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e-

commerce
Comércio nas Terras dos Bits…

TGS (Teoria Geral de Sistemas)


Pof(a).:Tânia Mara Paiva de Oliveira
Fabiano, Thiago, Reinaldo, Sinésio, Breno.
e-commerce {o que é?}

Uma definição possível para comércio


eletrônico seria:

“Pode ser definido com a compra e a venda de


informações, produtos e serviços por meio de
redes de computadores suportado por uma
infra-estrutura digital.”
e-commerce {Onde Tudo
Começou?}

1. Internet com fins acadêmicos;

2. Internet com fins informativo (sites


estáticos);

3. Internet com desenvolvimento ferramentas


para fins comerciais;

4. Potêncial publicitário na rede;

5. E-commerce.
e-commerce {Os tipos?}

Existem 5 tipos básicos de comércio eletrônico:

• Business-to-Business (B2B);

• Business-to-Consumer (B2C);

• Business-to-Administration (B2A);

• Consumer-to-Administration (C2A);

• Consumer-to-Consumer (C2C).
e-commerce {os tipos?}
• Business-to-Business (B2B);

• Business-to-Consumer (B2C);

• Business-to-Administration

(B2A);

• Consumer-to-Administration

Engloba (C2A);
todas as transações eletrônicas bens ou
serviços efetuadas entre empresas.
• Consumer-to-Consumer (C2C).
Bons exemplos desta realidade já não faltam: Usiminas, AmBev,
Gerdau...
e-commerce {os tipos?}
B2B ( Case USIMINAS):
e-commerce {os tipos?}
• Business-to-Business (B2B);

• Business-to-Consumer (B2C);

• Business-to-Administration

(B2A);

• Consumer-to-Administration

(C2A);
Distingue-se pelo estabelecimento de relações comerciais
eletrônicas entre as empresas e os consumidores finais.
Pertencem•aoConsumer-to-Consumer
varejo off-line: (C2C).
Americanas, Saraiva, Ponto Frio, Shop Time, Pão de Açúcar, Som Livre, Livraria
Cultura.
Puras de Internet:
e-commerce {os tipos?}
• Business-to-Business (B2B);

• Business-to-Consumer (B2C);

• Business-to-Administration

(B2A);

• Consumer-to-Administration

Esta parte do(C2A);


comércio eletrônico engloba todas as transações realizadas on-line
entre as empresas e a Administração Pública. Esta é uma área que envolve uma
grande quantidade e diversidade de serviços, designadamente nas áreas fiscal, da
segurança•social,
Consumer-to-Consumer (C2C).
do emprego, dos registros e notariado, etc. O tipo de serviços
tem vindo a aumentar consideravelmente nos últimos anos com os investimentos
feitos em e-government.
e-commerce {os tipos?}
• Business-to-Business (B2B);

• Business-to-Consumer (B2C);

• Business-to-Administration

(B2A);

• Consumer-to-Administration
Engloba todas as transacções electrónicas efectuadas entre os indivíduos e a
(C2A);
Administração Pública.

Exemplos•de Consumer-to-Consumer
aplicações: (C2C).
• Educação - divulgação de informação, formação à distância.
• Impostos - entrega das declarações, pagamentos, etc.
• Saúde - marcação de consultas, informação sobre doenças, etc.
e-commerce {os tipos?}
• Business-to-Business (B2B);

• Business-to-Consumer (B2C);

• Business-to-Administration

(B2A);

• Consumer-to-Administration
Os negócios C2C são realizados por meio de uma plataforma eletrônica na Internet
(C2A);
e intermediados por uma empresa que oferece a infra-estrutura tecnológica e
administrativa. Tanto o comprador quanto o vendedor devem estar cadastrados no
sistema e•podem ser avaliados por todos os membros
Consumer-to-Consumer da comunidade de negócios
(C2C).
pela quantidade de transações que já realizaram e pelas notas que receberam em
cada transação, numa espécie de ranking dos bons negociadores.
Ex.: Mercado Livre
e-commerce {No Brasil}

O comércio pela internet já se consagrou como um canal alternativo


de vendas, caracterizado pela facilidade e conveniência da compra.
É também uma forma barata de aumentar a exposição de marca e
suas vendas. Em alguns casos, pode ser o único canal de vendas.
Ex.: Submarino.

Em 2007 9,5 milhões de brasileiros compraram pela internet pelo


menos uma vez, resultando no volume de R$ 6,4 bilhões em
faturamento.O tíquete médio no período foi de R$ 302,00, sendo o
Natal a data comemorativa de maior destaque para o comércio
eletrônico, com faturamento de R$ 1,081 bilhão e tíquete médio de
R$ 308,00.
e-commerce {No Brasil}

Fonte: Revista Veja


e-commerce {No Brasil}
e-commerce {No Brasil}
e-commerce {No Brasil}

Evolução do varejo on-line


e-commerce {No Brasil}

Evolução do varejo on-line


e-commerce {No Brasil}

Quem compra online?


Público predominantemente masculino, adulto e afluente.
Público com idade superior a 50 anos já é significativo
representando 16%.
e-commerce {No Brasil}

Quem compra online?


Público predominantemente masculino, adulto e afluente.
Público com idade superior a 50 anos já é significativo
representando 16%.
e-commerce {No Brasil}

Quem compra online?


Público predominantemente masculino, adulto e afluente.
Público com idade superior a 50 anos já é significativo
representando 16%.
e-commerce {No Brasil}

Quem compra online?


Público predominantemente masculino, adulto e afluente.
Público com idade superior a 50 anos já é significativo
representando 16%.

Objetivos das Compras Virtuais?


e-commerce {No Brasil}

Quem compra online?


Público predominantemente masculino, adulto e afluente.
Público com idade superior a 50 anos já é significativo
representando 16%.
e-commerce {No Brasil}

Quem compra online?


Público predominantemente masculino, adulto e afluente.
Público com idade superior a 50 anos já é significativo
representando 16%.

Navegação?
e-commerce {No Brasil}

Quem compra online?


Público predominantemente masculino, adulto e afluente.
Público com idade superior a 50 anos já é significativo
representando 16%.

Satisfação dos Clientes quanto ao atendimento?


e-commerce {Vantagens}
• Possibilidade de comprar a qualquer hora do dia, a
qualquer dia da semana, de qualquer lugar, sem sequer
precisar sair de casa;

• Redução de custos para o fornecedor, que não precisa


arcar com os altos custos da manutenção de lojas físicas,
vendedores, etc, e para o consumidor também, já que o
barateamento dos custos costuma chegar até ele no preço
dos produtos e serviços adquiridos;

• Mais opções e melhor acesso à informação, pois com


poucos cliques na grande rede o consumidor é capaz de
comparar preços, funcionalidades dos diferentes produtos de
diferentes fabricantes e optar de forma consciente pelo que
atende melhor suas necessidades;

• Rapidez. Tudo é realizado de forma instantânea, sem


barreiras impeditivas, sem burocracia;

• Ampliação relevante do mercado, pois pessoas que, seja


por questões geográficas, seja por questões econômicas ou
e-commerce {Desvantagens}
• Dificuldades naturais para identificar as partes. Tanto
comprador quanto vendedor podem estar maquiando sua
real identidade, escorados na virtualidade do meio em que
se contrata, o que demanda cautelas especiais no momento
de encetar um negócio;

• Ausência de contato interpessoal direto, o que pode levar a


uma justificável insegurança. Trata-se, na verdade, de uma
contratação bastante impessoal, em que o elemento
confiança adquire um peso ainda maior do que na
contratação tradicional, presencial;

• Impossibilidade de manipulação dos bens comercializados,


um critério até então importante para a decisão do
consumidor. Contudo, a sociedade de consumo massificou os
bens de consumo, fazendo com que esse contato direto
perca sua relevância paulatinamente;

• Riscos de segurança, associados aos dois primeiros itens


acima;
e-commerce {Segurança!}
Principal desafio na popularização do e-
commerce:

•38% dos internautas já foram vítimas de


golpes;

•19 dos 20 principais grupos de Crackers do


mundo estão no Brasil;

•Mercado de segurança eletrônica deve crescer


23% nos próximos dois anos ;

•Certificação digital;

•www.internetsegura.org;
e-commerce {Segurança}
Membros do movimento internet segura:
e-commerce {Segurança}
Câmera brasileira de comercio
eletrônico:

•Criada em maio de 2007, é a


principal entidade multi-setorial
da economia digital no Brasil e
na América Latina.

•São 150 grandes empresas


líderes dos principais setores da
economia que discutem,
propõem, formulam e monitoram
políticas públicas regulatoriais e
de mercado.
e-commerce {Segurança}
Estudo de cases. Mercado Livre.

Portal de Segurança:

Além de grande competência


em segurança de dados o
Mercado Livre possui um portal
para orientar o usuário em
procedimentos que visam a
segurança e minimização de
fraudes.
e-commerce {Segurança}
Estudo de cases. Submarino.

•Compra segura:

O Submarino investe em tecnologias avançadas de proteção de dados para confortar e


tranqüilizar você.
Todas as informações são codificadas pelo software SSL e arquivadas em um
ambiente interno próprio, e de acesso exclusivo do Submarino. Isso significa que nenhuma
informação trafega pela rede sem ser criptografada (codificada) utilizando os melhores
algoritmos disponíveis no mercado. A proteção é absoluta.
e-commerce { Legislação }
A criação de uma lei específica para e-commerce tornaria
o Brasil uma referência Mundial no setor:

• Necessidade da criação de uma “Nova Lei Comercial”:

• Os desafios da Legislação;

• American Bar Association (Ordem dos Advogados),


objetivando a elaboração da “Lei para uniformização das
transações por computadores”.
e-commerce {Base Tecnológica}

Desenvolvimento em 3 camadas
e-commerce {Base Tecnológica}
Tecnologias Utilizadas em Cada
Camada

Presentation Business Logic Data

- HTML - Java EE - Oracle


- JavaScript - C# - SqlServer
- Flash, Flex - EJB - Postgre
- Java Fx - Php - MySql
- Silverlight - Asp
- WebServices - Hibernate
- Linq
- Segurança
e-commerce {Base Tecnológica}
Os donos da terceirização

IDCs e ASPs:

Eles fazem parte de uma tendência cada vez mais nítida entre as
empresas que possuem grande parte de suas atividades atrelada a
soluções com infra-estruturas tecnológicas. São os Internet Data
Centers (IDCs) e os Application Service Providers (ASPs), prestadores de
serviços que têm surgido como opção interessante àqueles que não
pretendem criar ou mesmo manter um arsenal de equipamentos e
processos dentro de casa.

IDCs – Internet Data Centers.


ASPs – Application Service Providers.
e-commerce {Base Tecnológica}
IDCs – Internet Data Centers.

Definição:

local dotado de servidores,


conexões de rede e demais
equipamentos capacitados para
manter a operação ininterrupta
de empresas com sistemas
baseados em Web. Seu
surgimento está atrelado a
diversos fatores proporcionados
pela popularização da rede
mundial de computadores.
e-commerce {Base Tecnológica}
IDCs – Internet Data Centers.

Definição:

local dotado de servidores,


conexões de rede e demais
equipamentos capacitados para
manter a operação ininterrupta
de empresas com sistemas
baseados em Web. Seu
surgimento está atrelado a
diversos fatores proporcionados
pela popularização da rede
mundial de computadores.
e-commerce {Base Tecnológica}
IDCs – Internet Data Centers.

Definição:

local dotado de servidores,


conexões de rede e demais
equipamentos capacitados para
manter a operação ininterrupta
de empresas com sistemas
baseados em Web. Seu
surgimento está atrelado a
diversos fatores proporcionados
pela popularização da rede
mundial de computadores.
e-commerce {Base Tecnológica}
IDCs – Internet Data Centers.

Modalidade: Hosting

Hosting é caracterizado pela


utilização da infra-estrutura do
próprio IDC

são disponibilizadas
aplicações como backup;
monitoramento de
hardware, sistema operacional
e aplicativos; estatísticas de
equipamentos, tráfego e
integração de soluções.
e-commerce {Base Tecnológica}
IDCs – Internet Data Centers.

Modalidade: Colocation

o data center faz a locação de


seu espaço para os
equipamentos do cliente. Aqui,
podem ser contratadas diversas
modalidades, como o
aluguel de um espaço físico
separado ou junto a demais
servidores do IDC.
e-commerce {Base Tecnológica}
IDCs – Internet Data Centers.
e-commerce {Base Tecnológica}
ASPs – Application Service Providers.

Definição:

Provedores de Serviço de aplicação

surgiu da necessidade das empresas


em reduzir custos internos para
manutenção de aplicações. O que
essas companhias fazem hoje é a
hospedagem, gerenciamento e aluguel
de aplicativos de negócios, serviços
muitas vezes utilizados por empresas
de pequeno e médio portes. O regime
de ASP,
muitas vezes, substitui a maneira
tradicional de aquisição de licenças
para utilização
de software, tornando o orçamento
mais barato às empresas.
e-commerce {Base Tecnológica}
ASPs – Application Service Providers.

Definição:

Provedores de Serviço de aplicação

surgiu da necessidade das empresas


em reduzir custos internos para
manutenção de aplicações. O que
essas companhias fazem hoje é a
hospedagem, gerenciamento e aluguel
de aplicativos de negócios, serviços
muitas vezes utilizados por empresas
de pequeno e médio portes. O regime
de ASP,
muitas vezes, substitui a maneira
tradicional de aquisição de licenças
para utilização
de software, tornando o orçamento
mais barato às empresas.
e-commerce {Base Tecnológica}
ASPs – Application Service Providers.

Definição:

Provedores de Serviço de aplicação

surgiu da necessidade das empresas


em reduzir custos internos para
manutenção de aplicações. O que
essas companhias fazem hoje é a
hospedagem, gerenciamento e aluguel
de aplicativos de negócios, serviços
muitas vezes utilizados por empresas
de pequeno e médio portes. O regime
de ASP,
muitas vezes, substitui a maneira
tradicional de aquisição de licenças
para utilização
de software, tornando o orçamento
mais barato às empresas.
e-commerce {Base Tecnológica}
ASPs – Application Service Providers.
e-commerce {Conclusão}
Desafios – Perspectivas Futuras

Fusões:
Canal de TV e
e-commerce Shoptime.

AMERICANAS

B2W

SUBMARINO

Ingresso.com Travel Web


e-commerce {Conclusão}
Desafios – Perspectivas Futuras

Estratégias:

• Encontrar meios de economizar, agilizar e facilitar


transações para, em um estágio mais evoluído,
atingirem o Comércio
Colaborativo, envolvendo toda a cadeia de valor da
companhia;

• A terceirização ganhará cada vez mais espaço;

• Opções como ASPs e IDCs crecerão ainda mais;


e-commerce {Conclusão}
Desafios – Perspectivas Futuras

Novas Tecnologias:

• Soluções RIA(aplicações ricas para Internet)


• Silverlight;
• Java Flex
• Adobe Flex
e-commerce {Fim.}

{ Obrigado!!! }

Breno de Paulo
Fabiano Augusto Alves Muniz
Reinaldo Barcelos Mendes
Sinésio Dourado de Oliveira
Thiago Cassimiro Gonçalves Vieira