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Responsabilidade de marketing

Alguns dês anos atrás, a qualidade de produtos era superior. Isso tem a ver com
subidas de preço para os produtos naturais, carne arroz, cereais… Subidas de petróleo,
também influenciaram, (transporte). Ou seja para as empresas terem o lucro, eles
substituem os produtos naturais, por adubos químicos.

Química na Alimentação
A introdução da química na alimentação trouxe vários perigos com o uso dos adubos,
dos pesticidas e dos aditivos.

Se é verdade que os adubos químicos vieram possibilitar maior rendimento das


colheitas de modo a satisfazerem em quantidade as necessidades do homem, a verdade é
que a qualidade dos alimentos piorou. Cada vez mais entendidos em matéria de
agronomia e alimentação pensam que estes produtos alteram a qualidade dos alimentos,
são incapazes de restaurar integralmente os solos e contribuem em grande escala para a
poluição das águas, quando são arrastados pelas chuvas para os rios.

E o que dizer dos pesticidas, alguns deles de composição à base de arsénico? Uma
parte deste veneno fica nos frutos e nos legumes, penetrando nos tecidos vegetais; outra
vai para o solo. O DDT (diclorodifeniltricloroetano) é talvez o insecticida mais
universalmente empregado. Há tempos fez-se uma experiência nos EUA, que nos é
relatada por Robert J. Courtine:

“Pulverizaram-se de DDT as ervas de uma pastagem e com essa forragem


alimentaram-se vacas. Com o leite dessas vacas fez-se manteiga. Deu-se a manteiga a
comer a ratos. Os ratos morreram. O DDT contido no estômago dos ratos possuía poder
mortífero igual ao do que havia sido empregado inicialmente.”

Ora este veneno tenaz absorvemo-lo nós também juntamente com os legumes, os
frutos, os cereais, o leite, a carne... Os insecticidas penetram na polpa dos vegetais e
misturam-se na seiva. Ingeridos pelos animais, acumulam-se na sua gordura e voltam a
encontrar-se nos produtos alimentares de origem animal. Ao dosear-se a percentagem
de DDT existente em diversos produtos, nos EUA, encontraram-se:

. 89/milhão na gordura de vaca

. 65/milhão nos ovos

. 500/milhão na gordura da galinha (!!!!!)

. 12/milhão no leite.

O DDT absorvido pelas vacas na forragem é armazenado na gordura, sendo depois


eliminado lentamente pelo leite durante meses. Também no leite da mulher, em 30 de 32
casos, se encontrou DDT em proporções variando entre 0,1 e 0,77 por milhão.

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Assim, os bebés desde os seus primeiros dias de vida, quer sejam alimentados pela mãe
ou com leite de vaca, ingerem vestígios de venenos violentos. Esta intoxicação é muito
grave porque a sua alimentação é composta só de leite e os organismos jovens são mais
sensíveis a venenos do que os adultos.

Também muitos dos animais destinados ao talho recebem uma alimentação química
que lhes eleva rapidamente o peso. Entre esses produtos, utilizam-se antibióticos,
sulfamidas e, na criação industrial de aves de capoeira, hormonas femininas sintéticas.
Estes produtos não são destruídos pela cozedura e muitas dessas hormonas vão dar
origem às dioxinas, que são cancerígenas. Grande número de médicos afirma que os
animais com alimentação à base de antibióticos constituem um sério perigo e, de
qualquer modo, é certo já que o consumo da sua carne faz subir o teor de colesterol.

Também no número extremamente elevado de aditivos (produtos químicos


voluntariamente adicionados aos géneros alimentícios), que ultrapassa um milhar,
alguns são cancerígenos:

. corantes, em especial

. conservantes

. insecticidas

. agentes de descoloração

. substâncias de revestimento

. fermentos

. emulsionantes e espessantes

. leveduras em pó

. adocicantes

. acidificantes

. essências sintéticas, etc.

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Conclusão: As empresas alimentares devem ser claras com os consumidores,
mesmo se o produto tenha adubos químicos, eles são obrigados a anotar na
caixa de ingredientes todas as componentes químicas.

3/3 Andrey Zhakov