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poder governo bolsonaro lava jato legislativo paulista entrevista da 2ª AGÊNCIA LUPA PIAUÍ

GOVERNO BOLSONARO

'Não vou perder tempo para


comentar pesquisa do
Datafolha', diz Bolsonaro
Para auxiliares presidenciais, desempenho negativo deveu-se a
desencanto com economia e comunicação equivocada

185

Assinado com Folha de S.Pa… Gerenciar


7.abr.2019 às 12h21 Ricardo Della Coletta relacionadas
Atualizado: 7.abr.2019 às 17h30
Gustavo Uribe
Conheça dez
curiosidades do
BRASÍLIAO presidente Jair Bolsonaro afirmou neste domingo (7) que não Datafolha sobre a
vai "perder tempo" em se manifestar sobre a pesquisa do Datafolha avaliação de
Bolsonaro
que registra a pior avaliação após três meses de governo entre os
presidentes eleitos para um primeiro mandato desde a
redemocratização de 1985. Moro é aprovado por 59%, e ministro do
Turismo, pivô dos laranjas do PSL, tem 11%
"Datafolha? Não vou perder tempo para comentar pesquisa do
Datafolha, que diz que eu ia perder para todo mundo no segundo Para bolsonaristas, presidente deve voltar a
turno", afirmou Bolsonaro, ao ser questionado pela reportagem da falar com seus eleitores
Folha na saída do Palácio do Alvorada.

"Tem um item lá de que Lula e Dilma são mais inteligentes do que eu. ESCOLHA SUAS NEWSLETTERS

Valeu, Datafolha", disse o presidente, que compartilhou em redes Digite seu e-mail
sociais uma foto de gráficos da pesquisa, publicada na edição deste
domingo da Folha.
veja também

NOVA GESTÃO

Fique por dentro das últimas decisões do


governo Bolsonaro

Jair M. Bolsonaro DATAFOLHA


@jairbolsonaro
Otimismo com próximo Congresso é o
Kkkkkkkk mais alto dos últimos anos
45,3 mil 12:10 - 7 de abr de 2019

18,1 mil pessoas estão falando sobre isso

Bolsonaro se refere ao dado da imagem do presidente. Segundo a


pesquisa, 58% dos entrevistados consideram o capitão reformado
muito inteligente, ante 39% que o consideram pouco inteligente.

A comparação com os ex-presidentes petistas Lula e Dilma Rousseff


também se refere ao período equivalente, ou seja, os três primeiros
meses do primeiro mandato de cada um.

Imagem do presidente após 3 meses de governo

Em %

Lula (31.mar e 1º.abr.2003) Dilma (15 e 16.mar.2011) Bolsonaro (2 e 3.abr.2019)

80

60

40

20

Muito inteligente Pouco inteligente

Fonte: Pesquisa Datafolha com 2.086 entrevistas realizada entre 2 e 3 de abril em 130 municípios de todo o
Brasil; margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%

Na pesquisa realizada em 31 de março e 1ª de abril de 2003, 69% dos


entrevistados consideravam Lula muito inteligente, e 24%, pouco
inteligente.

O levantamento de 15 e 16 de março de 2011, no início do primeiro


mandato de Dilma, apontou que 85% dos entrevistados consideravam
a então presidente muito inteligente, e 9%, pouco inteligente.

A pesquisa Datafolha divulgada neste domingo aponta que 30% dos


brasileiros consideram o governo de Bolsonaro ruim ou péssimo,
índice semelhante ao daqueles que consideram ótimo ou bom (32%)
ou regular (33%). Não souberam opinar 4% dos entrevistados.

Jair Bolsonaro tem a pior avaliação para um presidenteem início de primeiro


mandato desde 1990

Avaliação do presidente após 3 meses de governo, em %

FERNANDO COLLOR 1990

Não sabe (2%)
Regular
43%

Total: Ruim / péssimo


19%
100

Ótimo / bom
36%

Fonte: Pesquisa Datafolha com 2.086 entrevistas realizada entre 2 e 3 de abril em 130 municípios de todo o
Brasil; margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%

Para 61% dos ouvidos, Bolsonaro fez menos do que se esperava no


exercício do cargo. Já 13% consideram que ele fez mais, enquanto 22%
avaliam que ele fez o que era esperado. Entre os descontentes, a
predominam pessoas mais pobres e menos escolarizadas.

Em relação ao que se espera do governo, Bolsonaro só ganha de FHC

Expectativa com o futuro do governo após 3 meses de mandato, em %

FHC 1995 (1º mandato)

Não sabe
Ótimo / bom
10%
48%

Total:
99 14% Ruim / péssimo

Regular
27%

Índice vai a 62% entre os homens e a 56% entre as mulheres

Pessimismo chega a 30% entre os desempregados

Fonte: Pesquisa Datafolha com 2.086 entrevistas realizada entre 2 e 3 de abril em 130 municípios de todo o
Brasil; margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%

Nessa comparação, ele também perde para os primeiros mandatos de


Lula e de Dilma, que tiveram o mesmo tipo de mensuração pelo
Datafolha. Em 2003, o petista fez menos do que poderia para 45%, e
em 2011 a ex-presidente pontuou 39% no quesito.

4 / 10 Em dez fotos, os primeiros cem dias do governo Bolsonaro

Em janeiro, Bolsonaro teve seu primeiro compromisso internacional como presidente, em


Davos (Suíça) para participar do Fórum Econômico Mundial Fabrice Coffrini -
22.jan.2019/AFP

O instituto ouviu 2.086 pessoas com mais de 16 anos em 130


municípios nos dias 2 e 3 de abril. A margem de erro da pesquisa é de
dois pontos percentuais para mais ou para menos.

No Palácio do Planalto, o desempenho negativo de Bolsonaro foi


atribuído a dois fatores. O primeiro deles à alta expectativa da
população sobre uma recuperação econômica, que ainda não foi
alcançada e pode ter causado frustração.

O segundo deles aos problemas de comunicação da Presidência da


República, que tem apresentado dificuldades em estabelecer uma
pauta positiva e divulgar iniciativas do início do mandato.

No período dos cem dias, na avaliação de um assessor palaciano, as


polêmicas criadas pelo presidnete, sobretudo nas redes sociais,
tiveram mais repercussão que medidas como o pacote anticrime e o
combate às fraudes nos benefícios do INSS.

Para tentar superar a deficiência, Bolsonaro anunciou que a Secom


(Secretaria de Comunicação Social) passará a ser comandada a partir
desta segunda-feira (8) pelo publicitário Fábio Wajngarten, que o
ajudou na campanha presidencial.

Na quinta-feira (11), o presidente fará um evento, no Palácio do


Planalto, para divulgar o que foi feito nos três primeiros meses, em um
esforço para melhorar a avaliação pública sobre o início do mandato.

Para o líder do DEM na Câmara dos Deputados, Elmar Nascimento


(BA), o resultado negativo deve-se a uma manutenção pelo presidente
do discurso adotado na campanha eleitoral.

"Ao invés de assumir um governo para todos, para quem votou com ele
e para quem não votou, ele continua a adotar o tom de campanha, o
do nós contra eles. Você mantém a rejeição de um eleitorado que
votou em outro candidato", disse.

O presidente nacional do PRB, Marcos Pereira, considera que o


desempenho do presidente reflete o resultado da postura adotada por
ele até o momento à frente do Palácio do Planalto.

"O governo ficou praticamente três meses tuitando e não cuidou de


temas essenciais que eram esperados pela população", afirmou.

A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, disse que a pesquisa


demonstra que a população percebeu que Bolsonaro "não serve
mesmo para ser presidente" e que sua rejeição tende a aumentar.

"A pesquisa confirma a decepção do povo brasileiro, especialmente os


mais pobres e os trabalhadores, com um governo que nada fez de bom
para o país", afirmou.

Em defesa de do presidente, o líder do governo no Senado, Fernando


Bezerra (MDB-PE), acredita que os indicadores de avaliação devem
melhorar após a aprovação da reforma previdenciária.

"O governo tem uma agenda, como a reforma da Previdência, que cria
resistência em setores da sociedade porque acaba com privilégios.
Aprovada a Previdência, haverá uma agenda positiva que vai melhorar
os indicadores", afirmou.

O presidente participou neste domingo (7), na capital federal, de um


almoço com amigos da época da escola militar, que se conhecem
desde 1974. Na saída, ele disse que o seu governo não tem tanta
"notícia ruim" como a imprensa publica.

Na eleição passada, as pesquisas do Datafolha mostraram Bolsonaro


na liderança no primeiro e, depois, no segundo turno.

Na véspera da primeira votação, por exemplo, o instituto informou


que o hoje presidente alcançava 40% das intenções dos votos válidos,
enquanto o ex-prefeito Fernando Haddad (PT), seu adversário direto
na disputa, 25%.

A um dia do segundo turno, realizado em 28 de outubro, o Datafolha


mostrou que Bolsonaro era favorito com 55% das intenções de votos
válidos e vantagem de 10 pontos percentuais sobre Haddad.

TÓPICOS

100 dias de bolsonaro jair bolsonaro

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GERALDO LEONARDI Há 14 min

A dirma mais inteligente que o lulita? Parei por aí.

RESPONDA 0 DENUNCIE

TITO AZEVEDO Há 57 min

FHC removeu a massa falida do ex-operario que na oposição destruiu o Brasil ainda na
gestão de Itamar. Entregou p o ex-operario o Brasil em crescimento pela reestruturação
do Plano Real e com China recem entrada na era do automovel. Temer e Jair receberam
a massa falida dos 2 ex-presidentes que governaram contra o Brasil a favor de Cuba,
Equador, Bolivia, Argentina e Venezuela. 100 dias é parametro desprezivel. Querem
encontrar igualdade ou semelhança em circunstancia diferente?

RESPONDA 3 DENUNCIE

MARCOS FERNANDO DAUNER Há 1 hora

O brusquense da reportagem abaixo não deveria estar assim tão feliz - Hoje o time dele ,
o Busque perdeu do rebaixado Metropolitano . 1 x 2 . Deus escreve certo por linhas
tortas , e o mundo dá voltas . Muitos carros vão do 0 a 100 em 3,9 seg.

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7.abr.2019 às 16h40

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7.abr.2019 às 16h23

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