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Ministério da Educação

Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri


Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde
Departamento de Farmácia
Disciplina: Fisiologia dos Sistemas

Mecanismos renais para concentração da urina

Docente: Wagner Pereira


Discentes: Larissa
Leticia
Ludimila
Maria Aparecida
Mariana
Matheus
Mayara
Milena
Odaisa
Diamantina, 10/07/2018
Roteiro

 Mecanismos renais para concentração da urina


 Generalidades
 Mecanismo de contracorrente
 Importância dos túbulos distais e ductos coletores na
concentração da urina
 Importância da ureia na concentração da urina
 Trocas por contracorrente nos vasos retos
(Preservação da hiperosmolaridade da medula)
Generalidades

Nosso organismo é capaz de excretar a urina de forma:

 Concentrada
 Diluída
Generalidades

Funções dos rins:

 Regulação do liquido extracelular e da pressão sanguínea


 Regulação da osmolaridade
 Manutenção do equilíbrio iônico
 Regulação do pH
 Excreção de resíduos
 Produção de hormônios
Generalidades
Generalidades
Néfron
Mecanismos de contracorrente

O mecanismo de contra corrente depende de vários fatores,


tais como:
 Osmolaridade
 Transporte ativo de íons sódio e co-transporte de potássio
 Difusão facilitada de grande quantidade de ureia
 Difusão de pequenas quantidades de água dos túbulos
medulares para o interstício medular
 Características especiais da alça de Henle que mantém os
solutos na Medula Renal
Mecanismos de contracorrente
Importância dos túbulos distais e ductos
coletores na concentração da urina

 Por meio da reabsorção da maior quantidade de água,


os rins formam urina muito concentrada, excretando
quantidades normais de solutos na urina, enquanto
devolvem a água de volta ao líquido extracelular,
compensando os déficits hídricos do corpo
Importância dos túbulos distais e ductos
coletores na concentração da urina

 Bomba de sódio-potássio
 Aldosterona
 ADH (hormônio antidiurético)
Importância dos Túbulos Distais e Ductos
Coletores na Concentração da Urina
Importância da ureia na concentração da
urina

 A ureia contribui com cerca de 40% a 50% da


osmolaridade do interstício da medula renal, quando o rim
está formando urina maximamente concentrada.
 A ureia é reabsorvida passivamente pelo túbulo.
 Menor quantidade de água, maior concentração de ADH,
grande quantidade de ureia é passivamente reabsorvida
dos ductos coletores medulares internos para o interstício.
Atuação da ureia na concentração da urina

 O liquido tubular sobe pelo ramo ascendente


grosso em direção aos túbulos distais e ductos
coletores.

 ↓Quantidade de ureia é reabsorvida.

 ↑Concentrações de ADH a água é rapidamente


reabsorvida, pelo túbulo coletor cortical,↑a
concentração de ureia.

 A medida que o liquido flui para os ductos


coletores medulares internos, ↑quantidade de
água é reabsorvida,↑ a concentração de ureia.

 ↑Concentração de ureia, no líquido tubular e


ducto coletor, faz com que esse metabólito se
difunda para fora do túbulo para o líquido
intersticial renal.
Troca por contracorrente nos vasos retos
Existem duas características peculiares do fluxo sanguíneo
medular renal que contribuem para a preservação das altas
concentrações de soluto:
 O fluxo sanguíneo medular é baixo;
 Os vasos reto servem como trocadores por contracorrente;
Curiosidades: Cálculo Renal

Definição:
 O cálculo renal, é uma massa sólida formada por pequenos cristais, que
podem ser encontrados tanto nos rins quanto em qualquer outro órgão
do trato urinário. O cálculo renal é conhecido popularmente como
pedras nos rins.

Causas:
 As pedras nos rins são formadas quando a urina apresenta quantidades
maiores que o normal de determinadas substâncias, como cálcio,
oxalato e ácido úrico ou que têm uma diminuição na quantidade de
alguns fatores que impediriam a aglomeração desses cristais como por
exemplo o citrato. Essas substâncias podem se precipitar e formar
pequenos cristais que, depois, vão se aglutinar e se transformarão em
pedras.
Referências bibliográficas

 CONSTANZO, Linda S. .FISIOLOGIA. Tradução Marcelo C,


Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
 HALL, John E. . TRATADO DE FISIOLOGIA MÉDICA. 12ª
ed., Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
 Disponível em:
http://www.minhavida.com.br/saude/temas/calculo-renal
 GUYTON, A.C. Fisiologia Humana. 5ª ed., Rio de Janeiro, Ed.
Interamericana, 1981. 08- GUYTON, A.C.; HALL, J.E. Tratado
de Fisiologia Médica. 11ª ed
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