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Fratura

Frgil
Dctil

Fratura Frgil
Teoria desenvolvida por Griffith
Baseada na capacidade do material de propagar uma trinta em
crescimento
A tenso crtica (c) para provocar a propagao da trinca
perpendicular solicitao expressa como:
c=

Fratura Dctil
O processo ocorre em estgios: o escoamento das molculas
polimricas, o estiramento a frio das molculas, e o estgio final da
fratura.
Aps iniciarem o escoamento, as molculas so orientadas na direo
da solicitao mecnica e, ao atingirem um elevado grau de
orientao, o processo da ruptura propriamente dito se inicia.
A deformao irreversvel ocorre geralmente acompanhado pelo
fenmeno de empescoamento, num ensaio de trao.

Fratura Dctil
a. Escoamento por bandas de cisalhamento
i.
ii.

Finas regies planas de elevada deformao por cisalhamento


So iniciadas em regies onde h pequenas heterogeneidades de deformao, devido a
imperfeies internas ou da superfcie, ou concentrao de tenso
iii. Distoro de um formato sem alterao de volume.

b. Fissuramento
i.
ii.

Formao de microfissuras (crazing)


As fibrilas tm dimetros da ordem de 10 a 40nm, dispersas em cavidades de 10 a
20nm de dimetro. Alm de serem capazes de evitar a propagao da trinca.

Princpios de Superposio
Das
tenses
i.
ii.

Assume que a deformao uma funo linear da tenso


Previso do comportamento de um polmero amorfo quando sujeito a um grupo de
solicitaes

Tempo-Temperatura
i.

Efeito no qual uma solicitao mecnica feita em um polmero em duas


temperaturas diferentes produz repostas diferentes, mas que esto relacionadas
entre si
ii. Tempo de relaxao
iii. Fator de deslocamento