pesquisa Operacional, Atlas, São Paulo,
Brasil.
COSTA, J. J. S., 1977, Teoria da Decisão, Rio, Rio de Janeiro, Brasil.
KAUFMANN, A. et al... Invitacion a la investigacion de operaciones. 2ª ed.
México: Cia. Ed.Continental SA, 1965.
PRESS, William H., TEUKOLSKY, Saul A., VETTERLING, William T., FLANNERY, Brian P., 1992,

3
Numerical Recipes in C - The Art of Scientific Computing, Cambridge University Press,
Cambridge, Inglaterra.
PUCCINI, A L., 1975, Introdução à Programação Linear, LTC, Rio de Janeiro, Brasil.
SAATY, Thomas L. Elementos de la teoría de las colas. Madrid: Ed. Aguiar, 1967.
SHAMBLIN, James E., 1989, Pesquisa Operacional, Atlas, São Paulo, Brasil.
TAHA, Hamdy A., 1971, Operations Research - An Introduction, 2 ed., Collier-
MacMillan Canada Ltd., Ontario, Canadá.
ZIONTS, Stanley, 1974, Linear and Integer Programming, Prentice-Hall Inc., Nova Jersey, EU.