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LEUCEMIA

EQUIPE: ANDRÉ CAMILA DEIVITHY SUIANE

LEUCEMIA EQUIPE: ANDRÉ CAMILA DEIVITHY SUIANE
LEUCEMIA EQUIPE: ANDRÉ CAMILA DEIVITHY SUIANE
LEUCEMIA EQUIPE: ANDRÉ CAMILA DEIVITHY SUIANE

HISTÓRIA

A palavra leucemia vem do grego “leukos” e “heima” que significam SANGUE BRANCO.

A descoberta da doença se deu com os gregos por volta dos

séculos

4

ou

diagnosticada

1845.

5

a.c.

No

entanto,

ela

foi oficialmente

por John Hughes Benett em Edimburgo em

Em 1913 a leucemia foi classifica em 4 tipos:

  • 1. LEUCEMIA LINFOCÍTICA CRÔNICA

  • 2. LEUCEMIA MIELÓIDE CRÔNICA

  • 3. LEUCEMIA LINFOCÍTICA AGUDA

  • 4. LEUCEMIA MIELÓIDE AGUDA

HISTÓRIA • A palavra leucemia vem do grego “leukos” e “heima” que significam SANGUE BRANCO. •

Foi

somente após

a Segunda Guerra Mundial que

a

quimioterapia veio como um tratamento para a leucemia. Além disso, na década de 1940 novos tratamentos surgiram tais como aminopterina, mercaptopurin, e mercaptopurina.

Em 1970 foi confirmado que a leucemia podia ser curada e entre as décadas de 1980-1990, cerca 70% dos pacientes portadores da doença foram curados.

Transplantes de medula óssea são conhecidos por ser a melhor cura para a leucemia hoje. A análise genética é esperada para abrir novas portas para os tratamentos e cura de leucemia no futuro.

• Foi somente após a Segunda Guerra Mundial que a quimioterapia veio como um tratamento para

CARACTERÍSTICAS

A leucemia é uma doença maligna dos glóbulos brancos (leucócitos), geralmente, de origem desconhecida. Tem como principal característica o acúmulo de células jovens anormais na medula óssea, que substituem as células sanguíneas normais. A medula é o local de formação das células sanguíneas e ocupa a cavidade dos ossos, sendo popularmente conhecida por tutano. Nela são encontradas as células que dão origem aos glóbulos brancos, aos glóbulos vermelhos (hemácias ou eritrócitos) e às plaquetas.

CARACTERÍSTICAS • A leucemia é uma doença maligna dos glóbulos brancos (leucócitos), geralmente, de origem desconhecida.

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), apesar de a leucemia ser o câncer mais curável, é ainda o que mais mata pacientes entre 0 e 18 anos. No Brasil, somente entre 2001 a 2005, foi responsável por 34,5% de mortes nesta faixa etária. Estima-se que, atualmente, mais de 7.500 pessoas desenvolveram leucemia no país.

A causa exata ainda não é conhecida, mas a doença é influenciada por fatores genéticos e ambientais e resultam de mutações somáticas no DNA, as quais podem ocorrer espontaneamente ou em função de exposição à radiação ou a substâncias cancerígenas, e tem sua probabilidade influenciada por fatores genéticos.

• Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), apesar de a leucemia ser o câncer mais

Acredita-se que uma alteração na estrutura genética cause anomalias e multiplicação descontrolada dos glóbulos brancos. A origem desta alteração é ainda desconhecida, porém suspeita-se de alguns fatores, como fatores genéticos, anomalias inatas (síndrome de Down e anemia de Fanconi), exames de raio X, alguns tipos de vírus e substâncias químicas irritantes em altas doses, como o benzeno.

Segundo os médicos, os sintomas da leucemia são similares aos de muitas doenças comuns, porém, depois de algum tempo, tornam-se mais graves e persistentes. O paciente pode apresentar gânglios linfáticos inchados, com ausência de dor, principalmente na região do pescoço e das axilas; febre ou suor noturno; perda de peso sem motivo aparente; desconforto abdominal (provocado pelo inchaço do baço ou fígado); dores nos ossos e nas articulações.

• Acredita-se que uma alteração na estrutura genética cause anomalias e multiplicação descontrolada dos glóbulos brancos.

DESENVOLVIMENTO

A leucemia pode ser classificada, de acordo com o grau de evolução (imaturidade das células), em crônica ou aguda. E também está relacionada à célula que lhe deu origem ou a sua linhagem, sendo classificada em mieloide, quando as células mielides são afetadas, ou linfoide, quando a leucemia afeta as células linfócita.

DESENVOLVIMENTO • A leucemia pode ser classificada, de acordo com o grau de evolução (imaturidade das
DESENVOLVIMENTO • A leucemia pode ser classificada, de acordo com o grau de evolução (imaturidade das

QUANTO A EVOLUÇÃO

Leucemia aguda – quando as células malignas se

encontram

numa

fase

muito

imatura

e

se

multiplicam

rapidamente,

causando

uma

enfermidade agressiva.

Leucemia

crônica

quando

a

transformação

maligna ocorre em células-tronco mais maduras. Nesse caso, a doença costuma evoluir mais

lentamente, com complicações que podem levar meses ou anos para ocorrer.

QUANTO A EVOLUÇÃO • Leucemia aguda – quando as células malignas se encontram numa fase muito

QUANTO AOS GLÓBULOS BRANCOS AFETADOS

Leucemia linfoide, linfocítica ou linfoblástica: afeta as células linfoides, é mais frequente em crianças.

Leucemia mieloide ou mieloblástica: afeta as células mieloides, é mais comum em adultos.

QUANTO AOS GLÓBULOS BRANCOS AFETADOS • Leucemia linfoide, linfocítica ou linfoblástica: afeta as células linfoides, é
QUANTO AOS GLÓBULOS BRANCOS AFETADOS • Leucemia linfoide, linfocítica ou linfoblástica: afeta as células linfoides, é

LEUCEMIA MIELÓIDE CRÔNICA

A leucemia mielóide crônica (LMC) é uma doença clonal maligna caracterizada por uma excessiva proliferação da linhagem mielóide (fase crônica), seguida por uma perda progressiva da diferenciação celular (fase acelerada).

Atualmente, a LMC não é uma doença curável com a terapia medicamentosa, sendo o transplante de medula óssea alogenéico (aparentado ou não aparentado) a única modalidade curativa de tratamento, por induzir remissão molecular.

LEUCEMIA MIELÓIDE CRÔNICA • A leucemia mielóide crônica (LMC) é uma doença clonal maligna caracterizada por

FASES EVOLUTIVAS (LMC)

Fase Crônica (FC): a FC, benigna, é caracterizada por marcada hiperplasia medular e capacidade de maturação das células mielóides, e tem suas manifestações no sangue periférico facilmente controladas pela terapia medicamentosa convencional.

Fase Acelerada ou de Transformação (FA): a LMC em FA é resistente à terapia medicamentosa, tendo por características a evolução clonal e, no sangue periférico, ≥ 15% de blastos, ≥ 30% de blastos e pró- mielócitos, ≥20% de basófilos e, não relacionado à quimioterapia, < 100.000 plaquetas/mm3.

Fase Blástica ou Aguda (FB): a LMC em FB, também resistente à terapia convencional, é agressiva, com quadro clínico da leucemia aguda e permitindo ao doente uma sobrevida muito curta.

FASES EVOLUTIVAS (LMC) • Fase Crônica (FC): a FC, benigna, é caracterizada por marcada hiperplasia medular

LEUCEMIA LINFOIDE CRÔNICA

A leucemia linfocítica crônica (LLC) causa um aumento lento dos glóbulos brancos denominados linfócitos B, ou células B. As células cancerosas espalham-se pelo sangue e pela medula óssea e podem afetar também os linfonodos ou outros órgãos, como o fígado e o baço. Com o tempo, a LLC faz com a medula óssea deixe de funcionar.

Esse tipo de câncer afeta principalmente adultos, na faixa dos 70 anos. Raramente, é observada em indivíduos com menos de 40 anos. A doença é mais comum em judeus de ascendência russa ou da Europa Oriental.

LEUCEMIA LINFOIDE CRÔNICA • A leucemia linfocítica crônica (LLC) causa um aumento lento dos glóbulos brancos

TRATAMENTO

Como geralmente não se conhece a causa da leucemia, o tratamento tem o objetivo de destruir as células leucémicas, para que a medula óssea volte a produzir células normais. O tratamento por sua vez é realizado em várias fases:

A

primeira

fase

tem

a finalidade de atingir a remissão

completa, ou seja, um estado de aparente normalidade que se obtém após a poliquimioterapia. Os quimioterápicos mais utilizados são a citarabina (100–200 mg/m² por 7 dias) e a daunorrubicina (30–60 mg/m² por 3 dias). Este esquema é conhecido como 7+3.

de
de

Na

segunda

fase,

são

introduzidas

as

estratégias

consolidação para combater possíveis focos residuais da doença.

Nas etapas seguintes, o tratamento varia de acordo com o tipo de leucemia (linfóide ou mielóide), podendo durar mais de dois anos nas linfóides e menos de um ano nas mielóides. São três fases:

  • 1. Consolidação: (tratamento intensivo com substâncias não empregadas anteriormente).

  • 2. Reindução: (repetição dos medicamentos usados na fase de indução da remissão).

  • 3. Manutenção: (o tratamento é mais brando e contínuo por vários meses).

• Nas etapas seguintes, o tratamento varia de acordo com o tipo de leucemia (linfóide ou

PRINCIPAIS PROCEDIMENTOS MÉDICOS NO TRATAMENTO DA LEUCEMIA

Cateter Venoso Central: Como o tratamento da leucemia aguda pode alcançar até três anos de duração e requer repetidas transfusões e internações, recomenda-se a implantação de um cateter de longa permanência em uma veia profunda, para facilitar a aplicação de medicamentos e derivados sanguíneos além das frequentes coletas de sangue para exames, evitando com isso punções venosas repetidas e dolorosas.

Transfusões: Durante o tratamento, principalmente na fase inicial, os pacientes recebem, quase diariamente, transfusões de hemácias e de plaquetas, enquanto a medula óssea não recuperar a hematopoese (produção e maturação das células do sangue) normal.

PRINCIPAIS PROCEDIMENTOS MÉDICOS NO TRATAMENTO DA LEUCEMIA • Cateter Venoso Central : Como o tratamento da

PREVENÇÃO

A prevenção da leucemia não é direta pois suas causas são basicamente genéticas, porém o estilo de vida de cada pessoa tem influência no aumento das chances de se adquirir o câncer; ações simples podem contribuir para evitar a doença:

  • 1. Evite fumar: o fumo contêm toxinas que causam lesão nas células e podem provocar o câncer.

  • 2. Tenha uma alimentação saudável: coma grãos integrais, frutas, verduras e legumes. A alimentação saudável protege as células contra a ação de antioxidantes e mantém o corpo saudável.

PREVENÇÃO • A prevenção da leucemia não é direta pois suas causas são basicamente genéticas, porém
  • 3. Pratique atividades físicas: o esporte ajuda a eliminar toxinas que danificam o DNA das células.

  • 4. Se você trabalha com produtos químicos, metais pesados ou radiação, use equipamento adequado para evitar exposição a agentes tóxicos.

  • 5. Se você tem casos na família ou está em um grupo de risco da doença, faça exames diagnósticos frequentes. O exame de sangue de contagem de células pode indicar se há alguma anormalidade ou não.

3. Pratique atividades físicas: o esporte ajuda a eliminar toxinas que danificam o DNA das células.

PREVENÇÃO DA LEUCEMIA INFANTIL

Embora

muitos

cânceres

em

adultos

possam

ser

prevenidos por mudanças de estilo de vida, que reduzem certo fatores de riscos, não há nenhuma maneira conhecida para evitar a maioria dos cânceres da infância. O tratamento com radioterapia, quimioterapia ou uso de drogas que suprem o sistema imune para evitar rejeição de órgãos transplantados, ainda são a única maneira de tratar doenças potencialmente fatais e devem ser equilibrados com a pequena chance de desenvolvimento de leucemia vários anos após o tratamento.

PREVENÇÃO DA LEUCEMIA INFANTIL • Embora muitos cânceres em adultos possam ser prevenidos por mudanças de